no destak...
Mostrar mensagens com a etiqueta alemanha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta alemanha. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
sábado, 1 de agosto de 2015
a começar o dia... [mais do que] indisposto, solenemente irritado...!
|
|
Alemanha não quer ouvir falar de alívio da dívida portuguesa, os debates sobre os debates e por este rio abaixo Boa tarde, O debate sobre os debates vai… continuar a ser debatido por partidos e televisões. O terceiro debate entre as duas partes sobre os debates eleitorais (não) foi inconclusivo: o frente a frente Passos-Costa foi agendado para 14 ou 18 de setembro, mas o resto continua por decidir. E o resto é - muito - se Portas também debate, e como. O PS não quer. O Adriano Nobre e o Bernardo Ferrão contam as últimas sobre o assunto e relembram quais foram os 10 debates políticos mais vistos em Portugal. Em manchete publicamos um artigo da nossa correspondente em Bruxelas, Susana Frexes, a quem fontes do Governo alemão disseram que, em relação a um eventual alívio da dívida portuguesa, nem sequer querem ouvir falar disso. E, para que não restem dúvidas, acrescentam que a reestruturação da dívida grega é um “caso absolutamente excecional”. Como começa hoje a grande debandada anual das férias, o João Paulo Galacho conta como delirou com a sua estreia no canoying, explica o que é atividade, em que os praticantes gostam de andar aos trambolhões por rios abaixo, e faz um roteiro de locais onde a praticar. Ainda no Diário de hoje, damos-lhe uma “primeira mão” do mundo da arte. Revelamos quem comprou o quadro de Júlio Pomar “O almoço do trolha”, que mostramos ao lado do comprador. O João Miguel Salvador foi falar com ele, para saber porque decidiu comprá-lo. Por estranho que possa parecer, “há febre nas farmacêuticas”, diz a Elisabete Tavares, que faz a habitual análise de sexta-feira dos mercados e conta que, no mundo das compras e vendas de empresas, o que está a dar este ano é a fusão de empresas farmacêuticas. Este mercado está ao rubro em 2015, o que só mostra como é um mercado apetecível. Na opinião, o Nicolau Santos garante que “Há maka em Angola”, o Daniel Oliveira, antes de ir de férias, pergunta a Passos Coelho se “Pode tratar a CGD pelo menos com o mesmo cuidado com que tratou o BES?” e o Henrique Raposo indaga se “Podemos falar de ciganos de outra forma?”. Boas leituras, bom fim de semana e, se for o seu caso, boas férias Amanhã há semanário e, no Diário, tem as habituais escolhas do editor de temas que publicámos ao longo da semana. | |||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||
sábado, 9 de maio de 2015
continuando o dia... ainda mais perplexo...!
| Treino pago e emprego certo: afinal não nos inspirámos muito no "dual" alemão |
| Uma
viagem à Alemanha para conhecer o modelo de ensino profissional onde
aquele país, sobretudo através das suas empresas, investe 23 mil milhões
de euros ao ano. |
comentário:
como é sabido, nem para o que nos interessa... copiar sabemos.
"No escritório
de uma das padarias da família Mayer, em Berlim, Thomas aponta para
quatro diplomas alinhados lado a lado numa parede. O da esquerda,
pintado à mão e cheio de elaboradas decorações, pertenceu ao seu bisavó.
Nos outros, o estilo vai-se simplificando, de geração em geração, até
chegarmos ao dele: uma folha A4 a atestar as suas qualificações, com um
carimbo. "O meu filho já perguntou se podemos arranjar aqui espaço para o
diploma dele", conta. "Mas acho que quando chegar a sua vez vai receber
um CD-ROM".
A empresa tem quatro formandos. E Thomas garante ter
lugar para todos: "Três vão ficar de certeza. Há um que está a pensar em
seguir para outra área mas, se quiser, fica. Fazemos isto porque
precisamos de pessoas mas também porque sentimos a responsabilidade de
garantir as futuras gerações desta profissão", explica.
"Tradição"
é uma boa palavra para começar a descrever o ensino vocacional de
modelo dual alemão. O catálogo de 329 atividades que se podem aprender
está sempre em atualização, em função das inovações tecnológicas e das
necessidades do mercado. Mas o sistema, no essencial, está definido há
perto de um século. E assenta numa visão das profissões com raízes na
Idade Média. Há aprendizes, oficiais e mestres. Só os segundos podem
exercer a profissão. E só os últimos a podem transmitir às novas
gerações."
Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN
Etiquetas:
alemanha,
educação,
empregabilidade,
ensino profissional,
ensino vocacional,
imprensa digital,
ligações,
notícia,
resumo,
título
segunda-feira, 27 de abril de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
sábado, 13 de dezembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
relativismos laborais...?
Etiquetas:
alemanha,
capa,
comparação de números,
horas de trabalho na europa,
imprensa,
portugal,
revista,
tabelas,
título
quinta-feira, 26 de junho de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















