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sexta-feira, 27 de abril de 2018
sexta-feira, 11 de março de 2016
continuando o dia... em modo de divulgação...!
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Exma(o). Senhora(o)
Venho deixar-lhe um convite para o debate de apresentação dos resultados do Budget Watch 2016 - rigor e transparência orçamental, Velhos hábitos ou novas práticas?, a realizar-se no próximo dia 18 de março no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), em Lisboa.
O Secretário de Estado do Orçamento, João Leão, fará uma intervenção inicial. A apresentação dos resultados da sétima edição do Budget Watch estará a cargo de Manuela Arcanjo, Miguel St. Aubyn, e Luís Teles Morais.
Os resultados serão depois discutidos por um painel constituído por Miguel Cadilhe, membro do Conselho Consultivo Científico do Budget Watch, Jorge Marrão, Partner da Deloitte, e pelos deputados à Assembleia da República, Inês Domingos e João Galamba.
Também o público será convidado a participar nesta discussão.
Poderá consultar aqui o programa completo deste debate.
Gostaríamos muito que marcasse presença neste evento que pensamos poder dar um contributo importante para aumentar a transparência orçamental e a qualidade da discussão pública sobre o Orçamento do Estado.
A entrada é livre, mas sujeita a inscrição (neste link). Esperamos por si, sexta-feira, dia 18 de março, às 17h00, no Auditório 2 do Edifício do Quelhas, ISEG (Rua do Quelhas 6, Lisboa).
Venho deixar-lhe um convite para o debate de apresentação dos resultados do Budget Watch 2016 - rigor e transparência orçamental, Velhos hábitos ou novas práticas?, a realizar-se no próximo dia 18 de março no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), em Lisboa.
O Secretário de Estado do Orçamento, João Leão, fará uma intervenção inicial. A apresentação dos resultados da sétima edição do Budget Watch estará a cargo de Manuela Arcanjo, Miguel St. Aubyn, e Luís Teles Morais.
Os resultados serão depois discutidos por um painel constituído por Miguel Cadilhe, membro do Conselho Consultivo Científico do Budget Watch, Jorge Marrão, Partner da Deloitte, e pelos deputados à Assembleia da República, Inês Domingos e João Galamba.
Também o público será convidado a participar nesta discussão.
Poderá consultar aqui o programa completo deste debate.
Gostaríamos muito que marcasse presença neste evento que pensamos poder dar um contributo importante para aumentar a transparência orçamental e a qualidade da discussão pública sobre o Orçamento do Estado.
A entrada é livre, mas sujeita a inscrição (neste link). Esperamos por si, sexta-feira, dia 18 de março, às 17h00, no Auditório 2 do Edifício do Quelhas, ISEG (Rua do Quelhas 6, Lisboa).
Saudações cordiais,
Miguel St. Aubyn
Relator do Budget Watch, Professor do ISEG, e membro do IPP
Miguel St. Aubyn
Relator do Budget Watch, Professor do ISEG, e membro do IPP
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quinta-feira, 3 de março de 2016
divulgações [mais por causa do livro]...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
coisas da educação... o ensino profissional...!
A aposta no ensino profissional: educação, emprego e competitividade
By admin On · 4 Comments
No passado dia 21 de dezembro, o IPP organizou um evento sobre “A aposta no ensino profissional: educação, emprego e competitividade” no âmbito do IPP Policy Paper 3, “Returns to vocational education”. O debate foi profícuo em termos de informação, propostas, contraditório e reflexões complementares.
Sofia Oliveira apresentou as principais conclusões do seu Policy Paper, e Alexandre Homem Cristo, Paulo Guinote e Pedro Martins trouxeram pontos de vista diferentes à análise do tema. O debate saiu também em muito beneficiado pelas excelentes intervenções da audiência, que para além de associados do IPP e outros cidadãos com interesse nestas áreas, incluiu especialistas com trabalho feito nas temáticas da educação e do mercado de trabalho, como Ricardo Paes Mamede ou Francisco Lima. A moderação foi feita por Pedro Pita Barros, vice-presidente do IPP.
