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sábado, 2 de janeiro de 2016

horas de trabalho de um professor [sondagem]... vá lá e participe, que eu já cumpri a minha 'obrigação'...!

Sondagem da Semana | Os professores em média, quantas horas trabalham por semana?

by Alexandre Henriques

Na sequência do artigo A verdade sobre as "férias" dos professores, impõe-se uma sondagem sobre o número de horas que um professor trabalha em média por semana. Evidentemente que esta sondagem não é um estudo cientifico sobre o assunto. Ela servirá apenas para quantificar a sensação, que professores e outros terão sobre a carga laboral real ao longo de uma semana. Apesar de o nosso horário estar ainda nas 40 horas semanais, a alteração para as 35 horas semanais está para breve, por isso coloco-as como referência. Aliás, as 35 horas têm sido o padrão, pelo menos desde que eu sou professor.
Peço naturalmente honestidade na resposta.
[socialpoll id="2320719"]

no com regras...

domingo, 13 de setembro de 2015

havia de ser o bom e o bonito...!


no observador...


"Já todos tivemos a sensação de ir para o trabalho a “dormir em pé”, mas imagine que podia resolver isso com uma solução muito simples: acordar mais tarde. Quem o diz é Paul Kelley, investigador clínico na matéria do sono no Instituto de Neuro-ciência da Universidade de Oxford, citado pelo The Guardian. Num discurso no festival britânico da ciência, Kelley aconselha as escolas a escalonar o início do trabalho (ou seja, das aulas) com o ritmo biológico dos estudantes. Esta medida pode melhorar a perfomance cognitiva, os resultados dos exames e a saúde dos estudantes. Já a privação do sono pode estar relacionada com doenças como a diabetes, depressão, obesidade e com a debilidade do sistema imunitário.

Paul Kelley revelou, baseado num estudo realizado pelo próprio, que as crianças com idade a rondar os 10 anos têm um horário biológico de despertar que ronda as 6h30 da manhã, sendo que para os jovens com 16 anos este horário sobe para as 8h00 e aos 18 o despertar natural é às 9h00. Ou seja, as escolas convencionais começam a sua atividade de acordo com os horários adequados às crianças de 10 anos, mas não aos de 16 e 18 . “O despertador dos adolescentes tocar às 7 da manhã é o equivalente para um professor na casa dos 50 acordar às 4h30.”

Mas não são apenas os estudantes que podem beneficiar com um despertar mais tardio. O dia de trabalho devia ser aplicado de acordo com os nossos ritmos naturais. Ao descrever a média de horas de sono “perdidas por noite”, ou seja, o tempo que se dorme a menos do que se devia nos diferentes grupos etários, Kelley afirma que “entre os 14 e os 24 são mais de duas horas. Entre os 24 e os 30/35 é cerca uma hora e meia. Isto pode continuar até aos 55 onde tudo fica equilibrado outra vez. As pessoas com 10 anos de idade e com 55 têm horários naturais de sono iguais.”

Talvez seja por causa desta situação que o investigador afirma que o típico horário das nove às cinco é mantido pelos patrões, muitos deles na casa dos 50, porque “é melhor para eles”.  Assim, aqueles que têm cinquenta anos ou mais devem começar o trabalho às 8h00, enquanto os “trintões” às 10h00 e os estagiários adolescentes às 11h00. Kelley diz que esta sincronização de horários pode trazer “muitas consequências positivas.”

O lado positivo disto é que o desempenho das pessoas, a disposição e a saúde vão melhorar. Esta solução vai tornar as pessoas menos doentes e mais felizes e melhores naquilo que fazem.”

Depois de tanta explicação, Kelley esclareceu a que horas começa ele próprio a trabalhar: “Eu tenho 67 anos o que significa que voltei aos 10 anos de idade, e levanto-me pouco antes das seis. Eu acordo naturalmente”. E sim, o início do dia de trabalho é agora muito mais fácil do que quando Paul Kelley era mais novo."


nota:
saíu no dn um artigo sobre o mesmo assunto e a ele hei-de voltar...

sábado, 29 de agosto de 2015

leitura [educação]... lista das escolas com créditos horários...!

informações [educação]... créditos de horas das escolas, via comunicado do mec... via portal do governo...!

