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terça-feira, 16 de outubro de 2018
sábado, 6 de outubro de 2018
o nojo jornalístico, penso eu de que...
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942, sempre...
apesar da diferença de números na manifestação de ontem e a da milú, o comentário feito na imagem parece-me pertinente...
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terça-feira, 2 de outubro de 2018
sábado, 8 de setembro de 2018
mais loisas que coisas, coitados...
'lex autem non est coitus?
ubi de fide publica?
publico pulverem rasurae...'
* esta tradução foi feita no tradutor do google pois não sou um 'latinista', no entanto fiz uma emenda e quanto ao resto penso que se pode perceber.
luiz carvalho
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018
quinta-feira, 28 de junho de 2018
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
politiquês educacional... a tapar o sol com a peneira...?
no cm...
comentário:
gabam-se estes de terem resolvido num mês um problema que, dizem, os outros não resolveram em três anos... claro, a favor do capital com o argumentário vezeiro do costume, o do interesse nacional e público... e o contribuinte que se lixe, pois a conta calada vai para os 3 mil milhões...!
agora um problema de meros tostões, para a conta do estado, que nasce torto e ninguém tem interesse em resolver...?
voltamos à gestão casuística e navegação à bolina...?
sábado, 9 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
continuando o dia... enumerando: seis mil...?
Prova escrita do "Exame Cambridge"não se fez em escolas de todo o país, ficando cerca de 6.000 alunos sem a realizar
Foram
muitos os professores que, em todo o país, fizeram greve ao serviço de
vigilância à prova escrita do exame da Cambridge “Preliminary English
Test (PET)”, juntando, dessa forma, o seu protesto ao dos colegas de
Inglês que, em número crescente, têm vindo a aderir à greve às provas
orais que se prolongarão até dia 22 de maio.
Devido à adesão dos professores à greve, em muitas escolas a prova
não se realizou ou apenas se realizou parcialmente. É ainda de salientar
o facto de a prova se ter realizado em escolas que tiveram uma elevada
participação dos professores na greve. Só que, fatores estranhos ao que seria o processo normal de aplicação da prova, influenciaram a sua realização,
por exemplo: o facto de a DGEsT/MEC ter informado as direções das
escolas, a pedido do Presidente do IAVE, da possibilidade de as
vigilâncias serem asseguradas por apenas um professor; a convocação, à
última da hora, de dezenas de professores que nem sequer tinham
participado nas reuniões preparatórias desta prova; a deslocação de
escola de professores dentro dos agrupamentos.
Com a sua adesão à greve, os professores pretenderam dizer ao MEC que exigem respeito pelo seu trabalho, rejeitando ser tratados como “pau-para-toda-a-obra”, com a imposição de tarefas que saem do âmbito das suas funções; disseram ainda que exigem respeito pelos seus alunos e pela atividade que lhes está atribuída nas escolas,
não compreendendo por que razão foram anuladas aulas em muitas escolas
e, no caso dos professores de inglês, em nome da avaliação da
proficiência linguística dos alunos, são anuladas aulas, quer devido à
sua participação em ações de formação, quer ao calendário de provas
orais que, em muitos casos foi elaborado.
A Plataforma Sindical dos Professores nunca exigiu, por exemplo, que
este serviço fosse pago aos professores, o que sempre exigiu foi que o
mesmo não implicasse a perda de aulas por parte dos alunos e que a
participação dos professores no processo fosse voluntário. Informou
mesmo os responsáveis ministeriais, em reunião realizada em 31 de março,
que suspenderia a greve caso fosse essa a decisão do MEC. Não foi e no
sentido de proteger legalmente os professores cuja opção fosse o
trabalho com os seus alunos e não a participação neste processo,
apresentou pré-aviso de greve para os dias previstos para a realização
das partes escrita e oral, ou seja até 22 de maio. Um pré-aviso que
deverá estender-se para além desta data, caso o MEC decida prolongar o
período de realização dos exames.
Recorda-se, por último, que o MEC ainda tentou que fossem decretados
serviços mínimos para o desenvolvimento deste processo, mas o colégio
arbitral, por unanimidade, não decretou, considerando não estarmos
perante uma necessidade social impreterível.