O estudo estatístico empreendido por Sofia Oliveira mostra que existe um “prémio” salarial para os alunos do ensino profissional
à entrada do mercado de trabalho, face aos alunos do ensino geral. No
entanto, o mesmo estudo releva que, em média, essa vantagem salarial desaparece ao fim de 8 anos. Na apresentação do seu paper, a autora destacou ainda três fatores que contribuirão para o sucesso da via profissional: 1) absorção: alinhamento entre a oferta formativa e as necessidades das atividades económica locais e regionais; 2) valorização: reforço do papel da orientação escolar como fator de credibilização; e 3) transição:
estratégia de aprendizagem ao longo da vida, orientação profissional e
gestão de carreiras. Ao contrário de Paulo Guinote, a economista
considerou que a meta de 50% dos alunos do ensino secundário no regime profissional não era de todo descabida, à luz do aumento para 12 anos de escolaridade obrigatória. Por fim, manifestou a esperança que este estudo servisse como um pontapé de saída para muito mais estudos que possam de facto contribuir para medidas mais bem fundamentadas no domínio das políticas públicas de educação.
Alexandre Homem Cristo sublinhou a necessidade de mais estudos sobre o ensino profissional/vocacional em Portugal, já que a manifestação dos seus efeitos é demorada. No seu entender, alguma da oposição a estas vias é injustificada,
já que o ensino vocacional funciona como uma introdução ao
profissional, evitando a retenção de alguns alunos na via geral e, por
isso, têm uma missão necessária de combate ao abandono escolar. Para o conselheiro nacional de educação, o papel do Estado é o de permitir às escolas autonomia suficiente, com os recursos necessários para esta autonomia ser de facto exercida.
Paulo Guinote começou por observar que este estudo confirmava estatisticamente aquilo que muitos dos profissionais encontravam no terreno: o ensino profissional é uma aposta atrativa no início mas torna-se uma “armadilha” mais tarde, por se tratar sobretudo de uma medida de combate ao abandono escolar e, mesmo nesta dimensão, ter eliminado algumas das alternativas mais interessantes que existiam. O professor do ensino básico, doutorado em História da Educação, defendeu uma formação geral sólida e não uma aposta em vias vocacionais logo a partir dos 13 anos de idade. Na sua opinião, o papel do estado devia ser o mínimo:
fiscalizar (hoje fiscaliza o que não interessa) e regular o quadro
geral, dando espaço de manobra às escolas públicas e privadas, alertando
ainda para os efeitos perversos dos mecanismos legais de controlo atuais e da definição de objetivos quantitativos
para avaliar o sucesso desta aposta, como a meta de 50%. Avisou ainda
que, na comparação público-privado, devem ser tidos em conta os
instrumentos ao dispor das escolas públicas e das escolas privadas.
Pedro Martins destacou a importância de estudos deste tipo serem conduzidos numa lógica contrafactual, de forma a neutralizar o efeito de variáveis externas ao mecanismo em análise, como o contexto socioeconómico dos alunos. O ex-secretário de Estado do Emprego considerou que o Estado devia favorecer mais a concorrência entre as escolas, de forma a incentivar melhores desempenhos, e apostar mais no envolvimento das empresas nas vias profissionais, assim como aproveitar o potencial dos fundos estruturais para financiar estes tipos de ensino.
Durante o período de participação da audiência no debate, Ricardo Paes Mamede elogiou o trabalho apresentado e fez a ligação com outro estudo que apontava para uma menor probabilidade de ingresso no ensino superior por parte dos alunos provenientes do ensino profissional
face aos alunos do ensino geral. O economista alertou também para a
possibilidade de em muitos casos o alargamento do ensino profissional
ter sido apenas instrumental para permitir o acesso ao financiamento do Fundo Social Europeu, que não financia os cursos do regime geral, reforçando a ideia de que as reformas na educação são muitas vezes motivadas por urgências imediatas e não para responder a necessidades estruturais e seguindo uma visão de longo prazo.
