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sexta-feira, 25 de março de 2016

ontem foi dia do estudante... portanto vamos lá a aprovar mais umas medidas todas bonitinhas...!

2016-03-24 às 14:46

 

COMUNICADO DO CONSELHO DE MINISTROS DE 24 DE MARÇO DE 2016 - DIA NACIONAL DO ESTUDANTE



"Em 1987, a Assembleia da República proclamava o dia 24 de março como Dia Nacional do Estudante, em homenagem ao movimento estudantil que lutou, no contexto da Crise Académica do início dos anos sessenta, pela paz e pelo direito universal à educação, no anseio pela construção de um país livre, justo e democrático.
O XXI Governo Constitucional celebra o Dia Nacional do Estudante reiterando os compromissos programáticos que estabeleceu no sentido de dar prioridade à educação, à ciência e ao conhecimento como pilares-chave para retomar o caminho do progresso, do desenvolvimento e da igualdade e de garantir a democratização do acesso ao conhecimento, em todos os níveis de ensino e em todas as gerações.
Assim, o Conselho de Ministros aprovou um conjunto de diplomas que vêm reafirmar a centralidade atribuída à educação e à ciência, procurando a valorização das pessoas e a afirmação da sociedade do conhecimento. Nesse sentido, foram aprovadas medidas destinadas a reforçar a promoção da cidadania e da inclusão, o fomento das qualificações e do emprego e a modernização produtiva.
1. O Conselho de Ministros apreciou um conjunto de medidas que visam fomentar a cidadania, a inclusão e a participação dos estudantes nos vários graus de ensino.
  • Concretizando o Programa do Governo no que respeita ao combate ao insucesso escolar, foram aprovadas as linhas gerais do Programa Nacional de Promoção de uma Melhor Escola para todos os Alunos e a constituição de uma «Estrutura de Missão para a Promoção do Sucesso Escolar», de natureza científica e de acompanhamento e proximidade aos estabelecimentos de ensino básico e secundário, à qual caberá implementar e assegurar a monitorização e avaliação do Programa Nacional de Promoção de uma Melhor Escola para todos os Alunos.
  • Foi apresentado um instrumento de valorização, através da sua certificação, das atividades promovidas pelo aluno, em contexto escolar, no âmbito da formação para a cidadania, artes, desporto e participação em órgãos de gestão e atividades de associativismo juvenil. Assim, o diploma escolar passará a contemplar a participação de cada aluno, em contexto escolar, em órgãos da escola ou em associações de estudantes, em atividades de formação para a cidadania, de voluntariado, de intercâmbio, de atividades artísticas ou desportivas.
  • Foi ainda decidido desenvolver uma experiência de «Orçamento Participativo» nas escolas do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, em articulação com a experiência do Orçamento Participativo Nacional, tendo em vista o reforço de dinâmicas de democracia participativa em meio escolar. O objetivo é criar um mecanismo que permita aos estudantes decidir sobre como utilizar uma parte do orçamento da sua escola na aquisição de bens e/ou serviços que sejam identificados como necessários ou convenientes para a beneficiação do espaço escolar e/ou da forma da sua utilização ou destinados a melhorar os processos de ensino-aprendizagem e do qual possam beneficiar ou vir a beneficiar todos os estudantes.
  • Foi debatida a criação do «Programa de Inclusão de Estudantes com Necessidades Educativas Especiais», de âmbito interministerial, com vista à execução de medidas que promovam maior inclusão escolar dos alunos com necessidades educativas especiais.
  • Foi debatida uma «Estratégia de Educação para a Cidadania», a ser implementada nas escolas do Ensino Público com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
2. O Governo apostará ainda no fomento da inovação e modernização produtiva, através do reforço das articulações entre as instituições que produzem conhecimento e as instituições capacitadas para a valorização social e económica desse mesmo conhecimento, tendo sido aprovados três diplomas neste domínio.
  • No domínio da articulação entre a ciência e a saúde, o Conselho de Ministros aprovou a criação de um «Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos», uma estrutura integrada de assistência, ensino e investigação médica, associando escolas médicas a centros hospitalares e unidades de investigação, que tem como principal objetivo o avanço e a aplicação do conhecimento e da evidência científica para a melhoria da saúde. Este «Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos» será presidido pelo Professor Doutor Manuel Sobrinho Simões.
  • Na área da investigação médica, foi criado um Grupo de Trabalho, com um mandato de seis meses, que irá estudar e propor medidas de promoção de investigação clínica e de translação e da inovação biomédica em Portugal, incluindo os termos de referência para uma Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica.
  • No domínio da articulação entre a ciência e o desenvolvimento agroindustrial, foi discutida a criação do Consórcio AgroTech Campus de Oeiras, tendo como principais objetivos facilitar a investigação e o desenvolvimento experimental nas áreas da agricultura e floresta, saúde animal e sanidade vegetal, tecnologia e inovação para a bioeconomia. Este Consórcio integra a Universidade Nova de Lisboa, através do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier, o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. e o Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica.
3. Em matéria de acesso ao conhecimento, qualificações e empregabilidade, foram aprovadas várias medidas que visam a dignificação dos recursos humanos, a estabilidade das políticas de ciência e a difusão da produção científica nacional.
  • O Conselho de Ministros decidiu a criação de um Programa Integrado de Educação e Formação de Adultos, tendo em vista a melhoria das competências e qualificações, o ajustamento com as necessidades do mercado de trabalho e a aposta em percursos formativos qualificantes. Em linha com o Programa do Governo, procura-se revitalizar a educação e formação de adultos enquanto pilar central do sistema de qualificações, assegurando a continuidade das políticas de aprendizagem ao longo da vida e a permanente melhoria da qualidade dos processos e resultados de aprendizagem.
  • Foi aprovado na generalidade a adoção de um regime de contratação de doutorados destinado a estimular o emprego científico e tecnológico em todas as áreas do conhecimento, promovendo o rejuvenescimento das equipas de investigação das instituições científicas e de ensino superior, assim como a valorização das atividades de investigação nessas instituições. O diploma seguirá para consulta ao Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, ao Conselho dos Laboratórios Associados e à Associação Nacional dos Investigadores de Ciência e Tecnologia.
  • Foram fixados os termos de referência para a discussão pública de uma Agenda «Compromisso com o Conhecimento e a Ciência: o Compromisso com o Futuro» para os anos 2016 a 2020, procurando-se assegurar às instituições um quadro de financiamento estável para a sua implementação.
  • O Conselho de Ministros definiu os princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta que terá como objetivo promover o acesso livre a publicações de dados científicos que resultem de investigação financiada com fundos públicos.
  • Foi aprovada na generalidade uma alteração ao regime jurídico dos graus e diplomas do ensino superior, criando o diploma de técnico superior profissional, e procedendo à alteração das normas que regulam os concursos especiais para acesso e ingresso no ensino superior. O diploma seguirá para consulta ao Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos e à Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado.
..."
 
