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sexta-feira, 19 de outubro de 2018
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
domingo, 12 de novembro de 2017
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
sábado, 16 de janeiro de 2016
sábado, 4 de abril de 2015
a começar o dia... em modo de compreensão lenta...!
no dn 'online'...
e, como é habitual, lá aparece a minha (ex)escola metida ao barulho:
coisas da (des)educação (?)... agora vamos aos epifenómenos educativos...!
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domingo, 8 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
sábado, 27 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
sociedade [reformas]... do comunicado do conselho de ministros... via portal do governo...!
"...
5. O Conselho de Ministros aprovou o
levantamento da suspensão do acesso antecipado à pensão de velhice,
no âmbito do regime geral, e estabeleceu as condições que
transitoriamente vão vigorar durante o ano de 2015.
Assim, durante o ano de 2015 os beneficiários com idade igual ou
superior a 60 anos e, pelo menos, 40 anos de carreira contributiva,
podem aceder antecipadamente à pensão de velhice.
Além disso, altera-se a regra de redução dos meses de
antecipação em função dos anos de carreira contributiva, para
efeitos de determinação da taxa global de redução da pensão,
tornando-a mais justa e equitativa.
Os meses de antecipação passam a ser reduzidos em 4 meses por
cada ano de carreira contributiva que exceda os 40 anos, em vez do
modelo atual de redução de 12 meses por cada período de 3 anos. Com
esta alteração, todos os anos de carreira contributiva superiores a
40 anos passam, contrariamente ao que acontecia até aqui, a ser
relevantes para efeitos de redução do número de meses de
antecipação, beneficiando as carreiras contributivas mais
longas.
Em 2016, retoma-se o regime regra que fora suspenso.
..."
aqui.
domingo, 30 de novembro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
com um corte de 36%...?
segunda-feira, 7 de julho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
ah... afinal estes bardinas andam a endrominar-nos há muito [demasiado] tempo... bom, a opinião não é [só] minha... 'salários função pública + pensões e reformas - a grande mentira'... de miguel mattos chaves...!
"Meus Prezados Amigos,
Um pouco farto de ver e ouvir certas histórias, que pressentia, mal contadas, e decidi-me a fazer as minhas contas a partir das Fontes Oficiais (INE e EUROSTAT).
...
Tem sido dito que os Pensionistas e os Reformados, junto com as
Despesas de Pessoal do Estado, significariam, em conjunto, cerca de 75% a
78% das Receitas Públicas, fui então verificar.
Ora sendo eu um
cidadão preocupado com o desenvolvimento do meu País e com o Bem-Estar
dos portugueses, achei que este número, a ser verdade, seria muito
elevado e traria restrições severas a uma Política de Desenvolvimento e
de Crescimento a Portugal.
...
Mas depois de tanto ouvir,
comecei a achar estranho que estes números fossem repetidos até à
exaustão. E decidi investigar eu próprio da veracidade de tais números.
...
Eis os Resultados:
...
(1º) QUADRO nº 1 - Pensões e Reformas
(Unidade: mil milhões de euros)
PENSÕES e Reformas-----------------2011-------2012-------2013
P.I.B.----------------------------------------237,52 €....212,50 €...165,67 €
PENSÕES---------------------------------13,20 €.....13,60 €.....14,40 €
Peso % - s/ PIB----------------------------5,56%......6,40%.......8,69%
Total de Receitas------------------------77,04 €.....67,57 €.....72,41 €
Peso % - s/ T. Receitas----------------17,13%.....20,13%......19,89%
...
Meu comentário:
Qual não foi o meu espanto quando face a “doutas” opiniões de
Economistas do Regime, de Jornalistas (ditos de economia) e de Políticos
em que todos coincidiam em que esta Rubrica rondaria os 30% a 35% das
Receitas do Estado e cerca de 15% a 17% do PIB, vim a verificar os
resultados do Quadro nº 1 que acima publico.
...
Isto é: as
Reformas e as Pensões, mesmo numa Economia em Recessão, significaram
entre os 20,13% e os 19,89%, sobre as receitas totais do Estado. Muito
longe, portanto, dos anunciados 30% a 35%.
Mas se a análise for
feita sobre o PIB então o seu significado variou, repito num quadro de
uma Economia em Recessão, entre os 8,69% e os 5,56%. Portanto muito
longe do anunciado pelos “especialistas”.
...