Como conclusão, sublinhamos os principais pontos de convergência entre os presentes:
• Para além de uma medida profissionalizante, a aposta no ensino profissional é uma ferramenta de combate ao abandono e insucesso escolar
• A questão cultural, de algum estigma associado aos “graduates” do ensino profissional, como sendo uma via apenas para alunos “desviados” ou “incapazes de completar” o ensino regular, é um entrave significativo; opondo-se ao que acontece, por exemplo, nos modelos de referência nesta área (Alemanha e Suíça) ou mesmo ao passado em Portugal (um membro da audiência referiu um exemplo: os 5 melhores alunos do ISEG no seu ano vinham todos do ensino profissional)
• As políticas e a sua avaliação devem estar mais direcionadas para a “qualidade” da oferta educativa neste tipo de ensino e menos para a “quantidade” (metas de número e % de alunos). O estabelecimento de uma meta (quantitativa) desadequada para a avaliação do ensino profissional pode pôr em causa a sua qualidade
• As questões institucionais, os contextos sociais, e os incentivos dos vários agentes, são importantes para a avaliação do sucesso ou insucesso deste tipo de ensino. Neste sentido devem-se também ter em conta as diferença entre escolas públicas e privadas, assim como os distintos contextos regionais e socioeconómicos dos alunos que seguem a via profissional
• A questão cultural, de algum estigma associado aos “graduates” do ensino profissional, como sendo uma via apenas para alunos “desviados” ou “incapazes de completar” o ensino regular, é um entrave significativo; opondo-se ao que acontece, por exemplo, nos modelos de referência nesta área (Alemanha e Suíça) ou mesmo ao passado em Portugal (um membro da audiência referiu um exemplo: os 5 melhores alunos do ISEG no seu ano vinham todos do ensino profissional)
• As políticas e a sua avaliação devem estar mais direcionadas para a “qualidade” da oferta educativa neste tipo de ensino e menos para a “quantidade” (metas de número e % de alunos). O estabelecimento de uma meta (quantitativa) desadequada para a avaliação do ensino profissional pode pôr em causa a sua qualidade
• As questões institucionais, os contextos sociais, e os incentivos dos vários agentes, são importantes para a avaliação do sucesso ou insucesso deste tipo de ensino. Neste sentido devem-se também ter em conta as diferença entre escolas públicas e privadas, assim como os distintos contextos regionais e socioeconómicos dos alunos que seguem a via profissional
Henrique Lopes Valença, Pedro Pita Barros, e Luís Teles Morais
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quarta-feira, 25 de novembro de 2015
divulgação... invenire [novamente]...!
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
informações [educação]... leitura e literacias [programa de acção]... no boletim do cirep...!
Informações Gerais
Dando
continuidade ao projeto iniciado em 2010, as Bibliotecas de Lisboa
(BLX) prosseguem na aposta da promoção da Leitura e das Literacias,
enquanto pilares da formação cultural e cívica.
Este ano, a apresentação do Programa de Promoção da Leitura e das Literacias 2015-2016, terá lugar no Jardim da Estrela, na sexta feira, dia 11 de setembro, das 14h00 às 16h00,
e está integrada no projeto Assalto a Lisboa, que irá decorrer durante
três dias no Jardim da Estrela (11, 12 e 13 de setembro).
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!
segunda-feira, 29 de junho de 2015
quarta-feira, 24 de junho de 2015
leitura [educação]... currículo escolar - uma questão política (e não só)
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quarta-feira, 17 de junho de 2015
informações [educação]... educação, tecnologias e mercado de trabalho... via dge...!
15 Jun.
Estratégia Nacional e Plano de Ação para a Empregabilidade Digital 2015-2020
No
dia 24 de junho de 2015, a partir das 9h30m, a Fundação para a Ciência e
a Tecnologia irá realizar a Cerimónia de apresentação pública da
Estratégia Nacional e do Plano de Ação para a Empregabilidade Digital
2015 – 2020, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Neste evento, que contará com a presença de S.
Exas. o Ministro da Economia, Dr. António Pires de Lima, o Ministro da
Educação e Ciência, Prof. Nuno Crato, e o Ministro da Solidariedade,
Emprego e Segurança Social, Dr. Pedro Mota Soares, será apresentada a
reflexão desenvolvida por 18 entidades (públicas e privadas) que
integram a Coligação Portuguesa para a Empregabilidade Digital,
coordenada pela FCT, formalmente instituída em abril de 2015.
