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quinta-feira, 6 de setembro de 2018
a ler para discutir a coisa...
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Arq. Luiz Crespo de Carvalho
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
a começar o dia... cauteloso...!
"As câmaras que temos nos nossos computadores são ferramentas essenciais
nos agitados dias de trabalho e também nos proporcionam formas de
contacto directas com aqueles que nos são queridos. Mas se as queremos
usar..."
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Arq. Luiz Crespo de Carvalho
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10:30 da manhã
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015
modas, tendências, interdependências ou dependências das novidades tecnológicas... ou o mundo maravilhoso da ficção científica...?
2
tek
by (none)
/
3h
"Os carros voadores não estão para breve, mas longe de isso querer
dizer que 2016 não vai ter avanços tecnológicos interessantes quanto
baste. Os peritos dos laboratórios de investigação da Microsoft têm uns
quantos palpites para oferecer.
As previsões para o futuro nunca
são fáceis de fazer e mais complicadas ainda quando envolvem tecnologia,
mas os cientistas e engenheiros de topo da Microsoft Research saberão
com certeza do que falam numa antologia acabada de publicar.
O
documento reúne um conjunto variado de previsões para 2016, um ano que
representa um marco na existência daquela unidade da gigante da
informática, por assinalar o seu 25º aniversário desde que foi criada,
em 1991.
Das novas tecnologias de processamento aos assistentes
virtuais cada vez mais participativos, conheça alguns dos avanços
tecnológicos que os peritos da Microsoft antecipam para o próximo ano,
na seleção que lhe apresentamos a seguir.
O conjunto de previsões completo, que também antecipa tendências para 2026, pode ser visto nesta página online."
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Arq. Luiz Crespo de Carvalho
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sexta-feira, 23 de outubro de 2015
ilustração... um geek (?)... de [desconheço o autor]...!
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Arq. Luiz Crespo de Carvalho
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
coisas da educação [que não são novidade para mim, há muito...]... no com regras... uma entrevista...!
Os alunos do Agrupamento de Escolas de Carcavelos usam os telemóveis nas aulas – Entrevista exclusiva!by Alexandre Henriques |
No passado dia 24 de setembro, foi notícia a permissão sobre o uso do telemóvel durante as aulas no Agrupamento de Escolas de Carcavelos. O ComRegras
quis saber mais sobre esta iniciativa e por isso fizemos algumas
perguntas ao Diretor Adelino Calado que amavelmente nos respondeu.
Entrevista ao Diretor Adelino Calado do Agrupamento de Escolas de Carcavelos
Recentemente
o vosso agrupamento foi notícia por permitirem a utilização do
telemóvel como ferramenta de trabalho em contexto de sala de aula.
- O estatuto do aluno remete quatro alíneas, q), r), s) e t), no seu artigo 10.º “Deveres dos Alunos”, promovendo a não utilização do telemóvel. A vossa decisão de integrar o telemóvel tem fundamento legal?
Julgo
que não existe nenhuma ilegalidade, como poderá ser analisado face ao
que o Estatuto do Aluno determina, e ao que o Regulamento Interno do
Agrupamento prescreve:
Estatuto do Aluno (artigo 10º)
q)
Não transportar quaisquer materiais, equipamentos tecnológicos,
instrumentos ou engenhos passíveis de, objetivamente, perturbarem o
normal funcionamento das atividades letivas, ou poderem causar danos
físicos ou psicológicos aos alunos ou a qualquer outro membro da
comunidade educativa;
r)
Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, designadamente,
telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações informáticas, nos
locais onde decorram aulas ou outras atividades formativas ou reuniões
de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a
utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente
relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente
autorizada pelo professor ou pelo responsável pela direção ou supervisão
dos trabalhos ou atividades em curso;
s)
Não captar sons ou imagens, designadamente, de atividades letivas e não
letivas, sem autorização prévia dos professores, dos responsáveis pela
direção da escola ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso,
bem como, quando for o caso, de qualquer membro da comunidade escolar ou
educativa cuja imagem possa, ainda que involuntariamente, ficar
registada;
t)
Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamente, via Internet ou
através de outros meios de comunicação, sons ou imagens captados nos
momentos letivos e não letivos, sem autorização do diretor da escola;
REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO
Artigo 80.º - Equipamentos tecnológicos (telemóvel, tablet ou outro)
Quando
expressamente autorizado pelo professor/Direção/supervisor, o aluno tem
direito a usar equipamentos tecnológicos, de forma pedagógica e
responsável, em contexto de sala de aula ou de outras atividades
formativas, sempre que estes forem considerados como mais um instrumento
de trabalho, em situações como:
- usar como relógio;
- usar como agenda;
- utilizar como calculadora;
- consultar a internet e utilizar outras aplicações a propósito de conteúdos programáticos abordados em aula.
