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sábado, 18 de julho de 2015

curisodades na educação... em portugal, claro...!





"Em Portugal, "não há planos, nem há ideias. As medidas são tomadas de forma avulsa, sem que haja uma visão global das competências que um aluno deve ter no fim do ensino secundário", disse à agência Lusa Jaime Carvalho e Silva, coordenador do projeto de investigação "Comparação dos exames nacionais em Portugal com os de 12 outros países".

O docente da Universidade de Coimbra apontou para a necessidade de um trabalho de monitorização do sistema educativo, para que haja um plano coerente e reformas baseadas nesse acompanhamento, apontando como exemplo o caso de Singapura, país que será tema de debate no sábado, numa conferência do projeto, a ter lugar no Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, às 10 horas.

A Singapura, "que está nos primeiros lugares" nos programas internacionais de avaliação de alunos, tem um instituto independente do Ministério da Educação que monitoriza o sistema, levando a que, de seis em seis anos, os novos programas sejam feitos "com base nessa monitorização", explanou Jaime Carvalho e Silva.

"Aqui, todo o sistema educativo é à base do remendismo. É tudo feito à pressa, sem que haja um retrato do sistema, com dados dispersos e sem se saber o que aprendem efetivamente os alunos", criticou.

Apesar de o sistema singapurense "ter as suas falhas", está "centrado no aluno", os programas "são pouco teóricos" e é "muito mais flexivo e permeável" do que o português, permitindo ao aluno mudar de trajetória com facilidade, apontou.

Já em Portugal, "a utilidade é desprezada na educação", sendo esta "muito teórica" e centrada no professor, sublinhou.

Quanto à flexibilidade do sistema português, Jaime Carvalho e Silva também se mostra crítico, considerando que há muitos alunos a mudar de curso no 10.º ano e na universidade, sem que se encontre "uma maneira de se lidar com isso".

Para o coordenador do projeto, há "demasiados exames em Portugal" e, ao mesmo tempo, "são demasiados estreitos", centrados na matemática e português - "o que quer dizer que só interessam essas duas disciplinas".

O projeto de investigação, financiado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, começou em janeiro e termina em 2016, analisando os exames e sistemas educativos de Espanha, Irlanda, Canadá, Estados Unidos da América, Holanda, Alemanha, França, Noruega, Coreia do Sul, Singapura, Brasil e Austrália."


no jn... aqui.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

continuando o dia... (des)educadamente cínico...!

de ontem...


Nº200
23 de fevereiro de 2015
150 mil alunos chumbam todos os anos em Portugal
BÁSICO E SECUNDÁRIO A retenção dos estudantes custa milhões ao Estado e só agrava as dificuldades dos alunos, defende o Conselho Nacional de Educação, que pede o fim dos chumbos



de hoje...



no público...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

informações [educação]... escolas e liberdade de escolha, encontro de literatura infanto-juvenil... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 13 – 26/01/2015

Informações Gerais

2ª Conferência da Liberdade de Escolha da Escola - os instrumentos da liberdade
A escolha da escola é uma questão da atualidade, não só em Portugal, como em muitos outros países da OCDE.

A realização desta conferência, que tem como objetivo contribuir para a reflexão em torno da liberdade de escolha da escola, decorre de uma parceria entre o Conselho Nacional de Educação (CNE) e a Confederação Nacional da Educação e Formação (CNEF).

A ter lugar no dia 30 de janeiro, pelas 09h30, no auditório do CNE. Cosulte o Programa, Aqui.


1º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia
A Fundação “O Século” vai promover e acolher, em Fevereiro de 2015, o I Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia.

Este I Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia irá juntar escritores, ilustradores, editores, professores e estudiosos deste tipo de literatura, animadores do livro e da leitura, promovendo debates, apresentações de livros, conversas com autores e artistas, bem como uma feira do livro especializada no tema.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

'trova do tempo que passa'...?


no observador...


cada vez mais ando convencido, de acordo com o espírito destes rempos nebulosos, que se torna necessária uma discussão profunda sobre a criação da ordem dos professores... e as razões serão várias... mas a classe docente é tão patologicamente dividida, que não sei...!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

coisas da educação [que, como eu dizia, tem os seus dias?]... 'trapaças da escola de abril'...!


no observador...



""Vales vinte valores!”. No passado, o sentido da expressão poucas dúvidas suscitava do iletrado ao douto. Tempos em que o significado da escala de classificação dos resultados ia bem além do sistema escolar. Entrava na vida familiar e no quotidiano. O seu valor era essencial para selar as relações de confiança e respeito mútuos entre as pessoas comuns e as escolas. Entre as fragilidades do ensino do passado, este domínio não era seguramente um deles.