- Relativamente à greve e aos seus efeitos na realização da prova, as organizações sindicais de professores podem, desde já, adiantar que não se realizou qualquer prova em agrupamentos ou escolas como AE Arcos de Valdevez; AE Dr. Mário Sacramento (Aveiro); AE Penalva do Castelo; AE Góis; EB 2.3/S Penacova; AE Paúl (Covilhã); AE Figueiró dos Vinhos; AE Avelar; AE Ansião; EBI Gualdim Pais (Pombal); ES José Augusto Lucas (Linda a Velha); EB 2.3 Aljezur.
- Significativo foi o número de escolas em que a prova apenas se realizou parcialmente: AE São Pedro da Cova – não se realizou em 4 das 9 salas; AE Ponte da Barca em 5 das 6; AE Idães em 6 das 9; AE Celorico de Basto em 3 das 15; AE Coronado e Castro em 3 das 12; ES Sátão em 2 das 8; AE Santa Maria da Feira – em 3 das 17; ES Moimenta da Beira em 3 das 9; EB2.3/S José Sanches (Alcains) em 3 das 4; EBS Centro de Portugal (C. Branco) em 3 das 4; EBI Vila de Rei em 3 das 4; ES Amélia Rey Colaço (Lisboa) em 4 das 12; ES António Gedeão (Almada) em 9 das 13; AE Romeu Correia (Almada) em 11 das 17; AE Anselmo de Andrade (Almada) em 2 das 8; AE Mendonça Furtado (Barreiro) em 6 das 7; AE Raul Proença (Caldas da Rainha) em 5 das 7; AE Noronha Feio em 4 das 6; EB 2.3 de Freiria em 4 das 9; AE Bordalo Pinheiro (Caldas da Rainha) em 5 das 6; AE Carlos Ribeiro (Seixal) em 2 das 10; ES Daniel Sampaio em 2 das 11; ES Lumiar em 3 das 10; EB 2.3 de Corroios em 3 das 7; AE Montenegro (Faro) em 4 das 8.
- É de salientar, por último, que as escolas e agrupamentos em que a prova não se realizou ou apenas se realizou num número mínimo de salas, a greve teve praticamente a adesão total dos professores (100% ou próximo disso). Contudo, houve escolas e agrupamentos em que a greve contou com elevada adesão dos professores mas a prova realizou-se em todas as salas ou praticamente todas pelas razões atrás referidas. Não deixa, porém, de se assinalar a grande adesão à greve que se registou mesmo nessas escolas. A título de exemplo:
AE Ponte da Barca – 89%; AE Freixo de Espada à Cinta – 57%; AE Idães –
84%; AE Diogo Macedo (VN Gaia) – 49%; AE Marinhais (Esposende) – 57%;
AE São Pedro da Cova – 50%; AE Celorico de Basto – 43%; AE Azeredo
Perdigão (Viseu) – 54%; ES Moimenta da Beira – 47%; AE Esgueira (Aveiro)
– 38%; AE Santa Maria da Feira – 77%; EB2.3/S José Sanches (Alcains) –
44%; EBS Centro de Portugal (C. Branco) – 73%; EBI Vila de Rei – 58%; ES
Fundão – 40%; EBI Vila Velha de Ródão – 50%; ES Quinta das Flores
(Coimbra) – 53%; ES D. Maria (Coimbra) – 44%; ES Amélia Rey Colaço
(Lisboa) - 50%; EB Marinhas do Sal (Rio Maior) – 50%; AE Romeu Correia
(Almada) – 77%; AE Anselmo de Andrade (Almada) – 50%; ES António Gedeão –
76%; AE Noronha Feio – 56%; EB 2.3 Freiria – 71%; ES Lumiar – 51%; AE
Santa Iria (Tomar) 51%; ES Miraflores – 50%; EB 2.3 Prof Armando Lucena –
50%; AE Fernando Francisco Lopes (Olhão) – 87%; AE Duarte Pacheco
(Loulé) – 59%; AE Tomás Cabreira (Faro) – 50%; AE D. Dinis (Quarteira) –
53%; AE Afonso III (Faro) – 30%; AE João de Deus (Faro) – 42%. Na EB2.3
de Mexilhoeira (Portimão) a adesão foi de 100%, contudo a direção
deslocou dois docentes de outra escola do agrupamento para que o exame
se realizasse.
