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segunda-feira, 6 de julho de 2015

informações [educação]... segurança e saúde no trabalho [inquérito]... via fne...!

II Inquérito Europeu sobre Riscos Novos e Emergentes

2015-06-26


II Inquérito Europeu sobre Riscos Novos e Emergentes


A Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA) lançou o Segundo Inquérito Europeu às Empresas sobre Riscos Novos e Emergentes (ESENER-2), que questiona os «que mais sabem» sobre segurança e saúde nas empresas relativamente à forma como os riscos para a segurança e saúde são geridos nos seus locais de trabalho, com especial destaque para os riscos psicossociais, ou seja, o stresse, a violência e o assédio relacionados com o trabalho. Foi objeto de inquérito um total de 49 320 empresas - de todos os setores de atividade e empregando pelo menos cinco trabalhadores - nos 36 países abrangidos: a UE-28, bem como a Albânia, a Islândia, o Montenegro, a antiga República jugoslava da Macedónia, a Sérvia, a Turquia, a Noruega e a Suíça.

Com a intenção de aprofundar esta informação e desenvolvido com o apoio dos governos e dos parceiros sociais a nível europeu, o ESENER-2 tem como objetivo ajudar os locais de trabalho em toda a Europa através de uma melhor compreensão das suas necessidades de apoio e de competências especializadas, bem como da identificação dos fatores que incentivam ou dificultam a ação.

Para uma análise mais aprofundada sobre o teor e as principais conclusões deste estudo clique AQUI

terça-feira, 16 de junho de 2015

olha, e eu que não acreditava em bruxas...

Portugal em 5º lugar entre os 38 países mais corruptos



Portugal em 5º lugar entre os 38 países mais corruptos


via sapo, agora mesmo...


"Um inquérito da consultora Ernst & Young sobre fraude e corrupção em 38 países coloca Portugal na quinta posição dos mais corruptos, a seguir à Croácia, Quénia, Eslovénia e Sérvia, e antes da índia e Ucrânia.

Dos trabalhadores portugueses inquiridos - de um universo de 3.800 entrevistados, de 38 países da Europa Ocidental e de Leste e do Médio Oriente, Índia e África - 83% concordam que as práticas de suborno/corrupção acontecem de uma forma generalizada em Portugal.

Na Croácia são 92% dos entrevistados que têm essa crença, sendo o país com pior resultado, enquanto na Bélgica são 34%, na Alemanha 26% e na Finlândia 11%, sendo a Dinamarca o país com melhor desempenho no inquérito, com apenas 4% dos inquiridos nacionais a defender que as práticas de suborno e corrupção são generalizadas.

"No último ano e meio, Portugal tem sido fustigado por casos de corrupção. Por isso, os entrevistados terão mais propensão para responder positivamente" a questões relacionadas com corrupção e fraude, afirmou Pedro Cunha, da Ernst & Young, na apresentação dos resultados do inquérito, hoje em Lisboa.

Dos inquiridos em Portugal, 61% consideram que existiu uma distorção de resultados financeiros das empresas e apenas 28% consideram a ética empresarial da sua organização como "muito boa".

Contudo, 25% dos inquiridos em Portugal acredita ter existido uma melhoria na ética empresarial da sua empresa nos últimos dois anos.

O sector financeiro destaca-se no estudo, e não só em Portugal, como aquele em que a ética é mais salvaguardada do que noutros sectores económicos, mas devido às exigências impostas pelo regulador, um papel em Portugal assumido pelo Banco de Portugal.


Os entrevistados do sector dos serviços financeiros apresentam uma probabilidade quase 50% superior do que outros entrevistados de referir que as respectivas organizações dispõem de uma politica de prevenção da fraude e corrupção e de um código de conduta."

no diário económico em linha...


daí o resultado da sondagem sobre os bancos...?

o resultado de perguntas capciosas...?

sábado, 23 de maio de 2015

à atenção dos professores.... educação e tic [participe]... via fne...!

