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terça-feira, 30 de abril de 2019

[educação] divulgando...


Informações Gerais

A Comissão Europeia dedica a 5.ª edição do Prémio da União Europeia para a Saúde, EU Health Award, a iniciativas de cidades, organizações não governamentais (ONGs) e escolas que contribuíram ou contribuem para a melhoria da saúde pública na União Europeia, através da prevenção e redução da obesidade em crianças e jovens.
Submissão de candidaturas até 13 de maio através do formulário de candidatura online.
Nos dias 21 e 22 de junho, a ilha de Santa Maria, nos Açores, recebe a segunda edição do encontro New Space Atlantic Summit. A “Estratégia Portugal Espaço 2030” e a recém-fundada Agência Espacial Portuguesa – Portugal Space serão o ponto de partida para a discussão de temas como os processos e produtos emergentes para impulsionar a exploração de dados e sinais no setor do espaço através da utilização das aplicações e serviços baseados ou possibilitados pelo espaço.



via boletim do cirep...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

como sempre no fb os inquisidores avançam... um artigo do paulo guinote, vejam lá bem...!... salvé, paulo guinote...





"O conflito entre os enfermeiros e o Governo assumiu uma faceta inédita nos últimos 40 anos. Com raras excepções, a conflitualidade laboral em Portugal foi enquadrada numa lógica herdada do marxismo, mais ou menos leninista, mas sempre com uma dose suficiente de boas maneiras e pragmatismo, mesmo quando o tom das declarações públicas parecia muito exaltado. No fundo, o esquema dicotómico com os mesmos actores e o mesmo tipo de acções dominou sempre a acção sindical, com os sindicatos a enquadrarem com punho firme qualquer tentativa de escapar à coreografia habitual, colaborando nesse aspecto com o poder político, independentemente das inclinações políticas. Mais ou menos “radical”, o nosso sindicalismo manteve-se convencional e conservador. Mesmo quando se afirma de linhagem revolucionária, tem horror a tudo o que perturbe a ordem estabelecida.

O que a contestação dos professores não conseguiu levar adiante, para além de uma ou outra iniciativa mais heterodoxa, está a acontecer com os enfermeiros que, goste-se ou não, estão a levar a sua luta a fundo, ignorando os acordos de cavalheiros de bastidores que sempre acabaram por resolver outras disputas no passado. A exploração até aos limites da via jurídica é apenas um exemplo. Assim como a forma de se financiar uma greve recorreu aos novos mecanismos disponíveis no século XXI, não me parecendo “ilegal” que qualquer cidadão se disponha a apoiar uma causa que considere justa.
Contra isso, mobilizou-se a apatia de uns e a militância de outros. A “Direita” perdeu a capacidade de apelar a qualquer espírito de “maria da fonte”, a menos que estejam em causa subsídios públicos a interesses privados, e a “Esquerda” revelou até que ponto define a sua aprovação política e moral das lutas laborais à conformidade com o seu guião.
É lastimável que o conflito tenha derrapado para uma campanha de maledicência pura e dura, como a que tem sido dirigida aos professores. É embaraçoso ler acusações sem qualquer prova concreta a suportá-las (seja de “mortes” por causa das greves, seja de tenebrosas fontes de “financiamento”, como se tivesse a mínima moralidade nesse aspecto quem não quer que se conheça quem financia as suas festas), ataques a uma classe a partir de um “rosto” seleccionado para a demonizar ou estratégias de instrumentalização do aparelho de Estado (até a ASAE) para combater uma classe profissional só porque não alinha em passeatas e cantorias à porta dos ministérios. Não percebo se acham que os enfermeiros são uma cambada de idiotas instrumentalizados por ocultos interesse na sombra, se o acesso à profissão é apenas permitido a quem seja de “extrema-direita”.

Não são os enfermeiros que estão a degradar o SNS, como não foram os professores a degradar uma Escola Pública que, de excesso de oferta, passou a não ter professores disponíveis, em virtude da campanha desenvolvida para amesquinhar a profissão nos últimos 15 anos.

No meio disto, o Presidente da República tomou partido, afirmando algo sem sentido, ou seja, que as greves só podem ser financiadas por fundos dos sindicatos que as convocam e que não poderão ser apoiadas externamente, o que significa que a “sociedade civil” não pode manifestar o seu apoio a uma dada causa. Ora... em tantos anos de conflito, tirando o aluguer de autocarros e distribuição de panfletos e bandeirinhas em manifestações, nunca assisti a qualquer greve de professores que tenha tido qualquer apoio financeiro dos respectivos sindicatos. Os “fundos de greve” são dinamizados localmente, com sindicalizados ou não a contribuir por igual para uma repartição equitativa, sem olhar a quotas pagas.

