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sábado, 8 de setembro de 2018

mais loisas que coisas, coitados...


'lex autem non est coitus?
ubi de fide publica?
publico pulverem rasurae...'

* esta tradução foi feita no tradutor do google pois não sou um 'latinista', no entanto fiz uma emenda e quanto ao resto penso que se pode perceber.
luiz carvalho







in público...

vícios públicos...





in público...

domingo, 3 de janeiro de 2016

continuando pelo mesmo tema... 1



no público...

politiquês educacional... a tapar o sol com a peneira...?



no cm...


comentário:
gabam-se estes de terem resolvido num mês um problema que, dizem, os outros não resolveram em três anos... claro, a favor do capital com o argumentário vezeiro do costume, o do interesse nacional e público... e o contribuinte que se lixe, pois a conta calada vai para os 3 mil milhões...!

agora um problema de meros tostões, para a conta do estado, que nasce torto e ninguém tem interesse em resolver...?

voltamos à gestão casuística e navegação à bolina...?

quinta-feira, 7 de maio de 2015

continuando o dia... enumerando: seis mil...?

Prova escrita do "Exame Cambridge"não se fez em escolas de todo o país, ficando cerca de 6.000 alunos sem a realizar


Foram muitos os professores que, em todo o país, fizeram greve ao serviço de vigilância à prova escrita do exame da Cambridge “Preliminary English Test (PET)”, juntando, dessa forma, o seu protesto ao dos colegas de Inglês que, em número crescente, têm vindo a aderir à greve às provas orais que se prolongarão até dia 22 de maio.

