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terça-feira, 9 de outubro de 2018

educação... aprendizagem organizacional e estrutras colaborativas





"Much of the dysfunction in schools is a result of the historical isolation of classrooms and schools as compartmentalized hierarchies. This establishes teaching as individualistic rather than as a collegial enterprise. Many problems identified specifically with ineffective teaching practices are attributed to teacher isolation. Isolated classroom cells are symbolic of teachers working out of sight and hearing of one another and solving problems on their own. This professional isolation operates as a bulwark against school improvement and can be a useful priority for many schools and district leaders.

Learning is a social enterprise and people learn best in groups. Collaborative structures help to decrease teacher isolation, codify and share successful teaching practices, increase staff morale, and open the door to experimentation and increased collective efficacy. Collaborative environments are also likely to attract talented staff who thrive on interactions with like-minded talented individuals. High levels of collaboration are likely to exist when the leadership marks it as a priority, when common time and physical space are set aside for collaboration, and when teaching and learning are seen as a team responsibility, rather than an individual responsibility.

Collaborative structures imply the provision of both time and space for teachers to interact. Time is perhaps the most precious resource, and time to meet and talk is an essential resource for schools. Collaboration is time-consuming and staff need to be provided with adequate time to interact. The movement from ‘me’ or ‘I’ to ‘us’ or ‘we’ requires frequent teacher interactions which can be achieved through common planning time, team-teaching, and coaching and mentoring.

Physical structures also need to support collaborative learning. Classrooms, staff workspaces, and furniture all either reinforce or detract from collaboration. Schools should be designed more like advertising agencies than prisons. The provision of comfortable sofas and water fountains can do a great deal to support collaboration.

The most important outcome of teacher collaboration may be that teachers learn how to improve their teaching practice. When teachers collaborate, they share experiences and knowledge that can promote learning for instructional improvement. A team focus on learning helps teachers to discover causal connections between teaching and student learning and encourages collective questioning of ineffective teaching routines. High levels of teacher collaboration are also likely to improve teaching and learning, student behavior, and student achievement on high-stakes tests.

Teachers who work collaboratively think and behave on the basis of an understanding of teaching as a shared responsibility. The scrutiny of peers is welcomed. Collaborative structures enable teachers to learn from the experience and expertise of their peers. However, just because teachers work together does not mean that the outcomes will be positive, as there needs to be an appropriate knowledge base from at least one teacher for it to be worthwhile.

Merely placing staff into teams will not necessarily lead to improved learning. There is the problem of contrived collegiality, where the collaboration is promoted as a means of achieving executive purposes, rather than the goals of the teachers. Communication and interdependence are methods of overcoming the balkanization of the silo-like subject-based teams in high schools. Developing cross-disciplinary curriculum structures is another possible method of overcoming the problem of balkanization.

Organizations learn collectively in groups and collaborative structures enable people to work together in teams to accomplish collective purposes."


For more, see:


via getting smart...

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

a ler para discutir a coisa...

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Digital devices in the classroom: A learning aid or a toxic distraction?
Digital devices in the classroom:
A learning aid or a toxic distraction?
While some schools are introducing iPads as part of their daily curriculum, and others are banning all digital devices entirely; the topic of devices in the classroom is hotly debated, especially as we enter Back To School season.
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terça-feira, 22 de março de 2016

no reino encantado da educação... reflexões para o fim de dia...!





"Na freguesia mais pobre da Madeira e uma das mais carenciadas do país, onde 92% dos alunos têm Acção Social Escolar e a internet não faz parte das prioridades da maioria das famílias, existe algo supreendente. Numa vila enterrada num vale profundo, onde a única ligação com o resto do mundo faz-se por um túnel com quase 2,5 quilómetros, existe uma escola onde cabem todos os sonhos.

A Escola Básica 123 do Curral das Freiras teve, em 2015, a terceira melhor média nacional no exame de Português do 9.º ano. Os 4,4 de média – a escala vai até 5 – colocaram este estabelecimento de ensino como a melhor escola pública neste ranking. No exame de Matemática, embora menos brilhantes, os resultados foram igualmente surpreendentes. Os alunos do 9.º ano tiveram uma média de 3,6, colocando a escola no 12.º lugar do ranking entre as públicas e dentro das 100 melhores em termos gerais.