Sim, o “sistema” não vai ter quaisquer contemplações com os enfermeiros e a campanha irá tornar-se mais negra e suja porque se percebe que, depois dos professores, é a vez de os enfermeiros serem domesticados. Com aqueles, a colaboração dos sindicatos tem sido preciosa, bastando ver como não é dado apoio a qualquer iniciativa independente para recuperar o tempo de serviço no Parlamento, centro da democracia representativa; com estes, o confronto entrou num nível novo, com as máquinas comunicacionais do Governo e dos parceiros da “geringonça” unidas numa mesma luta para que os enfermeiros “percam o apoio da opinião pública”.

Entre nós, as fake news passam por aí, por notícias e boatos colocados a circular a partir de fontes oficiais que se escondem no anonimato, enquanto articulistas de referência apresentam como “opinião” o que não passa de outra coisa. Para que tudo continue com dantes."


in público online...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

pela sua saúde...


SEGURANÇA ALIMENTAR | DIETAS E EMAGRECIMENTO | VINHO | SEGURO DE SAÚDE | DOENÇAS | HOSPITAIS
mulher em casa a tomar chá para a gripe
Tratar a gripe: medicamentos e soluções caseiras
A canja de galinha ajuda a descongestionar. Evite os antigripais: como têm vários princípios ativos, o risco de efeitos adversos é maior, sem aumentar a eficácia.
Ler dicas
Está a comer açúcar, sal ou gordura a mais?
Homem no supermercado, a ler o rótulo de um frasco de comida.
Se não sabe o que compõe cada alimento, use a nossa calculadora e descubra a composição nutricional de vários produtos alimentares.
Ir para a calculadora
Hospitais: estudo inédito retrata experiência dos utentes
utentes hospitais
Os portugueses dizem terem vivido boas experiências nos hospitais, mas criticam o tempo de espera até serem atendidos, o ruído e a alimentação.
Ver resultados do estudo
Tratamento nas termas pode ser comparticipado
senhora a fazer um tratamento médico em termas
O Estado volta a comparticipar os tratamentos termais que os médicos de família do Serviço Nacional de Saúde prescrevam em 2019.
Como obter os apoios
Cogumelos: como escolher, conservar e confecionar
cogumelos recheados
A intoxicação por cogumelos não é uma situação rara. Explicamos como identificar os sintomas e o que fazer em caso de urgência.
Continuar a ler



via mensagem da deco...

sábado, 5 de janeiro de 2019

[educação] dos documentos que quase ninguém lê, este e muitos outros, anteriores...

para consulta, dado ser um documento actualizado mas existem muitos outros que foram sendo publicados a longo dos anos e podem ser encontrados por aí, em especial pelos meus 'sítios' e blogue...






comentário - 

desde que foram acabando com as equipas de cozinha nos refeitórios, com cozinheiros a sério e há muitos anos, que a qualidade das refeições tem vindo a degradar-se a ponto de haver 'queixas' quase diárias sobre as mesmas e estou só a referir-me a aspectos de confecção e qualidade dos produtos a uso...
na minha escola antiga escola comia-se (muito) bem e eu sou insuspeito pois nunca fui um frequentador assíduo do refeitório mas ia lá comer sabendo de antemão qual o prato do dia...
e não vou dizer que só em casa é que se come bem, pois isto é uma outra discussão bem mais profunda mas dou o exemplo actual da cantina do iscsp, onde frequentei variadas formações e mestrado, onde na maioria das vezes se comia 'lindamente' (há outros colegas professores das escolas públicas que o podem atestar).

dixit

[educação] da alimentação saudável...?






via mensagem e no dn online...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

[educação] divulgando...


Informações Gerais

A Direção-Geral de Educação promove, entre os dias 14 de janeiro a 4 de março, um MOOC (Massive Open Online Course).
Este curso pretende sensibilizar as escolas e a comunidade educativa para as questões da Cibersegurança e promover uma utilização crítica e segura da Internet, dos dispositivos móveis e dos ambientes virtuais.
Irá realizar-se, na Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa , de 10 a 12 de abril, a IV.ª Conferência Internacional de Investigação em Saúde.
As inscrições online já estão disponíveis.



via boletim do cirep...

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

[saúde] via deco...