Inquérito online sobre acesso a conteúdos digitais

2015-05-21
Inquérito online sobre acesso a conteúdos digitais

A maioria dos alunos e professores europeus acedem a trabalhos que estão disponíveis em formato digital (textos digitais, gravações de áudio, vídeos, software e outros) nas suas atividades de aprendizagem e ensino. Esses documentos são utilizados na sala de aula, em casa e na aprendizagem à distância.

Alguns desses documentos estão protegidos pelos direitos de autor e muitas vezes são de difícil acesso e utilização. A Comissão Europeia está interessada em saber quais são os tipos de trabalho mais utilizados no quotidiano das atividades de aprendizagem e ensino, a forma como acedidos a estes documentos e quais as restrições, obstáculos e incertezas com que se confrontam estudantes e professores.

Para o efeito tem disponível um inquérito online que deverá ser respondido por todos aqueles que de alguma forma acedem a conteúdos em formato digital. O inquérito é curto e pode ser respondido em poucos minutos. Está disponível em várias línguas e para responder basta aceder através deste link:


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

informações [educação]... filosofia e olimpíadas, tic e inquérito... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

IV Olimpíadas Nacionais de Filosofia

A PROSOFOS, Associação para a Promoção da Filosofia, organiza as IV Olimpíadas Nacionais de Filosofia, que terão lugar na Escola Secundária de Montemor-o-Novo, nos dias 17 e 18 de abril de 2015. Este evento destina-se a apurar os/as alunos/as representantes de Portugal nas XXIII Olimpíadas Internacionais de Filosofia, a realizar em Tartu, na Estónia, entre 14 e 18 de maio de 2015.

Esta atividade visa desenvolver o gosto pela reflexão acerca de questões e desafios que se colocam à humanidade, incentivando o intercâmbio de ideias e proporcionando oportunidades para o exercício do pensamento criativo.

As inscrições estão abertas até 6 de março de 2015.


Inquérito aos assessores de TIC – 2015

A rede europeia dos Ministérios de Educação, European Schoolnet, está a realizar um inquérito aos assessores de tecnologias de informação e comunicação (TIC) das escolas, de modo a aferir as suas necessidades futuras de formação.

Esta ação visa a criação de uma eventual iniciativa europeia para cursos em regime de e-learning que tenham como objetivo o desenvolvimento profissional dos assessores de TIC das escolas. Esta ação tem ainda por base a constatação de que, no apoio às suas atividades, as escolas precisam cada vez mais de profissionais de TIC experientes.

O inquérito destina-se apenas aos profissionais que, nas escolas, supervisionem o desenvolvimento técnico e a implementação das TIC, prestando, por exemplo, apoio aos professores, administrando a rede (e possivelmente o ambiente virtual de aprendizagem), gerindo os dispositivos na escola e tratando de questões de segurança. O prazo de preenchimento do inquérito decorre até 23 de fevereiro de 2015.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

curiosidades [educação]... os professores portugueses são os 'bonzos' da educação [para além de pau para toda a obra]...?


no expresso diário...



"O mal é geral na Europa e os números chegam a ser “chocantes”, nas palavras de um responsável da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), que hoje divulgou aquele que é o maior inquérito internacional sobre as condições de trabalho dos docentes. Ser professor já teve mesmo melhores dias, pelo menos a julgar pela opinião dos próprios: 70% dos inquiridos neste estudo consideram que a sua profissão não é valorizada pela sociedade. Em Portugal, o valor ronda os 90%.

 

Há países e economias, entre os 34 participantes na segunda edição do Teacher and Learning International Survey (TALIS), em que a desvalorização é ainda maior. É o caso de França ou Suécia, onde a situação pode vir a ter graves repercussões na atractibilidade da profissão. E o que o estudo mostra também é que não é só a distância geográfica que separa países europeus e asiáticos.