Estabilidade no tempo, clareza, simplicidade, uniformidade, transversalidade a todo o ensino – atributos que tornaram a escala de 0 a 20 valores eficaz. Todavia, o afã reformista iniciado nos anos setenta rompeu com esse ciclo. Ao fim de quatro décadas, o balanço é o de se ter desbaratado um capital social importantíssimo sem ter gerado em troca nada de valor institucional e social equivalente. Construir é extraordinariamente difícil. Destruir é facílimo.

Há um par de anos, conversava ocasionalmente com uma mãe. Ambicionava que a sua filha, aluna de sucesso, voltasse a ter “quatros” e “cincos”. O desejo materno nada teria de excecional não fosse o detalhe de ter referido, a dado passo, que a filha começara a frequentar o 10º ano. Desse ano em diante “quatros” e “cincos” não orgulham ninguém. O que aquela mãe esperava, embora não o verbalizasse nesses termos, era que as notas da filha se aproximassem dos “dezanoves” e “vintes”.

O episódio serve de pretexto para questionar se este tipo de lapsos é sintoma da falta de apreço dos indivíduos pelo sistema escolar ou se o lapso é sintoma do inverso, da opacidade desrespeitosa imposta pelo estado através da classificação e avaliação do que se faz nas salas de aula.

Na procura de respostas, adianto que o modelo que hoje temos cruza instrumentos quantitativos (em números) com instrumentos qualitativos (em palavras) que ajudam a elucidar o significado de vocábulos como “labiríntico” ou “babélico”. Não ambiciono, por isso, esclarecer o leitor. Apenas desafiá-lo a resistir até ao fim. Se não conseguir, tudo indicia ser essa a intenção do modelo em vigor.

A nível quantitativo, os professores utilizam os “níveis” (1 a 5), no 2º e 3º ciclos do básico (5º ao 9º anos) e os “valores” (0 a 20), no secundário (10º ao 12º anos). É o que surge nas pautas de final de período ou de ano. Porém, no quotidiano utilizam também as “percentagens” (0 a 100). As últimas chegam igualmente a alunos e encarregados de educação do básico, depois convertidas em níveis. No secundário, as percentagens podem servir de base às classificações quotidianas para serem convertidas em valores, até porque alguns docentes lecionam no básico e no secundário e assim minimizam os efeitos de ter de saltitar permanentemente de uma escala para outra. Por seu lado, na sua formação contínua, os professores podem ainda ser classificados numa outra escala, de 0 a 10. Variantes num único sistema para um mesmo propósito.

Em paralelo, são também obrigatórias as classificações qualitativas. Obedecem a terminologia específica que, no entanto, contempla possibilidades de escolha: “Muito Insuficiente/Mau”, “Insuficiente/Não Satisfaz”, “Suficiente/Satisfaz”, “Satisfaz Bastante/Satisfaz Bem/Bom” e “Muito Bom/Excelente”. Cada uma destas, por sua vez, tem de equivaler a um intervalo preciso na escala quantitativa em percentagens (0 a 100). Depois, o conjunto terá de ser convertido ainda numa escala diferente, a que aparece nas pautas de final de período ou de ano.

Em simultâneo, existem duas componentes qualitativas: uma, a classificação (significa escrever pouco); outra, a avaliação descritiva (significa escrever muito). A última normalmente fica reservada a avaliações intercalares (a meio dos períodos) ou de final de período e de ano letivo. Tem lugar em conselhos de turma (reuniões do conjunto de professores de cada turma), obrigados a uma cruzada louca de preenchimento e validação de baterias de fichas ou formulários com parâmetros de avaliação e explicações escritas por extenso. Além das atas das reuniões e de uma ficha individual para os serviços administrativos das escolas (secretarias), existem formulários individuais para cada aluno, outros para a turma em geral, outros para grupos específicos de alunos, outros recomendados por cada grupo disciplinar (matemática, história, geografia, etc.). Num segmento à parte estão os relatórios: de aulas de apoio, dos serviços de psicologia, entre outros.

Estes dois universos – quantitativo (números) e qualitativo (palavras) – funcionam num curto-circuito permanente no seu interior e entre eles. Sobreviver a esta floresta de papéis talvez deixe os indivíduos resistentes à demência. Ou o contrário.

Há mais. A explicação verbal a alunos e encarregados de educação do óbvio depois de os empanturrar com informações tautológicas, contraditórias, inúteis, sibilinas, fabricadas a metro. Dificilmente será de outra forma quando se tem a cargo 50, 100, 200 alunos ou mais.

