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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

divulgando...

Informações Gerais

A Direção-Geral de Educação divulga as Orientações Curriculares para as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) no 1º Ciclo, documento que visa envolver um conjunto comum de competências de natureza multidisciplinar, criando contextos significativos articulados com componentes do currículo e com o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.
No dia 17 de Outubro realiza-se, em Tomar, a II Jornada PEDIME ”Parcerias para o desenvolvimento da Educação no Médio Tejo”.
O evento é promovido pelo Instituto Politécnico de Tomar e pelos Centros de Formação de Associação de Escolas de Médio Tejo e destacam-se temas como o Banco de Recursos Educativos Digitais ou o Observatório Intermunicipal da Educação e Experimenta + Ciência.





via boletim do cirep...

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

legislação [educação]... 官話... no dre...!

Diário da República n.º 198/2015, Série II de 2015-10-09 


Data de Publicação:2015-10-09
Data de Disponibilização:2015-10-09
Número:198
Série:II


Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Ministro 

Homologa as Orientações Curriculares da disciplina de Mandarim como Língua Estrangeira III no currículo dos Cursos Científico-Humanísticos do ensino secundário a partir do ano letivo de 2015/2016

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

legislação... normas para a criação de teip de terceira geração [muita inovação por aqui vai...!]... via dre...!

despacho normativo 20 2012_ de 03 outubro_normas orientadores para a constituição de teip de terceira geração

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

opinião... (d)o analfabetismo das coisas... de carlos botelho... via cachimbo de magritte...!

"Durante semanas, foram, deliberadamente, deixadas suspensas dezenas de milhar de pessoas - com famílias, muitos com cinquenta ou mais anos, sem terem como saber onde serviriam no ano lectivo seguinte. Depois de terem ensinado tanta gente durante anos. Um secretário de estado, como que encolhendo os ombros, limitou-se a dizer, na altura, que talvez ficassem a saber do seu destino três semanas depois. Ou, acrescentou generoso, talvez mais tarde. Hoje, muitos, com mais turmas e sobrelotadas, estão deslocados a não poucos quilómetros de casa. Não custa imaginar uma professora de cinquenta e cinco anos, conduzindo todos os dias dezenas de quilómetros engarrafados, para dar aulas, que preparou, a quatro ou cinco turmas de trinta alunos, quando, um ano antes leccionava três ou quatro turmas mais pequenas. Pelo contrário, os docentes mais novos, note-se, estão dotados com menos tempos lectivos ou, pura e simplesmente, não estão sequer colocados. É difícil encontrar algum senso nisto. A não ser, talvez, o de tornar a vida profissional dos docentes mais velhos tão custosa, que, brutalmente, os empurre para aposentações antecipadas. Tudo isto, como sabemos, é antropologicamente possível. A não ser que creiamos piamente serem os governos integralmente constituídos por anjos não caídos.

 Os professores foram tratados como reses. Só que, desta vez, tudo se passa como se o gado estivesse, afinal, do outro lado. Numa espécie de inversão antropológica, são os bois - incapazes de ver palácios - que estão encurralando os homens e não o contrário.

Os que, colando-se patrioticamente ao governo, vão clamando o estribilho simplista (mas eficaz, claro) de "a Escola servir para os alunos e não para os professores" (como se essa oposição tivesse uma existência mais do que retórica...), esses deveriam parar para pensar e interrogar-se que serviço presta aos alunos todo este processo abjecto.

É ainda mais... interessante que tudo isto, a saber, todo este destrato de dezenas de milhar de licenciados experientes, seja praticado por um governo que alberga no seu interior uma personagem civicamente homuncular, que, tendo pastado inúmeras "equivalências" algures, para nossa vergonha, se vai passeando ufano e tem ainda o descaramento esbofeteável de dizer nas nossas barbas que "norteia a vida pela procura do conhecimento permanente"."

para ler toda a entrada... aqui.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

notícia... que de novidade nada traz [dos equívocos cráticos]... e o 'pessoal' que se amanhe... no cm...!

"As novas disciplinas de Educação Visual (EV) e Educação Tecnológica (ET) do 2º ciclo, que resultaram do desmembramento de Educação Visual e Tecnológica (EVT), não vão ter programas próprios e terão de basear-se nos programas de EVT.

Questionado pelo CM, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) revelou que "tal como anteriormente os professores faziam a separação de conteú-dos e actividades de EV e de ET a partir das orientações curriculares publicadas, irão continuar a fazê-lo". A tutela sublinha que "na ausência de programas individualizados de Educação Visual e de Educação Tecnológica, os professores devem apropriar as orientações curriculares anteriormente produzidas, cotejando-as com as novas metas curriculares".

Segundo o MEC, estas disciplinas "propiciam uma gran-de liberdade de concretiza-ção", tendo os professores "uma grande autonomia".

A falta de programas tinha sido muito criticada pela Associação de Professores de Educação Visual e Tecnológica (APEVT). Num parecer sobre a proposta de metas curriculares apresentada pela tutela, a associação defendeu que a mesma revela "uma falta de respeito pela dignidade pessoal e profissional dos professores". A APEVT considerou que a forma como a tutela conduziu o processo revela "irresponsabilidade institucional, social e educativa", sendo um sintoma "do caos organizacional e educativo que vivem as escolas".

De resto, todas as propostas de metas mereceram pareceres muito críticos das respectivas associações de professores. O MEC frisou que "no início de Agosto apresentará a versão final das metas curriculares, incorporando os contributos considerados pertinentes" e lembrou que "no próximo ano lectivo, as metas são fortemente recomendadas"."