A coberto dessas
pretensas “realidades” foram cometidos os mais soezes ataques a esta
parte da população portuguesa. Parafraseando o Prof. Doutor Adriano
Moreira – “estamos em presença de um esbulho”.
...
NOTA: Por uma
questão de educação não quero adjectivar mais as declarações sobre a
matéria da Srª Ministra das Finanças e seu antecessor, nem do Sr. 1º
Ministro, já que os restantes declarantes deixaram de me merecer
qualquer respeito.
...
(2º) QUADRO nº 2 - Despesas com Pessoal do Estado
(Unidade: mil milhões de euros)
PESSOAL-----------------------------2011-------2012--------2013
P.I.B.-----------------------------------237,52 €....212,50 €....165,67 €
Despesas c/ Pessoal-------------11,30 €......10,00 €.....10,70 €
Peso % - s/ PIB...........................4,76%........4,71%.......6,46%
Total de Receitas------------------77,04 €......67,57 €......72,41 €
Peso % - s/ T. Receitas.............14,67%......14,80%......14,78%
...
Meu comentário:
Devo confessar que aqui, nesta rubrica, o meu espanto ainda foi maior,
dada a prolixa comunicação sobre este tema proferida pelos actores acima
referidos.
E feitas as contas, (quadro nº 2 acima), e juntando então os dois, os resultados são na verdade os seguintes:
...
(Quadro nº 3 – Pensões e Reformas + Custos c/ Pessoal)
(Unidade: mil milhões de euros)
PENSÕES + Desp. PESSOAL------2011---------2012---------2013
P.I.B.--------------------------------------- 237,52 €.....212,50 €......165,67 €
PENSÕES + Desp. PESSOAL------24,50 €.......23,60 €........25,10 €
Peso % - s/ PIB.--------------------------10,31%.......11,11%......15,15%
Total de Receitas------------------------77,04 €.......67,57 €........72,41 €
Peso % - s/ T. Receitas----------------31,80%.......34,92%.......34,66%
...
Ou seja: a SOMA das Pensões e Reformas com as dos Custos de Pessoal do
Estado, somam (numa Economia em Recessão) entre os 34,92% (incluindo
aqui as indemnizações de mútuo acordo das rescisões então efectuadas) e
os 31,80% sobre as Receitas Totais do Estado;
e entre 15,15%
(incluindo aqui as indemnizações de mútuo acordo das rescisões então
efectuadas) e os 10,31% sobre o Produto Interno Bruto.
...
OU SEJA:
Menos de Metade dos números anunciados pelo Sr. 1º Ministro e seus
Ministros das Finanças, para falar de actores políticos relevantes,
deixando de lado as personalidades menores que pululam nas Televisões,
Rádios e Imprensa escrita que passei assim a tratar dada a sua falta de
seriedade intelectual.
...
E a coberto disto se construiu uma
Política do agrado do Sistema Financeiro, por razões e números que aqui
não vou referir, e dos Credores (por razões que aqui também me dispenso
de enumerar).
...
CONCLUSÃO:
Estamos a ser enganados
deliberadamente por pessoas que têm e prosseguem uma filosofia política
bem identificada e proveniente dos teóricos da Escola de Chicago (a
Escola Ultra Liberal), apesar de um dos seus maiores expoentes, o Sr.
Alan Greenspan – ex- Governador do FED (Reserva Federal Norte-americana)
ter pedido desculpa por ter acreditado nela e ter permitido os
desmandos do sector financeiro que nos trouxeram até às crises das
Dívidas Soberanas, embora ajudados pela subserviência, incúria e
incompetência de boa parte das classes políticas ocidentais.
...
Espero ter sido útil neste meu escrito. Na verdade sendo um homem da
Direita Conservadora o meu primeiro Partido é Portugal. Os Partidos
Políticos são, para mim, apenas Instrumentos para o engrandecimento de
Portugal. Se não cumprirem esta missão então, para mim, não servem para
nada. E vejo, com extremo desgosto, o meu próprio Partido – o CDS-PP,
metido nesta situação degradante para Portugal e para os Portugueses
sabendo que há alternativas. E acima de tudo odeio a mentira.
...
Está na hora, na minha opinião, de reformar e modificar o sistema
político vigente, sob pena de irmos definhando enquanto Nação
Independente.
...
