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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

[educação] divulgando...


Informações Gerais

No próximo dia 16 de novembro, realiza-se o 4º Fórum de Gestão de Dados de Investigação (Fórum GDI), no Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Já com três edições realizadas, o Fórum GDI pretende congregar e dinamizar a comunidade de profissionais e investigadores envolvidos em atividades de suporte à gestão de dados de investigação com o intuito de desenvolver competências técnicas e capitalizar saberes e práticas.
A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) promove, de 31 de outubro a 23 de novembro, em diversos locais do país, um ciclo de conferências com reputados especialistas nacionais e internacionais que propõe um olhar integrado entre a Educação e a Ciência.



via boletim do cirep...

terça-feira, 2 de outubro de 2018

educação... informações via boletim do cirep

Informações Gerais

A Rede de Bibliotecas Escolares divulga o inquérito Base Dados 2019 (BD 2019), com o objetivo de recolher informação sobre os aspetos do funcionamento das bibliotecas escolares, com vista à futura planificação de ações de melhoria dos serviços prestados.
 
O preenchimento dos questionários deverá ser efetuado pelas escolas sede de agrupamento e escolas não agrupadas, pelo professor bibliotecário /coordenador da equipa.

Realiza-se de 4 de outubro a 11 de novembro, a 19.ª Festa do Cinema Francês.
 
A Festa decorre em diferentes cidades do país e pretende promover o contato dos alunos com o que de melhor se faz no cinema e animação em França.

sábado, 8 de agosto de 2015

do 'voyeurismo' educativo...


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Veja quais são as escolas que inflacionam as notas
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Por Ana Bela Ferreira

Melhor escola inflaciona nas notas, mas alunos também melhoram desempenho
Melhor escola inflaciona nas notas, mas alunos também melhoram desempenho 
Fotografia © João Manuel Ribeiro/Global Imagens


"Ministério da Educação torna pública base de dados que permite comparar resultados de todas as secundárias desde 2009/2010. Há cinco anos que 51 dão notas superiores aos exames.

Um terço das escolas secundárias deram notas mais altas aos seus alunos do que os resultados que estes tiveram nos exames nacionais, no ano passado. Ao longo dos últimos cinco anos, foram 51 as que inflacionaram as notas. Do lado oposto registaram-se 176 escolas, que nas provas de 2014 deram notas abaixo dos exames. Em cinco anos foram 52. Saiba quais são na nova base de dados que o Ministério da Educação disponibiliza a partir de hoje. Para fazer uma análise detalhada, siga este link e descarregue as folhas Excel disponibilizadas.

Até aqui apenas se podiam comparar os resultados dos exames nacionais (que permitem construir os rankings) e a nota interna. O Ministério da Educação deixa agora disponível para todos (pais, professores e público em geral) quais as escolas que dão notas acima ou abaixo dos resultados nos exames e até a evolução média dos seus alunos entre os exames do 9.º ano e do 12.º ano. Este dado permite perceber o impacto da escola no desempenho dos estudantes e deixa de haver a desculpa de que os exames do secundário são fracos porque os alunos já não tinham boas notas, já que são valorizados os casos em que melhoram as notas, seja dentro das positivas ou negativas.

No caso das inflações de notas internas são os privados dominam, enquanto no outro extremo são as públicas a dar notas mais baixas do que as alcançadas nos exames. A questão é que as situações de desalinhamento podem levar a que os alunos sejam beneficiados ou prejudicados na candidatura a um curso superior. Aliás estes desvios de inflação chamaram a atenção do Ministério da Educação e Ciência (MEC) que investigou dez escolas onde a discrepância era maior e reiterada, o que deu origem a quatro inquéritos, que ainda decorrem."


no dn em linha...

leitura complementar:
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sexta-feira, 3 de julho de 2015

confirmando...?

"A Autoridade Tributária (AT) tem um plano para reforçar a protecção de dados pessoais e a confidencialidade fiscal que prevê 30 medidas. Até ao final deste mês, deverão ser implementadas 12, entre as quais a revisão dos "perfis de acesso às aplicações", tanto no caso de utilizadores externos como de trabalhadores da AT.