Devido à adesão dos professores à greve, em muitas escolas a prova não se realizou ou apenas se realizou parcialmente. É ainda de salientar o facto de a prova se ter realizado em escolas que tiveram uma elevada participação dos professores na greve. Só que, fatores estranhos ao que seria o processo normal de aplicação da prova, influenciaram a sua realização, por exemplo: o facto de a DGEsT/MEC ter informado as direções das escolas, a pedido do Presidente do IAVE, da possibilidade de as vigilâncias serem asseguradas por apenas um professor; a convocação, à última da hora, de dezenas de professores que nem sequer tinham participado nas reuniões preparatórias desta prova; a deslocação de escola de professores dentro dos agrupamentos.
Com a sua adesão à greve, os professores pretenderam dizer ao MEC que exigem respeito pelo seu trabalho, rejeitando ser tratados como “pau-para-toda-a-obra”, com a imposição de tarefas que saem do âmbito das suas funções; disseram ainda que exigem respeito pelos seus alunos e pela atividade que lhes está atribuída nas escolas, não compreendendo por que razão foram anuladas aulas em muitas escolas e, no caso dos professores de inglês, em nome da avaliação da proficiência linguística dos alunos, são anuladas aulas, quer devido à sua participação em ações de formação, quer ao calendário de provas orais que, em muitos casos foi elaborado.
A Plataforma Sindical dos Professores nunca exigiu, por exemplo, que este serviço fosse pago aos professores, o que sempre exigiu foi que o mesmo não implicasse a perda de aulas por parte dos alunos e que a participação dos professores no processo fosse voluntário. Informou mesmo os responsáveis ministeriais, em reunião realizada em 31 de março, que suspenderia a greve caso fosse essa a decisão do MEC. Não foi e no sentido de proteger legalmente os professores cuja opção fosse o trabalho com os seus alunos e não a participação neste processo, apresentou pré-aviso de greve para os dias previstos para a realização das partes escrita e oral, ou seja até 22 de maio. Um pré-aviso que deverá estender-se para além desta data, caso o MEC decida prolongar o período de realização dos exames.
Recorda-se, por último, que o MEC ainda tentou que fossem decretados serviços mínimos para o desenvolvimento deste processo, mas o colégio arbitral, por unanimidade, não decretou, considerando não estarmos perante uma necessidade social impreterível.
  • Relativamente à greve e aos seus efeitos na realização da prova, as organizações sindicais de professores podem, desde já, adiantar que não se realizou qualquer prova em agrupamentos ou escolas como AE Arcos de Valdevez; AE Dr. Mário Sacramento (Aveiro); AE Penalva do Castelo; AE Góis; EB 2.3/S Penacova; AE Paúl (Covilhã); AE Figueiró dos Vinhos; AE Avelar; AE Ansião; EBI Gualdim Pais (Pombal); ES José Augusto Lucas (Linda a Velha); EB 2.3 Aljezur.
  • Significativo foi o número de escolas em que a prova apenas se realizou parcialmente: AE São Pedro da Cova – não se realizou em 4 das 9 salas; AE Ponte da Barca em 5 das 6; AE Idães em 6 das 9; AE Celorico de Basto em 3 das 15; AE Coronado e Castro em 3 das 12; ES Sátão em 2 das 8; AE Santa Maria da Feira – em 3 das 17; ES Moimenta da Beira em 3 das 9; EB2.3/S José Sanches (Alcains) em 3 das 4; EBS Centro de Portugal (C. Branco) em 3 das 4; EBI Vila de Rei em 3 das 4; ES Amélia Rey Colaço (Lisboa) em 4 das 12; ES António Gedeão (Almada) em 9 das 13; AE Romeu Correia (Almada) em 11 das 17; AE Anselmo de Andrade (Almada) em 2 das 8; AE Mendonça Furtado (Barreiro) em 6 das 7; AE Raul Proença (Caldas da Rainha) em 5 das 7; AE Noronha Feio em 4 das 6; EB 2.3 de Freiria em 4 das 9; AE Bordalo Pinheiro (Caldas da Rainha) em 5 das 6; AE Carlos Ribeiro (Seixal) em 2 das 10; ES Daniel Sampaio em 2 das 11; ES Lumiar em 3 das 10; EB 2.3 de Corroios em 3 das 7; AE Montenegro (Faro) em 4 das 8.
  • É de salientar, por último, que as escolas e agrupamentos em que a prova não se realizou ou apenas se realizou num número mínimo de salas, a greve teve praticamente a adesão total dos professores (100% ou próximo disso). Contudo, houve escolas e agrupamentos em que a greve contou com elevada adesão dos professores mas a prova realizou-se em todas as salas ou praticamente todas pelas razões atrás referidas. Não deixa, porém, de se assinalar a grande adesão à greve que se registou mesmo nessas escolas. A título de exemplo:
AE Ponte da Barca – 89%; AE Freixo de Espada à Cinta – 57%; AE Idães – 84%; AE Diogo Macedo (VN Gaia) – 49%; AE Marinhais (Esposende) – 57%; AE São Pedro da Cova – 50%; AE Celorico de Basto – 43%; AE Azeredo Perdigão (Viseu) – 54%; ES Moimenta da Beira – 47%; AE Esgueira (Aveiro) – 38%; AE Santa Maria da Feira – 77%; EB2.3/S José Sanches (Alcains) – 44%; EBS Centro de Portugal (C. Branco) – 73%; EBI Vila de Rei – 58%; ES Fundão – 40%; EBI Vila Velha de Ródão – 50%; ES Quinta das Flores (Coimbra) – 53%; ES D. Maria (Coimbra) – 44%; ES Amélia Rey Colaço (Lisboa) - 50%; EB Marinhas do Sal (Rio Maior) – 50%; AE Romeu Correia (Almada) – 77%; AE Anselmo de Andrade (Almada) – 50%; ES António Gedeão – 76%; AE Noronha Feio – 56%; EB 2.3 Freiria – 71%; ES Lumiar – 51%; AE Santa Iria (Tomar) 51%; ES Miraflores – 50%; EB 2.3 Prof Armando Lucena – 50%; AE Fernando Francisco Lopes (Olhão) – 87%; AE Duarte Pacheco (Loulé) – 59%; AE Tomás Cabreira (Faro) – 50%; AE D. Dinis (Quarteira) – 53%; AE Afonso III (Faro) – 30%; AE João de Deus (Faro) – 42%. Na EB2.3 de Mexilhoeira (Portimão) a adesão foi de 100%, contudo a direção deslocou dois docentes de outra escola do agrupamento para que o exame se realizasse.


As organizações sindicais
6/05/2015 

via fenprof... aqui.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

mas, já agora, deliciem-se com esta...

...mas nem sempre Filinto pode contar com a colaboração da Direcção Geral dos Estabelecimentos Escolares.

"Filinto Lima ficou surpreendido: "Admito este tipo de mail em situação de greve, mas não devia acontecer, as escolas convocaram os professores que entenderam que deviam convocar."

"Está a correr bem, em 44 professores que convoquei, só dois é que faltaram", contou Filinto Lima."

Neste caso foram apenas 44. Ontem noticiavam apenas 32


Portanto, só numa escola, foram convocados 44 professores do ensino público, pagos pelos contribuintes portugueses (ao que acresce aqueles que pediram o exame, pagando o certificado dos seus filhos) e tudo ao serviço de uma empresa privada.


no crónicas do cão... aqui.

paradoxos... inequívocos...?