 via portal do governo...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

continuando o dia... ainda mais céptico...!

sim, porque as más notícias estão sempre aí... lá se vai a almofada, o travesseiro, o poof, se é que ele/ela ainda existia...!

Plano de Reversões em Curso

Plano de Reversões em Curso - fonte: Visão

Novo Governo, novas regras nos abonos, nos transportes, nos impostos e até nos feriados. António Costa vai fazer inversão de marcha nas reformas da direita. E da troika.


via sapo...



"Adeus cortes e sobretaxa

O “enorme aumento de impostos”, em 2013, trouxe-nos uma sobretaxa de IRS. O novo Governo vai acabar com ela: a ideia é que, em 2016, o valor cobrado passe dos atuais 3,5% para 1,75% e, em 2017, já não seja cobrado. Mas o PCP não está de acordo com esta fórmula e quer acabar com a sobretaxa já no próximo ano. A questão foi discutida na semana passada no Parlamento e baixou para a Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa para ser estudada. Em cima da mesa está a possibilidade de fazer refletir a sobretaxa por escalões, podendo ser eliminada nos ordenados mais baixos. Cai a sobretaxa, os cortes salariais e o banco de horas. Reveem-se os escalões do IRS, promete-se progressividade no IMI e repõe-se o IVA da restauração em 13%. Vamos por partes. Por outro lado, os funcionários do Estado vão voltar a ter os seus ordenados completos. Assim, e de forma faseada, os cortes vão ser repostos em 2016 (25% no primeiro trimestre; 50% no segundo; 75% no terceiro; 100% no quarto).

Fim das 40 horas

Ainda no domínio da Função Pública, regressam as 35 horas de trabalho semanais que o governo da coligação PSD/CDS tinha aumentado para 40 horas, em 2013. Também na área laboral, vai ser revogada a possibilidade – introduzida em 2012 – da criação do banco de horas individual por mero "acordo" entre empregador e trabalhador, sendo essa decisão tomada por negociação coletiva ou acordos de grupo.

