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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

quarta-feira, 29 de abril de 2015

continuando o dia... actualizado...?


a começar o dia... [mais tarde que o habitual devido a consulta e análises]... em choque...!


Em Actualização: As operações em curso envolvem ainda buscas no edifício do IVA, em Lisboa, no âmbito das investigações aos vistos gold.


no público em linha...             

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

da insanidade...?


no público...

"O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar assumiu nesta quinta-feira o desconforto da tutela com o “erro lamentável” na colocação de professores e que tem arrastado o arranque do ano lectivo, depois de um encontro em que a Federação Nacional de Professores (Fenprof) entregou à tutela um pedido de abertura de um processo negocial para rever o actual regime de concursos para colocação de docentes. João Casanova de Almeida garantiu, ainda sobre este tema, que o número de horários por preencher é agora “residual”, mas remeteu um balanço apenas para sexta-feira.

“Estamos desconfortáveis porque aquele trabalho que deveria ter sido feito detectou um erro e esse erro é lamentável”, começou por dizer Casanova de Almeida, em referência ao erro que existia na fórmula de cálculo que determinou a colocação de professores através da Bolsa de Contratação de Escola e que obrigou a refazer o concurso. “Nós assumimos que foi um erro que condicionou (…) a colocação de professores nestas escolas TEIP e com contratos de autonomia. Nem sequer nos vale a pena dizer que em anos anteriores houve ainda centenas de colocações a 29 de Outubro, como em 2010”, acrescentou.

O secretário de Estado sublinhou, porém, que neste momento faltam colocar apenas professores nas escolas TEIP (Território Educativo de Intervenção Prioritária) e com contrato de autonomia, estimando que o número seja inferior a 10% do total de horários destes estabelecimentos. Casanova de Almeida, que falava aos jornalistas no final de uma reunião com sete estruturas sindicais e em que um dos principais pontos na ordem de trabalhos era precisamente o atraso e os problemas no arranque do ano lectivo, escusou-se a avançar números concretos de quantos professores estão por colocar, repetindo apenas que estão por preencher menos de 10% dos horários destas escolas.

“O Ministério da Educação continua sem saber ou sem querer dar as respostas que o país exige que sejam dadas”, criticou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof , que deu como exemplo de injustiça o facto de haver professores que começaram a dar aulas mais tarde, sendo que uns vêem o tempo de serviço contar a partir de 1 de Setembro e outros só a 29 de Setembro.

Para evitar que o problema se repita, o Ministério da Educação comprometeu-se a promover “um debate sobre o modelo que se pretende” no que diz respeito à contratação docente e que deverá concliliar uma lista única nacional com um “modelo de autonomia das escolas”. Sobre as compensações aos docentes afectados pelos erros do concurso, Casanova de Almeida remeteu tudo para a comissão criada para esse efeito e que está a começar as dar os primeiros passos.

Sobre este ponto, Mário Nogueira anunciou a entrega ao Ministério da Educação de um pedido de abertura de um processo negocial sobre o regime de contratação, até porque antevê mais problemas no próximo ano, já que em 2015 aos actuais concursos juntam-se ainda o primeiro concurso para vinculação de docentes com cinco anos de serviço e um concurso intercalar. “Se não houvesse um nível de precariedade tão elevado como existe na classe dos professores estes problemas tinham tido um impacto menor e tiveram em mais de meio milhão de alunos. A própria natureza do concurso escola a escola leva a que os problemas surjam”, reiterou o sindicalista que na reunião esteve acompanhado por mais seis estruturas além da Fenprof.
 
João Casanova de Almeida, sobre a precariedade, contrapôs que a tutela tem tentado promover a vinculação através de dois concursos e do fim dos horários zero, e que tem também trabalhado nas “projecções demográficas das escolas e de aposentação pela idade dos professores” para “evitar a precariedade mas também [garantir] a sustentabilidade do emprego”. Ao mesmo tempo,sustentou, o ministério tem trabalhado para que os novos professores passem a entrar com um “índice salarial equivalente ao dos quadros”."


pode ler o resto da notícia... aqui.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

por favor (?)... não me comprometam...!


no público...

legislação [educação]... agora é oficial... temos secretário de estado [seebs]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 143 – 22/10/2014

Publicado em Diário da República

Decreto do Presidente da República n.º 90-A/2014 - Diário da República n.º 203/2014, 1º Suplemento, Série I de 2014-10-21, da Presidência da República
Exonera, a seu pedido e sob proposta do Primeiro-Ministro, o Mestre João Henrique de Carvalho Grancho do cargo de Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

Decreto do Presidente da República n.º 90-B/2014 - Diário da República n.º 203/2014, 1º Suplemento, Série I de 2014-10-21, da Presidência da República
Nomeia sob proposta do Primeiro-Ministro, o Prof. Doutor Fernando José Egídio Reis para o cargo de Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

este também tem dias...


no observador...

