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domingo, 13 de dezembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
legislação [educação]... parque escolar e delegação de competências... via boletim do cirep...!
Boletim Informativo n.º 175 — 23/11/2015
Publicado em Diário da República
Acordo n.º 17/2015 - Diário da República n.º 226/2015, Série II de 2015-11-18
Ministério da Educação e Ciência e Município de Monchique
Acordo de colaboração e requalificação da Escola Básica Manuel do Nascimento - Monchique.
Despacho n.º 13447-E/2015 - Diário da República n.º 228/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-11-20
Ministério da Educação e Ciência - Gabinete da Ministra
Delegação de competências na Chefe do Gabinete da Ministra da Educação e Ciência, mestre Margarida Paula Marques Baeta Cortez.
Despacho n.º 13447-F/2015 - Diário da República n.º 228/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-11-20
Ministério da Educação e Ciência - Gabinete da Ministra
Delegação de competências no Secretário de Estado do Ensino Superior e da Ciência, Prof. Doutor José Ferreira Gomes.
Despacho n.º 13447-G/2015 - Diário da República n.º 228/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-11-20
Ministério da Educação e Ciência - Gabinete da Ministra
Delegação de competências no Secretário de Estado do
Desenvolvimento Educativo e da Administração Escolar, Senhor Eng.º José
Alberto de Morais Pereira Santos.
Despacho n.º 13447-H/2015 - Diário da República n.º 228/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-11-20
Ministério da Educação e Ciência - Gabinete da Ministra
Delegação de competências na Secretária de Estado do Ensino Básico e
Secundário, Senhora Dr.ª Amélia Maria Botelho de Carvalho Loureiro.
|
Diplomas para Publicação em Diário da República
Gabinete da Ministra da Educação e Ciência
— Despacho – Designa para exercer as funções de Chefe do Gabinete da Ministra da Educação e Ciência a mestre Margarida Paula Marques Baeta Cortez. |
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Arq. Luiz Crespo de Carvalho
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
開始一天... extasiado*
no dn em linha... aqui.
* declaração de interesses:
sempre tive a intenção de aprender mandarim, por uma mera questão gráfica e estética [mas não só]... a caligrafia era o cerne da [potencial] motivação...
não tive oportunidade de o fazer, não se proporcionou, ao contrário do que fiz com o italiano, directamente motivado pelo cinema [dos anos cinquenta e sessenta].
comentário:
não se percebe o interesse estratégico e económico da coisa dado que nunca se apostou a sério, por exemplo, no alemão que é [e sempre foi] a língua de um país motor [e charneira] da economia europeia [claro que o francês, entretanto desvalorizado, e o inglês já por cá se trabalhava]...!
nota - pode consultar a tradução do título... aqui.
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Arq. Luiz Crespo de Carvalho
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sábado, 25 de abril de 2015
última hora (?) [actualização]... 'vade retro...'
O Observador confirmou que Passos Coelho e Paulo Portas vão anunciar
este sábado a coligação. O anúncio será conjunto e vai acontecer por
volta das 20h.
no observador, via mensagem...
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Arq. Luiz Crespo de Carvalho
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sexta-feira, 27 de março de 2015
não será esta uma 'caricatura' de (des)governos sucessivos...?
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quinta-feira, 26 de março de 2015
continuando o dia... perfeitamente aparvalhado, perante a habitual desfaçatez...!
2015-03-24 às 21:23
FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA
"O Ministério da
Educação e Ciência tem vindo progressivamente a implementar um conjunto
de medidas no ensino da língua inglesa de forma a atingir um maior
domínio desta língua pelos alunos portugueses e, simultaneamente,
garantir uma maior homogeneidade no seu ensino. Entre essas medidas
destaca-se o teste preliminar de Inglês (Preliminary English Test, PET).
No sentido de proceder a uma avaliação externa sistemática e
continuada da proficiência dos alunos e na sequência do sucesso do Key
for Schools, no ano letivo de 2013-2014, foi decidido aplicar, no ano
letivo 2014-2015, o PET, que avalia a leitura e a compreensão da
leitura, a compreensão oral e a produção oral e ainda atribuir uma
certificação de proficiência linguística reconhecida internacionalmente,
de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência (QECR).