2015-08-23 às 18:56


MEC INFORMA ESCOLAS SOBRE OS VALORES DOS CRÉDITOS HORÁRIOS ADICIONAIS


Foram agora comunicados às escolas os valores dos créditos horários adicionais que lhes foram atribuídos de acordo com o sistema de incentivos à melhoria dos resultados escolares e da eficiência da gestão de recursos.
Desde 2012 que o Ministério da Educação e Ciência tem vindo a atribuir estes créditos como instrumento de apoio e incentivo, integrado num conjunto de medidas dedicadas a incrementar a qualidade do ensino, designadamente no que se refere à definição de orientações estratégicas adequadas, a uma boa gestão pedagógica e a uma correta utilização dos recursos. A análise dos resultados alcançados pelas escolas este ano mostra progressos significativos nos resultados dos alunos e na eficiência de gestão.
Este é mais um ano em que se concede crédito horário adicional às escolas que nesses critérios superaram patamares elevados de exigência, sendo de salientar progressos assinaláveis no que refere à melhoria de resultados nas provas e exames externos e na redução dos casos de alunos em situação de abandono ou de risco de abandono.  
A política de autonomia que ano após ano tem vindo a ser definida na organização do ano letivo tem permitido a cada escola concretizar os projetos e os apoios necessários que melhor se adaptam aos seus alunos. Para tal têm sido garantidas a todas as escolas um conjunto de horas de crédito horário semanal base, dependente da diversidade dos fatores próprios de cada uma e um conjunto de horas de crédito adicionais, que constituem o reconhecimento dos progressos e incentivos a maiores sucessos.
Esta política de créditos adicionais tem procurado garantir uma continuidade dos incentivos atribuídos às escolas, tendo por objetivo a qualidade do ensino e a melhoria dos resultados escolares. Assim, um crédito horário semanal adicional é atribuído em função de vários fatores: a capacidade de gestão dos recursos, a evolução dos resultados escolares, a aferição dos resultados internos com os externos, o sucesso escolar alcançado pelos alunos, a redução da percentagem de alunos em abandono, ou o risco de abandono escolar, que são decisivas para o seu apuramento. 
Sendo este o quarto ano de execução desta política, em que foram progressivamente estabelecidas alterações na organização do ano lectivo para que, no âmbito da sua autonomia, cada escola, de forma mais livre e mais responsável, tome as opções de organização curricular que melhor se adaptem às características dos seus alunos, o MEC regista com agrado o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em cada escola, tanto na gestão dos recursos, como na melhoria dos resultados escolares. 
As horas de crédito horário para o ano letivo 2015/2016 agora comunicadas às escolas resultam da análise da necessidade de horas para gestão (KxCAPg), de que as escolas foram informadas a 30 de junho, e da análise dos progressos obtidos, verificados para cada uma através dos indicadores de eficácia educativa (EFI) e de redução de alunos em abandono ou risco de abandono (RA), de que as escolas foram agora informadas. 
A parcela referente à gestão (KxCAPg) tem em conta indicadores de capacidade de gestão dos recursos docentes e o número de turmas, compensando as horas de redução da componente letiva por antiguidade.
Uma análise do indicador da capacidade de gestão dos recursos docentes mostra que 423 escolas usam pelo menos 99% das horas de que dispõem. Este número representa 52% do total de escolas denotando, tal como já se tinha verificado no ano passado, um aumento relativamente ao ano de 2014, onde essa percentagem foi de 48%. 
Para o próximo ano, através desta parcela do crédito identificaram-se 43 escolas que receberam mais de 88 horas (valor máximo estipulado nos despachos anteriores a 2012). Destas, 26 receberam mais de 110 horas, numa média de 152 horas, tendo uma delas atingido o valor máximo de 250 horas, fruto da conjugação de uma boa capacidade de gestão com o facto de terem um corpo docente relativamente jovem, com poucas horas de redução da componente letiva por antiguidade.
No que se refere à atribuição dos créditos EFI e RA, estas são componentes do crédito que resultam dos progressos obtidos em cada uma das escolas. Dependem de variáveis como a evolução dos resultados escolares, a aferição dos resultados internos com os externos, do sucesso escolar alcançado pelos alunos e da redução da percentagem de alunos em abandono ou em risco de abandono escolar. 
De notar que, logo no despacho normativo n.º 13/A/2012, de 5 de junho, houve a preocupação de incentivar o bom trabalho educativo em todos os níveis de escolaridade oferecidos pela escola. Assim, uma escola que tenha alunos a realizar exames tanto no ensino básico como no secundário terá uma majoração de crédito se conseguir superar os critérios definidos em ambos os níveis de ensino.
A fim de tornar público o trabalho das escolas no que se refere à sua eficácia educativa, identificam-se em anexo as listas das que superaram os critérios definidos no despacho n.º 10-A/2015, de 19 de junho, para a atribuição de crédito horário na componente eficácia educativa (EFI).