"A ideia de adiar os exames do final do ano letivo chegou a ser avançada por associações e confederações de pais e encarregados de educação, a fim de compensar os alunos que estiveram sem professores neste primeiro mês de aulas, mas o secretário de Estado Casanova de Almeida descartou a proposta.

“Não me parece que seja a solução adiar exames”. Foi desta forma que o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar respondeu esta segunda-feira ao Observador, à margem da cerimónia de abertura da “Semana da Educação”, promovida pela Câmara de Cascais, acrescentando que nem essa hipótese, nem a de encurtar férias “se colocou sobre a mesa até à data”.

Então que medidas serão adotadas pelas escolas? Casanova de Almeida disse que será preciso esperar que os diretores façam o “levantamento das situações e façam propostas”, ainda que “o caminho apontado como natural passa por completar horários de docentes e por coadjuvação (dois professores na sala)”, rematou o governante, reiterando que o MEC está “disponível para ajudar os diretores”.

Ministério não sabe quantos professores faltam nas escolas

Filinto Lima, vice-presidente do Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, e diretor de um agrupamento de escolas com contrato de autonomia, explica que antes de propor uma solução para os alunos será preciso concluir a tarefa de colocação de docentes, que esta segunda-feira iniciou uma nova fase – a da bolsa de contratação de escola (BCE) continua – e que já permitiu colocar alguns professores ao longo do dia.

Questionado sobre quantos docentes ainda estão em falta nas escolas, Casanova de Almeida disse não ter esses números, uma vez que um só professor pode preencher vários horários que, “nesta altura são sobretudo horários reduzidos”.
O governante diz que a resolução deste problema “vai depender da aceitação dos professores”, mas acredita que “no final desta semana haverá apenas casos residuais de falta de professores”, como “há, aliás, todos os anos ao longo do ano letivo, com baixas de docentes por motivos de doença e maternidade”."


aqui.

portanto [e sem alguma expectativa]... só posso apresentá-lo informalmente...!


no público...

gostaria de apresentar o novo secretário de estado [mec]... mas não posso [oficialmente]...!



do portal do governo, agora mesmo...

domingo, 19 de outubro de 2014

o boneco do dia...


no cm...

por isso... o 'destaque'...?


no público...

não há duas sem três...?


no público...

do que nos livrámos...?



no público...

e o que disse a anp...?


dos argumentários falidos...?

"O Sr. Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário foi Presidente da Associação Nacional de Professores entre 2002 e 2011.

Refuta-se a ideia de que se trata de um trabalho académico. Basta olhar às características do mesmo para facilmente concluir que não é, e nunca poderia pretender ser, um trabalho académico ou de autor. É tão somente um documento de trabalho e de apoio, claramente inacabado e sem preocupações de rigor científico, da Associação Nacional de Professores (ANP), como tantos outros sobre os mais variados temas que é usual produzir-se, e, naquela circunstância para facilidade de identificação e enquadramento associado ao então seu Presidente.

Estamos pois perante um mero documento elaborado pela ANP que viria a servir também de suporte prévio a uma intervenção oral do seu Presidente, nas “Jornadas Europeas sobre Convivencia Escolar”, realizadas em Múrcia, Espanha, entre 26 e 28 de abril de 2007, e que mais não representa que o alinhamento mais ou menos organizado de um conjunto de ideias de vários pensadores – de entre eles e principalmente o Professor Reis Monteiro, numa dimensão de maior proximidade e envolvimento – que inspiravam e ainda inspiram o debate promovido pela Associação Nacional de Professores em torno da ética e deontologia profissional docente, visando a eventual criação de um código deontológico e de uma entidade de auto-regulação da profissão docente. Aliás, intervenções com referência explícita aos escritos do Professor Reis Monteiro eram recorrentes, em várias circunstâncias e com o conhecimento do próprio, e algumas vezes na sua presença, porquanto a ANP acolheu integralmente e sem qualquer reserva ou omissão o seu pensamento.