No presente ano letivo foi estabelecido, à semelhança do ano
anterior, um programa de formação que tem por objetivo garantir altos
padrões de qualidade no processo de classificação do PET, nomeadamente
através do contacto com o tipo de prova e de itens que serão aplicados,
contribuindo para a aferição de critérios de classificação.
Na sequência de contactos do IAVE com o Cambridge English Language
Assessment da Universidade de Cambridge, o MEC decidiu rever o
Regulamento de Aplicação, Classificação e Certificação do Preliminary
English Test, no que se refere à formação e certificação dos professores
classificadores, tendo em conta que o Cambridge English Language
Assessment reconheceu, em 2014, a grande qualidade do trabalho dos
professores portugueses.
Hoje, o MEC reuniu com a Federação Nacional da Educação para debater o
processo de aplicação do PET e informou ter tomado as seguintes
decisões possíveis de concretizar depois de vários contactos com a
Universidade de Cambridge, e que vão ser transportadas para o
regulamento desta prova:
- A componente do teste, na formação dos professores classificadores passa a ser facultativa;
- A formação obtida pelos professores classificadores será certificada pelo Conselho Cientifico Pedagógico da Formação Continua, na sequência de processo de acreditação já solicitado pelo IAVE;
- Os resultados, para quem quiser fazer o teste final da formação, não são tornados públicos, não têm caráter eliminatório, nem constituem impeditivo de participação nos processos de aplicação;
- Os professores classificadores que voluntariamente fizerem o teste final da formação terão uma certificação validada pelo Cambridge;
- A quem não fizer o teste final da formação será atribuído o respetivo certificado de formação acreditada, uma vez completadas as restantes componentes da formação;
- Será alargado o período de dispensa da componente não letiva de estabelecimento de oito para doze dias (alínea c) do artigo 15.º do Anexo ao Despacho n.º 2179-B/2015), para os que forem classificadores das componentes Writing Examiner e Speaking Examiner, além da dispensa da componente não letiva de estabelecimento durante o período em que decorre a aplicação do teste PET;
- A dispensa da componente não letiva de estabelecimento após o período de aplicação do teste PET pode ser solicitada pelos professores classificadores logo após a conclusão do mesmo;
- O despacho de organização do próximo ano letivo terá em conta a possibilidade de ser definida pelas escolas uma compensação de caráter anual para todos os professores classificadores de provas no ensino básico e secundário.
Perante estas informações, a FNE decidiu desconvocar a greve que consta do pré-aviso emitido no dia 23 de março."
via portal do governo... aqui.
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
o que penso ser uma boa notícia... para toda a gente [sem excepção]...!
no sapo...
"De acordo com fonte comunitária, o primeiro-ministro grego reuniu-se esta quinta-feira com o Presidente do Eurogrupo. Os dois concordaram em "pedir às instituições (leia-se troika) para começarem a trabalhar com as autoridades gregas".
Trata-se de um trabalho "técnico" com vista a encontrar uma base de entendimento comum entre o atual programa de assistência e as pretensões do governo grego. O objetivo é facilitar as negociações durante o Eurogrupo marcado para a próxima segunda-feira, de forma a que os ministros "tenham algo para avaliar", explicou ao Expresso outra fonte.
Antes, à chegada à cimeira informal desta quinta-feira em Bruxelas, o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, foi direto aos jornalistas para repetir a ideia de que está confiante "numa solução mútua e viável para curar as feridas da austeridade e lidar com a crise social na Europa". Mas, segundo o "Financial Times", terá sido o próprio Tsipras a inviabilizar a declaração conjunta escrita e reescrita durante a noite de quarta-feira pelos ministros das Finanças da zona euro.
Um telefonema de Atenas travou uma primeira base de entendimento, num braço-de ferro em torno de uma eventual extensão do programa proposta pelos parceiros europeus e rejeitada pelo Governo helénico. A Grécia desafia a paciência alemã - que não está sozinha no seio do Eurogrupo - ao querer pôr fim ao atual programa de resgate.
Fontes diplomáticas gregas adiantam que, neste momento, a Grécia "não quer mais dinheiro" nem novos empréstimos, mas um "acordo político". Sem nunca entrar em pormenores técnicos, insistem numa "ponte" que lhes dê tempo para preparar um novo programa que altere também os atuais condicionalismos. "Os nossos ministros não falam com tecnocratas", adiantam as mesmas fontes, reforçando a indisponibilidade para negociar com a delegação de técnicos da Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu.