O novelo kafkiano descrito nem sequer admite a possibilidade de existirem seres dotados de discernimento mínimo capazes de entender, sem explicações adicionais, o que significam um “2” (nos “níveis”) ou um “7” (nos “valores”) numa pauta e as implicações que acarretam. É como se no futebol ou nas estradas em vez de os indivíduos serem incentivados a descodificar de forma simples e imediata os significados do cartão amarelo ou do sinal luminoso amarelo, existissem agregados a tais símbolos baterias de códigos e anotações explicativas profusamente escritas. Dificilmente o jogo ou o trânsito fluiriam. Quarenta anos de reformas no ensino tornaram o absurdo possível.

Sobre a classificação e a avaliação nas libertadas Escolas de Abril desceu uma Cortina de Ferro que serve de escudo a abusos e tropelias cometidos em nome do “povo” ou, na novilíngua, “interesses dos alunos”, “sucesso dos alunos”, “escola inclusiva”. Nem o recanto mais perverso da mente de Oliveira Salazar foi capaz de engendrar algo equiparável.

Para captar melhor o fenómeno, retomemos a transição do ensino básico (até ao 9º ano) para o ensino secundário (a partir do 10º ano). É comum identificar nessa transição uma das barreiras à permanência dos alunos no sistema escolar, uma vez que as desistências e o insucesso tendem a agravar-se. Não nego que as causas possam ser as mais diversas. Porém, omite-se quase sempre o essencial.

Como vigoram os níveis de 1 a 5 (sem “zero”…) até ao 9º ano, torna-se fácil os professores transformarem – em poucos minutos numa reunião de avaliação ou dias ou horas antes – um nível negativo de 2 (que “chumba”) num nível positivo de 3 (que “passa”). Mudar para o nível seguinte soa a aceitável, até porque cria uma auréola de compromisso com a “sensibilidade” social. De resto, a lei dá uma mãozinha agravando a burocracia aos que não atingem as percentagens de sucesso desejadas.

Para captar a natureza insana do sistema, bastaria adotar para essas situações que ocorrem no ensino básico a escala de classificação em vigor no ensino secundário. Ficaria claro como, ao longo do percurso escolar, se transforma em pouco tempo, às vezes minutos, uma classificação que poderia ser de 5 valores (nível 2) numa outra que poderá equivaler a 12 valores (nível 3). Estendi a conversão ao limite máximo. Os alunos do ensino básico podem estar perto do fim do ano com seis, sete, oito negativas (“chumbadíssimos”) e acabarem “passados”.

Com o aproximar da pressão do ensino superior, a partir do 10º ano passa a valer a escala de 0 a 20 valores. Se numa dada disciplina na pauta estiver por duas vezes 5 valores ou valores negativos aproximados no 1º e 2º períodos e como, além do conjunto de professores, os encarregados de educação sabem da sua existência porque as pautas são públicas, torna-se inviável fabricar um 10 instantâneo para “passar”. Logo, o insucesso aumenta.

É precisamente o fantasma do insucesso que alimenta a permanente ansiedade reformista. Esta mais não é do que a fuga a um real perturbador que nós mesmos criámos e do qual não conseguimos sair. Mexe-se e remexe-se nos currículos, programas, manuais escolares, avaliação e formação de professores, oferecem-se novos cursos, debate-se muito. Por aí adiante. Ainda assim, o insucesso escolar não desarma. O que vai ficando são décadas em que nos vamos arrastando numa alienação permanente porque não ousamos tocar na questão de fundo: o sistema de classificação de resultados escolares.

Na substância, o trabalho nas escolas é fortemente condicionado por incentivos que empurram o insucesso dos alunos com a barriga para a frente durante anos para, de repente, o inevitável choque com a realidade deixar-nos de mãos atadas. Há sempre um momento em que não temos como evitar agravar a distribuição de um generoso insucesso ou desfazer ilusões irresponsavelmente alimentadas. A pandemia vai invadindo as universidades que, no entanto, continuam com a cabeça enfiada na areia. A miserável consolação vem dos países mais avançados. Entre os ocidentais, quem tem dinheiro costuma ser propenso a produzir e adotar o mesmo tipo de insanidades e, inclusive, exportá-las diligentemente para os países mais “atrasados”.

Resta esperar que um dia revelemos lucidez suficiente para perceber que com o modelo em vigor não é possível diagnosticar a verdadeira dimensão e natureza das disfuncionalidades do ensino, nem travar o quanto antes a bola de neve do insucesso escolar.
Em suma, para reforçar a qualidade do ensino de modo significativo e para que essa qualidade seja socialmente interiorizada e sustentável ao longo do tempo será indispensável que a sociedade e as escolas partilhem uma linguagem e referentes de orientação claros. Sendo a classificação e avaliação dos resultados escolares um núcleo-chave dessa relação, o propósito deve traduzir-se na existência de um único sistema – simples e padronizado – válido do ensino básico à universidade, mas também no quotidiano e nos momentos formais."


aqui.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

para além do ao [naturalmente contra!]... da língua, do ensino, do erro, da avaliação...!


no sol...