No entanto, para contextualizar melhor as circunstâncias dessa intervenção, impõe-se referir que a presença em Múrcia decorreu de convite ao Presidente da ANP por parte do coordenador do observatório da convivência de Múrcia e ex-presidente da ANPE (Associação Nacional de Professores de Espanha – sindicato independente), na sequência da cooperação entre as duas instituições em torno do mesmo tema. O que foi pedido, explicitamente, era que fossem dadas a conhecer as ideias, princípios e pensamento produzidos em Portugal e que inspiravam a ANP.

O documento em causa não reproduz sequer a intervenção livre então desenvolvida e todas as referências nela efetuadas, tão pouco era esse o seu objetivo essencial. No entanto, reafirma-se, houve utilização explícita do pensamento do Professor Reis Monteiro.

O documento foi disponibilizado mediante solicitação da organização das Jornadas, sendo que essa disponibilização tinha por fim apenas permitir à organização o enquadramento global da intervenção e não a sua divulgação pública, tão pouco como se de trabalho académico se tratasse (tanto mais que, como já referido, não corresponde sequer à reprodução da intervenção oral realizada).

Quanto à questão da utilização livre de textos do Professor Reis Monteiro, importa também contextualizar a afinidade entre pensamento da ANP e o pensamento do Professor, bem como a densidade da colaboração nesse âmbito.

Para a ANP, o Professor Reis Monteiro foi e é a principal fonte de referência e consolidação da ideia da criação de um código deontológico docente e da criação de uma entidade de autorregulação de natureza distinta das Ordens Profissionais. A sua colaboração com a ANP teve início em 2005, no Encontro Nacional de Professores, em Braga.

Toda a documentação produzida pela ANP teve como fulcro central as ideias e estudos do Professor Reis Monteiro, as quais reproduzia nos seus documentos de trabalho, muitas vezes sem a preocupação de menção de autoria face à estreita e intensa colaboração existente.

O Professor Reis Monteiro, no âmbito dessa prestimosa e inexcedível colaboração, esteve presente em várias reuniões dos órgãos associativos, promoveu formação interna dos quadros dirigentes, produzindo diversa documentação que sustentava as intervenções desses dirigentes incluindo, por maioria de razão, as do Presidente da Associação. Esse facto foi pública e notoriamente assumido em várias realizações da ANP, sem quaisquer reservas.

A densidade dessa colaboração culminaria, aliás, na edição pela ANP do estudo solicitado pela própria ao Centro de Investigação em Educação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa intitulado “Auto-regulação da Profissão Docente – Para cuidar do seu valor e dos seus valores”, que passaria a constituir o “repositório” do pensamento acumulado do autor e também numa perspetiva comparada sobre a ética, deontologia e autorregulação da profissão docente e, nesse sentido, integralmente acolhido pela Associação. Esse foi o propósito do estudo: dotar a ANP com um trabalho sólido, que sustentasse cientificamente a criação de uma entidade de auto-regulação da profissão que pudesse ser integralmente assumido como seu, designadamente nos seus documentos de trabalho, como aliás vinha fazendo.

Esta forte ligação pessoal e institucional e de ideário docente, ditou uma natural “apropriação e incorporação de pensamento”, levando a que não se cuidasse, nos documentos de trabalho e de apoio, em obedecer às regras que trabalhos de natureza académica e científica impõem.

 
Pretender associar um mero documento de trabalho, não académico nem de autor, nas circunstâncias já descritas, a um plágio, é totalmente inapropriado e sem qualquer sentido."


A segunda resposta à reprodução do texto "Por uma Formação Inicial de Professores de Qualidade"

"Reitera-se que não se trata de um trabalho académico ou de autor imputável ao então presidente da ANP. É tão somente, como já se esclareceu, um documento de trabalho e de apoio, claramente inacabado e sem preocupações de rigor científico, da Associação Nacional de Professores (ANP), como tantos outros sobre os mais variados temas e que serviu, a par de outros, para reflexão e debate na ANP. Não foi produzido para difusão publica tão pouco como “obra original” do então presidente ou da própria ANP. A passagem em causa, como outras que eventualmente possa conter de outros autores, não se pretendiam assumir como documento de reflexão própria ou de produção original. Também não foi usada sequer na intervenção oral. Concluindo, é um mero documento que agrega várias opiniões, citações, etc, referenciadas ou não, mas que não passa disso mesmo.
Insistir que é obra produzida por plágio é claramente abusivo, como se percebe por tudo quanto já foi dito."
 
aqui.