Em Bruxelas, Tsipras tem a oportunidade de falar diretamente com políticos. "A difícil situação da Grécia" será tida em conta durante a discussão sobre a União Económica e Monetária, admitiu Donald Tusk, que preside ao Conselho Europeu. Ao que o Expresso apurou, os vários líderes europeus também poderão expressar os seus pontos de vista sobre a situação - ao contrário do que estava previsto.
Paralelamente à cimeira estão ainda a decorrer encontros bilaterais entre os gregos e os restantes parceiros europeus. Mesmo que, formalmente, uma alteração do programa de resgate grego dependa de uma decisão unânime do Eurogrupo, o encontro desta quinta-feira pode ajudar a desbloquear o impasse. O próprio Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, admitiu estar "muito preocupado" com a falta de avanço nas negociações durante o encontro dos ministros das Finanças da zona euro.
Grécia e Ucrânia "ofuscam" terrorismo
Trata-se de um trabalho "técnico" com vista a encontrar uma base de entendimento comum entre o atual programa de assistência e as pretensões do governo grego. O objetivo é facilitar as negociações durante o Eurogrupo marcado para a próxima segunda-feira, de forma a que os ministros "tenham algo para avaliar", explicou ao Expresso outra fonte.
Antes, à chegada à cimeira informal desta quinta-feira em Bruxelas, o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, foi direto aos jornalistas para repetir a ideia de que está confiante "numa solução mútua e viável para curar as feridas da austeridade e lidar com a crise social na Europa". Mas, segundo o "Financial Times", terá sido o próprio Tsipras a inviabilizar a declaração conjunta escrita e reescrita durante a noite de quarta-feira pelos ministros das Finanças da zona euro.
Um telefonema de Atenas travou uma primeira base de entendimento, num braço-de ferro em torno de uma eventual extensão do programa proposta pelos parceiros europeus e rejeitada pelo Governo helénico. A Grécia desafia a paciência alemã - que não está sozinha no seio do Eurogrupo - ao querer pôr fim ao atual programa de resgate.
Fontes diplomáticas gregas adiantam que, neste momento, a Grécia "não quer mais dinheiro" nem novos empréstimos, mas um "acordo político". Sem nunca entrar em pormenores técnicos, insistem numa "ponte" que lhes dê tempo para preparar um novo programa que altere também os atuais condicionalismos. "Os nossos ministros não falam com tecnocratas", adiantam as mesmas fontes, reforçando a indisponibilidade para negociar com a delegação de técnicos da Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu.
Em Bruxelas, Tsipras tem a oportunidade de falar diretamente com políticos. "A difícil situação da Grécia" será tida em conta durante a discussão sobre a União Económica e Monetária, admitiu Donald Tusk, que preside ao Conselho Europeu. Ao que o Expresso apurou, os vários líderes europeus também poderão expressar os seus pontos de vista sobre a situação - ao contrário do que estava previsto.
Paralelamente à cimeira estão ainda a decorrer encontros bilaterais entre os gregos e os restantes parceiros europeus. Mesmo que, formalmente, uma alteração do programa de resgate grego dependa de uma decisão unânime do Eurogrupo, o encontro desta quinta-feira pode ajudar a desbloquear o impasse. O próprio Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, admitiu estar "muito preocupado" com a falta de avanço nas negociações durante o encontro dos ministros das Finanças da zona euro.
Grécia e Ucrânia "ofuscam" terrorismo
As complexas negociações em Minsk com vista a um cessar-fogo na Ucrânia atrasaram - perto de duas horas - o início dos trabalhos em Bruxelas. Da capital da Bielorrússia, Angela Merkel e François Hollande viajaram diretamente para o Conselho Europeu, para dar conta do cessar-fogo negociado com Vladimir Putin.
À chegada, o presidente francês mostrou-se "satisfeito" com o acordo alcançado, mas alerta que ainda "não garante uma solução duradoura". Hollande diz que os líderes europeus têm de permanecer vigilantes e manter a pressão sobre as partes envolvidas no compromisso. "Vladimir Putin precisa de saber que ou muda de comportamento ou as sanções em vigor não serão alteradas", referiu o primeiro-ministro britânico, David Cameron, acrescentando que as ações no terreno são mais importantes que as palavras no papel.