Na Malásia, por exemplo, 84% dos professores sentem que a sua profissão é valorizada pela sociedade. Na Coreia e em Singapura as percentagens superam os 60%. Na Europa, só na Finlândia, que é reconhecida pelos excelentes resultados educativos dos seus alunos, há mais de metade de professores a responderem o mesmo.

“Precisamos de atrair os melhores para a profissão. Os professores são a chave na economia do conhecimento, em que uma boa educação é a base essencial para o sucesso futuro das crianças”, alertou Andreas Schleicher, diretor da OCDE para a Educação, durante a apresentação do estudo que envolveu mais de 100 mil professores e diretores. Em Portugal, participaram 185 escolas e quase quatro mil docentes do 3º ciclo do básico (do 7.º ao 9.º ano).

Ao longo de mais de 400 páginas, compara-se o perfil dos professores, as suas condições de trabalho, dificuldades e realização pessoal. No caso de Portugal, há alguns aspetos em que os docentes parecem ter mais razões de queixa. Ou assim relatam. Por exemplo, no capítulo da disciplina. 

Indisciplinados e atrasados

Numa aula normal, os professores portugueses perdem em média um quarto do tempo a manter a ordem na sala e a realizar tarefas administrativas. É um dos valores mais altos da OCDE (e da Europa em particular, só superado por dois países), sobretudo por causa do tempo que os docentes dizem gastar em sossegar os alunos: 15,7%, contra uma média de 12,7%.No final, o tempo realmente dedicado a ensinar fica nos 75%. 


Outros números confirmam que este é um dos aspetos que acaba por perturbar mais o exercício da profissão: quatro em cada dez dizem que quando as aulas começam têm de “esperar bastante tempo até que os alunos acalmem”, tantos quantos os que afirmam “perder um tempo considerável por causa das interrupções dos estudantes durante as aulas”. Tudo somado, um terço considera que “há demasiado barulho e perturbação na sala”. Todas estas respostas superam em muito as médias registadas na OCDE. 

Os atrasos sistemáticos — mais dos alunos mas também dos professores — também aparecem como fatores que perturbam a rotina das escolas. Mas de metade (58%) dos diretores dizem que os alunos chegam atrasados pelo menos uma vez por semana e um em cada cinco afirmam que o mesmo acontece com os professores (a média da OCDE fica nos 11%)."


para ler o resto do artigo... aqui.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

de um questionário... para 'profissionais' da educação [quais ?... fiquei na dúvida... e não respondi, depois de ler]... e atentem nos patrocínios...!

cabeçalho do questionário:

"Profissionais da educação

Tendo a educação como pilar essencial na construção equilibrada de uma sociedade responsável e consciente, torna-se importante uma constante atenção e percepção do mercado já existente, para que a inovação e desenvolvimento dos recursos promovam a aprendizagem significativa.


Desta forma, o presente questionário pretende perceber as dificuldades e necessidades sentidas pelos profissionais no que concerne à selecção, aquisição e utilização de recursos pedagógicos.


Não existem respostas certas ou erradas, o que se pretende é simplesmente obter a sua opinião. Procure responder a todas as questões.

Os dados recolhidos são confidenciais e anónimos, exclusivamente utilizados para análise estatística, no contexto do objecto de estudo.

*Obrigatório"

será que dá para entender que este questionário não é para docentes [quer do público quer do privado]...?

costumo ler os ditos antes de começar a responder... pois podem não ser especificamente da área ou da profissionalidade docente...

quem puder e quiser participar, deixo a ligação... aqui.

vejamos agora um excerto [a parte final] do dito questionário:

"Em média, que orçamento disponibiliza anualmente para aquisição de recursos pedagógicos? *


... [há aqui uma pergunta intermédia: Como avaliaria a possibilidade de alugar os seus recursos pedagógicos? *]...


"Em caso de ter respondido positivamente à questão anterior, especifique a probabilidade de utilizar os seguintes serviços:

Aluguer online
Aluguer por catálogo
Aluguer in loco