De forma a colmatar a falta de competências
digitais na Europa, que se estima atingir um défice de 900.000
profissionais em 2020, esta Coligação pretende incentivar a adoção de
medidas que promovam a formação de jovens na área das TIC, a
requalificação da força de trabalho desempregada ou a consciencialização
para a oportunidade ímpar de empregabilidade que este contexto
configura.
Os interessados em participar neste evento devem formalizar a sua inscrição em http://bit.ly/1MOGMVd.
domingo, 15 de março de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
informações [educação]... o caso dos centros de recursos para a inclusão, famelab e concurso literário... no boletim do cirep...!
| Informações Gerais |
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Apresentação Pública do Estudo Avaliação das Políticas Públicas – Inclusão de Alunos Com Necessidades Educativas Especiais: O Caso dos Centros de Recursos para a Inclusão A Direção-Geral da Educação vai realizar uma Sessão Pública de Apresentação do Estudo Avaliação das Políticas Públicas – Inclusão de Alunos com Necessidades Educativas Especiais: O Caso dos Centros de Recursos para a Inclusão.
A ter lugar no dia 4 de março de 2015, às 14h00, no auditório do Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira, em Lisboa.
FameLab 2015! O FameLab é o mais popular concurso internacional de comunicação científica. Cada concorrente tem três minutos para demonstrar a sua capacidade de comunicar os mais diversos temas científicos, recorrendo apenas à palavra e ao gesto e sem a ajuda de PowerPoint. Podem concorrer estudantes ou trabalhadores de Ciência e Tecnologia, a partir dos 18 anos, que falem fluentemente Português e Inglês. A submissão ao concurso decorre até 12 de março de 2015. VIII Concurso Literário Jovem A prática regular de atividades como a leitura e a escrita é um fator primordial para o bom desenvolvimento intelectual das crianças e dos jovens, ao estimular a sua imaginação e criatividade, potenciando a aquisição de competências e de valores de cidadania. Cientes desta realidade e conscientes da sua responsabilidade, a Rede de Bibliotecas de Mira em colaboração com a Biblioteca Municipal de Mira e o Agrupamento de Escolas de Mira uniram esforços, para promover a oitava edição do VIII Concurso Literário Jovem, convidando todas as escolas pertencentes ao Agrupamento de Escolas de Mira a participar nesta atividade de manifesto interesse pedagógico. Destinado ao público escolar do município, desde o 1.º ciclo do ensino básico ao ensino secundário, os trabalhos deverão ser entregues aos professores de cada grau de ensino, que os remeterão para as bibliotecas escolares ou municipal, até dia 20 de março de 2015, conforme regulamento em anexo.
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!
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legislação [cpa]... jornadas e formação específica... via portal do ina...!
Jornadas CPA | As Novas Soluções Legislativas - Lisboa e Porto
O novo Código do Procedimento Administrativo entra em vigor no próximo mês de abril.
Considerando a importância deste instrumento legal em toda a
actividade administrativa, o INA desenvolve um programa de formação que
inclui a realização, em Lisboa e no Porto, de dois dias de Jornadas para
apresentação das principais inovações que o diploma contém.
O
programa inclui a realização em Lisboa e no Porto de jornadas destinadas
à apresentação das principais novidades introduzidas pelo diploma (Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro). Estas ações de formação têm a duração de dois dias.
Locais & Datas
Porto | 23 e 24 mar | Instituto Politécnico do Porto | ISCAP - Instituto Superior de Contabilidade e Administração (Google Maps)
Programa, Custo & Inscrição
e a formação específica...
| Acção formação | Nº Horas | Data início |
Data termo |
Local ou Modalidade |
Preço |
|---|
| NOVO CÓDIGO DO PROCEDIMENTOADMINISTRATIVO PARA NÃO JURISTAS | 28 | 23/03/2015 | 26/03/2015 | ALGÉS | 280 € |
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
coisas da educação [municipalização]... por cascais [demorou, mas que só agora pude editar]...!
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sábado, 22 de novembro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
terça-feira, 12 de março de 2013
sábado, 3 de novembro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
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