Os líderes europeus poderão pedir esta quinta-feira uma alteração que permita a verificação sistemática dos passaportes de cidadãos europeus nas fronteiras da zona Schengen.
Com uma solução à vista para a Ucrânia e a falta de entendimento sobre a Grécia, o tema do terrorismo - que tinha sido incluído na cimeira informal depois dos ataques ao "Charlie Hebdo" - acabou por passar para segundo plano nas atenções. O assunto está, contudo, na agenda.
Em cima da mesa está uma revisão do Acordo de Schengen, com o objetivo de reforçar os controlos nas fronteiras externas da União Europeia. Os líderes europeus poderão pedir uma alteração específica, de modo a permitir uma verificação sistemática dos passaportes de cidadãos europeus nas fronteiras da zona Schengen. Uma matéria que, para já, não reúne apoio junto da Comissão Europeia nem do Parlamento Europeu."
no expresso 'online'... aqui.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
continuando o dia... ainda com boas expectativas...!
Hepatite C: Medicamentos inovadores vão ser grátis para 13 mil doentes - fonte: Renascença
Ministro da Saúde explica os termos do acordo alcançado com a farmacêutica para a disponibilização de medicamentos inovadores para a hepatite C.
Filho da doente de hepatite C que morreu à espera de medicamento satisfeito com acordo - fonte: SIC
Basta um “contacto direto” para obter medicamento da hepatite C - fonte: Renascença
no sapo, agora mesmo...
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sábado, 22 de novembro de 2014
de facto... andam [mesmo] demónios à solta...!
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
percentagens democráticas... e execução 'à maneira'...!
no público 'online'...
gostava de perceber o que é que o poder local anda a fazer [e quais as contrapartidas] para uma percentagem de acordo deste 'nível'...
para ler a notícia... aqui.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
à atenção dos professores... 'governo faz concurso interno extraordinário para todos os professores em 2015'... via fne...!
"Lisboa, 28 fev (Lusa) – O Governo vai realizar em 2015 um concurso interno extraordinário para todos os professores do quadro, com o objetivo de impedir que os dois mil docentes que serão colocados ainda este ano ultrapassem colegas mais graduados.
A decisão de realizar o concurso interno extraordinário foi revelada hoje pelo secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE), João Dias da Silva, no final de uma reunião no Ministério da Educação e Ciência (MEC) destinada a negociar a forma de vincular professores que há vários anos são anualmente contratados sem conseguir um lugar no quadro.
“O ministério assumiu o compromisso de realizar um concurso interno geral em 2015. Foi o compromisso de criarmos um concurso interno extraordinário intercalar em 2015 para efeitos no ano letivo 2015/2016, em que entram todas as vagas do ano passado, todas as vagas deste ano e as que vierem no próximo ano ainda”, anunciou João Dias da Silva.
Segundo o secretário-geral da FNE, “não saiu nenhum acordo” da reunião destinada a definir como será realizado, ainda este ano, um concurso externo extraordinário para vincular contratados.
O MEC manteve a decisão de integrar cerca de dois mil docentes, ignorando a posição dos sindicatos que têm pedido a vinculação de todos os professores que tenham mais de três anos de contratos consecutivos.
No entanto, Dias da Silva considera que o MEC introduziu “alterações significativas”, nomeadamente a realização de um concurso interno extraordinário e a definição de quem terá prioridade no concurso.
Segundo a FNE, os docentes que este ano sejam integrados não irão passar à frente dos que já estão nos quadros de escola e de zona pedagógica (QZP): Estes professores vão começar por entrar para um Quadro de Zona Pedagógica (QZP) mas depois serão graduados e colocados nas escolas no outro concurso extraordinário, explicou o sindicalista.
Dias da Silva diz que os docentes contratados, que estavam numa prioridade intermédia, vão passar para a última prioridade.
Na próxima semana, os sindicatos voltam a reunir-se com responsáveis do MEC para rever o diploma que regulamenta os concursos de professores (decreto-lei nº 132 ), havendo já a promessa de alterar o diploma de forma a permitir a realização do concurso interno geral em 2015.