"...

Porque o problema maior nem serão os erros – mas o que eles revelam sobre a pessoa. Se Catarina Marcelino é efectivamente disléxica, isso poder-se-á reflectir noutras confusões... E se é descuidada, a ponto de não reler o que escreve – o que se compreende mal, dado ter responsabilidades públicas –, também o deverá ser noutros aspectos. 

E há mais: estes erros mostram uma pessoa que, além de dominar mal a língua, lê muito pouco ou nada. Um indivíduo com hábitos mínimos de leitura olha para uma palavra de uso relativamente corrente, como ‘sensura’, e percebe instantaneamente que está mal escrita. É uma questão de memória visual, que se adquire com a leitura. Estes erros admitem-se numa pessoa sem habilitações, que escreve de ouvido e não tem nenhuma base cultural. Não se admite numa deputada, que ainda por cima é licenciada (em Antropologia).

E chegados aqui, outra interrogação surge: como é que uma pessoa assim conseguiu tirar um curso superior? Este exemplo parece mostrar a permissividade do nosso ensino. A sua gritante falta de exigência.

Tem-se criticado muito o ministro Nuno Crato a propósito das avaliações – quer de alunos quer de professores. Ora, casos como este provam que o ministro tem carradas de razão. O ensino em Portugal tornou-se demasiado facilitista. Os alunos passam de uns anos para os outros sem cumprirem os mínimos. A abolição dos exames e o abuso dos ‘trabalhos de grupo’ (que disfarçam a ignorância de alguns, escondidos atrás da sabedoria de outros) promoveram a passagem de canudos a pessoas sem conhecimentos elementares nem um background cultural aceitável. 

Sou professor universitário e vejo o desnível, o abismo que existe entre a qualidade dos alunos. Há alunos muito bons e outros muito maus. Não há um padrão, nem um patamar mínimo. Percebe-se que os muito bons evoluíram no meio famíliar ou aprenderam por eles próprios. Os que não tiveram essa sorte, ou não têm as mesmas capacidades, são muito maus. O ensino está hoje muito entregue ao talento individual. Mas isso é a falência do sistema. Quando quase tudo depende das pessoas, é porque o sistema de ensino não funciona. Não é capaz de fornecer aos alunos, nos vários graus – básico, secundário e superior – uma base de conhecimentos e de cultura a partir da qual eles possam evoluir e desenvolver-se.

Nuno Crato iniciou um caminho que, a bem do país, não deverá voltar para trás – e que, para mim, se pode resumir numa frase: substituir a facilidade pela exigência. Percebo que as pessoas se revoltem contra isto, protestem, barafustem. Não há ninguém que, numa encruzilhada, não escolha o percurso mais fácil. Quer os alunos quer os professores (embora no caso destes seja menos aceitável), se tiverem essa possibilidade, não a desperdiçarão. 

O que não se admite é o envolvimento dos sindicatos nesses protestos. Será que os sindicatos, para defenderem os seus associados, devem estar contra a exigência? E a crítica à exigência deve ser um argumento de combate político? Pode ser sequer um argumento?

A exigência tem de ser a todos os níveis: ao nível dos alunos e ao nível dos professores. Se aos alunos se exigem exames, aos professores também se devem exigir. Ao contestarem as avaliações, os professores estão a dar aos alunos um péssimo exemplo. 

Voltando à nossa deputada Catarina, há uma pergunta que não pode deixar de ser feita: como consegue chegar a deputada uma pessoa que não passaria num exame do 4.º ano (antiga 4.ª classe)?

Para chegar a qualquer cargo público um indivíduo tem hoje de fazer concursos, prestar provas. Ora, para um lugar tão importante como o de membro do Parlamento, chega-se por artes mágicas?

Era suposto, quando um cidadão atingisse esse nível, ter passado por um crivo, por um conjunto de ‘provas’ que permitissem aferir as suas qualidades e competências. Acontece que, se concorresse a certos lugares de muito menos responsabilidade, a deputada chumbaria logo na prova de Português – que, nem por acaso, é uma das disciplinas nucleares do nosso sistema de ensino.

Será que, ao contrário do que pensamos, pode chegar a deputado uma pessoa qualquer?
"



aqui.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

ah... e isto [só] agora é notícia...?

o que não se consegue perceber é este jornalismo que só faz notícia... com notas provindas dos ministérios...?

eu disponibilizei o anuário das estatísticas da educação 2012 - 2013 a 7 de julho... aqui.

não tiveram tempo para ler e produzir alguma coisa de jeito...?



no público...