Lista de escolas com créditos Tipo: PDF, Peso: 345,98Kb

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

eu sou como s. tomé [para crer... só vendo]... 'escolas com piores resultados vão ter créditos horários'... via rtp...!

"Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário revelou, em entrevista à Antena 1, que a medida será alargada às escolas e agrupamentos que registem insucesso escolar significativo.

João Grancho disse, em entrevista à Antena 1, que as escolas com piores resultados vão poder receber créditos horários. O Ministério da Educação passa a atribuir este reforço a um conjunto de 80 escolas ou agrupamentos que tenham evidenciado dificuldades.

O secretário de Estado refere ainda que esta medida serve para apoiar "medidas que reforcem uma intervenção precoce" e que estes apoios devem "ir ao encontro das escolas com mais dificuldades ao nível do insucesso dos alunos".
A tutela dos créditos horários, atribuída desde 2011, era até então exclusiva às escolas e agrupamentos com melhores resultados."



Escolas com piores resultados vão ter créditos horários

terça-feira, 2 de setembro de 2014

coisas da educação... 'começar as aulas cedo não é bom para a saúde dos adolescentes' [esta é muito boa]...!


no i 'online'...



"Segundo a orientação, durante a puberdade o relógio biológico altera-se e o sono começa a chegar até duas horas mais tarde, o que significa que para a maioria será difícil deitarem-se antes das 23h.

Nos Estados Unidos, 40% das escolas começam as aulas antes das 8h, daí o alerta reforçado dos pediatras, que vêem nestes factores biológicos uma das razões de a maioria dos adolescentes não fazerem as 8,5 a 9,5 horas de sono recomendadas. Dão exemplos de escolas que adiaram o início das aulas com bons resultados. No caso de 18 mil alunos do secundário de Minneapolis, atrasar a entrada das 7h15 para as 8h40 traduziu-se em média em mais uma hora de sono. Já comparando as noites de 9 mil alunos do Colorado, do Wyoming e do Minnesota, concluiu-se que, entre os que entravam às 8h55, 66% dormiam mais de oito horas. Algo só conseguido por 33% dos que entravam às 7h30.

Jet-lag crónico Em Portugal as escolas têm autonomia para fixar horários. Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, admite que até às 8h30 já soou ou está a soar o primeiro toque na maioria das escolas públicas, mas algumas começam mais cedo, pelas 8h. A carga curricular e a necessidade de, por vezes, haver dois turnos porque os alunos não cabem todos na escola - hoje é menos habitual - faz com que as aulas no público comecem cedo. No privado não é diferente, havendo colégios a começar antes das 8h.

