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sexta-feira, 31 de julho de 2015

coisas da educação [1º ciclo]... as preocupações da fenprof [e não só, digo eu]...!

FENPROF preocupada com a situação que se vive no 1ºCEB


Decorreu na passada segunda-feira, na "5 de Outubro",  uma reunião com a presença de sindicalistas da FENPROF e de elementos da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário. Manuel Micaelo e Dulce Carvalho (SPGL); Maria José Silva (SPN); Celeste Duarte (SPRC) e Maria da Fé Carvalho (SPZS) integraram a delegação da FENPROF
MEC não partilha dessas preocupações.
Em reunião em que participou o chefe de gabinete do Secretário de Estado do 
Ensino Básico e Secundário (SEEBS), a FENPROF apresentou um conjunto de 
inquietações relativas à situação preocupante que se vive no 1.º Ciclo do Ensino Básico 
e que, a não serem tomadas rapidamente medidas adequadas, se agravará no próximo 
Do vasto leque de preocupações salienta-se:
- A necessidade de se realizar uma discussão séria sobre o que se quer do e 
para o 1º CEB;
- O já excessivo número de horas que os alunos passam na escola em 
atividades letivas e escolarizadas, sendo os que, na União Europeia, têm maior 
carga horária com atividades deste tipo;
- O aumento do horário letivo dos alunos, devido à introdução do Inglês no 
currículo, que agravará ainda mais essa situação;
- Os diversos experimentalismos neste setor, muitas vezes ditados pelo 
interesse economicista e não pelo pedagógico, que estão a levar à desregulação 
do regime de docência e à multiplicidade de regimes que coexistem;
- O aumento da componente letiva dos docentes (os intervalos deixaram de 
fazer parte da componente lectiva);
- Os problemas na elaboração dos horários dos docentes, a indefinição entre 
o que é letivo e não é lectivo, a inexistência de horas para a coordenação de 
estabelecimento, a coadjuvação que acaba por ser um embuste, pois, em vez 
disso, o que acontece é a substituição dos docentes da turma por colegas seus, 
muitas vezes de outros ciclos de ensino…
A FENPROF solicitou que lhe fossem prestados esclarecimentos e, também, que 
fossem enviadas orientações para as escolas sobre:
- A definição do que é letivo e não é letivo, incluindo a questão dos 
intervalos, que devem ser parte integrante da componente letiva;
- A coadjuvação do docente titular de turma, que deverá ser isso mesmo;
- Sobre o ensino do Inglês no 3º ano de escolaridade: 
. que seja considerado nas 25 horas letivas dos alunos;
. que se esclareça quem lecciona esta disciplina nos casos em que não 
há docentes do grupo 120;
. que fazer com os alunos nos casos de turmas com 2  anos de 
escolaridade (2º e 3º ou 3º e 4º anos) em que o Inglês só é curricular para 
o 3º ano;
Da parte do MEC, além do registo das questões para dar conhecimento ao Secretário 
de Estado responsável pelo setor, foi afirmado que a discussão/debate é bem vinda mas, 
acrescentaram, inoportuna, por estarmos próximos de eleições; foi ainda referido que a 
política do MEC dá grande relevo à autonomia das escolas, atirando para elas parte das 
soluções encontradas (e, assim, dos problemas criados), entendendo, porém, que tudo se 
passa dentro do quadro legal vigente, apelando à FENPROF que,“se for ilegal, 
denunciem”…); que as decisões tomadas não são alheias à situação financeira do país...; 
que admitem existirem diferenças interpretativas (!) entre a FENPROF e o MEC sobre o 
que integra a componente letiva e não letiva… Esquecem os responsáveis do MEC que 
em ata negocial assinada entre as partes em junho de 2013, foi esclarecido o que faz 
parte de uma e outra componente. Acontece que o MEC nunca respeitou o que então 
Relativamente às dúvidas sobre a lecionação do Inglês vão ser remetidas à 
Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar, por ser dela a 
responsabilidade. Aguardam-se os esclarecimentos que daquela Secretaria de Estado 
O Secretariado Nacional


Na reunião, em que participou o chefe de gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário (SEEBS), a FENPROF apresentou um conjunto de inquietações relativas à situação preocupante que se vive no 1.º Ciclo do Ensino Básico e que, a não serem tomadas rapidamente medidas adequadas, se agravará no próximo

Do vasto leque de preocupações salienta-se:

- A necessidade de se realizar uma discussão séria sobre o que se quer do e para o 1º CEB;
- O já excessivo número de horas que os alunos passam na escola em atividades letivas e escolarizadas, sendo os que, na União Europeia, têm maior carga horária com atividades deste tipo;
- O aumento do horário letivo dos alunos, devido à introdução do Inglês no currículo, que agravará ainda mais essa situação;
- Os diversos experimentalismos neste setor, muitas vezes ditados pelo interesse economicista e não pelo pedagógico, que estão a levar à desregulação 
do regime de docência e à multiplicidade de regimes que coexistem;
- O aumento da componente letiva dos docentes (os intervalos deixaram de fazer parte da componente lectiva);
- Os problemas na elaboração dos horários dos docentes, a indefinição entre o que é letivo e não é lectivo, a inexistência de horas para a coordenação de estabelecimento, a coadjuvação que acaba por ser um embuste, pois, em vez disso, o que acontece é a substituição dos docentes da turma por colegas seus, muitas vezes de outros ciclos de ensino…

A FENPROF solicitou que lhe fossem prestados esclarecimentos e, também, que fossem enviadas orientações para as escolas sobre:

- A definição do que é letivo e não é letivo, incluindo a questão dos intervalos, que devem ser parte integrante da componente letiva;
- A coadjuvação do docente titular de turma, que deverá ser isso mesmo;
- Sobre o ensino do Inglês no 3º ano de escolaridade: 
. que seja considerado nas 25 horas letivas dos alunos;
. que se esclareça quem lecciona esta disciplina nos casos em que não há docentes do grupo 120;
. que fazer com os alunos nos casos de turmas com 2  anos de escolaridade (2º e 3º ou 3º e 4º anos) em que o Inglês só é curricular para o 3º ano;

Da parte do MEC, além do registo das questões para dar conhecimento ao Secretário de Estado responsável pelo setor, foi afirmado que a discussão/debate é bem vinda mas, acrescentaram, inoportuna, por estarmos próximos de eleições; foi ainda referido que a política do MEC dá grande relevo à autonomia das escolas, atirando para elas parte das soluções encontradas (e, assim, dos problemas criados), entendendo, porém, que tudo se passa dentro do quadro legal vigente, apelando à FENPROF que,“se for ilegal, denunciem”…); que as decisões tomadas não são alheias à situação financeira do país...; que admitem existirem diferenças interpretativas (!) entre a FENPROF e o MEC sobre o que integra a componente letiva e não letiva… Esquecem os responsáveis do MEC que em ata negocial assinada entre as partes em junho de 2013, foi esclarecido o que faz parte de uma e outra componente. Acontece que o MEC nunca respeitou o que então 

Relativamente às dúvidas sobre a lecionação do Inglês vão ser remetidas à Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar, por ser dela a responsabilidade. Aguardam-se os esclarecimentos que daquela Secretaria de Estado deverão surgir.


O Secretariado Nacional da FENPROF
28/07/2015 



________________
Da nota anterior:

Recentemente, a FENPROF tornou público um conjunto de preocupações que tem em relação à situação que vive o 1.º Ciclo do Ensino Básico (ver comunicado). 

Os principais problemas detetados e referidos na tomada de posição que também foi enviada ao MEC relacionam-se com o aumento do horário letivo dos alunos, devido à introdução do Inglês, a multiplicidade de regimes de docência e a (des)organização reinante na elaboração dos horários dos professores (...).



O Secretariado Nacional da FENPROF
24/07/2915 

sábado, 23 de maio de 2015

gostei, principalmente do título...

Estavam a ver se passava e tiraram um despacho… da cartola!?


Afinal, quase em jeito de magia, o MEC dá o dito por não dito  e lá fez aparecer um despacho  da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário, dispensando os professores corretores das provas do 4º e 6º anos de escolaridade da componente letiva. 

No dia 20 de maio, a informação que existia era exatamente a inversa. Tanto no site do IAVE como no do MEC essa informação não constava e não era público qualquer despacho. Também nas reuniões realizadas com docentes corretores  foi referido que não existia tal dispensa, o que, desde, logo, motivou a contestação dos docentes implicados e de manhã (21/05) uma tomada de posição do SPGL/FENPROF.