- Em que condições é que o telemóvel pode ser utilizado?
Quando
expressamente autorizado pelo professor/Direção/supervisor, o aluno tem
direito a usar equipamentos tecnológicos, de forma pedagógica e
responsável, em contexto de sala de aula ou de outras atividades
formativas, sempre que estes forem considerados como mais um instrumento
de trabalho
- A sua utilização é transversal a todas as turmas, ou está limitada a algumas?
A resposta anterior esclarece este ponto.
4.
Ao ver a notícia, muitos professores devem ter pensado que é impossível
os alunos não aproveitarem para enviar sms, jogar e afins. Isso
acontece(u)?
Curiosamente,
ou talvez não, estamos a 18 de outubro, e apenas se registou uma
situação numa turma de 8º ano ! Convém recordar que a escola Sede tem 66
turmas e cerca de 1900 aluno do 5º ao 12º ano.
Claro que a penalização desta situação foi entendida como uma falta muito grave.
- Foi estabelecida alguma consequência para o caso da utilização indevida do telemóvel para dissuadir o uso indevido do telemóvel?
Sendo
considerada uma falta muito grave, o aluno que comete a infracção é de
imediato confrontado com a situação, o respectivo encarregado de
educação é chamado à Escola e a suspensão das actividades letivas é
aplicada no momento.
- Que balanço faz desta medida?
Sendo
ainda prematuro avançarmos com conclusões muito completas, poderemos
afirmar que o objectivo central que perseguimos está a seguir o curso
que desejamos. Ou seja, proporcionar uma maior autonomia aos jovens e ao
mesmo tempo consciencializar todos para a exploração adequada de um
instrumento que apresenta muitas potencialidades.
- A escola aos poucos e poucos vai ficando cada vez mais tecnológica. Como imagina a escola do futuro? Ler mais deste artigo
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Arq. Luiz Crespo de Carvalho
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quinta-feira, 9 de julho de 2015
coisas da matemática... instrumentos de cálculo... no educare...!
no educare, em linha...
"Um ábaco pode ter várias formas e cores e remete para o contar pelos
dedos. É constituído por uma moldura com bastões ou arames paralelos
dispostos na vertical que correspondem às unidades, dezenas, centenas e
por aí fora, nos quais estão os elementos de contagem – habitualmente
bolas – que podem deslizar. Presume-se que tenha surgido no Oriente há
mais de cinco séculos. Este antigo instrumento de cálculo não passou de
moda. Pelo contrário. O ábaco é velhinho, mas é o centro das atenções de
um programa que nasceu na Malásia em 1993 e que, neste momento, é
aplicado em mais de 25 países dos cinco continentes.
A ideia do programa de desenvolvimento mental, desenhado para crianças dos 5 aos 13 anos de idade, é que o ábaco se entranhe na cabeça e os mais novos consigam fazer cálculos mentalmente sem recurso a máquinas de calcular, lápis ou papel. “Não é uma aula de Matemática. Temos muitas dinâmicas de aula para melhorar a atenção, a concentração, e estimular a criatividade e a memória visual e auditiva”, adianta Rosário González, uma das responsáveis pela implementação deste programa no nosso país. Não são aulas, mas sim momentos lúdicos em atividades extracurriculares que, no futuro, podem entrar no programa curricular de escolas que se interessem pelo modelo.