Com os meus melhores cumprimentos
Miguel Mattos Chaves
Gestor
Doutorado em Estudos Europeus (dominante: Economia)
Auditor de Defesa Nacional"
via facebook... onde há muito mais para ler... aqui.
terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
sábado, 29 de março de 2014
danças (privadas?) na educação [lá pelos 'states']... 'massachusetts schools must be transformed to compete globally... no the boston globe...!
"While Massachusetts is widely acknowledged to have the best-performing students in the nation, at least as measured by national and international test scores, there are increasing signs that educational progress in the state has stalled. In a recent survey, sixty-nine percent of employers reported difficulty hiring people with the knowledge and skills to fill available jobs. Public colleges and universities are spending tens of millions of dollars to provide remedial courses so that graduates from Bay State high schools – who have “passed” the MCAS test – can master college-level material.
Moreover, it is no longer enough for Massachusetts students simply to compete with their American peers. As a center of intellectual talent and innovation, the state competes directly with China, Hong Kong, and Singapore. International performance data make it clear that even the best and brightest pupils in the Massachusetts school system, our top talent, fall far short of the best in the world. Some nations, especially in the Asia-Pacific region, are not only ahead of us, but pulling away. Other places, such as Poland and Germany, are improving faster than we are and will leave us trailing if we don’t take serious steps to prevent it.
Unlike other states and countries with mineral resources or gentle climes, Massachusetts’ only competitive economic advantage is our highly educated workforce. But truly excellent schools are essential not only, or even primarily, to create a pool of skilled employees but also to sustain the kind of informed, sophisticated communities where we all want to live and to raise our children. We want our kids, all of them, to have the tools they will need to thrive and prosper – here in Massachusetts.
And those necessary tools have changed. Jobs and industries change at an accelerated rate today. Students must be prepared for lifelong learning and recalibrating – for jobs that don’t yet exist. They have to be taught not only how to read the manual, but to be the ones rewriting it constantly. Teamwork is an essential skill as is figuring out how to develop innovative new products and services with collaborators worldwide. And while math and science are increasingly essential in the workplace, so is an-depth knowledge of languages, social studies, and the arts. These are the foundation to careers requiring critical thinking and constant learning.
To give all our children these necessary tools, Massachusetts must dramatically change its schools. But what does such a transformation look like?
One that will require an overhaul of our school system. It will take a major shift from state mandated reform and compliance to creating the conditions in which schools themselves devise the means for continuously improving their performance. It will take reducing regulation and devolving budgets and responsibilities to the school level, enabling schools to take charge of — and requiring them to be accountable for — their own destiny. Ironically, at the moment we provide more freedom and flexibility to low-performing schools than we do to the rest. This has to change."
Moreover, it is no longer enough for Massachusetts students simply to compete with their American peers. As a center of intellectual talent and innovation, the state competes directly with China, Hong Kong, and Singapore. International performance data make it clear that even the best and brightest pupils in the Massachusetts school system, our top talent, fall far short of the best in the world. Some nations, especially in the Asia-Pacific region, are not only ahead of us, but pulling away. Other places, such as Poland and Germany, are improving faster than we are and will leave us trailing if we don’t take serious steps to prevent it.
Unlike other states and countries with mineral resources or gentle climes, Massachusetts’ only competitive economic advantage is our highly educated workforce. But truly excellent schools are essential not only, or even primarily, to create a pool of skilled employees but also to sustain the kind of informed, sophisticated communities where we all want to live and to raise our children. We want our kids, all of them, to have the tools they will need to thrive and prosper – here in Massachusetts.
And those necessary tools have changed. Jobs and industries change at an accelerated rate today. Students must be prepared for lifelong learning and recalibrating – for jobs that don’t yet exist. They have to be taught not only how to read the manual, but to be the ones rewriting it constantly. Teamwork is an essential skill as is figuring out how to develop innovative new products and services with collaborators worldwide. And while math and science are increasingly essential in the workplace, so is an-depth knowledge of languages, social studies, and the arts. These are the foundation to careers requiring critical thinking and constant learning.
To give all our children these necessary tools, Massachusetts must dramatically change its schools. But what does such a transformation look like?
One that will require an overhaul of our school system. It will take a major shift from state mandated reform and compliance to creating the conditions in which schools themselves devise the means for continuously improving their performance. It will take reducing regulation and devolving budgets and responsibilities to the school level, enabling schools to take charge of — and requiring them to be accountable for — their own destiny. Ironically, at the moment we provide more freedom and flexibility to low-performing schools than we do to the rest. This has to change."
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