Apurada esta ausência junto de várias escolas, não havia, também, conhecimento de qualquer instrução nesse sentido. Foi, pois, neste contexto que a FENPROF tomou posição, considerando tal não só “absolutamente insuportável pela sobrecarga de trabalho” que constituía, como discriminatória “se tivermos em conta que o MEC não teve qualquer pejo em dispensar de componente letiva os professores que foram chamados a participar em várias das fases do processo Cambridge (formação e testes de oralidade).”

Aliás, os sindicatos da FENPROF receberam professores nos seus gabinetes jurídicos para saberem, perante a recusa de autorização do pedido de escusa a esse serviço, como fazer.
Só depois das tomadas de posição referidas o MEC deu à luz, hoje, 21 de maio, um despacho com data, pasme-se, de há mais de 15 dias (4 de maio).

É caso para perguntar: estariam os responsáveis do MEC a ver se a “coisa” passava? Confirma-se: para Nuno Crato e a sua equipa o que menos interessa são as aulas! Haja exames e o ano está ganho. Tudo “a bem da Nação”, claro…


O Secretariado Nacional da FENPROF
21/05/2015 



sexta-feira, 22 de maio de 2015

legislação [educação]... doutoramento [vagas], competências [delegação], formação contínua... no dre...!

Diário da República n.º 99/2015, Série II de 2015-05-22


Data de Publicação:2015-05-22
Data de Disponibilização:2015-05-22
Número:99
Série:II


Ministérios da Saúde e da Educação e Ciência - Gabinetes do Secretário de Estado da Saúde e da Secretária de Estado da Ciência 

Fixa em 30 o número de médicos internos a quem pode ser reconhecido o estatuto de interno doutorando e define as áreas prioritárias a considerar em 2015 

Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar 

Subdelega competências na Diretora-Geral da Administração Escolar, mestre Maria Luísa Gaspar do Pranto Lopes de Oliveira
 
Ministério da Educação e Ciência - Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e do Ensino Básico e Secundário 

Estabelece a correspondência entre as áreas de formação previstas no Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, e as áreas de formação estabelecidas na legislação anterior à sua publicação, para efeitos de manutenção e correspondência da acreditação dos formadores acreditados pelo CCPFC

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

legislação [educação]... contratos de patrocínio... no dre...!

Diário da República n.º 230/2014, 1º Suplemento, Série II de 2014-11-27

Data de Publicação:2014-11-27
Data de Disponibilização:2014-11-27
Número:230
Série:II
Suplemento:1


Portaria n.º 993-A/2014 - Diário da República n.º 230/2014, 1º Suplemento, Série II de 2014-11-2759077897
Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência - Gabinetes dos Secretários de Estado Adjunto e do Orçamento e do Ensino Básico e Secundário

Compromissos plurianuais no âmbito dos Contratos de Patrocínio, referentes ao ano letivo anterior 2013/2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

por favor (?)... não me comprometam...!


no público...

legislação [educação]... agora é oficial... temos secretário de estado [seebs]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 143 – 22/10/2014

Publicado em Diário da República

Decreto do Presidente da República n.º 90-A/2014 - Diário da República n.º 203/2014, 1º Suplemento, Série I de 2014-10-21, da Presidência da República
Exonera, a seu pedido e sob proposta do Primeiro-Ministro, o Mestre João Henrique de Carvalho Grancho do cargo de Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

Decreto do Presidente da República n.º 90-B/2014 - Diário da República n.º 203/2014, 1º Suplemento, Série I de 2014-10-21, da Presidência da República
Nomeia sob proposta do Primeiro-Ministro, o Prof. Doutor Fernando José Egídio Reis para o cargo de Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

eu sou como s. tomé [para crer... só vendo]... 'escolas com piores resultados vão ter créditos horários'... via rtp...!

"Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário revelou, em entrevista à Antena 1, que a medida será alargada às escolas e agrupamentos que registem insucesso escolar significativo.

João Grancho disse, em entrevista à Antena 1, que as escolas com piores resultados vão poder receber créditos horários. O Ministério da Educação passa a atribuir este reforço a um conjunto de 80 escolas ou agrupamentos que tenham evidenciado dificuldades.

O secretário de Estado refere ainda que esta medida serve para apoiar "medidas que reforcem uma intervenção precoce" e que estes apoios devem "ir ao encontro das escolas com mais dificuldades ao nível do insucesso dos alunos".
A tutela dos créditos horários, atribuída desde 2011, era até então exclusiva às escolas e agrupamentos com melhores resultados."



Escolas com piores resultados vão ter créditos horários