João Dias da Silva disse ainda que existem detalhes que ainda são desconhecidos, como saber quantas vagas vão abrir para os diferentes grupos de recrutamento e Quadros de Zona Pedagógica (QZP).
Já sobre o alargamento do prazo para os professores poderem rescindir com o Estado, que deveria terminar hoje mas o ministério poderá prolongar por mais quatro meses, João Dias da Silva voltou a sublinhar que os valores oferecidos aos docentes são baixos.
Para Dias da Silva, o alargamento do prazo poderá não ter grandes efeitos: “Sabemos que muitos docentes fazem os pedidos, mas, quando estes são deferidos, ainda têm um prazo para decidir se optam por essa solução. E, sempre dissemos que este não era o valor adequado para calculo desta rescisão”."
Federação Nacional da Educação | :: Governo faz concurso interno extraordinário para todos os professores em 2015
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
de um comunicado [as trinta e cinco horas]... fne trava aumento do horário de trabalho no ensino privado... via portal da fne...!
"A Federação Nacional da Educação (FNE) e os restantes sindicatos da Educação da UGT assinaram hoje um acordo, em sede de comissão paritária, com a Associação dos Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), no sentido de se travar o aumento do tempo de trabalho dos professores deste setor e assegurar o respeito pelas 35 horas semanais.
Em causa está a interpretação que tem sido feita por algumas escolas privadas em consequência da opção pela aplicação de tempos letivos de 60 minutos. Com efeito, ao abrigo do Decreto-Lei nº 139/2012 - que reconheceu a autonomia dos estabelecimentos de ensino na organização dos tempos lectivos -, temos assistido a casos de abuso e desrespeito pelo tempo de trabalho dos docentes.
O acordo assinado esta manhã reconduz todas as situações ao estrito cumprimento do que estipula o Contrato Coletivo de Trabalho em relação ao tempo de trabalho dos docentes, o qual não pode ultrapassar, nas três componentes que o constituem, as 35h semanais.
Nestes termos, a interpretação do clausulado hoje assumida pela comissão paritária prevê a redução de 4 horas de tempo de trabalho de estabelecimento para compensação das aulas de 60 minutos. No documento fica ainda estabelecido que os colégios que não fizerem a redução do tempo de trabalho em estabelecimento, ficam obrigados a compensar os docentes através do pagamento de horas extraordinárias para que possam assegurar o tempo de serviço a mais, em termos de atividades de estabelecimento.
Com este acordo a FNE garantiu o cumprimento do horário de trabalho das 35 horas semanais e põe um ponto final na atual desregulação do horário de trabalho dos professores do ensino particular e cooperativo.
De sublinhar que da reunião de hoje ficou ainda a garantia de, até ao final do ano, serem reatadas as negociações do Contrato Coletivo de Trabalho para o ensino particular."
Lisboa, 18 de fevereiro de 2014
Em causa está a interpretação que tem sido feita por algumas escolas privadas em consequência da opção pela aplicação de tempos letivos de 60 minutos. Com efeito, ao abrigo do Decreto-Lei nº 139/2012 - que reconheceu a autonomia dos estabelecimentos de ensino na organização dos tempos lectivos -, temos assistido a casos de abuso e desrespeito pelo tempo de trabalho dos docentes.
O acordo assinado esta manhã reconduz todas as situações ao estrito cumprimento do que estipula o Contrato Coletivo de Trabalho em relação ao tempo de trabalho dos docentes, o qual não pode ultrapassar, nas três componentes que o constituem, as 35h semanais.
Nestes termos, a interpretação do clausulado hoje assumida pela comissão paritária prevê a redução de 4 horas de tempo de trabalho de estabelecimento para compensação das aulas de 60 minutos. No documento fica ainda estabelecido que os colégios que não fizerem a redução do tempo de trabalho em estabelecimento, ficam obrigados a compensar os docentes através do pagamento de horas extraordinárias para que possam assegurar o tempo de serviço a mais, em termos de atividades de estabelecimento.
Com este acordo a FNE garantiu o cumprimento do horário de trabalho das 35 horas semanais e põe um ponto final na atual desregulação do horário de trabalho dos professores do ensino particular e cooperativo.
De sublinhar que da reunião de hoje ficou ainda a garantia de, até ao final do ano, serem reatadas as negociações do Contrato Coletivo de Trabalho para o ensino particular."