Um quarto de hora antes de os alunos entrarem nas salas o Iave abriu uma excepção ao rigor exigido na preparação da prova que, ainda assim, não se realizou em 2% dos agrupamentos de escolas. O teste não conta para a avaliação.
 
 
agora mesmo. no feedly...

sobre a greve de hoje... o que diz a fenprof...!

Forte adesão à greve em dia de prova escrita

"Esta prova é um verdadeiro abuso", reafirmou Mário Nogueira, esta tarde, em Lisboa.

 
 
Falando aos jornalistas, o Secretário Geral da FENPROF sublinhou a elevada participação na greve ao serviço relacionado com o "Exame Cambridge", que teve nesta quarta-feira a componente escrita, para a qual, recorde-se, foram convocados professores de Inglês (secretariado) e de outras disciplinas (vigilâncias). Os docentes, de Inglês ou não, convocados para esta componente escrita, deram uma resposta firme a quem insiste neste "abuso".

Uma delegação do Secretariado Nacional da FENPROF (Mário Nogueira, Anabela Sotaia e Ana Simões) entregou esta tarde na Polícia Judiciária (à hora de realização da componente escrita), um dossiê com novos documentos que irão juntar-se aos que já anteriormente tinham sido apresentados na Procuradoria-Geral da República.

Como referiu Mário Nogueira às equipas de reportagem que se deslocaram ao edifício da PJ, em Lisboa (foto JPO), a FENPROF compromete-se a entregar nesta Polícia documentos que considera importantes para esclarecer todo o contexto do processo Cambridge.

"Teria facilitado o ministro se, quando questionado sobre a matéria, já no ano passado, tivesse esclarecido todas as dúvidas que se colocam aos professores e que a FENPROF, diversas vezes, lhe apresentou. Lamentamos que não tenha agido nesse sentido. A FENPROF acabou por colocar essas dúvidas na Procuradoria-Geral da República tendo, então, sido aberto o processo que, entretanto, deu origem ao inquérito em curso", observou o dirigente sindical.

Voltando à greve e à luta dos docentes nesta quarta-feira, Nogueira deu exemplos expressivos da forte participação em várias escolas, de diferentes regiões do país, e também das irregularidades cometidas: um vigilante por sala, vigilantes convocados em cima da hora (sem formação), docentes deslocados, atrasos no início da prova, etc "Foi um vale tudo".

O dirigente sindical voltou a destacar a solidariedade da FENPROF com os docentes envolvidos nesta luta, lembrando também, uma vez mais, que "os docentes de Inglês foram retirados das suas aulas, com as suas turmas, deixando também, muitos alunos sem apoios."

"Esta é, sem dúvida, uma questão profisional. Os professores querem trabalhar com os seus alunos", referiu Mário Nogueira.

Se o MEC prolongar o período de exames para além de 22 de maio, a FENPROF apresentará novo pré-aviso de greve. 
 
JPO Peça em atualização

nada mais do que o normal...?

Greve já mudou orais, mas prova escrita de Inglês será feita apenas hoje

por Ana Bela Ferreira Hoje 3 comentários


Greve já mudou orais, mas prova escrita de Inglês será feita apenas hoje


Fenprof marcou greve ao teste de diagnóstico obrigatório para o 9.º ano. Hoje, o sindicato entrega mais documentos à Polícia Judiciária para juntar à queixa feita no ano passado.

Pelas 14.00, 111 mil alunos vão fazer o teste de diagnóstico de Inglês aplicado pela Cambridge English Language Assessment. Mas se por acaso a greve dos professores impedir a realização da prova em algumas das salas previstas, os alunos não serão chamados a repetir a prova, ao contrário do que tem acontecido com algumas provas orais (uma das componentes do exame) que já foram adiadas devido à greve dos professores, mas apenas porque o prazo para a sua realização só termina no dia 22.

Os alunos que não conseguirem fazer o teste não vão ser prejudicados. "A não realização de uma das componentes do teste inviabiliza a produção de um resultado", explica o Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), mas como a prova não conta para a nota, os alunos apenas não terão acesso ao certificado de proficiência da língua inglesa (isto para o caso daqueles que pediram este documento).

O preliminary english test (PET) permite obter uma certificação de nível B1 - equivalente ao 9.º ano - e é obrigatório para os estudantes que estão a terminar o 3.º ciclo. Além dos 107 mil estudantes que frequentam este ano de ensino, inscreveram-se na prova outros 4000 que pretendem obter o certificado. Estes últimos têm de pagar 25 euros pelo documento.


Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

coisas da greve [inglês]... comunicado da fenprof...!

De dia para dia, são mais os professores em greve

O “Exame Cambridge” nasceu mal e dificilmente se corrigirá. No ano passado, a participação dos professores era voluntária e dada a sua insuficiente adesão, o MEC decidiu torná-la obrigatória este ano.
Passando por cima de qualquer outro interesse, nomeadamente o dos alunos, os professores foram retirados das aulas, dos apoios, das substituições, da coadjuvação e de outras atividades que desenvolvem nas escolas e “convocados” para formação presencial. De seguida, foi-lhes enviada uma password para acederem a uma plataforma informática onde teriam de realizar um infindável número de exercícios. Por fim, durante várias semanas, estavam obrigados a deslocarem-se a outras escolas para realizarem as provas orais aos alunos do 9.º ano e de outros anos, neste caso, por participação voluntária. Saliente-se que algumas provas orais estão a ser marcadas na componente letiva dos professores e/ou em horário de aulas dos alunos, como são exemplos os Agrupamentos de Escolas de Aguiar da Beira, ou Cândido Figueiredo, em Tondela.
Recorda-se que esta prova foi estabelecida em 13 de setembro de 2013, através de protocolo então divulgado e que envolveu diversas entidades privadas, dois dias depois de o MEC ter criado, por despacho, um teste diagnóstico (com componente escrita e oral) a todos os alunos do 9.º ano que, por coincidência, dois dias depois foi aproveitado pelo consórcio que assinou o protocolo para também ser a prova que permitiria a certificação pela Cambridge.
Professores, instalações escolares e dinheiro público foram colocados à disposição deste processo de forma que a FENPROF considera abusiva. Apanhados de surpresa, os professores, num primeiro momento, compareceram no processo, mas, aos poucos, foram percebendo o abuso a que estavam a ser sujeitos e nem as ameaças que, em alguns casos, sobre si se abateram, os fizeram hesitar: aderiram à greve a toda a atividade relacionada com este processo, colocando acima de qualquer outro interesse o dos seus alunos e o das suas escolas.
Face à adesão dos professores à greve, algumas escolas começaram a convocar docentes que não realizaram a formação e o MEC alargou o período de realização das provas orais por mais duas semanas, mas, à medida que o tempo passa, e descontentes com a sobrecarga de trabalho que se vai acumulando sobre quem ainda estava envolvido no processo, são cada vez mais os professores em greve a esta atividade, incluindo alguns que coordenavam o processo nas suas escolas.
Os exemplos surgem um pouco de todo o país: não se realizaram provas orais em Aveiro, na Escola Dr. Jaime Magalhães Lima; em Braga, na Escola Básica do Arco de Baúlhe; na Covilhã, na Escola Básica de Tortosendo; em Gouveia, na Escola Secundária de Gouveia e na Escola Básica de Vila Nova de Tazem; em Lisboa, no Agrupamento de Escolas António Damásio; em Almada, nos Agrupamentos de Escolas Anselmo de Andrade e Emídio Navarro; em Oeiras, na escola Secundária Luis de Freitas Branco; no Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital, na Escola da Ponte das Três Entradas; em Viseu, no Agrupamento de Escolas Viseu Norte, na Escola Básica N.º 3 de Mundão e na Escola Secundária de Viriato, só para citar alguns exemplos. Na Escola Básica Joaquim de Barros, em Oeiras, são os alunos que têm faltado às sessões (cerca de 20% por sessão).
Acresce que, apesar de haver um número significativo de professores de Inglês em greve às atividades relacionadas com este processo, muitas provas orais têm sido realizadas à custa dos professores do ensino privado, que são muito pressionados pelas entidades patronais, e da acumulação de trabalho sobre os professores do ensino público que ainda não aderiram a esta greve.
Entretanto, no próximo dia 6 de maio, quarta-feira, de tarde, terá lugar a componente escrita desta prova. Para este dia estão convocados professores de Inglês (secretariado) e de outras disciplinas (vigilâncias). A greve abrange todos os docentes, de Inglês ou não, convocados para esta componente escrita.
Uma última nota para referir que a FENPROF entregará na Polícia Judiciária, na quarta-feira (dia 6, pelas 15 horas, à hora de realização da componente escrita), um dossiê com novos documentos que irão juntar-se aos que já anteriormente tinham sido apresentados na Procuradoria-Geral da República.
O Secretariado Nacional da FENPROF
4/05/2015