Prevê-se ainda um mecanismo informático destinado ao "registo prévio da fundamentação e contextualização do acesso por parte do utilizador", para que fique "evidenciado o contexto em que se realizam os acessos aos dados confiados à AT, sem que daí resultem perdas de eficiência com impacto no serviço prestado aos cidadãos", justifica o documento.

O processo de gestão de contas de utilizadores internos também será já revisto, para que as autorizações concedidas sejam imediatamente desactivadas em determinados casos, como, por exemplo, de passagem à reforma ou abandono de funções. E até Dezembro deste ano, pretende-se também que "a inibição de perfis de acesso de colaboradores externos seja feita de forma automatizada e imediata nas situações em que os mesmos cessem ou suspendam funções na AT".

Para reforçar o sigilo fiscal, também serão revistos, até ao final do ano, os protocolos autárquicos e os "contratos de emprego e inserção" (que visam o desempenho de funções por parte de desempregados).

O documento indica ainda que, até ao final de 2016, será feita a revisão da "estrutura geral de perfis e do sistema de Gestão de Utilizadores" e será definido um sistema que permita "monitorizar à posteriori e contextualizar a utilização e o acesso às aplicações e bases de dados da AT".

A implementação das medidas estende-se até Julho de 2017 mas há uma que tem carácter anual, e que passa pela revisão do estado destas acções. A primeira auditoria deverá realizar-se no início de 2016.

De acordo com o plano, as medidas deverão ter um custo inferior a cinco milhões de euros, "podendo esta estimativa sofrer alterações em função do resultado dos estudos já iniciados, da complexidade que vier a ser assumida no desenvolvimento das medidas e das recomendações que vierem a ser emanadas na sequência das auditorias à própria execução do plano".


As novas medidas surgem depois da polémica em torno da alegada existência de uma lista VIP de personalidades, em que o acesso aos respectivos dados fiscais por parte de funcionários da AT originava um alerta automático aos superiores hierárquicos."


no diário económico em linha... aqui.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

coisas da educação... 'data mining'

 "Laura H. Chapman: What You Need to Know about Data Mining of Students

A regular commenter on the blog, Laura H. Chapman, shares her research on data mining:

Policies on data mining? “The future, like everything else, is no longer quite what it used to be.” Paul Valéry, poet.

It is no surprise that the Gates funded Teacher-Student Data Link Project started in 2005 is going full steam ahead. By 2011 his project said the link between teacher and student data would serve eight purposes:

1. Determine which teachers help students become college-ready and successful,
2. Determine characteristics of effective educators,
3. Identify programs that prepare highly qualified and effective teachers,
4. Assess the value of non-traditional teacher preparation programs,
5. Evaluate professional development programs,
6. Determine variables that help or hinder student learning,
7. Plan effective assistance for teachers early in their career, and
8. Inform policy makers of best value practices, including compensation.

The system is intended to ensure all courses are based on standards, and all responsibilities for learning are assigned to one or more “teachers of record” in charge of a student or class so that a record is generated whenever a “teacher of record” has a specific proportion of responsibility for a student’s learning activities.

These activities must be defined by performance measures for a particular standard, by subject, and grade level.

The TSDL system requires period-by-period tracking of teachers and students every day; including “tests, quizzes, projects, homework, classroom participation, or other forms of day-to-day assessments and progress measures.” Ultimately, the system will keep current and longitudinal data on the performance of teachers and individual students, as well schools, districts, states, and educators ranging from principals to higher education faculty.

This data will then be used to determine the “best value” investments in education, taking into account as many demographic factors as possible, including….health records for preschoolers. but the cradle is next, and it is part of USDE’s technology plan.

Since 2006, the USDE has also invested over $700 million in the Statewide Longitudinal Data Systems (SLDS) to help states “efficiently and accurately manage, analyze, and use education data, including individual student records”…and make “data-driven decisions to improve student learning, as well as facilitate research to increase student achievement and close achievement gaps.” The newest upgrade of the concpt is for these state-wide systems to become multi-state…and a national system. This goes WAY, WAy beyond (and may pre-empt) routine data-gathering by the National Bureau of Education Statistics.

