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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

uma excelente notícia para o dia de hoje, infelizmente acompanhada de uma ainda pior...



via sapo...


comentário:
o diktat das nomenclaturas, as quase sucessões dinásticas, os cofres do estado vazios... é lógico, está na altura de dar o salto e deixar o exército a tomar conta da maka...

aquilo que me preocupa mais é não haver, ao que me consta ou pelo que percebo da situação em geral, um candidato de relevo para contrariar esta máfia angolana que está muito bem instalada, o que seria maningue fixe. 

luaty beirão (?) não estou a ver...

josé eduardo agualusa (?) não é um político activo (nem lhe interessa) mas tem notoriedade e não estou a dizer que não seja um homem de causas, longe disso...

o líder da unita (?)....

talvez o rafael marques congregasse alguns apoios...?

a ver veremos, pois é um assunto a acompanhar com muito interesse.

terça-feira, 22 de março de 2016

para uma indegestão, pós-janta...



no público...


comentário:
e não tenho eu a educação e formação anglo-saxónica do meu heterónimo que me permitam auscultar as minudências e aspectos da política, nomeadamente da interna, da auto-proclamada pátria da democracia, imperialista digo eu... pois a frança já era...!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

continuando o dia... aborrecido...!

pouco esclarecimento, já se sabia que a eleição ia ser ganha nos media, em especial na televisão, e não houve o distanciamento necessário do jornalismo para uma informação mais isenta [de um modo geral]... pois não, sr. professor...?

coisas do mediatismo notório...




no público...

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

a começar o dia... mais tranquilo...!




"Depois de vários rumores sobre a sua desistência, o candidato a Belém garante que reúne “as condições necessárias ao sucesso”.

A sala estava cheia de jornalistas, mas a curta declaração de António Sampaio da Nóvoa não deu lugar a uma conferência de imprensa. Foi apenas uma comunicação de três páginas com um objectivo óbvio: desmentir os vários rumores postos a circular (por adversários, dizem alguns apoiantes de Nóvoa) de que se preparava para desistir da candidatura presidencial que apresentou há cinco meses.

Nóvoa começou por explicar que foi por “respeito institucional” que só agora decidiu comentar os resultados das legislativas, e após a comunicação de Cavaco Silva. “Eu teria agido de modo diferente”, garantiu, à medida que apresentava a sua diferente leitura da intervenção que um Presidente da República deve fazer, perante um resultado eleitoral como o do passado domingo: “Numa democracia parlamentar nenhum partido representado na Assembleia da República deve ser colocado, ou deve colocar-se, imediatamente, à margem das soluções de governação. Não há partidos, nem cidadãos, de primeira ou de segunda. Todos os votos têm a mesma legitimidade.”

Para Sampaio da Nóvoa, os resultados das legislativas mostram que “os portugueses manifestaram a vontade de, prudentemente, virar a página da austeridade” e um “desejo de continuidade na relação com a Europa, ainda que com o reforço da nossa autonomia”.

Com esta leitura, Nóvoa vai ao encontro ao principal debate que existe dentro dos partidos, a propósito das soluções governativas, mantendo todas as hipóteses em aberto. “Tendo em conta os resultados das eleições legislativas, ficou mais claro do que nunca a urgência desta candidatura”, afirmou. "Faz falta um Presidente da República que seja capaz de representar todos os portugueses, que não esteja refém de interesses particulares ou de lógicas partidárias".

“Nos últimos dias tenho vindo a receber palavras de incentivo de todo o país, de independentes e de militantes e simpatizantes de todos os partidos”, avançou.

Mas a questão que pairou sobre a sua candidatura nos últimos dias – a decisão do PS de não apoiar ninguém à primeira volta – não ficou sem resposta.  “Porque agora é que é mesmo necessária uma candidatura independente, um Presidente que interprete, com isenção a vontade popular.” O antigo reitor acrescentou que não esperou pelo apoio de nenhum partido para lançar a sua candidatura. “Não estou dependente de nada, nem de ninguém, apenas dos portugueses.”

Ao lado de Sampaio da Nóvoa estão, desde o início, os três antigos Presidentes Ramalho Eanes, Jorge Sampaio e Mário Soares, cujo “exemplo” o candidato diz seguir.

E clarificando o seu posicionamento político, defendeu: “A minha fronteira não é entre esquerda e direita, é entre aqueles que estão ao serviço da República e aqueles que dela se querem servir.”


no público em linha, onde pode ler o resto da notícia...                        

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

coisas da educação]... reflexões para o fim de dia...!