O programa Aloha Mental Arithmetic tem uma componente lúdica vincada. “O exercício com o ábaco já é um jogo. Trabalhamos as memórias e, por exemplo, recorremos a brincadeiras”, refere Rosário González. “Através do ábaco ensinamos as crianças a fazer cálculos. Trabalhamos o desenvolvimento mental com imagens de forma que visualizem mentalmente o ábaco e consigam fazer as operações, as contas, os cálculos”, acrescenta. O objetivo é, portanto, potenciar a inteligência dos alunos a partir de ferramentas básicas como o cálculo com ábaco, aritmética mental e jogos didáticos.
É um modelo com base num instrumento do passado, mas com os olhos postos no futuro. O programa ajuda a desenvolver diferentes competências que acompanham as crianças ao longo da vida ao melhorar a atenção e concentração, a orientação espacial, a memória fotográfica, a criatividade, a imaginação, a visualização. No final do programa, as crianças são capazes de fazer cálculos que envolvam até 17 algarismos sem utilizarem calculadora, nem lápis ou papel. No final, o aluno será capaz de chegar ao resultado da operação (25 + 368 + 670 - 847) x 48 : 16 + 7396 só com cálculo mental, só com ajuda do cérebro.
O ábaco é, portanto, usado na sua plenitude e o programa baseia-se muito no jogo para que a aprendizagem seja também um momento lúdico, divertido, além de interativo. E se há estudos que revelam que as crianças não aproveitam o potencial do hemisfério direito do cérebro, este modelo exercita os dois hemisférios em simultâneo para um maior rendimento da capacidade intelectual.
O Aloha Mental Arithmetic está agora em Portugal em vários centros de estudo e colégios do distrito do Porto. A estreia deste modelo aconteceu no ano letivo que agora termina e abrangeu perto de 100 crianças dessa região. Há dois ciclos definidos conforme as idades: o primeiro dos 5 aos 7 anos, o segundo dos 8 aos 13. No primeiro, os alunos aprendem os fundamentos do cálculo com o ábaco e a aritmética mental. Em dois anos e quatro níveis desenvolvem capacidades em matérias que dizem respeito a números. No segundo ciclo, desenvolve-se a prática de cálculo mental e estimula-se, ao máximo, as capacidades intelectuais. Há ainda as oficinas Aloha para quem frequenta ou não o programa. Tem quatro temas: criatividade, orientação espacial, imaginação e atenção e concentração. O super-herói John Neurón e o protagonista destes workshops que têm várias atividades na agenda como um laboratório de contos, séries visuais, labirintos, ou resolução de enigmas.
Um ano a aprender, um campeonato no final, um teste à rapidez em cálculo mental. O 1.º Campeonato Nacional de Cálculo Aloha Portugal realizou-se no Porto com mais de meia centena de alunos. As regras estavam estabelecidas. Cinco minutos, 70 operações aritméticas e um ábaco, o único instrumento permitido, além do cérebro naturalmente. Neste campeonato, não houve máquinas de calcular, nem meios tecnológicos. Apenas com as contas do ábaco, os participantes tinham de chegar aos resultados corretos de operações de cálculo algo complexas. Nesta 1.ª edição, participaram cerca de 200 pessoas, entre alunos, familiares, amigos e professores."
A ideia do programa de desenvolvimento mental, desenhado para crianças dos 5 aos 13 anos de idade, é que o ábaco se entranhe na cabeça e os mais novos consigam fazer cálculos mentalmente sem recurso a máquinas de calcular, lápis ou papel. “Não é uma aula de Matemática. Temos muitas dinâmicas de aula para melhorar a atenção, a concentração, e estimular a criatividade e a memória visual e auditiva”, adianta Rosário González, uma das responsáveis pela implementação deste programa no nosso país. Não são aulas, mas sim momentos lúdicos em atividades extracurriculares que, no futuro, podem entrar no programa curricular de escolas que se interessem pelo modelo.
O programa Aloha Mental Arithmetic tem uma componente lúdica vincada. “O exercício com o ábaco já é um jogo. Trabalhamos as memórias e, por exemplo, recorremos a brincadeiras”, refere Rosário González. “Através do ábaco ensinamos as crianças a fazer cálculos. Trabalhamos o desenvolvimento mental com imagens de forma que visualizem mentalmente o ábaco e consigam fazer as operações, as contas, os cálculos”, acrescenta. O objetivo é, portanto, potenciar a inteligência dos alunos a partir de ferramentas básicas como o cálculo com ábaco, aritmética mental e jogos didáticos.
