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sexta-feira, 17 de julho de 2015

afinal o que denunciou a fenprof...?

IAVE desmentiu o que foi afirmado pela FENPROF, mas os factos desmentem o que foi afirmado pelo presidente do IAVE



Em comunicado que ontem (14/07/2015) a FENPROF emitiu, a propósito dos exames, foram referidas, sendo noticiado pela comunicação social, as “alterações aos critérios de correção que chegaram aos professores corretores, já no período em que desenvolviam a tarefa".

O Senhor Presidente do IAVE não gostou, como, aliás, não gosta de qualquer crítica ao que faz, porque, provavelmente, entende que o que faz não é alvo de crítica, e veio desmentir.

Pois então aqui vão alguns factos e que se referem a exames dos mais diversos anos de escolaridade:

- Prova de Matemática do 6.º ano: 21 de maio – realização da prova; 26 de maio – envio aos professores dos critérios de correção, com os quais tiveram que começar a trabalhar; 1 de junho – envio aos professores dos critérios definitivos; 9 de junho – envio aos professores de novos critérios para correção da pergunta 4.

- Exame de Filosofia- código 714/11ºano/1ª fase: 15 de junho – realização do exame e divulgação aos professores dos primeiros critérios para correção das provas; 17 de junho - entrega das provas aos corretores. A grelha de classificação (obrigatória para registo de classificações das questões) em formato Excel só foi colocada no sitio do IAVE a 18 de junho ao fim do dia. 20 de junho – envio de novos critérios de correção que alteram o Grupo II item 1.A e Grupo V, percurso B, ditos definitivos. No entanto, na mensagem recebida com estes novos critérios, ditos definitivos, é reforçada com a informação de que até dia 25 podiam ser tiradas dúvidas e serem enviados novos critérios. A entrega das provas seria no dia 26.

- Exame de Biologia do 11.º ano: 22 de junho – realização do exame e distribuição aos professores dos critérios de correção; 30 de junho, cerca da meia-noite – envio aos professores dos critérios definitivos.

- Exame de Física do 11.º ano: 17 de junho – realização do exame e distribuição de critérios; 26 de junho (9 dias depois) – envio aos professores dos critérios definitivos. A prova teve de ser entregue a 2 de julho. 

- Exame de Matemática do 12.º ano: 23 de junho – realização do exame e divulgação aos professores dos critérios para correção das provas; 2 de julho – envio dos critérios definitivos.

- Prova de Matemática do 9.º ano: 19 de junho - realização da prova; 22 de junho - entrega aos professores correctores das provas e dos critérios de correcção, com os quais tiveram que começar a trabalhar; 29/30 de Junho – envio aos professores dos critérios definitivos.
15/07/2015


via portal da fenprof...


a história pode ser revista nas ligações abaixo:










e parodiando a coisa:

sábado, 23 de maio de 2015

gostei, principalmente do título...

Estavam a ver se passava e tiraram um despacho… da cartola!?


Afinal, quase em jeito de magia, o MEC dá o dito por não dito  e lá fez aparecer um despacho  da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário, dispensando os professores corretores das provas do 4º e 6º anos de escolaridade da componente letiva. 

No dia 20 de maio, a informação que existia era exatamente a inversa. Tanto no site do IAVE como no do MEC essa informação não constava e não era público qualquer despacho. Também nas reuniões realizadas com docentes corretores  foi referido que não existia tal dispensa, o que, desde, logo, motivou a contestação dos docentes implicados e de manhã (21/05) uma tomada de posição do SPGL/FENPROF.

Apurada esta ausência junto de várias escolas, não havia, também, conhecimento de qualquer instrução nesse sentido. Foi, pois, neste contexto que a FENPROF tomou posição, considerando tal não só “absolutamente insuportável pela sobrecarga de trabalho” que constituía, como discriminatória “se tivermos em conta que o MEC não teve qualquer pejo em dispensar de componente letiva os professores que foram chamados a participar em várias das fases do processo Cambridge (formação e testes de oralidade).”

Aliás, os sindicatos da FENPROF receberam professores nos seus gabinetes jurídicos para saberem, perante a recusa de autorização do pedido de escusa a esse serviço, como fazer.
Só depois das tomadas de posição referidas o MEC deu à luz, hoje, 21 de maio, um despacho com data, pasme-se, de há mais de 15 dias (4 de maio).