It is not widely known that in 2009, USDE modified the Family Educational Rights and Privacy Act so that student data—test scores, health records, learning issues, disciplinary reports—can be used for education studies without parental consent (The Family Educational Rights and Privacy Act, 20 U.S.C. §1232g). Moreover, a 2012 issue brief from USDE outlined a program of data mining and learning analytics in partnership with commercial companies.

The envisioned data- mining program includes an automated, instant access, user-friendly “recommendation system” for teachers that links students’ test scores and their learning profiles to preferred instructional actions and resources. Enhancing teaching and learning through educational data mining and learning analytics: An issue brief. Retrieved from http://www.ed.gov/edblogs/technology/files/2012/03/edm-la-brief.pdf p. 29).

USDE is also pressing forward a “radical and rapid” transformation of public education. The new system is marketed and funded as “personalized, competency-based learning” 24/365 from multiple sources. It is intended to dismantle place-based schools, seat time, grade levels, subject-specific curricula, traditional concepts about “teachers” and diplomas. Multiple certifications with flower along with an abundace of badges earne for completing learning paths and play-lists of learning options, awarded by profit and non-profit “learning agents.” The role of “teacher” is envioned as a relic, along with the institution of public schools. See USDE, Office of Educational Technology, Transforming American Education: Learning Powered by Technology, Washington, D.C., 2010. http://tech.ed.gov/wp-content/uploads/2013/10/netp2010.pdf/////////!

no diane ravitch's blog... aqui.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

informações [educação]... pordata e formação, saúde mental e arte, concurso e diversidade cultural... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Formação PORDATA 2014-2015
No âmbito da parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares, a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) e a PORDATA, estão abertas as inscrições para a formação sobre a base de dados PORDATA.

As sessões, de duração entre 90 a 120 minutos, destinam-se prioritariamente a alunos e professores do ensino secundário para os quais a PORDATA constitui um importante recurso para a abordagem de alguns temas curriculares. Este ano, pela primeira vez, as ações poderão ser alargadas a alunos do 8º e 9º anos, a solicitar nos mesmos termos das anteriores.

As ações de formação referidas têm por objetivo ensinar os formandos a explorar os dados disponibilizados pela PORDATA, de forma simples e acessível, desse modo contribuindo para algumas literacias fundamentais como a literacia digital, a estatística e a de informação.


Saúde Mental e Arte
O Museu da Ciência tem patente até 5 de janeiro de 2015 a Exposição "Todo o meu ser se resume a isto. A carne o espírito e a faculdade de agir rectamente".

Em Portugal, para contribuir para essa mudança, a celebração do Dia Mundial da Saúde Mental tem vindo a ser mais do que uma data numa efeméride, pretendendo mostrar à comunidade diferentes expressões artísticas de autoria de pessoas com problemas de saúde mental.

O Museu da Ciência apresenta 3 as áreas chave: Teatro, Artes Plásticas e Dança.


Prémio de Comunicação "Pela Diversidade Cultural"
Tendo em vista promover a diversidade cultural nos media, o Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM, I.P.) lança a primeira edição do Prémio de Comunicação “Pela Diversidade Cultural”.

O concurso destina-se a finalistas do ensino superior, nas áreas de Comunicação e/ou Jornalismo, bem como jovens de idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos.



nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

informações [educação]... das bases de dados dos exames nacionais 2014... via dge...!

Base de dados das provas finais de ciclo e exames nacionais de 2014

Está disponível na nossa página as Bases de dados das provas finais de ciclo do Ensino Básico e exames nacionais do Ensino Secundário de 2014

Fonte: JNE

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

informações [educação]... enriquecimento curricular e apoio à família, bibliotecas e inquérito, ciência e concurso para alunos... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Atividades de enriquecimento curricular e de apoio à família

Por iniciativa da Direção-Geral da Educação (DGE), o Instituto Português da Qualidade (IPQ) constituiu uma Comissão Técnica “Ad-hoc” (CTA 26), com o objetivo de elaborar uma Norma sobre as atividades de enriquecimento curricular no 1.º ciclo do ensino básico, atividades de animação e de apoio à família na educação pré-escolar e componente de apoio à família no 1.º ciclo do ensino básico, prestados por organizações públicas e privadas com ou sem fins lucrativos.