As organizações sindicais
6/05/2015
via fenprof... aqui.
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quarta-feira, 6 de maio de 2015
mas, já agora, deliciem-se com esta...
...mas nem sempre Filinto pode contar com a colaboração da Direcção Geral dos Estabelecimentos Escolares.
"Filinto Lima ficou surpreendido: "Admito este tipo de mail em situação de greve, mas não devia acontecer, as escolas convocaram os professores que entenderam que deviam convocar."
"Está a correr bem, em 44 professores que convoquei, só dois é que faltaram", contou Filinto Lima."
Neste caso foram apenas 44. Ontem noticiavam apenas 32.
Portanto, só numa escola,
foram convocados 44 professores do ensino público, pagos pelos
contribuintes portugueses (ao que acresce aqueles que pediram o exame,
pagando o certificado dos seus filhos) e tudo ao serviço de uma empresa
privada.
no crónicas do cão... aqui.
paradoxos... inequívocos...?
by Graça Barbosa Ribeiro
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Um quarto de hora antes de os alunos entrarem nas salas o Iave abriu uma
excepção ao rigor exigido na preparação da prova que, ainda assim, não
se realizou em 2% dos agrupamentos de escolas. O teste não conta para a
avaliação.
agora mesmo. no feedly...
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sobre a greve de hoje... o que diz a fenprof...!
Forte adesão à greve em dia de prova escrita
"Esta prova é um verdadeiro abuso", reafirmou Mário Nogueira, esta tarde, em Lisboa.
"Esta prova é um verdadeiro abuso", reafirmou Mário Nogueira, esta tarde, em Lisboa.
Falando aos jornalistas, o Secretário Geral da FENPROF sublinhou a elevada participação na greve ao serviço relacionado com o "Exame Cambridge", que teve nesta quarta-feira a componente escrita, para a qual, recorde-se, foram convocados professores de Inglês (secretariado) e de outras disciplinas (vigilâncias). Os docentes, de Inglês ou não, convocados para esta componente escrita, deram uma resposta firme a quem insiste neste "abuso".
Uma delegação do Secretariado Nacional da FENPROF (Mário Nogueira, Anabela Sotaia e Ana Simões) entregou esta tarde na Polícia Judiciária (à hora de realização da componente escrita), um dossiê com novos documentos que irão juntar-se aos que já anteriormente tinham sido apresentados na Procuradoria-Geral da República.
Como referiu Mário Nogueira às equipas de reportagem que se deslocaram ao edifício da PJ, em Lisboa (foto JPO), a FENPROF compromete-se a entregar nesta Polícia documentos que considera importantes para esclarecer todo o contexto do processo Cambridge.
"Teria facilitado o ministro se, quando questionado sobre a matéria, já no ano passado, tivesse esclarecido todas as dúvidas que se colocam aos professores e que a FENPROF, diversas vezes, lhe apresentou. Lamentamos que não tenha agido nesse sentido. A FENPROF acabou por colocar essas dúvidas na Procuradoria-Geral da República tendo, então, sido aberto o processo que, entretanto, deu origem ao inquérito em curso", observou o dirigente sindical.
Voltando à greve e à luta dos docentes nesta quarta-feira, Nogueira deu exemplos expressivos da forte participação em várias escolas, de diferentes regiões do país, e também das irregularidades cometidas: um vigilante por sala, vigilantes convocados em cima da hora (sem formação), docentes deslocados, atrasos no início da prova, etc "Foi um vale tudo".
O dirigente sindical voltou a destacar a solidariedade da FENPROF com os docentes envolvidos nesta luta, lembrando também, uma vez mais, que "os docentes de Inglês foram retirados das suas aulas, com as suas turmas, deixando também, muitos alunos sem apoios."
"Esta é, sem dúvida, uma questão profisional. Os professores querem trabalhar com os seus alunos", referiu Mário Nogueira.