É caso para perguntar: estariam os responsáveis do MEC a ver se a “coisa” passava? Confirma-se: para Nuno Crato e a sua equipa o que menos interessa são as aulas! Haja exames e o ano está ganho. Tudo “a bem da Nação”, claro…


O Secretariado Nacional da FENPROF
21/05/2015 



quarta-feira, 20 de maio de 2015

informações [exames nacionais]... via iave...!

terça-feira, 12 de maio de 2015

e o que disse a fenprof...

MEC confirma grande adesão dos professores à greve e recorre à pressão ilegítima e à ameaça


O MEC enviou um ofício aos diretores das escolas e agrupamentos, assinado pelo presidente do IAVE e pelo diretor-geral da DGEstE no qual, em tom de notório desespero, procuram criar pressão sobre os professores, esquecendo-se que a sua não participação neste processo se faz no âmbito da greve que foi convocada por sete organizações sindicais de professores.


Neste ofício, IAVE/ DGEstE/ MEC confirmam o insucesso da “convocação” dos professores para formação, primeiro nas capitais de distrito, depois em Lisboa e, por essa razão, ordenam, agora, a diretores que convoquem os “professores classificadores por si designados que não concluíram, até à data, a certificação para as funções de classificador”. No ponto seguinte, refere que “na ausência do docente às sessões para as quais foi regularmente convocado, a Direção deverá agir em conformidade”… seja lá o que isso quer dizer.
MEC/ IAVE/ DGEstE deixam, assim, no ar um tom de ameaça com o “agir em conformidade”, esquecendo-se que a ausência dos professores à formação – como a todas as atividades relacionadas com este exame –, é absolutamente legal, sendo lamentável e execrável que 41 anos após o 25 de Abril de 1974, os dirigentes do IAVE e da DGEstE façam este tipo de pressão ilegítima, revelando não terem, ainda, a democracia consolidada nas respetivas cabeças.
DGEstE e IAVE falam, também, no seu ofício, em “falta de comparência ao serviço” por parte dos professores que, em greve, não realizaram as chamadas “sessões de Speaking”. Ora, não há qualquer “falta de comparência”, há, isso sim, adesão a uma greve convocada para permitir que os professores recusem envolver-se num processo que sai do âmbito das suas funções, que prejudica a sua atividade na escola com os seus alunos (essa sim, essencial para a valorização e promoção da qualidade do ensino e da aprendizagem da língua inglesa) e que se mantém envolto por manto pouco transparente.
Neste ofício, IAVE/ DGEstE/ MEC confirmam ainda que, para este processo, não há limites financeiros, afirmando que quem realizar mais de seis “sessões de Speaking” terá, “a título execional, uma contrapartida financeira” referente ao que designam por “trabalho adicional”, figura “jurídica” criada para este efeito.
Recordam, ainda, os dirigentes da DGEstE e IAVE que a realização das “sessões de Speaking” dá direito a pagamento do transporte e, sublinham, “independentemente da distância percorrida”.
Se dúvidas houvesse, confirma-se o forte impacto da greve dos professores ao “exame Cambridge” e também as dificuldades que IAVE/ DGEstE revelam, quando é posta em causa a sua vontade, em lidar com normas elementares da Democracia.
Por último, a FENPROF saúda os professores, de inglês e não só, que têm participado nesta greve e que, à medida que passam os dias, são cada vez mais.



O Secretariado Nacional da FENPROF
11/05/2015 

devia ser proibido receber 'prémios cráticos'...


no cm em linha...


o comunivado conjunto pode ser lido aqui:

quinta-feira, 23 de abril de 2015

esclarecimentos [greve]... via fenprof...!