Há, ainda, duas outras áreas fiscais que, também, vão ser “revertidas”, provavelmente em 2017, dado que têm de ser alvo de estudo. Os escalões de IRS deverão aumentar, para tornar o imposto mais progressivo, e o IMI também será revisto, tendo como objetivo a introdução da progressividade: valor mais baixo para quem tem casas menos valiosas e mais alto para imóveis com avaliações superiores.

No caso do IRS há mais uma novidade, o quociente familiar, incluído no OE de 2015, será eliminado e substituído por uma dedução por cada filho.
Os feriados estão de volta

Num programa de governo apostado em combater a austeridade, a reposição de dois feriados civis (5 de outubro e 1 de dezembro, já em 2016) e dois religiosos (questão a ser "acordada com as entidades competentes") surge como forma de "dignificar o trabalho e os direitos dos trabalhadores".

Passos Coelho suprimiu, em 2013, os feriados do Corpo de Deus (móvel), 5 de outubro, 1 de novembro e 1 de dezembro, irritando direita e esquerda. Costa devolve-os, agradando a todos (menos à troika).

Esqueçam o Citius

Durante dois meses, em 2014, a justiça viveu em “estado de ‘citius’”. A plataforma informática criada para a gestão de processos colapsou antes mesmo do arranque do ano judicial. O PS quer fazer uma nova versão do Citius, com outras funcionalidades. Mas não é só. A reforma do mapa judiciário feita pela anterior ministra, Paula Teixeira da Cruz, vai ser passada a pente-fino para a “correção de erros”. Por outras palavras, um dos maiores ímpetos reformistas dos últimos anos, numa área tão nuclear como a Justiça, pode estar em risco.

Concessões de transportes em banho-Maria

Os concursos para a concessão do Metro do Porto, Metro de Lisboa, Carris e STCP foram lançados e os contratos entregues no Tribunal de Contas (TC). Por mais de uma vez, o TC devolveu o processo, pediu esclarecimentos às empresas. Chegará o Tribunal a ser esclarecido? Se não for, esse será o primeiro sinal de que a revolução que PSD e CDS queriam implantar nos transportes será travada a fundo.

A conclusão da venda de 61% do capital da TAP foi assinada no dia 12, contra os apelos do PS, que quer manter a maioria do capital social da transportadora aérea no Estado. Entretanto, elementos da Associação Peço a Palavra apresentaram, no dia 30, uma queixa-crime contra os ex-secretários de Estado dos Transporte e do Tesouro, o presidente da Parpública e os novos donos da TAP, por suspeita de "burla" no negócio. Aguardam-se as cenas dos próximos capítulos.

O regresso dos mínimos sociais

O PS quer levar as "políticas de mínimos sociais" para os níveis pré-austeridade. As pensões (congeladas desde 2010) hão de aumentar logo que se reponha a Lei n.º 53-B/2006, suspensa há cinco anos. A Contribuição Extraordinária de Solidariedade – introduzida em 2011, ainda pelo governo PS, para pensões acima dos €5 000 – foi adulterada nos últimos anos. Passos e Portas foram alargando a sua aplicação até o Tribunal Constitucional pôr fim à sua generalização. Hoje, a CES regressou a níveis próximos dos de 2011, aplicando-se a pensões superiores a €4 611. Mas não chega. Costa quer reduzi-la em 50% em 2016 e extingui-la em 2017. O diploma está em discussão pública até dia 15.

O Rendimento Social de Inserção (RSI) e os Complementos Solidário para Idosos (CSI) e de Reforma no setor empresarial do Estado dependem da aprovação do OE para 2016. Nestes, o PS quer mudar valores, condições de acesso e de manutenção do RSI e pretende que o CSI, "o instrumento mais eficaz de redução da pobreza entre os idosos", abranja mais beneficiários, repondo o rendimento de acesso à prestação em €5 022/ano."


na visão em linha...

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

coisas da educação... um balanço da fenprof...!

FENPROF apresentará aos partidos e ao novo governo proposta de 12 medidas de resolução imediata




O Secretariado Nacional da FENPROF na sua primeira reunião (3 e 4 de setembro 2015) do novo ano escolar analisou a situação e os problemas que afetam a Educação e que persistem no início de mais um ano letivo. Problemas que foram aprofundados ou criados com a ação do governo PSD/CDS-PP.


