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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
'a queda de um anjo'...
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018
da educação e das distorção de números e campanhas de intoxição jornalística....
12 set 2018 / 10:01
Relatório da OCDE parte de dados falsos e põe a circular mentiras
FENPROF exige a correção dos dados, bem como informação sobre quem os forneceu para que se construísse uma mentira destas
A forma como, publicamente, foi abordado o relatório da OCDE e como
foram divulgados os dados relativos à situação dos professores em
Portugal é de uma falta de rigor impressionante, que só não surpreende
porque, como se sabe, se os dados fossem devidamente abordados isso não
seria notícia.
Senão, repare-se:
- Não foi notícia quando a OCDE divulgou em relatório que os professores portugueses foram os que mais rendimento perderam entre 2010 e 2015 – 30%!
- Não foi notícia quando, há três meses, a OCDE confirmava uma quebra de salários dos docentes portugueses de 10% (a
segunda maior da OCDE), tendo, porém, no mesmo período sido registado o
maior aumento de desempenho científico dos seus alunos no conjunto dos
37 países – 7,6%!
- Também não tinha sido notícia o que a OCDE referiu, em pleno período de intervenção da troika no nosso país: os professores portugueses são os que passam mais tempo na escola!
Porém, já foi notícia a mentira posta a circular pelo governo, em
junho passado, de que os salários dos professores portugueses eram
superiores aos dos seus colegas dos países da OCDE. Já em relação à
constatação, incluída no recente relatório, de que os professores
portugueses estão abaixo da média praticada naqueles países, esse facto
não é destacado em nenhuma das notícias divulgadas e quando é referido
surge como uma espécie de rodapé.
Deste último relatório, têm sido destacados dois aspetos: 1) os
professores portugueses ganham mais que os outros trabalhadores do país
com a mesma qualificação; 2) os professores portugueses trabalham menos
que os seus colegas dos países da OCDE.
Duas mentiras!
Vejamos os salários:
- Os salários dos professores portugueses não são os que o relatório refere
. Se um docente em início de carreira ganhasse, anualmente, 28.349 euros teria um salário mensal de 2.024. É mentira, o seu salário mensal bruto é de 1.530 euros, auferindo, por ano, 21.420 euros. Uma diferença de 6.929 euros!
. Se um docente com 15 anos de carreira ganhasse, anualmente, 36.663 euros teria um salário mensal de 2.618. É mentira,
se o seu tempo de serviço fosse contado integralmente estaria no 4.º
escalão e teria um salário mensal bruto de 1.982 euros. Mas como o
governo insiste em não contar o tempo de serviço perdido pelos
professores este docente está no 1.º escalão e aufere um salário mensal
bruto de 1.530 euros, logo, por ano, 21.420 euros. Uma diferença de
15.243 euros!
. Se um docente no topo da carreira ganhasse, anualmente, 56.401 euros teria um salário mensal de 4.028. É mentira, o seu salário mensal bruto é de 3.364 euros, auferindo, por ano, 47.096 euros. Uma diferença de 9.305 euros!
Ou seja, para além de os valores considerados pela OCDE não serem os
corretos, também não foram considerados todos os constrangimentos que
afetam os professores, desde logo a perda de, no mínimo, 9 anos, 4 meses
e 2 dias de serviço, o que faz com que nenhum docente esteja integrado
no escalão por onde, alegadamente, as contas foram feitas. O único fator
que a OCDE teve em conta para justificar os números que avança foi o
envelhecimento da profissão docente.
Em relação ao horário de trabalho também é falso o cálculo que
foi divulgado. Os professores portugueses trabalhariam por ano, se o
seu horário fosse apenas aquele que se encontra na lei (35 horas
semanais), 1.190 horas e não 920 horas. Como as normas legais de
organização do horário são desrespeitadas – problema que a FENPROF tem
vindo a denunciar, exigindo a regularização –, na verdade, os
professores em Portugal trabalham, anualmente, mais de 1.500 horas (mais
de 46 horas semanais)! O que o relatório da OCDE parece fazer é
comparar o incomparável: a componente letiva dos docentes portugueses
com o horário completo dos professores dos outros países.
Assim, quer em relação aos salários, quer aos horários de trabalho,
partindo de uma base que é errada, todas as conclusões são falsas e não
servem para nada a não ser para, mais uma vez, manipular a opinião
pública num momento em que os professores lutam em defesa da sua
carreira e de melhores condições de trabalho.
Face a estes dados que foram postos a circular, a FENPROF vai
solicitar ao diretor de Educação e Competências da OCDE, Andreas
Schleicher, dando disso conhecimento ao Secretário-Geral da
Internacional de Educação, David Edwards, a correção dos dados que foram
divulgados e também informação sobre quem forneceu os dados que
permitiram divulgar estas mentiras.