SEGURANÇA ALIMENTAR | DIETAS E EMAGRECIMENTO | VINHO | SEGURO DE SAÚDE | DOENÇAS | HOSPITAIS
castanhas-assadas
Castanhas quentes, boas e nutritivas
Até fevereiro, é possível sentir o cheirinho das castanhas pelas ruas e também encontrá-las à venda no supermercado. Saboreie este fruto sem culpa, pois tem menos calorias do que outros.
Ver preços e calorias
Os melhores espumantes brancos até 5 euros
espumante
Comece a preparar a passagem de ano com a nossa seleção de espumante branco meio-seco aprovado com distinção no nosso teste.
Poupar em espumantes
Adolescentes, planeamento familiar e gravidez
planeamento familiar
É pai de um adolescente? Saiba em que situações é que eles são donos do próprio corpo e do próprio destino.
Como lidar com a situação
vacina gripe
Vacina contra a gripe: quem precisa, quando tomar e quanto custa
Os cidadãos a partir dos 65 anos podem vacinar-se gratuitamente no centro de saúde, sem receita médica. A oferta da vacina foi alargada a outros grupos.

Ler artigo



via mensagem da deco...

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

[saúde] das enxaquecas...





"Em Portugal cerca de dois milhões de pessoas sofrerão de enxaquecas e entre estes, há um grupo a quem a esta doença neurológica afecta de forma mais severa, quer pela intensidade das dores de cabeça quer pela frequência. A Sociedade Portuguesa de Cefaleias estima que sejam cerca de 700 mil as pessoas a sofrer de enxaquecas graves, ou seja com mais de quatro crises por mês. Esta semana vão ser apresentados os resultados de um estudo mundial que avaliou a carga da enxaqueca do ponto de vista do doente e que mostra que metade dos pacientes portugueses faltou em média 3,8 dias ao trabalho por causa das fortes dores de cabeça.

As estimativas da Sociedade Portuguesa de Cefaleias, sobre o número de doentes a sofrer de enxaquecas no país, têm por base uma tese de doutoramento apresentada em 1995 e que “é o único estudo em Portugal” sobre esta doença, explica Miguel Rodrigues, membro da comissão científica da Sociedade Portuguesa de Cefaleias. Apesar de os dados terem mais de 20 anos, o médico neurologista considera que “não sendo esta uma doença epidémica, não se espera que mude muito”, pelo que as percentagens manter-se-ão semelhantes.

A enxaqueca é uma doença neurológica crónica. Caracteriza-se por dores de cabeça intensas, que surgem acompanhadas de outros sintomas como “algum grau de intolerância à luz, aos barulhos, náuseas, eventualmente vómitos, incapacidade para fazer actividade física e incapacidade profissional e pessoal”, explica Miguel Rodrigues. É mais frequente nas mulheres do que nos homens, sendo que a questão hormonal é uma das justificações. As primeiras crises podem surgir na infância e na adolescência e há quem aos 80 anos ainda sofra com a doença.

“Todos nós poderíamos ter uma enxaqueca. Mas seja pela parte genética seja por factores do próprio ambiente, algumas pessoas, sem nenhum motivo desencadeante, têm regulamente este tipo de dor de cabeça. A causa é multifactorial e infelizmente não conseguimos prever quem vai ter enxaquecas, excepto por algumas coisas como ter história familiar”, refere o especialista.

No Congresso de Neurologia, que se realiza entre os dias 15 e 17 no Porto, vão ser apresentados os resultados portugueses do estudo mundial My Migraine Voice, que avaliou a carga da enxaqueca do ponto de vista do doente. Promovido pela European Migraine e Headache Alliance (EMHA), organismo que junta várias associações de doentes, e financiado pelo laboratório farmacêutico Novartis, o estudo inclui dados de mais de 11 mil doentes (com 18 ou mais anos) com pelo menos quatro dias com enxaqueca por mês, nos três meses anteriores à realização do inquérito.

O trabalho foi conduzido pela empresa de estudos de mercado GfK Health Switzerland. O desenho do estudo pré-determinou que 90% dos inquiridos tivessem feito pelo menos um tratamento preventivo e destes, 80% tivessem já mudado de tratamento uma ou mais vezes. Os dados foram recolhidos em 31 países, entre Setembro de 2017 e Fevereiro de 2018."




pode continuar a ler o(s) artigo(s) aqui.

in público em linha...

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

[educação] divulgando...


Informações Gerais

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT)  promove a sessão de lançamento da Campanha Regresso às Aulas, com a temática da Promoção da Segurança e Saúde em Meio Escolar, no dia 22 de outubro entre as 14.00h e as 17.30h, no Auditório do Pavilhão do Conhecimento no Parque das Nações, em Lisboa.
A Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) da Direção-Geral da Educação (DGE) promove, nos dias 9 e 10 de novembro, na Escola Básica e Secundária de Albufeira, o curso  “O trabalho colaborativo em diferentes contextos – Encontro Regional eTwinning”.
Destinado a todos os professores interessados em trabalho colaborativo entre escolas nacionais ou europeias através do Portal eTwinning, este evento gratuito é acreditado pelo CCPFC (15 horas).



via boletim do cirep...