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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

tecnologias... info-excluído...?... participe na acção de diagnóstico...

   
 
8 de janeiro de 2019
 
       
     
 
Infoexclusão Zero: autodiagnóstico de competência digital básica
27.000 Trabalhadores em Funções Públicas já participaram

Até dia 31 de janeiro, todos os dirigentes e trabalhadores da Administração Pública Central, que ainda não o fizeram, estão convidados a conhecer o seu nível de competência digital básica, através da resposta ao autodiagnóstico disponível no seguinte link: Competência Digital Básica.

Infoexclusão Zero: autodiagnóstico de competência digital básica
 
 
O INA, em colaboração com a AMA, desenvolveu uma ferramenta de autodiagnóstico, de rápido preenchimento. Pretende-se que todos os trabalhadores em funções públicas tenham a oportunidade de incrementar, se necessário, o seu nível de competência digital básica.

Agradecemos a sua participação.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

afinal em que é que ficamos...?

é inconcebível que um jornal de referência, dizem e pensava eu, deixe sair para a rua um jornal com uma capa destas...




in público...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

formação [professores e não só]... muita e à escolha, via ina....!


                                                                                                                                               19 de janeiro 2017

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

formação... muita e à escolha...!


 
 
                                                                                                                                               18 de janeiro 2016
 
   
 

Programa de Formação 2016 | Disponível para Consulta
Em meados do mês de fevereiro o INA passará a contar com uma nova Aplicação de Gestão da Formação.
Trata-se de uma plataforma eletrónica através da qual se desenvolverão todas as interações referentes à área de formação entre os serviços, os formandos e os formadores e o INA, como sejam as inscrições para os cursos de formação regular, a submissão de pedidos de formação à medida, o acompanhamento da execução da formação e a gestão da conta corrente, entre outras situações.
Até lá, sugerimos que consulte a calendarização de cursos para o primeiro semestre ou o nosso catálogo online. Se estiver interessado em alguma ação, deixe-nos já o seu registo e será informado assim que as inscrições estiverem abertas.
A Nova Aplicação de Gestão da Formação foi desenhada para reforçar o compromisso do INA com o conhecimento, a confiança e a inovação. Continuamos a contar consigo!

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

coisas da adse... informações [que serão sempre úteis]... via mensagem...!

ADSE - informação
Edição nº2 - agosto 2015

Dedução Fiscal em sede de IRS 2015
Requisitos dos Documentos de Despesa em atos ou cuidados de saúde
De acordo com as alterações introduzidas pela Lei do Orçamento de Estado para 2015 ao Código do Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (CIRS), as despesas de saúde e os encargos com lares apenas são dedutíveis se os documentos forem comunicados à Autoridade Tributária pelos prestadores e fornecedores de serviços e bens de saúde.

Também a ADSE tem de comunicar à Autoridade Tributária os montantes dedutíveis à coleta na parte da despesa comparticipada e não comparticipada.

Assim, para o apuramento de documentos cujas despesas são dedutíveis:

  • Os prestadores e fornecedores de serviços e bens de saúde necessitam ter um Código de Atividade Económica (CAE) compatível com essa prestação de serviços ou venda de bens de saúde
  • O documento de despesa tem de ser emitido com o NIF do beneficiário
  • O documento de despesa tem de constar no portal da E-Fatura
Os prestadores e fornecedores de serviços e bens de saúde não podem recusar a colocação do NIF dos beneficiários, de acordo com o disposto no n.º 16, do artigo 36º, do Código do Imposto do Valor Acrescentado (CIVA).
 

Exemplo 1:
Um beneficiário tem:

Despesas de saúde no E-fatura no valor de 1.000,00€, cujos documentos não foram enviados para a ADSE para pedir comparticipação.
Despesas de saúde no E-fatura no valor de 800,00€, cujos documentos foram enviados para a ADSE para pedir comparticipação e cujo reembolso foi de 200,00€.
Totaliza assim 1.800,00€ no E-fatura
Dedução de encargos de saúde obtida (Documentos com NIF)
Valor E-Fatura não remetido Valor E-Fatura remetido Reembolso ADSE Total de despesas dedutíveis Valor dedutível à coleta (15% despesas de saúde)
1000 € 800 € 200 € 1800 € - 200 € = 1600€ 240 €
Exemplo 2:
Um beneficiário tem:

Despesas de saúde no E-fatura no valor de 1.000,00€, cujos documentos não foram enviados para a ADSE para pedir comparticipação.
Despesas de saúde que não constam no E-fatura (emitidas sem NIF) no valor de 800,00€, cujos documentos foram enviados para a ADSE para pedir comparticipação e cujo reembolso foi de 200,00€.
Totaliza assim 1.000,00€ no E-fatura
Dedução de encargos de saúde obtida (Documentos com NIF e Documentos sem NIF)
Valor E-Fatura não remetido Valor E-Fatura (sem NIF) remetido Reembolso ADSE Total de despesas dedutíveis Valor dedutível à coleta (15% despesas de saúde)
1000 € 800 € 200 € 1000 € - 200 € = 800€ 120 €

sábado, 18 de julho de 2015

a começar o dia... ainda mais irritado que ontem...!

não há vergonha e estes políticos são execráveis...!



