Mostrar mensagens com a etiqueta profissão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta profissão. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 31 de julho de 2015

legislação [geral]... bancos e amas... no dre...!

Diário da República n.º 148/2015, Série I de 2015-07-31



Ministério das Finanças 

Procede à trigésima sétima alteração ao Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 298/92, de 31 de dezembro
 
Ministérios das Finanças e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social 

Regulamenta o seguro obrigatório de acidentes pessoais das crianças em ama
 
Ministério dos Negócios Estrangeiros 

Procede à extinção, por fusão, do Instituto de Investigação Científica e Tropical, I. P., e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 103/2012, de 16 de maio, que aprova a orgânica da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas 

domingo, 30 de novembro de 2014

coisas da educação... é acabar de vez com eles...!


no de rerum natura, nas palavras de helena damião...

"Sem recuar muito no tempo, encontramo-lo:

- nos "pacotes didácticos à-prova-de-professor", "inventados", nos anos sessenta, nos Estados Unidos da América e difundidos com grande rapidez por vários países;
 
- nas velhinhas "máquinas de ensinar" e, depois, no "ensino assistido por computador";
 
- nos actuais manuais escolares, que, quais "pacotes didácticos", incluem tudo o que é preciso para aprender;
 
- agora, nos novos equipamentos que são os computadores portáteis, os quadros interactivos, etc.

E, repare bem o leitor: todas estas alternativas que, com a apregoada supremacia de recursos - os quais, dependendo da época, podem ser em papel ou digitais - afastam o professor da sua função de ensinar, são acompanhados da promessa de sucesso educativo garantido.

Note a subtileza do que se encontra implícito no artigo de onde retirei a imagem (aqui): se mantivermos o professor (apenas e só) como intermediário entre os recursos e os alunos, se ele deixar de ser verdadeiramente professor, todos os alunos aprenderão tudo. Assim teremos o céu na terra!

É lamentável que uma sociedade aceite esta ideia e a confirme.
É lamentável que cientistas, tão eruditos como os que se referem na notícia do jornal a que me refiro e muitos outros que tenho ouvido, a promovam.
E, mais lamentável é que haja escolas e professores estejam alinhados por ela e ajam de acordo com ela.

Sociedade, cientistas, escolas, professores, toda a gente deveria perceber que o professor é um profissional intelectual cujo mandato é ensinar. 

Isto significa que, face às directrizes e orientações da tutela e da escola, tem por dever filtrar e organizar o conhecimento, aferir os objectivos e dar-lhes sentido, seleccionar os métodos e os recursos que comprovadamente são mais adequados à aprendizagem...

Este trabalho - sim é um trabalho -, que requer uma enorme competência, precisa de ser feito para todas as disciplinas e/ou temáticas que lecciona, tendo em conta, sobretudo, as turmas, os grupos de alunos e os alunos individualmente.

Um professor é um decisor: alguém que, a partir do que se encontra determinado superiormente, tem a obrigação de escolher, em liberdade e com sentido de responsabilidade, de entre as possibilidades de acção aquela que, num determinado momento, se afigura mais adequada na concretização do que é o Bem em termos de educação formal.

Negar-se esta faceta ao professor, que é a matriz da sua função, é negar a sua existência.
 
Mais honesto seria acabar-se, de vez, com esta profissão!"

 

aqui.

terça-feira, 31 de julho de 2012

educação... professor [educador] é uma profissão...? [via discussão] lá por terras de sua majestade...!

"Michael Gove's announcement that Qualified Teacher Status will no longer be required to teach in academy schools will do nothing to reassure people that he has doubts about teaching being a profession

Michael Gove's recent announcement that Qualified Teacher Status (QTS) will no longer be required to teach in academy schools will do nothing to reassure people that he has doubts about teaching being a profession. Indeed, he usually refers to it as a craft.

I was at a party once and a fellow guest asked me what I did for a living. I answered: "By profession, I'm a teacher."

"Ah well, teaching isn't a profession." he replied. When I asked him why he held that view he said: "Because teachers are prepared to go on strike. Members of real professions don't go on strike."

By any standards, that's a pretty narrow definition of a profession. But I do ask this question of all the new teachers I meet: "Is teaching a profession?"

Most say "Yes, of course!" but then I ask them to define "a profession" and how it is different from any other kind of job. Then I get a wide variety of responses. For example, some say: "Professions like teaching are usually respected, trusted and are expected to be role models." Others add that to enter a profession "usually requires education, training, qualifications, commitment, dedication and even passion". Some demur and say: "Ok, but that definition can include electricians, hairdressers and car mechanics too".

I agree with that, at least to a point. My car mechanic probably has all those attributes - he certainly has passion for cars and seems very dedicated to my satisfaction as a customer.

But I wonder whether as a member of the public and particularly as a parent, I would expect the same things from an electrician, plumber, hairdresser or car mechanic as I would from a doctor, solicitor or my child's teacher?

And that's where I realise I do expect something different.

For example, I know for a fact that my car mechanic has no qualifications in car mechanics though he's been mending my car for years and he's brilliant at it. To be honest with you, it doesn't bother me that he hasn't, he's a great car mechanic and does a really good job mending my car at a good price."

para ler o resto...aqui.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

professores... estados de espírito [de 'revolta', diria eu... e tal como cá]... e expectativas na profissão...!

"We heard a lot last month about the MetLife Survey of the American Teacher. It showed that teachers across the nation are demoralized and that their job satisfaction has dropped precipitously since 2009. The proportion thinking of leaving teaching has gone from 17 percent to 29 percent, a 70 percent increase in only two years. If this is accurate, it would mean the exit of one million teachers. I hope it is not true. 

What has happened in the past two years? Let’s see: Race to the Top promoted the idea that teachers should be evaluated by the test scores of their students; “ Waiting for Superman ” portrayed teachers as the singular cause of low student test scores; many states, including Wisconsin, Florida, Louisiana, Michigan, Indiana, and Ohio have passed anti-teacher legislation, reducing or eliminating teachers’ rights to due process and their right to bargain collectively; the Obama administration insists that schools can be “turned around” by firing some or all of the staff.

These events have combined to produce a rising tide of public hostility to educators, as well as the unfounded beliefs that schools alone can end poverty and can produce 100 percent proficiency and 100 percent graduation rates if only “failing schools” are closed, “bad” educators are dismissed, and “effective” teachers get bonuses. 

Is it any wonder that teachers and principals are demoralized?"

aqui.

quarta-feira, 14 de março de 2012

a profissão de 'professor'... estará 'morta'...?

"One big problem with the debate on education reform is the tendency to trample nuance and force people into two exclusive and competing categories: reform versus status quo. The reform camp on one side is pushing a very specific vision of change in education based on a particular ideology. Those on the other side, typically classroom teachers and their oft-criticized unions, possess their own ideologies. Yet, they are erroneously tagged as pro status quo only because of resistance to the prevailing reformers' arguments. And status quo is used as a derogatory term in the reform debate. 

In reality, solutions likely rest in those in-between spaces, which is suggested by the first part of Said's above quote. Teachers are reluctant to participate in reform debates because any resistance is mistakenly viewed as outright revolt. Although, teachers don't seem too shy with lodging complaints in staff lounges and workrooms about testing, lack of resources, or parental support, for example. When the rare opportunity to speak truth to power arrives, all we hear are crickets."

aqui.