Além de pesar os meios da escola, ajustar os horários à rede de transporte e à vida dos pais acaba por ser uma das preocupações de quem organiza o ano, explica Manuel Pereira, lembrando também que a neuropsicologia defende que os jovens de manhã estão mais aptos para receber matéria. Teresa Paiva, especialista em sono, concorda que as aulas devem começar de manhã, mas podia ser um pouco mais tarde, pois está provada a "tendência noctívaga" nos adolescentes e o impacto que a carência de sono tem no seu bem-estar, com mais cansaço, ansiedade e comportamentos de risco. Mas o grande inimigo é o estilo de vida actual: "As redes sociais aumentaram essa tendência noctívaga e, por outro lado, mesmo havendo vantagens para a saúde dos filhos, os pais teriam de começar a trabalhar mais tarde, o que não parece praticável."

O resultado está à vista: em Portugal, como nos EUA, uma grande percentagem dos jovens não fazem oito horas de sono e saltar da cama para a escola envolve outros problemas. "Não tomam o pequeno-almoço ou só o tomam depois do intervalo", diz Teresa Paiva, defendendo que os pais devem impor regras que protejam a saúde dos filhos, mas também sensibilizá-los para a necessidade de descansar.

Mensagens erradas Se mudar os horários pode ser complicado, a médica diz-se mais preocupada com mensagens erradas que passam para os jovens. Um exemplo recente, aponta, surge numa campanha de regresso às aulas em que um rapper canta "passo a noite acordado e estou presente à hora do toque". Para a médica, estas afirmações deviam ser proibidas, pois contrariam a educação para a saúde que se tenta promover, por exemplo no projecto Sono Escolas, que lançou em 2009.

Por outro lado, alerta, é preciso moderar a forma que os jovens encontram para compensar a carência de sono durante a semana. Um dos problemas são as sestas depois da escola, já ao fim da tarde, que vão fazer que o sono à noite demore ainda mais a chegar. Já ao fim-de-semana, deitam-se de madrugada e dormem mais de dez horas. "Temos jovens em jet-lag crónico. Com esta diferença de sete horas no padrão de sono é como se fossem semanalmente a Nova Iorque." Também as actividades extracurriculares deviam ter mais limites, defende, sublinhando que noutros países os clubes terminam as actividades às 20h: "Cá há cada vez mais adolescentes com treinos até às 22h e às vezes só jantam depois dessa hora."

Que pensam eles com as aulas prestes a começar? Vai custar mas entra-se na rotina. Contudo, admitem que muitas vezes os professores têm de chamar a atenção e nada os acorda tão bem como um teste à primeira hora. "Geralmente fazem perguntas aos que estão mais a dormir", conta João, de 15 anos. Vai para o 10.o ano numa nova escola e, se até aqui entrava às 8h30, o toque vai passar a ser às 8h45. Uma benesse de 15 minutos que não espera que mude os horários de deitar: "Deito-me entre as 22h e as 00h. Já me deitei às 2h e já sei que quanto mais tarde pior."
Manuel, de 14 anos, entra às 8h30 mas chega a deitar-se de madrugada. Quando regressa a casa, antes de estudar, dorme uma hora e toma banho para de manhã só demorar cinco minutos. Por ele entrava às 10h. Mas o senão é fácil de prever e não agrada a nenhum: sair mais tarde. "Era preciso haver menos disciplinas", diz Nuno, de 15 anos, que entra às 8h mas, "às escondidas", nunca cumpre a hora de ir para a cama."
 
 
aqui.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

última hora [o comunicado do governo]... aquilo que aparenta ser uma gestão transparente e cristalina...!... mas onde está a lista das unidades orgânicas e os respectivos créditos [discrimindados]... para escrutínio...?

"MEC COMUNICA ÀS ESCOLAS AS HORAS DE CRÉDITO HORÁRIO PARA O ANO LETIVO 2014/2015

O Ministério da Educação e Ciência comunicou às escolas as horas de crédito horário para o ano letivo 2014/2015 que resultam dos progressos obtidos, verificados para cada uma através dos indicadores de eficácia educativa (EFI) e de redução de alunos em abandono ou risco de abandono (RA). O crédito atribuído por essas componentes aumenta este ano em 2750 horas. Mais 100 escolas recebem crédito, tendo duplicado o número das que o recebem este ano (31,9 %), em relação a 2013/2014.