Tudo isto numa escola com pouco mais de 300 alunos, onde metade dos professores são contratados, que fica esquecida no meio do maciço central da ilha da Madeira, servindo uma população que ronda as 1500 almas. “Esta escola tem 150 professores colocados, mas apenas 74 estão cá a leccionar. São poucos os que querem vir para cá trabalhar, por causa do isolamento, do frio… e eu compreendo”, explica Joaquim Sousa, director da escola desde que esta abriu as portas, há seis anos.

É um estabelecimento muito particular. Vai da creche até ao 12.º ano, e Américo Sá, 18 anos, é o aluno mais antigo. Quer ser militar de carreira. Ou queria. “Agora já não sei bem”, conta ao PÚBLICO, sorrindo com o título de ‘aluno número 1’ com que o director da escola o apresenta. “É bom estudar aqui. Todos se conhecem, somos amigos, temos boas condições e sentimos que os professores acreditam em nós”, sintetiza, cruzando os braços sobre a mesa do Conselho Executivo, onde também cabem André Santos e Daniel Caires, ambos a frequentar o 9.º ano.

André é o melhor aluno da escola, mas nem isso o livra de uma espécie de raspanete do professor. “Não deixes o queixo caído sobre as mãos, não inspira confiança. Se colocares a mão assim, os outros vão ver que estás atento”, aconselha Joaquim Sousa, desenhando um ‘L’ com os dedos de uma mão, junto à boca. André que ser médico. Desejo raro no Curral das Freiras, onde a esmagadora maioria da população vive da agricultura.

“Foi isso que quis desmistificar, quando cá cheguei. A ideia de que filho de lavrador tem de ser lavrador”, diz o director da escola, revelando o discurso que faz aos professores no início de cada ano lectivo. “Estes alunos têm sonhos, têm direito a ter todos os sonhos do mundo e cabe a nós ajudá-los”, conta o director, numa espécie de adaptação da Tabacaria, de Álvaro de Campos.

Até agora, os sonhos de Joaquim Sousa e da equipa que lidera têm-se concretizado. Quando chegou, a escola ficou em 1207 no ranking, e estabeleceu logo metas: colocar a escola entre as melhores da Madeira, e reposicioná-la depois a nível nacional. “Disse que queria tornar a escola a melhor do país, se calhar estiquei-me um pouco…”, diz sorrindo alto, sentado junto a uma parede forrada de recortes de jornais onde a 123 do Curral das Freiras surge em destaque.

Foi feita uma pequena revolução. O grau de exigência foi elevado – “porque estes alunos, pelo contexto social onde vivem, só têm uma oportunidade” -, com a componente saber (conhecimento da matéria) a passar a contar 90% contra os 10% do estar (comportamento, assiduidade, participação). Antes, a proporção era de 60/40, mas esta exigência não significa uma pressão acrescida sobre os alunos.

Foram ajustes simples. A escola não tem campainha. A que existia avariou, e não havia dinheiro para uma nova. Agora que há, continua sem haver toques. “Há uma maior responsabilização, e acabaram-se as tolerâncias”, explica. As turmas são pequenas, por falta de alunos e todas têm apoio inserido no horário lectivo. Não há trabalhos para casa – “os miúdos têm de ter vida para além da escola” -, e os métodos de ensino são adaptados a cada um deles. “Nem todos podem ser doutores, mas todos podem e devem sair daqui preparados para enfrentar o mercado de trabalho”, argumenta, enumerando as dificuldades que os alunos enfrentam para vir à escola. “São verdadeiros heróis.”

Daniel Caires é um deles. Está no 9.º ano e todos os dias sai de casa às 6h30 e só regressa já perto das oito da noite. Vive em Câmara de Lobos, e quis fugir às escolas do concelho. “Sabia que lá não ia ter muitas hipóteses de sucesso, o ambiente não ia ajudar”, diz ajeitando os óculos de massa escuros. Daniel, ou Dani, como todos os chamam nos corredores da escola, foi aconselhado por um primo, que frequenta a escola. “Queria ter oportunidade de estudar num bom ambiente, e não me arrependi”, garante, dizendo que vale a pena o sacrifício diário e as horas passadas no autocarro.