 

  • O ANTES E O APÓS ELEIÇÕES

Perante o quadro traçado na conferência de imprensa que se realizou hoje (4.09.2015), a Federação decidiu prosseguir o trabalho de esclarecimento dos docentes (em preparação desde o final do ano letivo - Julho) tendo em conta o próximo ato eleitoral, em 4 de outubro, sobre as propostas dos partidos relativamente a um conjunto de matérias que a Federação lhes dirigiu. 23 questões, com as propostas dos partidos, reunidas, agora, num dossier que foi publicado com o Jornal da FENPROF de Setembro [ver no site – págs 11 a 30 do JF] e que será profusamente divulgado com recurso aos meios de comunicação da FENPROF e dos seus sindicatos e através da sua distribuição nas escolas e entre os professores.



  • 12 MEDIDAS PARA CONCRETIZAÇÃO IMEDIATA
(a apresentar aos grupos parlamentares e governo que serão constituídos após as eleições de 4 de outubro) 

1. 
Suspender o processo de municipalização;

2. 
Considerar como atividade letiva para todos os docentes, independentemente do número de horas de titularidade de turma, toda a atividade desenvolvida com alunos, designadamente apoios, coadjuvação, entre outras. Como tal, deverão ser corrigidos os horários de trabalho dos professores, a partir da clarificação de quais são as atividades que integram a componente letiva e a não letiva;

3.
Publicar a portaria em falta para integração de professores no escalão salarial correto de carreira, na qual ingressaram por concursos externos. Deverão ser aplicadas as normas vigentes de contagem de tempo de serviço;

4.
Reconstituir as turmas que desrespeitam as normas legais vigentes, nomeadamente as que integram alunos que apresentem necessidades educativas especiais, sempre que as mesmas tenham mais de 20 alunos ou mais de 2 com NEE. Alargar a aplicação destas normas ao ensino secundário;



5.
Regularizar todas as situações contratuais para o exercício de atividade nas AEC (salário e contrato de trabalho a termo);

6. 
Publicitar na página da DGAE as listas de ordenação e de colocação das BCE referentes às diversas escolas/agrupamentos;



7.
Suspender a PACC e revogar os seus efeitos nos concursos, o que implica a reintegração nas listas de quantos foram retirados das mesmas por esta razão;

8.
Aplicar à Educação Pré-Escolar o calendário escolar que está estabelecido para o 1º Ciclo do Ensino Básico;

9. 
Revogar o processo “Cambridge”;



10.  
Iniciar negociações com vista à aprovação de um novo quadro legal que garanta condições, incluindo horários de trabalho e um regime excecional de aposentação, que tenham em conta o elevado desgaste causado pelo exercício profissional;



11.  
Alargar o período transitório para os docentes do ensino superior que não concluíram o doutoramento ou não obtiveram o título de especialista, por não terem sido proporcionadas as condições legalmente previstas para tal; reintegrar quem foi, por esse motivo, entretanto, despedido, repondo as condições contratuais; aplicar de imediato a diretiva comunitária para a vinculação de docentes com a habilitação de referência contratados a prazo.

12.
Suspender os efeitos da avaliação feita pela FCT aos centros de ciência e unidades de investigação, nomeadamente em relação ao seu financiamento.


Sendo estas as medidas cuja adopção pode ser garantida logo imediatamente a seguir à tomada de posse do novo governo, há um conjunto de outras que constituem a base reivindicativa dos professores portugueses e que devem implicar, desde logo a abertura de processos negociais, com vista a, entre várias: rever o estatuto do ensino particular e cooperativo; rever as condições de realização da formação inicial, contínua e especializada; rever a legislação de concursos e colocações; rever os regimes de horário de trabalho e as condições estatutárias de exercício da profissão docente; revogar o congelamento das carreiras e garantir a contagem integral do tempo de serviço; aprovar um regime de aposentação que garanta, no imediato, a aposentação de professores aos 40 anos de serviço independentemente da idade e negociação de condições específicas de aposentação para os docentes portugueses; rever a organização curricular do ensino básico e secundário…

  • A SITUAÇÃO DA COLOCAÇÃO DE PROFESSORES
Num momento em que assume especial relevo, no quadro da abertura do ano letivo, a colocação de professores e a enorme instabilidade  precariedade que este governo manteve e agravou, a FENPROF apresentou novos números e a estatística atualizada e mais completa deste processo:

NÚMEROS SOBRE COLOCAÇÃO DE PROFESSORES A RETER:

Mobilidade Interna (só horários zero):
1. Candidatos: 1979 QA/QE + 11151 QZP = 13130 docentes
- Foram retirados 1844 QA/QE + 2040 QZP = 3884 docentes
2. Não foram colocados: 373 QA/QE + 821 QZP = 1194 docentes
(Ou seja, houve um aumento de 30% do número de não colocados relativamente ao ano de 2014, que foi de 917).
3. Grupos mais atingidos:
100 (Ed. Pré-escolar): 327 docentes;
240 (EVT): 195 docentes;
110 (1.º CEB): 157 docentes;
530 (Ed. Tecnológica): 127;
330 (Inglês do 3.º CEB e Secundário): 90;
250 (Ed. Musical): 63;
Português (3.º CEB e Secundário): 50
4. Erro concursal: foram retirados 71 docentes da mobilidade interna, alegadamente por motivo de atribuição de horário, quando tal não poderia ser feito, tendo em conta que estes docentes também se candidataram à 2ª prioridade (aproximação à residência)

Contratação
1. Candidatos: 26782 docentes.
2. Não manifestaram preferências mais 2755 docentes;
- Já haviam sido ilegalmente excluídos, por motivo de não aprovação na PACC, cerca de 1200 professores;
- Milhares de docentes profissionalizados, no período da atual legislatura, abandonaram a profissão pela ação direta do governo; lembrar a este propósito que para o ano escolar de 2010-11, se candidataram ao concurso de contratação inicial de então, não menos de 45 mil docentes!
3. Colocados: 949 renovações de contratos + 2834 novos contratos = 3783 professores contratados.
4. Nesta fase, o número de professores que não obtiveram uma colocação para contrato foi superior a 30.000
5. Falta saber quantos serão colocados através da BCE (Bolsa de Contratação de Escolas): se as necessidades das escolas servidas por esta modalidade de concurso forem equivalentes às das escolas servidas pelo concurso nacional, deverão existir cerca de 1700 horários nas escolas TEIP e/ou com contrato de autonomia.
Perante o surgimento de um conjunto de situações suspeitamente irregulares, o Secretariado Nacional decidiu remeter à DGAE um ofício no qual se defende a correção imediata de instruções e instrumentos que contrariam as regras do concurso e/ou violam a legislação em vigor, pondo em causa direitos dos professores legalmente consagrados. (ver anexo)
  • HORÁRIOS DE TRABALHO E CONDIÇÕES DE EXERCÍCIO DA PROFISSÃO
Um debate, assente em centenas de reuniões realizadas em escolas e agrupamentos de escola por todo o país, durante o passado ano letivo, permitiu que a FENPROF afinasse uma proposta para ser assumida, agora, com os docentes e que constitui a base reivindicativa para apresentação aos grupos parlamentares e ao governo.

Pretende-se que este documento, que integra o dossiê ínsito na edição de setembro do Jornal da FENPROF, seja amplamente divulgado, a fim de, a partir dele, avançar para ação sindical em torno destes dois temas centrais e estruturantes da profissão: horários de trabalho e condições de trabalho.


via portal da fenprof...


leituras suplementares:

JF Especial eleições, edição de setembro 2015

Ofício à DGAE (concursos e colocação de docentes)

domingo, 21 de junho de 2015

continuando o dia... numa expectativa [mais do que] racional...?


no expresso...



Abertura do ano escolar em cima do período eleitoral preocupa Passos
. Ministério antecipa prazos, contrata auditores e simplifica normas 


Filipe Santos Costa 




O Ministério da Educação está em prontidão para 
a abertura do ano escolar. É um dos momentos de alto risco do Governo até às eleições. Mas há mais. 

Saiba mais na edição deste sábado do Expresso [quando tiver oportunidade de o ler editarei alguma coisa sobre o assunto]


no expresso em linha...

domingo, 7 de junho de 2015

percepções [ou nem por isso]... como vai a acção disciplinadora nas escolas... via com regras...!


no com regras, com o respectivo comentário...

a começar o dia... em estado de perplexidade filosófica...?

o ministério público acha que há perigo de fuga,
o ministério público não acha que haja perigo para o processo,
a prisão domiciliária é a proposta do ministério público,

logo, o ministério público não sabe a quantas anda...?


MP quer Sócrates em casa, mas insiste no perigo de fuga
 
no dn em linha... aqui.