Pedido de divulgação | Concurso único – vamos acabar com as injustiças

by Alexandre Henriques
A colega Isabel Palma redigiu um texto para alertar e reivindicar a abertura de um único concurso e que foi enviado para todos os partidos. A colega incentiva todos aqueles que se sentem injustiçados ou que não concordem com este modelo de concurso, a enviar o texto em baixo para as sedes dos partidos políticos (os contactos estão no fim). O objetivo é inundar os ditos para que se faça luz...
Apesar deste espaço não se destinar a questões concursais, julgo que esta iniciativa é de todo pertinente e merece divulgação.Email
Ex. Srs.
Candidatos às Eleições Legislativas - 2015
Eu, profissional de educação/familiar de professor/amigo de professor (apagar o que não interessa), dirijo-me a V.ªs Ex.ªs com o intuito de os alertar para as graves injustiças, falta generalizada de transparência e tratamento manifestamente desigual, que se verificam atualmente nos processos de mobilidade interna, seleção, colocação e vinculação de professores.
A diversidade de vias que hoje existem para colocar um professor nas escolas públicas, permite que um professor contratado seja colocado numa escola sem que para isso tenha que se submeter a qualquer concurso. É possível que um professor recém-formado ocupe uma vaga numa escola em detrimento de outro professor do mesmo grupo de recrutamento, contratado consecutivamente pelo MEC há mais de 20 anos. É possível recusar o lugar numa escola a um professor de Quadro Escola há mais de 3 décadas e colocar no mesmo lugar um outro professor recém-vinculado e a realizar ainda o seu período probatório. É absurdo, mas é a realidade atual dos concursos de professores em Portugal. Colocam-se a horários zero quem não tem na realidade horários zero. Coloca-se em mobilidade por doença quem a ela não devia ter direito. Ler mais deste artigo
no com regras...

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

fiquei paralisado*... de tão obnubilado pela incandescência da 'luz'...!



no dn...


"Pelo menos 159 professores do ensino obrigatório são candidatos a deputados e têm dispensa nos 15 dias de campanha. Para evitar prejudicar os alunos, algumas escolas fazem substituições.
Há 159 candidatos a deputados nas eleições legislativas de dia 4 de outubro que são professores. Os que estão a dar aulas têm direito a uma dispensa de 15 dias - o equivalente à campanha eleitoral - o que vai fazer com que não estejam nas escolas logo no arranque do ano letivo. Os diretores tiveram, assim, de encontrar soluções para contornar a situação e evitar que os alunos sejam prejudicados. Uns contratam substituto por um mês, outros pedem aos docentes que reponham as aulas mais tarde, troquem com colegas e noutros casos esperam que o professor compense depois durante o ano a matéria em falta.
Nas contas feitas pelo DN, existem centena e meia de candidatos a deputados nos partidos com assento parlamentar que se apresentam como professores do ensino obrigatório (do 1.º ciclo ao secundário). Embora alguns possam estar fora do quadro da escola, muitos referem no seu perfil o agrupamento a que pertencem. A participação nas campanhas eleitorais é algo que os diretores já estão habituados. "Está previsto na lei", aponta José Biscaia, diretor do agrupamento Dr. Azevedo Neves, na Damaia, que nestas eleições não tem nenhum pedido de dispensa.
Confrontado com um professor candidato, Pedro Araújo, do agrupamento de Felgueiras, tentou arranjar uma solução interna. "O professor em causa disse-me que não ia faltar os dias todos, apesar de ter metido o requerimento e por isso vamos usar os mecanismos internos previstos", explica o diretor. Em causa está um docente do secundário da disciplina de História que vai ter de se articular e pedir a colegas da disciplina que deem as aulas na sua vez, arranjar com os alunos um horário livre para repor a matéria ou trocar a hora da sua aula com outras disciplinas."

Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN.


comentário:
a minha cabeça, pesada e lerda de pensamento, já não aguenta tais agruras...


no entanto deixo algumas perguntas, despropositadas, espúrias e a destempo, a saber...

quantas diligências e julgamentos  vão ser (ou serão) adiados?

quantas consultas e cirurgias vão ser (ou serão) adiadas?

quantos actos administrativos vão ser postergados para as calendas, por esta via?

e acham que a lista 'democrática' teria fim?



como dizia o 'outro', deixai vir a mim as as criancinhas...mas dentro do espírito e da lei democrática.


mas afinal candidatos são quantos?... 3.000...?... e estamos a falar de 150 professores...?


* título corrigido pelas 11:21 de 18 de setembro.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015