A escola, explica Joaquim Sousa, adapta-se às necessidades dos alunos. Numa vila com uma orografia difícil, a única forma dos jovens irem à escola é de autocarro. “Nós alteramos os horários, adaptando-os às horas dos autocarros, tendo em conta as necessidades dos alunos”, diz o director. Por isso, a taxa de abandono é reduzida, e quando acontece é por motivos de emigração, devido a elevada taxa de desemprego do Curral das Freiras. Mesmo agora, que acabou o 2.º período e começam as férias, a biblioteca e a sala de informática são sempre um local de encontro para os alunos. “Numa terra onde 80% não tem livros em casa e mais de metade não tem computador ou internet, é nosso dever dar isso”.

“Vamos buscar os alunos a casa se for preciso”, garante. Já aconteceu. Em 2010, quando a ilha foi assolada por um temporal que matou mais de trinta pessoas, e a vila ficou uma semana isolada, Joaquim Sousa e Marco Melo, presidente do Conselho da Comunidade Educativa, foram com o próprio carro buscar os alunos a casa. “Queríamos mostrar que a escola, principalmente naqueles dias terríveis, era um lugar seguro”, conta Marco Melo. E é. Já aconteceu os alunos terem que passar lá a noite, devido ao mau tempo que tornavam intransitáveis as pequenas estradas que serpenteiam o vale. Américo Sá, não esconde um sorriso cúmplice ao recordar a experiência. “Foi engraçado”, conta.

Todos riem. Até Albany Rodrigues, que chegou há dois anos da Venezuela, esboça uma gargalhada. Com carências a português, e tímida por natureza, Albany foi alvo de uma atenção especial, que já começou a dar frutos. “Fui a melhor aluna de geografia da Madeira”, diz, baixinho. “Tentamos que ela encontrasse aqui um lugar seu, depois de uma mudança tão radical como é a de mudar de país”, explica o director da escola.

Também Dina Ascenção sempre sentiu a escola como sua. Esteve ali cinco “bons” anos, e hoje, a estudar no Funchal, é um exemplo para os outros alunos. Fez parte do 9.º ano que alcançou a terceira melhor média nacional a Português, mas foi a Matemática que mais se destacou. Foi a única, na Madeira, a ter 100% no exame nacional. “No meu último ano nesta escola, desconhecida ou até mesmo desprezada por muitos, eu e a minha turma alcançámos um excelente lugar entre as escolas públicas nos exames de 9º ano”, recorda, dizendo que este resultado mostra que “não interessa de onde viemos, mas sim onde nos leva a nossa persistência”.
Joaquim Sousa abana a cabeça que sim. Que nada é impossível, e que os alunos têm o direito de sonhar." 
 
 
no público em linha...
 
 
já agora, leituras complementares:
 
 

segunda-feira, 21 de março de 2016

coisas da educação [sondagem]... gestão de conflitos e formação de professores...!

Resultados das Sondagens |Gestão/Mediação de Conflitos na Formação de Professores



Ficam os resultados da última sondagem deste período e a análise do Paulo Guinote.


Formação_sondagem_1
Votos: 1235

Formação_sondagem_2
Votos:1053

 