"Certo é que a decisão final estará nas mãos do juiz Carlos Alexandre, que, a 9 de março, manteve a prisão preventiva de José Sócrates. E, ao contrário do que tem sido dito (como ontem por Marques Mendes no habitual comentário na SIC), o juiz até pode aplicar uma medida de coação superior, caso entenda que existe, curiosamente, perigo de fuga ou "perigo, em razão da natureza e das circunstâncias do crime ou da personalidade do arguido, de que este continue a atividade criminosa ou perturbe gravemente a ordem e a tranquilidade públicas"."

quinta-feira, 28 de maio de 2015

legislação [trabalho]... projectos e apoios [empreendedorismo]... no dre...!

Diário da República n.º 103/2015, Série I de 2015-05-28 



Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social 

Aprova a medida de Apoio Técnico à Criação e Consolidação de Projetos (ATCP), no âmbito do Programa de Apoio ao Empreendedorismo

sexta-feira, 17 de abril de 2015

continuando o dia... tão só [re]confirmando as [péssimas] notícias...!



2015-04-16 às 19:26 
"GOVERNO APRESENTA PROPOSTAS PARA O PROGRAMA DE REFORMAS PARA 2016-2019

«Somos prudentes face ao cenário macro económico, pois foi esta atitude que nos conduziu aos bons resultados que apresentamos hoje», afirmou a Ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, onde apresentou as propostas do Governo para os programas de estabilidade e de reformas do próximo quadriénio, que substitui o programa de estabilidade e crescimento. 

Lembrando que «as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2015, 2016, e 2017 são de 1,6%, 2% e 2,4%, respetivamente», a Ministra acrescentou que, «sendo estes valores calculados com base nas informações que temos hoje e nas reformas que já estão em vigor, implementar novas medidas só melhorará estes resultados». 

«As previsões de crescimento para os próximos anos ultrapassam os 9 pontos percentuais, o que é um cenário com que nos sentimos confortáveis para trabalhar, tornando-o ainda melhor», sublinhou Maria Luís Albuquerque. 

«Em relação ao quadro macro orçamental para os próximos quatro anos, atingimos o objetivo de médio prazo já em 2016. Isto significa que, em 2016, só precisaremos de ajustar 0,4 pontos percentuais, um resultado apenas possível devido à disciplina que o Governo manteve e às reformas estruturais introduzidas. Devemos estar bastante satisfeitos com o cenário favorável que se perspetiva», afirmou ainda Maria Luís Albuquerque. 

E acrescentou: «Reiteramos a saída do procedimento de défice excessivo, ou seja, a partir de 2016 poderemos beneficiar das cláusulas de flexibilidade, que são de dois tipos – reformas estruturais e investimento. Assim, o desvio do objetivo de médio prazo justifica-se se as reformas servirem para qualquer destes dois fins. Poderemos utilizá-los, por exemplo, para investimentos em infraestruturas energéticas, adoção de medidas para reduzir os impostos sobre o trabalho, introdução de tetos máximos para os sistemas de pensões futuros, ou para empreender mais reformas no setor público». 

«Em relação a 2016, o programa de estabilidade não difere muito do Documento de Estratégia Orçamental», concluiu, após referir um conjunto de medidas propostas pelo Governo, que serão agora debatidas na Assembleia da República:
 
Reposição gradual dos salários na função pública – com reposição integral prevista para 2018, representando 150 milhões de euros anuais; 
Redução da sobretaxa de IRS – com extinção total prevista para 2019, representando 190 milhões de euros anuais; 
Criação de um sistema sustentável de pensões público que visa alcançar um impacto positivo de 600 milhões de euros; 
Continuação da reforma do IRC – aplicando o valor de 1 ponto percentual ao ano, para que em 2019 atinja os 17%; 
Encurtamento do prazo de reembolso do empréstimo ao Fundo Monetário Internacional (FMI), de forma a beneficiar em pleno da poupança de juros, representando um valor que ronda os 730 milhões de euros; 
Racionalização dos serviços públicos – representando um cerca de 400 milhões de euros; 
Redução das contribuições extraordinárias de solidariedade (CES) e da energia (CESE). A primeira extinguir-se-á em 2017, a segunda em 2018. Em conjunto, ambas representam 190 milhões de euros anuais."


o comunicado do governo... aqui.

a começar o dia... [altamente] indisposto...!

Política orçamental 

Governo só garante fim da sobretaxa de IRS e cortes salariais em 2019

É uma espécie de programa eleitoral da maioria. Reversão de parte da austeridade será feita de forma gradual até 2019, de novo com avisos para o Constitucional. Reformas estruturais, redução da TSU incluída, ainda são apenas hipóteses.

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no público em linha...