Martim Silva
POR Martim Silva
Editor-Executivo



Passos admite baixar contribuições para a ADSE 


Boa tarde
Um relatório do Tribunal de Contas, que acusa o Governo de financiar o Orçamento do Estado à custa da ADSE, é o primeiro destaque de hoje. Os Funcionários Públicos, afirma o organismo liderado por Guilherme d'Oliveira Martins, pagaram só no ano passado mais 228 milhões de euros do que o necessário. Confrontado hoje pelos jornalistas, o primeiro-ministro lá reconheceu e admitiu a possibildiade de ser revista a taxa obrigatória para pelos Funcionários Públicos para o subsistema de saúde.



no expresso diário, em linha...


SAÚDE
Passos admite baixar contribuições dos funcionários públicos para a ADSE
AUDITORIA Tribunal de Contas acusa Governo de financiar o Orçamento do Estado à custa da ADSE. Funcionários públicos estão a pagar mais 228 milhões do que o necessário. Primeiro-ministro admite rever situação


e ontem foi assim:

a começar o dia... irritado [íssimo]



já agora deixo informações utilitárias sobre a adse:

informações [geral]... adse [utilidades]... via mensagem da adse...!

sexta-feira, 3 de julho de 2015

confirmando...?

"A Autoridade Tributária (AT) tem um plano para reforçar a protecção de dados pessoais e a confidencialidade fiscal que prevê 30 medidas. Até ao final deste mês, deverão ser implementadas 12, entre as quais a revisão dos "perfis de acesso às aplicações", tanto no caso de utilizadores externos como de trabalhadores da AT.

Prevê-se ainda um mecanismo informático destinado ao "registo prévio da fundamentação e contextualização do acesso por parte do utilizador", para que fique "evidenciado o contexto em que se realizam os acessos aos dados confiados à AT, sem que daí resultem perdas de eficiência com impacto no serviço prestado aos cidadãos", justifica o documento.

O processo de gestão de contas de utilizadores internos também será já revisto, para que as autorizações concedidas sejam imediatamente desactivadas em determinados casos, como, por exemplo, de passagem à reforma ou abandono de funções. E até Dezembro deste ano, pretende-se também que "a inibição de perfis de acesso de colaboradores externos seja feita de forma automatizada e imediata nas situações em que os mesmos cessem ou suspendam funções na AT".

Para reforçar o sigilo fiscal, também serão revistos, até ao final do ano, os protocolos autárquicos e os "contratos de emprego e inserção" (que visam o desempenho de funções por parte de desempregados).

O documento indica ainda que, até ao final de 2016, será feita a revisão da "estrutura geral de perfis e do sistema de Gestão de Utilizadores" e será definido um sistema que permita "monitorizar à posteriori e contextualizar a utilização e o acesso às aplicações e bases de dados da AT".

A implementação das medidas estende-se até Julho de 2017 mas há uma que tem carácter anual, e que passa pela revisão do estado destas acções. A primeira auditoria deverá realizar-se no início de 2016.

De acordo com o plano, as medidas deverão ter um custo inferior a cinco milhões de euros, "podendo esta estimativa sofrer alterações em função do resultado dos estudos já iniciados, da complexidade que vier a ser assumida no desenvolvimento das medidas e das recomendações que vierem a ser emanadas na sequência das auditorias à própria execução do plano".


As novas medidas surgem depois da polémica em torno da alegada existência de uma lista VIP de personalidades, em que o acesso aos respectivos dados fiscais por parte de funcionários da AT originava um alerta automático aos superiores hierárquicos."


no diário económico em linha... aqui.

terça-feira, 5 de maio de 2015

continuando o dia... em estado de 'inconseguimentos mentais'...!


no destak...

comentário:

lá estamos, novamente, a criar futuros indigestos para a descendência pois quem vai pagar com língua de palmo são eles, filhos, netos...

orçamento público de base zero... o que é isso?