Gerir Conflitos: Entre a Teoria e o Empirismo


Paulo GuinoteAquilo que actualmente é designado como “gestão de conflitos”, nomeadamente na sala de aula, é algo que talvez faça agora parte de alguma disciplina na formação inicial de futuros professores mas que, durante os anos de formação ou profissionalização da generalidade dos professores dos actuais quadros, praticamente ninguém ouviu falar, nem mesmo sob a cobertura mais directa da questão da indisciplina na sala de aula. É verdade que eu só fiz uma daquelas profissionalizações marteladas para malta que já andava a dar aulas há bastante tempo, em que a Psicologia e Sociologia da Educação eram dadas por atacado, mas não me parece que tenha sido muito diferente ao longo dos anos 80 e 90 do século passado, atendendo ao que sei de muitos outros colegas e modelos de formação inicial ou profissionalização, o que os dados da primeira sondagem comprovam.
Quer-me igualmente parecer, mesmo desconhecendo eu o plano de estudos de muitos dos cursos actuais de formação de professores e como eles se desenrolam no concreto, que a abordagem actual deste tipo de questões se faz muito pela análise teórica, pelas teorias sobre as razões dos comportamentos de indisciplina e técnicas de gestão de conflitos, mas muito pouco pelo contacto directo com situações do quotidiano real, em carne e osso, quando é necessário aliar ao saber teórico um controle das emoções e reacções no tempo curto de segundos e não no tempo da reflexão escrita.
Esta falha tem sido colmatada de modo muito deficiente por acções de formação contínua, mesmo se o tema se tornou um pouco “moda” na última década. Se há formações nesta área que se revelam inovadoras e dinâmicas, com a simulação de situações reais e a apresentação de cenários de resolução para debate entre os participantes em modelo de workshop ou círculo de estudos e não de palestras, é difícil negar que a aprendizagem da maior parte dos professores em exercício se fez ao longo da sua prática docente, com tentativas e erros, com experiências mais ou menos conseguidas, conforme os contextos e culturas de escolas, assim como as características dos diferentes grupos-turma ou alunos individuais.
Como poderia ser isto de outra forma? Ao nível da formação inicial com uma interacção muito maior entre as abordagens teóricas e o quotidiano escolar, com os futuros professores a assistirem na 1ª pessoa a aulas com grupos problemáticos, sem receios por parte dos docentes envolvidos em partilhar as suas experiências e vivências, sem pretensões de magistério ou apresentação de fórmulas únicas numa matéria tão complicada. Do mesmo modo, as acções de formação contínua devem ser repensadas para não se limitarem a repetir o que já é sabido, replicando-se ano após ano, de acordo com sebentas cristalizadas há mais ou menos tempo. Devem ser organizadas numa perspectiva multidisciplinar e não fugindo ao conflito entre formas diferentes, antagónicas ou complementares, de encarar a origem, prevenção ou resolução dos fenómenos de indisciplina ou “conflito” na sala de aula ou no espaço escolar. Porque o assunto não é apenas do interesse de professores deve mobilizar outro tipo de profissionais da Educação e, muito importante, chamar ao diálogo os alunos e as suas famílias. Sem este leque amplo de olhares sobre estes fenómenos, quase tudo permanecerá sem grandes alterações, com queixas sobre falta de formação ou com insatisfações diversas acerca daquela que existe. E esse será um péssimo serviço prestado a todos aqueles que vivem o seu quotidiano nas escolas e nas salas de aula.


no com regras...

domingo, 13 de março de 2016

eu já contribuí, agora façam a vossa parte...

Sondagem da Semana : | Até que ponto os professores foram preparados para lidar com a indisciplina?

by Alexandre Henriques

Considero que os professores são peça chave para a diminuição dos índices de indisciplina que já constatámos serem elevados. Um professor que seja capaz de resolver situações de conflito está no caminho certo para obter o melhor rendimento dos seus alunos.
Mas até que ponto é que o professor está preparado para lidar com a atual indisciplina? Estamos perante professores que saem das faculdades com alguns conhecimentos sobre relações interpessoais e em gestão de focos de indisciplina? Ou vamos aprendendo com a realidade e sofrendo com ela?
O professor já não pode ser um mero "senhor" do saber, precisa de muito, muito mais...
Votem e partilhem s.f.f.
Nota: são duas sondagens
[socialpoll id="2158360" type="set"]

no com regras...

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

informações [educação]... comportamentos [gestão de sala de aula]... via the guardian...!


Teacher Email Header New Branding

 
It’s no secret that effective behaviour management can be the making of a teacher – while the opposite can also be their undoing.

John d’Abbro, the headteacher in Channel 4’s popular TV show Jamie’s Dream School, has no doubt about what’s important when it comes to behaviour management. It is vital, he says, to develop a good relationship with students by being “fair, trustworthy and honest”.

The head of the New Rush Hall Group, an organisation that works with children with behavioural, emotional and social difficulties, says: “Learning is an exploratory and uncertain process, so children have to trust you to learn from and with you. “

In our interview today, John offers his key dos and don’ts of behaviour management – it’s a brilliant reminder of the basics that it can be so easy to overlook in the melee of a busy term.

There’s a mix of our best blogs and resources on behaviour management below too. And don’t miss your chance to hear more of John’s wisdom at our exclusive Guardian masterclass about behaviour management.

Guardian Teacher Network members can also bag themselves a handy discount – just enter GMCTN20 on the booking form.

Kate Hodge | editor | (https://twitter.com/GuardianTeach" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.86; color: #005689;">@GuardianTeach**
 
     
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

coisas da educação [que não são novidade para mim, há muito...]... no com regras... uma entrevista...!