É um modelo com base num instrumento do passado, mas com os olhos postos no futuro. O programa ajuda a desenvolver diferentes competências que acompanham as crianças ao longo da vida ao melhorar a atenção e concentração, a orientação espacial, a memória fotográfica, a criatividade, a imaginação, a visualização. No final do programa, as crianças são capazes de fazer cálculos que envolvam até 17 algarismos sem utilizarem calculadora, nem lápis ou papel. No final, o aluno será capaz de chegar ao resultado da operação (25 + 368 + 670 - 847) x 48 : 16 + 7396 só com cálculo mental, só com ajuda do cérebro.
O ábaco é, portanto, usado na sua plenitude e o programa baseia-se muito no jogo para que a aprendizagem seja também um momento lúdico, divertido, além de interativo. E se há estudos que revelam que as crianças não aproveitam o potencial do hemisfério direito do cérebro, este modelo exercita os dois hemisférios em simultâneo para um maior rendimento da capacidade intelectual.
O Aloha Mental Arithmetic está agora em Portugal em vários centros de estudo e colégios do distrito do Porto. A estreia deste modelo aconteceu no ano letivo que agora termina e abrangeu perto de 100 crianças dessa região. Há dois ciclos definidos conforme as idades: o primeiro dos 5 aos 7 anos, o segundo dos 8 aos 13. No primeiro, os alunos aprendem os fundamentos do cálculo com o ábaco e a aritmética mental. Em dois anos e quatro níveis desenvolvem capacidades em matérias que dizem respeito a números. No segundo ciclo, desenvolve-se a prática de cálculo mental e estimula-se, ao máximo, as capacidades intelectuais. Há ainda as oficinas Aloha para quem frequenta ou não o programa. Tem quatro temas: criatividade, orientação espacial, imaginação e atenção e concentração. O super-herói John Neurón e o protagonista destes workshops que têm várias atividades na agenda como um laboratório de contos, séries visuais, labirintos, ou resolução de enigmas.
Um ano a aprender, um campeonato no final, um teste à rapidez em cálculo mental. O 1.º Campeonato Nacional de Cálculo Aloha Portugal realizou-se no Porto com mais de meia centena de alunos. As regras estavam estabelecidas. Cinco minutos, 70 operações aritméticas e um ábaco, o único instrumento permitido, além do cérebro naturalmente. Neste campeonato, não houve máquinas de calcular, nem meios tecnológicos. Apenas com as contas do ábaco, os participantes tinham de chegar aos resultados corretos de operações de cálculo algo complexas. Nesta 1.ª edição, participaram cerca de 200 pessoas, entre alunos, familiares, amigos e professores."
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terça-feira, 30 de junho de 2015
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segunda-feira, 15 de junho de 2015
leituras [educação]... reflexões para explorar ao fim do dia...!
Table of Contents
Executive Summary
Schools
are learning hard lessons about the difficulties of putting in place
1-to-1 computing programs and digital curricula initiatives meant to
encourage innovation and fuel academic growth.
A
mountain of evidence indicates that educators have been painfully slow
to use technology to change and improve the ways they teach.
Schools
wrestle with whether to use an eclectic mix of devices or to rely
heavily on one type of technology to build their 1-to-1 computing
programs.
Errors by districts rolling out device initiatives are serving as warnings for education leaders implementing new programs.
The
advent of this “modular” delivery option for digital content has major
implications for the education publishing industry and for school
districts themselves.
School
districts are putting technology experts at the head of the table in
the labor-intensive process of choosing curricula for common-core
instruction.
A
pair of K-12 systems in Washington state have devoted a lot of time and
money to adopting open educational resources, efforts they believe will
pay off.
Social
and educational priorities are oftentimes at odds when students use
digital tools outside of school, prompting many parents to keep a closer
eye on such use.
• Audio Slideshow: Teens, Tech, and Homework Habits
While
some school officials still fear ‘bring-your-own-device’ efforts will
disrupt learning, others say the eclectic mix of technologies is proving
to be effective.
via edweek...
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terça-feira, 9 de junho de 2015
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014
coisas da educação... inovação e utilidade em movimento...!
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