Pretende-se que os requisitos desta Norma abranjam todas as organizações independentemente do seu tipo ou dimensão e do seu estatuto de entidade promotora ou parceira.

O projeto de Norma “Atividades de Enriquecimento Curricular e de Apoio à Família” (prNP4510_2014-pt) está em inquérito público até ao próximo dia 14 de novembro de 2014.


Base dados 2015 - Rede de Bibliotecas Escolares

Com o objetivo de recolher, de forma estruturada, informação específica sobre diferentes aspetos do funcionamento das bibliotecas escolares, que permita a planificação de futuras ações de melhoria dos serviços prestados, a Rede de Bibliotecas Escolares lança o inquérito Base dados 2015 (BD2015).

O preenchimento dos questionários deverá ser efetuado pelas escolas sede de agrupamento e escolas não agrupadas, uma vez que o acesso aos formulários BD2015 apenas é permitido a estes estabelecimentos. Nos agrupamentos de escolas, compete ao professor bibliotecário, coordenador da equipa, a organização o trabalho de recolha de informação relativa às bibliotecas dos diferentes estabelecimentos de ensino.


Mitose: Ciência a Sul

Estão abertas as candidaturas para a 3.ª edição do concurso "Mitose: Ciência a Sul" até 31 de outubro de 2014.

Este concurso é dirigido aos alunos da área de Ciência e Tecnologia das escolas do Ensino Secundário.

Esta iniciativa pretende motivar os jovens para a aprendizagem da ciência e da sua comunicação, como também proporcionar aos melhores concorrentes um estágio científico de curta duração num dos Centros de Investigação da Universidade do Algarve.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

coisas da educação... "It’s “Big Data vs. Standardized Tests"...!

"It’s Not “Big Data vs. Teachers” — It’s “Big Data vs. Standardized Tests”

People often think that big data for education is a new thing. And it’s true that using big data the way Knewton does sounds almost like science fiction — our engine passively “norms” content at scale, uses normed content to determine students’ conceptual proficiencies to the percentile, and makes granular content recommendations for each student based on the combined anonymized data of all the other students in our network.

But there is an older, bricks-and-mortar type of big data for education: standardized tests.

People always ask me whether I think standardized tests actually measure anything. I used to give nerdy statistical answers about scoring validity and such. Eventually I realized that all they want to hear is that standardized tests are useless, possibly corrupt.

Standardized tests are increasingly unpopular, and not without reason. But when used properly they do, or at least should, serve important purposes. There are two main kinds of standardized tests: admissions and state assessment. Admissions tests like the SAT were built to predict academic performance in college and graduate school. Grades and transcripts also do this, but academic standards and programs differ so greatly from school to school and region to region that a central standard measure is extremely useful. State assessments help demonstrate whether students are graduating from high school with basic literacy and math skills. They exist because society, which pays for every child to have free K-12 education, has a right to know that kids are actually learning.

To fill its only purpose (and to have a shot at being fair), a standardized test must yield totally consistent scores across administrations. If Maria takes the SAT in May, takes the summer off (and, let’s assume, doesn’t gain or lose any knowledge), and then takes the SAT again in September — she should get the exact same score both times (plus or minus the margin of error).

It is a nearly impossible technical challenge to build a test so well that it yields totally consistent scores across multiple examinations. Try holding a dinner party and giving every guest a 50-question test on any topic. Then invite them back the following week and give them another test on the same topic, but with different questions. Spare your friends the ordeal and trust me: most of them won’t receive similar scores. Yet the big U.S. test makers have figured out how to do exactly this, except they can do it repeatedly, at much larger scale, and with examinees about whom they know almost nothing.1

The reality is that standardized tests are effective predictors of academic success in college or graduate school.2 That’s a fact of statistics, whether anyone likes it or not. It’s also just an average, and anyone could be an exception one way or the other. Standardized test scores, in my opinion, are more reliable at the top end of the scale than they are lower down. High scores generally indicate that someone is quite capable; but low scores may not mean very much at all. For these reasons, among others, standardized tests should be just part of the admissions process, and should never be the most important part.

The problem isn’t with the tests themselves, or their goals."


para ler o resto da entrada... aqui.