Se o MEC prolongar o período de exames para além de 22 de maio, a FENPROF apresentará novo pré-aviso de greve.
Uma delegação do Secretariado Nacional da FENPROF (Mário Nogueira, Anabela Sotaia e Ana Simões) entregou esta tarde na Polícia Judiciária (à hora de realização da componente escrita), um dossiê com novos documentos que irão juntar-se aos que já anteriormente tinham sido apresentados na Procuradoria-Geral da República.
Como referiu Mário Nogueira às equipas de reportagem que se deslocaram ao edifício da PJ, em Lisboa (foto JPO), a FENPROF compromete-se a entregar nesta Polícia documentos que considera importantes para esclarecer todo o contexto do processo Cambridge.
"Teria facilitado o ministro se, quando questionado sobre a matéria, já no ano passado, tivesse esclarecido todas as dúvidas que se colocam aos professores e que a FENPROF, diversas vezes, lhe apresentou. Lamentamos que não tenha agido nesse sentido. A FENPROF acabou por colocar essas dúvidas na Procuradoria-Geral da República tendo, então, sido aberto o processo que, entretanto, deu origem ao inquérito em curso", observou o dirigente sindical.
Voltando à greve e à luta dos docentes nesta quarta-feira, Nogueira deu exemplos expressivos da forte participação em várias escolas, de diferentes regiões do país, e também das irregularidades cometidas: um vigilante por sala, vigilantes convocados em cima da hora (sem formação), docentes deslocados, atrasos no início da prova, etc "Foi um vale tudo".
O dirigente sindical voltou a destacar a solidariedade da FENPROF com os docentes envolvidos nesta luta, lembrando também, uma vez mais, que "os docentes de Inglês foram retirados das suas aulas, com as suas turmas, deixando também, muitos alunos sem apoios."
"Esta é, sem dúvida, uma questão profisional. Os professores querem trabalhar com os seus alunos", referiu Mário Nogueira.
Se o MEC prolongar o período de exames para além de 22 de maio, a FENPROF apresentará novo pré-aviso de greve.
JPO Peça em atualização
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nada mais do que o normal...?
Greve já mudou orais, mas prova escrita de Inglês será feita apenas hoje
Fenprof
marcou greve ao teste de diagnóstico obrigatório para o 9.º ano. Hoje, o
sindicato entrega mais documentos à Polícia Judiciária para juntar à
queixa feita no ano passado.
Pelas 14.00, 111 mil alunos vão fazer o teste de diagnóstico de Inglês aplicado pela Cambridge English Language Assessment. Mas
se por acaso a greve dos professores impedir a realização da prova em
algumas das salas previstas, os alunos não serão chamados a repetir a
prova, ao contrário do que tem acontecido com algumas provas orais (uma
das componentes do exame) que já foram adiadas devido à greve dos
professores, mas apenas porque o prazo para a sua realização só termina
no dia 22.
Os alunos que não conseguirem fazer o teste
não vão ser prejudicados. "A não realização de uma das componentes do
teste inviabiliza a produção de um resultado", explica o Instituto de
Avaliação Educativa (IAVE), mas como a prova não conta para a nota, os
alunos apenas não terão acesso ao certificado de proficiência da língua
inglesa (isto para o caso daqueles que pediram este documento).
O preliminary english test (PET)
permite obter uma certificação de nível B1 - equivalente ao 9.º ano - e
é obrigatório para os estudantes que estão a terminar o 3.º ciclo.
Além dos 107 mil estudantes que frequentam este ano de ensino,
inscreveram-se na prova outros 4000 que pretendem obter o certificado.
Estes últimos têm de pagar 25 euros pelo documento.
terça-feira, 5 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
coisas da greve [inglês]... comunicado da fenprof...!
De dia para dia, são mais os professores em greve
O
“Exame Cambridge” nasceu mal e dificilmente se corrigirá. No ano
passado, a participação dos professores era voluntária e dada a sua
insuficiente adesão, o MEC decidiu torná-la obrigatória este ano.