Essas horas devem ser usadas em medidas que incrementem a continuidade da promoção do sucesso escolar em que cada estabelecimento de ensino tem investido. Destinam-se a atividades educativas que consolidem e aprofundem conhecimentos já adquiridos pelos alunos, à implementação de medidas de promoção do sucesso escolar e de combate ao abandono escolar, como o apoio a grupos de alunos - tanto no sentido de ultrapassar dificuldades de aprendizagem como de potenciar o desenvolvimento da mesma -, o reforço da carga curricular em disciplinas com menor sucesso, a coadjuvação, a concretização de ofertas complementares, o apoio a alunos ao primeiro sinal de dificuldades ou outras a definir tendo em conta as características da população escolar e do projeto educativo. Deixa-se ao critério dos órgãos da escola a aplicação das horas de crédito, a decisão sobre as atividades que melhor promovam o sucesso escolar dos alunos, bem como sobre os recursos humanos a afetar às mesmas, tendo por base critérios de melhoria da aprendizagem. O MEC tem vindo a apoiar as escolas neste sentido desde 2012, permitindo decidir com maior autonomia, maior flexibilidade e de forma mais adequada à organização das suas atividades letivas.

Para o apuramento do crédito horário semanal atribuído são decisivas variáveis como a evolução dos resultados escolares, a aferição dos resultados internos com os externos, o sucesso escolar alcançado pelos alunos e a redução da percentagem de alunos em abandono ou em risco de abandono escolar. Para 2014/2015, a componente relativa ao indicador de eficácia educativa (EFI), que tem em conta os resultados da avaliação sumativa interna e externa dos alunos, permitiu atribuir mais horas este ano (um total de 2930 horas) distribuídas por 200 escolas - mais 51 do que no ano anterior. Neste terceiro ano de apuramento do indicador de eficácia educativa foi possível identificar quatro agrupamentos de escolas que ao longo destes três anos se mantiveram no grupo de topo das 20% de escolas que mais evidenciaram melhoria nos resultados da avaliação sumativa externa (exames ou provas nacionais), tendo-lhes sido atribuído, de acordo com os critérios previstos, um crédito de 30 horas.

Para o apuramento de horas relativas ao indicador de redução de alunos em abandono ou em risco de abandono (RA), introduzido este ano através do Despacho de Organização do Ano Letivo, foi tida em conta a informação reportada pelas escolas quanto à situação em que ficaram os seus alunos no final dos anos letivos 2012/13 e 2013/14 (Transitou/concluiu, Retido, Transferido, Abandonou, Anulou matrícula, Excluído/Retido por faltas). Todos os alunos em alguma das três últimas situações contabilizaram para o cálculo da percentagem de alunos em Abandono/Risco de abandono. De acordo com os cálculos da Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, as 89 escolas que, tendo tido elevados níveis de abandono em 2012/13, os conseguiram reduzir para menos de metade em 2013/14, irão beneficiar de um total de 2670 horas de crédito horário através deste indicador. As escolas que preencheram as condições para obtenção deste crédito representam cerca de 25% das que têm tido níveis elevados de abandono, o que revela o seu crescente trabalho de investimento na aplicação de medidas para travar o abandono escolar. Uma maior autonomia na tomada de decisões pedagógicas refletiu-se assim na melhoria da qualidade do ensino e nos resultados escolares, principal objetivo da política educativa do governo.

Através da atribuição de horas de crédito, tem-se incentivado ao longo destes três anos, de forma gradual e coerente, a dar continuidade em cada escola aos projetos que melhor se adequam aos seus alunos.

Os progressos obtidos na melhoria dos resultados na aprendizagem dos alunos constituem um indicador basilar de que as medidas que têm sido implementadas pelo MEC começam a revelar resultados positivos e fundamentais para o sistema educativo português. Esses progressos devem traduzir-se na continuidade da política de incentivos à utilização da autonomia de cada escola, tendo em vista a melhoria dos resultados dos seus alunos."


Nota explicativa em anexo.