Lisboa, 18 de fevereiro de 2014
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domingo, 15 de dezembro de 2013
o que diz o 'docente-mor'...
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
excepcionalmente [pelas 21:21)...
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última hora [não dá para acreditar... porquê cinco anos...?]... professores com mais de 5 anos de serviço dispensados da prova de avaliação de conhecimentos... na rádio renascença...!
"A UGT anunciou que o Ministério da Educação aceitou dispensar da prova de avaliação de conhecimentos os professores que têm mais de cinco anos de serviço. Até aqui, a prova teria de ser realizada por todos os docentes contratados. O exame está marcado para 18 de Dezembro.
Na sequência da decisão, os sindicatos afectos à UGT comprometeram-se a desconvocar a greve dos professores que estava marcada para o dia da realização da prova. A informação foi adiantada à Lusa pelo secretário-geral da UGT, Carlos Silva, que considera tratar-se do "acordo possível" para dar "paz social" ao sector.
Os sindicatos têm contestado a prova, que permite o acesso à carreira docente, por entenderem ser uma desconsideração para docentes que demonstraram as suas competências.
A componente comum da prova está marcada para 18 de Dezembro. A componente específica só vai realizar-se entre Março e Abril de 2014.
O Governo aprovou em Setembro a regulamentação da prova de avaliação de conhecimentos, estando previsto que um docente que obtenha aprovação só tenha de realizar nova prova se nos cinco anos subsequentes leccionar menos de um ano.
A prova, destinada aos professores contratados, terá uma periodicidade anual e tem como objectivo "aumentar sustentadamente os padrões de qualidade do ensino", assim como a "equidade entre os candidatos ao exercício de funções docentes", de acordo com o Ministério da Educação e Ciência."
Os sindicatos têm contestado a prova, que permite o acesso à carreira docente, por entenderem ser uma desconsideração para docentes que demonstraram as suas competências.
A componente comum da prova está marcada para 18 de Dezembro. A componente específica só vai realizar-se entre Março e Abril de 2014.
O Governo aprovou em Setembro a regulamentação da prova de avaliação de conhecimentos, estando previsto que um docente que obtenha aprovação só tenha de realizar nova prova se nos cinco anos subsequentes leccionar menos de um ano.
A prova, destinada aos professores contratados, terá uma periodicidade anual e tem como objectivo "aumentar sustentadamente os padrões de qualidade do ensino", assim como a "equidade entre os candidatos ao exercício de funções docentes", de acordo com o Ministério da Educação e Ciência."
Professores com mais de 5 anos de serviço dispensados da prova de avaliação de conhecimentos - Renascença
e o comentário [actualizado às 19 48]...
e o comentário [actualizado às 19 48]...
"Ao que parece, informação da FNE, Nuno Crato,
o Ministro da Examinação aceitou que os professores com cinco ou mais
anos de serviço fiquem dispensados de ser insultados com a participação
na Sinistra Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades. Tal terá
acontecido, segundo o responsável da FNE, porque "A pressão dos
sindicatos, dos professores, da própria opinião pública tornou a
situação insustentável para o ministério, que aceitou as condições da
UGT" que decidiu suspender todas as formas de luta incluindo a greve marcada para o dia da Sinistra Prova, dia 18.
Creio
que se trata de um enorme equívoco, o Ministro Nuno Crato não "cedeu" à
pressão dos sindicatos e da opinião pública, aliás, cedeu, NADA, o
Ministro Nuno Crato mantém a insustentável e sinistra Prova com um
modelo, conteúdos e objectivos insultuosos e incompetentes. Não
compreendo como João Dias da Silva acha que Crato cedeu.
Não,
a FNE é que cedeu e cedeu muito, aceita o inaceitável, o Ministro da
Examinação limitou-se a mobilizar uma manha política, aliás, pouco
sofisticada mais conhecida pelo rebuçado em modo "dividir para reinar"
que caracteriza boa parte da "arte" política.
Esta
decisão não muda a uma vírgula à situação instalada, a realização desta
prova, nestas circunstâncias, com este modelo, conteúdo e objectivos é
um dos mais negros episódios da política educativa mais recente que
começou, é bom lembrar, com a definição em 2007 da existência da legal
da Prova de Acesso e que Crato agora recuperou da pior das maneiras."
aqui.
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