Passando por cima de qualquer outro interesse, nomeadamente o dos
alunos, os professores foram retirados das aulas, dos apoios, das
substituições, da coadjuvação e de outras atividades que desenvolvem nas
escolas e “convocados” para formação presencial. De seguida, foi-lhes
enviada uma password para acederem a uma plataforma informática onde
teriam de realizar um infindável número de exercícios. Por fim, durante
várias semanas, estavam obrigados a deslocarem-se a outras escolas para
realizarem as provas orais aos alunos do 9.º ano e de outros anos, neste
caso, por participação voluntária. Saliente-se que algumas provas orais
estão a ser marcadas na componente letiva dos professores e/ou em
horário de aulas dos alunos, como são exemplos os Agrupamentos de
Escolas de Aguiar da Beira, ou Cândido Figueiredo, em Tondela.
Recorda-se que esta prova foi estabelecida em 13 de setembro de 2013,
através de protocolo então divulgado e que envolveu diversas entidades
privadas, dois dias depois de o MEC ter criado, por despacho, um teste
diagnóstico (com componente escrita e oral) a todos os alunos do 9.º ano
que, por coincidência, dois dias depois foi aproveitado pelo consórcio
que assinou o protocolo para também ser a prova que permitiria a
certificação pela Cambridge.
Professores, instalações escolares e dinheiro público foram colocados
à disposição deste processo de forma que a FENPROF considera abusiva.
Apanhados de surpresa, os professores, num primeiro momento,
compareceram no processo, mas, aos poucos, foram percebendo o abuso a
que estavam a ser sujeitos e nem as ameaças que, em alguns casos, sobre
si se abateram, os fizeram hesitar: aderiram à greve a toda a atividade
relacionada com este processo, colocando acima de qualquer outro
interesse o dos seus alunos e o das suas escolas.
Face à adesão dos professores à greve, algumas escolas começaram a
convocar docentes que não realizaram a formação e o MEC alargou o
período de realização das provas orais por mais duas semanas, mas, à
medida que o tempo passa, e descontentes com a sobrecarga de trabalho
que se vai acumulando sobre quem ainda estava envolvido no processo, são
cada vez mais os professores em greve a esta atividade, incluindo
alguns que coordenavam o processo nas suas escolas.
Os exemplos surgem um pouco de todo o país: não se realizaram provas
orais em Aveiro, na Escola Dr. Jaime Magalhães Lima; em Braga, na Escola
Básica do Arco de Baúlhe; na Covilhã, na Escola Básica
de Tortosendo; em Gouveia, na Escola Secundária de Gouveia e na Escola
Básica de Vila Nova de Tazem; em Lisboa, no Agrupamento de Escolas
António Damásio; em Almada, nos Agrupamentos de Escolas Anselmo de
Andrade e Emídio Navarro; em Oeiras, na escola Secundária Luis de
Freitas Branco; no Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital, na
Escola da Ponte das Três Entradas; em Viseu, no Agrupamento de Escolas
Viseu Norte, na Escola Básica N.º 3 de Mundão e na Escola Secundária de
Viriato, só para citar alguns exemplos. Na Escola Básica Joaquim de
Barros, em Oeiras, são os alunos que têm faltado às sessões (cerca de
20% por sessão).
Acresce que, apesar de haver um número significativo de professores
de Inglês em greve às atividades relacionadas com este processo, muitas
provas orais têm sido realizadas à custa dos professores do ensino
privado, que são muito pressionados pelas entidades patronais, e da
acumulação de trabalho sobre os professores do ensino público que ainda
não aderiram a esta greve.
Entretanto, no próximo dia 6 de maio, quarta-feira,
de tarde, terá lugar a componente escrita desta prova. Para este dia
estão convocados professores de Inglês (secretariado) e de outras
disciplinas (vigilâncias). A greve abrange todos os docentes, de Inglês
ou não, convocados para esta componente escrita.
Uma última nota para referir que a FENPROF entregará na Polícia
Judiciária, na quarta-feira (dia 6, pelas 15 horas, à hora de realização
da componente escrita), um dossiê com novos documentos que irão
juntar-se aos que já anteriormente tinham sido apresentados na
Procuradoria-Geral da República.
O Secretariado Nacional da FENPROF
4/05/2015
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