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sábado, 29 de setembro de 2018

purismos...

poderá, por puro prazer, participar...





via fb...


nota: o meu comentário no facebook, abaixo...


'Luiz Crespo de Carvalho parafrenália putativa portuguesa, papagaiando piares puristas por presteza 'pharmacêutica', puro placebo para pensadores profundos... pedindo palavra pela palavra, pintando-as por prazer...! Porra.'

e disse, prestativamente.


sábado, 18 de julho de 2015

quão difícil é a resposta...?


Alunos tinham de escolher se queria ter dois ou seis pontos a mais no exame. Mas se mais de 10% da turma selecionasse a opção "seis pontos", ninguém teria pontos extra. O segredo? Espírito de equipa.






"Na aula do professor Dyla Selterman, os estudantes de Psicologia Social da Universidade de Maryland estavam a fazer o exame final de curso. Depois de responder a uma série de perguntas sobre a matéria, o professor colocou uma questão para quem quisesse aumentar um pouco a nota. Foi a seguinte:

Selecione se quer receber dois ou seis pontos extra na classificação final do seu exame. Mas há um senão: se mais que 10% da turma selecionar a opção “seis pontos”, então ninguém ganha nenhum ponto extra. 

Nota: A sua resposta será anónima para o resto da turma, apenas eu verei as respostas.

Talvez tenha sido a pergunta mais difícil de responder do curso inteiro: claro que toda a gente prefere receber seis pontos extra, mas se todos se limitarem a seguir a sua vontade, ninguém sai a ganhar. Portanto os alunos tinham duas hipóteses: ou se deixavam seguir pela ganância e arriscavam dois pontos pela pequena probabilidade de ganhar seis; ou então jogavam pelo seguro, fiavam-se na inteligência dos colegas e todos aumentavam a nota em dois pontos.

De acordo com as declarações do professor Dyla Selterman citadas pelo ABC, a apresentação deste tipo de exercícios é uma prática comum do docente desde 2008. E tem um propósito: ensinar aos alunos como o comportamento de grupo pode afetar um indivíduo e demonstrar as vantagens do trabalho em equipa. Além disso, tem um conceito da Psicologia Social implícito: “tragédia dos comuns”, ou seja, como os recursos comuns podem destruir-se quando estão ao alcance de todos.

E quem inventou esta pergunta pela primeira vez? Dyla Selterman explica que se deparou com ela pela primeira vez quando era estudante universitário e frequentava as aulas de Steve Drigotas, docente na Universidade Johns Hopkins. Desde que a começou a usar nas suas próprias aulas só houve uma vez em que todos saíram prejudicados."


no observador... aqui.

terça-feira, 21 de abril de 2015

legislação [geral]... garantias dos trabalhadores e curiosidades... no dre...!

Diário da República n.º 77/2015, Série I de 2015-04-21 




Ministério das Finanças 

Cria a carreira de técnico superior especialista em orçamento e finanças públicas do Ministério das Finanças 

Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social 

Aprova o novo regime do Fundo de Garantia Salarial, previsto no artigo 336.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, transpondo a Diretiva n.º 2008/94/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de outubro de 2008, relativa à proteção dos trabalhadores assalariados em caso de insolvência do empregador

sábado, 7 de março de 2015

futurismos...?


na visão 'online'...


"É certo que a ideia rompe com os hábitos tradicionais funerários. Anna Citelli e Rauol Bretzel são os responsáveis pelo projeto que aposta numa nova tendência, através de um design arrojado sobre o ciclo natural da vida humana. 

A base da ideia é simples: acabar com o corte de árvores que vão servir como matéria-prima para a produção de caixões, para que essas mesmas árvores se tornem, antes de tudo, nos verdadeiros caixões. Desta forma, o grupo de italianos criou uma cápsula orgânica e biodegradável capaz de transformar o corpo humano em decomposição, no alimento para uma árvore. 

O corpo é colocado dentro da cápsula e posteriormente enterrado. De seguida, é plantada uma árvore ou uma semente por cima dessa mesma cápsula para aproveitar a matéria orgânica. 

A árvore seria escolhida em vida, ficando depois a "manutenção" a cargo dos amigos e familiares. 

Embora seja um projeto considerado por muitos arrojado, ainda está longe de sair do papel tendo em conta a legislação italiana. Mas, os impulsionadores da ideia já lançaram uma associação com vista à alteração da lei em causa."


sábado, 4 de outubro de 2014