O Secretariado Nacional
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sexta-feira, 2 de março de 2018
sábado, 13 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 15 de abril de 2015
pisa(s) e companhia...
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quarta-feira, 8 de abril de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
mas, afinal, o que diz o comunicado do mec?... amén...
2015-04-01 às 20:53
"MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ACOLHE RECOMENDAÇÕES DA OCDE SOBRE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS
O Ministério da Educação e Ciência acolhe com
agrado as recomendações feitas a Portugal pelo Secretário-Geral da
Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Angel Gurría,
no âmbito da apresentação do Relatório de Diagnóstico do projeto da
OCDE intitulado «Estratégia de Competências» (Skills Strategy), em
Lisboa.
Frisando que é necessário capacitar as sociedades com as
qualificações adequadas para melhorar os parâmetros económicos, sociais e
de competitividade dos países, a OCDE saudou a evolução de muitos
indicadores em Portugal, apesar dos desafios dos últimos três anos,
realçando o crescimento do PIB, das exportações, a diminuição da dívida e
a restauração da confiança nos mercados.
Este cenário positivo, com uma economia na direção certa, nas
palavras de Gurría, reflete também o esforço feito na área da educação,
apesar dos desafios futuros.
A aposta no ensino vocacional, com dezenas de milhares de alunos a
frequentar esta nova oferta e mais de cinco mil empresas envolvidas,
mostrando o comprometimento do tecido empresarial na formação dos
jovens, a extensão da escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, a
introdução de Metas Curriculares, as medidas de acompanhamento dos
alunos com mais necessidades, a introdução de uma nova formação superior
de nível 5 ISCED – os cursos Técnicos Superiores Profissionais (TeSP) e
o fomento do empreendedorismo entre os alunos dos vários níveis do
sistema de ensino são algumas das medidas apresentadas como exemplos de
um caminho traçado rumo a uma sociedade mais competitiva, geradora de
mais emprego e participante ativa na economia global. Exemplos referidos
nas intervenções do Secretário-Geral da OCDE e do Primeiro Ministro
Pedro Passos Coelho.
O projeto Skills Strategy da OCDE e com a colaboração da Comissão
Europeia, apresenta um quadro para os países poderem desenvolver uma
estratégia coordenada de competências e serve de apoio à tomada de
decisão das políticas públicas."
quinta-feira, 2 de abril de 2015
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
informações [educação]... oecd e um relatório, matemática e poesia... no boletim do cirep...!
| Informações Gerais |
|
Relatório OCDE "Education Policy Outlook 2015: Making reforms happen". No passado dia 19 de janeiro foi divulgado o relatório da OCDE "Perspectivas das Políticas Educativas para 2015: Concretizar as Reformas”. Este relatório faz uma análise de 450 reformas educativas adotadas nos vários países da OCDE entre 2008 e 2014, em diferentes áreas da educação. Cerca de 29% das medidas de reforma têm como objetivo preparar melhor os estudantes para o futuro. Nesta categoria, o relatório destaca o trabalho feito por Portugal na área do Ensino Profissional. Matemática e poesia: imaginação e rigor No âmbito da Exposição “Tudo existe o que se inventa é a descrição Joaquim Namorado 100 anos”, patente no Museu do Neo-Realismo, decorrerá no próximo dia 31 de janeiro, pelas 16h00, uma Sessão de Auditório, sob o tema “Matemática e poesia: imaginação e rigor”. A sessão conta com a participação de Natália Bebiano, licenciada e doutorada em Matemática e referência no campo da literatura infanto-juvenil portuguesa, e do ensaísta e critico literário Eugénio Lisboa. A entrada é gratuita.
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!
|
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
coisas da educação... oecd, formação de professores, tamanho das turmas e desempenho dos alunos...!
no sapo família...
"No relatório de avaliação de Portugal, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) defende que “a estrutura da despesa do Estado com a Educação deve ser melhorada”, referindo que apesar do “tamanho reduzido das turmas” ajudar a explicar as diferenças salariais dos professores em comparação com a média dos países da OCDE, há análises que sugerem que “professores mais qualificados têm um maior impacto nos resultados dos alunos do que turmas pequenas, especialmente no ensino secundário e no ensino superior”.
A OCDE defende ainda que há melhorias que podem ser alcançadas através de instrumentos de avaliação dos alunos, professores e das próprias escolas para garantir apoio específico e no tempo certo onde existam dificuldades.
No que diz respeito à educação vocacional e profissional, a organização defende que apesar do crescimento de 50% desta oferta educativa entre 2011 e 2013, abrangendo já mais de 150 mil alunos, a educação vocacional “deveria estar melhor alinhada com as necessidades do mercado de trabalho”.
