Mostrar mensagens com a etiqueta perguntas inconvenientes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta perguntas inconvenientes. Mostrar todas as mensagens

sábado, 27 de setembro de 2014

ora toma lá... 'perguntas subterrâneas ao sub-director sobre os sub-critérios'...!

"Estive a ler a nota informativa do Senhor Subdirector Geral da DGAE e as milhares de páginas de subcritérios que publicou no site. 
Tanto trabalho e tanta demora para este serviço atamancado….
Esperava-se que, agora que as notas informativas tem nome assinado, começassem a fazer mais sentido. A Senhora DGAE soava confusa e baralhada mas o Senhor Subdiretor não produz melhor impressão.
Chegados aqui tem de se concluir que o problema não é outro senão falta de pensamento e reforçar a impressão do dito popular de que o que torto nasce nunca se endireita….

O menu da nota….

            A nota dirige-se a 3 grupos: Candidatos que concorreram a mais do que um grupo de recrutamento, Candidatos que responderam ao subcritério “Anos letivos na lecionação da disciplina de Geometria Descritiva A”. E depois o grupo “Todos”. Uma espécie de diversos que mostra como se tenta disfarçar com este biombo que o problema é tudo e não só uma parte pequenina…. Embora ao centrar a nota nas respostas dos candidatos se deixe o maior problema de fora: as perguntas a que responderão e os raciocínios toscos de muitos subcritérios.
            Só esta ordenação de âmbitos, contida na nota, já evidencia como falta pensamento às operações de correção da BCE que, na verdade, não são nada de correção mas tão só de lançamento de nuvem de fumo ou, diria o povo, limpeza das mãos à parede….

Diz a nota que “alguns (!?) subcritérios da avaliação curricular não se apresentavam distinguidos na plataforma relativamente aos diferentes grupos de recrutamento, importando clarificar a situação.
Assim, informam-se os candidatos opositores a mais do que um grupo de recrutamento que tenham respondido a pelo menos um dos subcritérios que a seguir se identificam que deverão precisar as suas respostas, associando os subcritérios que se seguem aos grupos de recrutamento a que foram opositores.”
O Senhor Subdiretor Geral está muito preocupado com a clarificação da situação, que afinal criou, e com o facto de deverem os candidatos precisar as respostas. Curiosamente, se se preocupa com a clarificação das respostas, não o preocupa a clarificação das perguntas.
Aliás, o facto mais saliente dos milhares de páginas que publicou com os subcritérios é a falta de publicação das respostas possíveis aos subcritérios (a maioria com lista fechada), mesmo aqueles que, escritos num português macarrónico, não são claros ou precisos, como deve ser a formulação prévia de um concurso público para garantir igualdade dos candidatos.

E a clarificação da nota informativa ?

E nem precisava de ir muito longe para perceber este problema que escamoteia. Nos subcritérios que lista aos candidatos para clarificar exemplificam-se alguns dos problemas.
Por exemplo, que sentido faz ter um critério que diz apenas “Níveis lecionados”.
Qual é o conceito legal e inequívoco de Níveis? Mesmo que se descubra o que quer dizer nível nesta expressão, lecionados quando? Lecionar um dia vale quanto? E lecionar 4 anos? E como se gradua ou distribui a pontuação do subcritério, entre as múltiplas variações combinatórias dos ditos “níveis”, se se descobrir o que são?
Operações legais implicam definições legais.
O Senhor Subdiretor Geral com certeza foi consultado sobre a solução a dar a esta trapalhada toda. Se tivesse de explicar o que era o critério “graduação profissional” não precisava de puxar muito pela cabeça nem de inventar conceitos.
Mesmo quem não perceba nada disto descobre: há uma lei, muito bem escrita (porque a definição é bem idosa) que estipula inequivocamente e, para todos os que usam e escrevem o conceito, o que é.
Níveis não se sabe o que seja. Posso palpitar mas não conheço definição legal. E como isto vai gerar uma relação jurídica (como diria o nosso primeiro) convinha que os conceitos fossem sólidos."
 


de luís sottomaior braga...

para ler o resto da entrada... aqui.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

da educação... pergunta inocente [...?]... os homens são burros?... por francisco vieira sousa... no cm...!

"Há mais meninos que meninas a frequentar o ensino básico: 52% contra 48%.  

No secundário, o caso muda de figura, ou se preferirmos, de sexo: em cada 100 alunos, 55 são raparigas, ou seja, uma fatia generosa de rapazes perdeu-se para o abandono e insucesso escolares.

No ensino secundário, a razia masculina adensa-se e apenas 43 em cada 100 transições/conclusões são de rapazes, contra 57 de raparigas. O último acto da saga de insucesso masculino ocorre no ensino superior: no conjunto dos últimos 15 anos, apenas 36 em cada 100 diplomados, pouco mais que um terço, eram do sexo masculino.

Será que os homens deste país estão a embrutecer? David Chadwell, especialista em educação diferenciada por sexo, acha que não. Segundo este professor, em Portugal a convite dos Colégios Fomento, rapazes e raparigas aprendem de forma diferente e, em geral, os sistemas de ensino modernos favorecemo modo de aprendizagem feminino. Num sistema de ensino onde abundam os paladinos da igualdade, será que o tema não merece um pouco de atenção?"

quarta-feira, 4 de abril de 2012

da educação... burocracias e outros normativos 'papelares' [ou nem por isso]...? às vezes há perguntas que não se [podem fazer] fazem...!

"Enquanto pai, à parte a ralação e a ameaça de castigos mais ou menos eficazes, de pouco me adianta – e pouco me responsabiliza – saber que o meu filho teve nota 2 a Português. Não seria mais adequado darem-me um plano de leitura diária para cumprir com ele ao longo do 3º período? Mesmo que apenas um pai cumpra rigorosamente o referido plano, não valerá a pena tentar?"