Os alunos do Agrupamento de Escolas de Carcavelos usam os telemóveis nas aulas – Entrevista exclusiva!

by Alexandre Henriques

 No passado dia 24 de setembro, foi notícia a permissão sobre o uso do telemóvel durante as aulas no Agrupamento de Escolas de Carcavelos. O ComRegras quis saber mais sobre esta iniciativa e por isso fizemos algumas perguntas ao Diretor Adelino Calado que amavelmente nos respondeu.

Entrevista ao Diretor Adelino Calado do Agrupamento de Escolas de Carcavelos

Arupamento CarcavelosRecentemente o vosso agrupamento foi notícia por permitirem a utilização do telemóvel como ferramenta de trabalho em contexto de sala de aula.

 

 

 

 

 

 


  1. O estatuto do aluno remete quatro alíneas, q), r), s) e t), no seu artigo 10.º “Deveres dos Alunos”, promovendo a não utilização do telemóvel. A vossa decisão de integrar o telemóvel tem fundamento legal?
Julgo que não existe nenhuma ilegalidade, como poderá ser analisado face ao que o Estatuto do Aluno determina, e ao que o Regulamento Interno do Agrupamento prescreve:
 Estatuto do Aluno (artigo 10º)
q) Não transportar quaisquer materiais, equipamentos tecnológicos, instrumentos ou engenhos passíveis de, objetivamente, perturbarem o normal funcionamento das atividades letivas, ou poderem causar danos físicos ou psicológicos aos alunos ou a qualquer outro membro da comunidade educativa;
r) Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, designadamente, telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações informáticas, nos locais onde decorram aulas ou outras atividades formativas ou reuniões de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor ou pelo responsável pela direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso;
s) Não captar sons ou imagens, designadamente, de atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos professores, dos responsáveis pela direção da escola ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso, bem como, quando for o caso, de qualquer membro da comunidade escolar ou educativa cuja imagem possa, ainda que involuntariamente, ficar registada;
t) Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamente, via Internet ou através de outros meios de comunicação, sons ou imagens captados nos momentos letivos e não letivos, sem autorização do diretor da escola;
REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO
    Artigo 80.º - Equipamentos tecnológicos (telemóvel, tablet ou outro)
Quando expressamente autorizado pelo professor/Direção/supervisor, o aluno tem direito a usar equipamentos tecnológicos, de forma pedagógica e responsável, em contexto de sala de aula ou de outras atividades formativas, sempre que estes forem considerados como mais um instrumento de trabalho, em situações como:
  1. usar como relógio;
  2. usar como agenda;
  3. utilizar como calculadora;
  4. consultar a internet e utilizar outras aplicações a propósito de conteúdos programáticos abordados em aula.
  1. Em que condições é que o telemóvel pode ser utilizado?
Quando expressamente autorizado pelo professor/Direção/supervisor, o aluno tem direito a usar equipamentos tecnológicos, de forma pedagógica e responsável, em contexto de sala de aula ou de outras atividades formativas, sempre que estes forem considerados como mais um instrumento de trabalho
  1. A sua utilização é transversal a todas as turmas, ou está limitada a algumas?
A resposta anterior esclarece este ponto.
4. Ao ver a notícia, muitos professores devem ter pensado que é impossível os alunos não aproveitarem para enviar sms, jogar e afins. Isso acontece(u)?
Curiosamente, ou talvez não, estamos a 18 de outubro, e apenas se registou uma situação numa turma de 8º ano ! Convém recordar que a escola Sede tem 66 turmas e cerca de 1900 aluno do 5º ao 12º ano.
Claro que a penalização desta situação foi entendida como uma falta muito grave.
  1. Foi estabelecida alguma consequência para o caso da utilização indevida do telemóvel para dissuadir o uso indevido do telemóvel?
Sendo considerada uma falta muito grave, o aluno que comete a infracção é de imediato confrontado com a situação, o respectivo encarregado de educação é chamado à Escola e a suspensão das actividades letivas é aplicada no momento.
  1. Que balanço faz desta medida?
Sendo ainda prematuro avançarmos com conclusões muito completas, poderemos afirmar que o objectivo central que perseguimos está a seguir o curso que desejamos. Ou seja, proporcionar uma maior autonomia aos jovens e ao mesmo tempo consciencializar todos para a exploração adequada de um instrumento que apresenta muitas potencialidades.
  1. A escola aos poucos e poucos vai ficando cada vez mais tecnológica. Como imagina a escola do futuro? Ler mais deste artigo