“O Governo devia desenvolver uma parceria com o setor empresarial para garantir que a formação em contexto de trabalho é relevante para o mercado laboral e que os estudantes podem beneficiar de uma experiência relevante”, defende a OCDE, que acrescenta que esta formação deve ainda garantir competências básicas em empreendedorismo e na relação com as novas indústrias e tecnologias.
Considerando “promissores” os resultados de iniciativas como o Programa Garantia Jovem, que pretende ajudar os menores de 25 anos a melhorar as suas qualificações e a encontrar um emprego, a OCDE sublinha, no entanto, que “é importante acompanhar os resultados no mercado de trabalho” e “ajustar os programas em conformidade”.
Os novos cursos superiores de curta duração – Cursos Técnicos Superiores Profissionais – são vistos pela OCDE como “interessantes” num ponto de vista de opção intermédia entre a educação vocacional e o ensino superior.
No ensino vocacional a OCDE defende ainda que Portugal pode beneficiar da experiência de outros países, como a Dinamarca e a Suíça, para “ultrapassar alguns dos principais desafios envolvidos na construção de um sistema de ensino vocacional e profissional mais eficaz”.
A OCDE refere que nestes dois países os alunos deste tipo de cursos passam pelo menos metade do tempo em formação no local de trabalho.
“Em resultado do envolvimento empresarial, os estudantes e as suas famílias conseguem percecionar o valor do mercado de trabalho do programa de formação, enquanto os empregadores beneficiam de custos de contratação inferiores, assim como de ganhos de produtividade, numa perspetiva de longo prazo”, lê-se no relatório da OCDE.
Sobre a formação de adultos o relatório sublinha que melhorar as competências daqueles que já estão integrados no mercado de trabalho “não só vai garantir uma mais rápida progressão das competências do mercado de trabalho, como também promover a igualdade ao melhorar as oportunidades de melhorar os salários daqueles que não tiveram acesso a uma educação de qualidade na sua juventude”.
A OCDE defende ainda que há melhorias que podem ser alcançadas através de instrumentos de avaliação dos alunos, professores e das próprias escolas para garantir apoio específico e no tempo certo onde existam dificuldades.
No que diz respeito à educação vocacional e profissional, a organização defende que apesar do crescimento de 50% desta oferta educativa entre 2011 e 2013, abrangendo já mais de 150 mil alunos, a educação vocacional “deveria estar melhor alinhada com as necessidades do mercado de trabalho”.
“O Governo devia desenvolver uma parceria com o setor empresarial para garantir que a formação em contexto de trabalho é relevante para o mercado laboral e que os estudantes podem beneficiar de uma experiência relevante”, defende a OCDE, que acrescenta que esta formação deve ainda garantir competências básicas em empreendedorismo e na relação com as novas indústrias e tecnologias.
Considerando “promissores” os resultados de iniciativas como o Programa Garantia Jovem, que pretende ajudar os menores de 25 anos a melhorar as suas qualificações e a encontrar um emprego, a OCDE sublinha, no entanto, que “é importante acompanhar os resultados no mercado de trabalho” e “ajustar os programas em conformidade”.
Os novos cursos superiores de curta duração – Cursos Técnicos Superiores Profissionais – são vistos pela OCDE como “interessantes” num ponto de vista de opção intermédia entre a educação vocacional e o ensino superior.
No ensino vocacional a OCDE defende ainda que Portugal pode beneficiar da experiência de outros países, como a Dinamarca e a Suíça, para “ultrapassar alguns dos principais desafios envolvidos na construção de um sistema de ensino vocacional e profissional mais eficaz”.
A OCDE refere que nestes dois países os alunos deste tipo de cursos passam pelo menos metade do tempo em formação no local de trabalho.
“Em resultado do envolvimento empresarial, os estudantes e as suas famílias conseguem percecionar o valor do mercado de trabalho do programa de formação, enquanto os empregadores beneficiam de custos de contratação inferiores, assim como de ganhos de produtividade, numa perspetiva de longo prazo”, lê-se no relatório da OCDE.
Sobre a formação de adultos o relatório sublinha que melhorar as competências daqueles que já estão integrados no mercado de trabalho “não só vai garantir uma mais rápida progressão das competências do mercado de trabalho, como também promover a igualdade ao melhorar as oportunidades de melhorar os salários daqueles que não tiveram acesso a uma educação de qualidade na sua juventude”.
Este relatório da OCDE, que é publicado de dois em dois anos, vai ser apresentado esta manhã no Ministério das Finanças pelo secretário-geral da Organização, Angel Gurría, numa cerimónia onde estará também a ministra Maria Luís Albuquerque."
aqui.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
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