NOTA DE ESCLARECIMENTO


GREVE NO ÂMBITO DO PROCESSO “CAMBRIDGE” 

Face às notícias que têm chegado aos sindicatos da FENPROF sobre ameaças de eventuais processos disciplinares, por incumprimento, a professores de Inglês que estão a fazer greve a todas as atividades relacionadas com este processo, a FENPROF esclarece o seguinte:
  1. Não há nenhum professor em incumprimento por estar a faltar às atividades que lhe foram impostas no âmbito do processo “Cambridge”, uma vez que está coberto pelo pré-aviso de greve, de 7 de abril a 22 de maio;
  2. A haver algum procedimento disciplinar será contra aqueles que estão a ameaçar os professores, quer violando a Lei da Greve, quer violando o direito à greve;
  3. Recordamos que esta é uma greve em que os professores não deixam de trabalhar. Pelo contrário, fazendo esta greve, continuam obrigados a cumprir a totalidade das atividades letivas e não letivas que lhes estão distribuídas no seu horário de trabalho.
O Secretariado Nacional da FENPROF
23/04/2015 

já não bastava a máfia fiscal... 'agora' é a educativa...?

"A deriva do MEC não tem limites num processo a contas com a “Cambridge”

A falta de vergonha do MEC e do IAVE não param de nos surpreender no que ao processo do exame de Inglês da Cambridge diz respeito. Já não bastava os professores terem sido impelidos pelo MEC para que faltassem às suas aulas para fazerem a formação exigida pela Cambridge na última semana de aulas do 2.º período e na 1.ª deste curtíssimo 3.º período letivo. Vem, agora, o IAVE voltar a convocar, para fazerem formação presencial durante dois dias, hoje e amanhã, os professores que, estando em greve a todo o serviço relacionado com este processo, não fizeram a formação nem a certificação exigida para poderem ser classificadores e examinadores das provas orais.

Esta formação, caso os professores cedessem às pretensões do IAVE/MEC, seria realizada, uma vez mais, com o prejuízo das aulas dos alunos e desta vez nas instalações do IAVE em Lisboa, com os professores a deslocarem-se de todo o país e com todas as despesas pagas!

A intimidação e a pressão sobre os professores de Inglês e as direções das escolas são crescentes, indo ao ponto de alguns diretores estarem a ameaçar os professores com eventuais processos disciplinares. Mas crescente é, também, a revolta e indignação dos professores, que de dia para dia têm estado a engrossar a fileira daqueles que estão a fazer greve a todas as atividades relacionadas com este processo da Cambridge.

O governo português, em nome de uma desnecessária certificação e de um inadmissível desrespeito pelos docentes e pelas instituições em que fizeram a sua formação inicial, a troco de um negócio de contornos ainda pouco claros, envolvendo a Cambridge English Language Assesment cuja clientela já atinge cerca de 170 países e move milhões e milhões de euros, outorgou-se o direito de esconder o negócio, facultando-se das necessárias artimanhas legislativas para que o contrato estabelecido fosse por diante sem obstáculos processuais.

E agora, cumprindo a sua parte, sacrifica professores e alunos, o seu trabalho e as suas aprendizagens, num contexto e num quadro tão complexo em que a escola portuguesa tem de dar provas de ser capaz de cumprir com o objetivo de, no final, os resultados dos seus alunos não envergonharem o país.

Dos professores, Crato faz as marionetes com que acena aos seus amigos ingleses, como quem diz: pobretes, mas alegretes”. Uma vergonha a que centenas de professores não se vergam, cuja oposição ao processo estão a fazer, aderindo à greve nacional iniciada em 7 de abril e que será levada até ao fim, em 22 de maio.
Hoje mesmo, a este propósito, a FENPROF foi ouvida pela Brigada Anti-Corrupção da Polícia Judiciária."

O Secretariado Nacional da FENPROF
23/04/2015 
 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

quarta-feira, 8 de abril de 2015

ainda a procissão vai no adro...?


CONDIÇÕES RECONHECIDAS AOS DOCENTES QUE PARTICIPEM NESTE PROCESSO SERÃO APRESENTADAS COMO PROPOSTA, AO MEC, PARA TODOS OS PROFESSORES COM TAREFAS SEMELHANTES

Foi adiado para a próxima semana o início dos testes de oralidade no âmbito do processo “Cambridge”, mas o pré-aviso de greve apresentado pelas sete organizações sindicais que integram a Plataforma Sindical de Professores permite que, a partir de amanhã, os professores que pretendam entrem em greve, não participando em qualquer serviço relacionado com esta prova.

Pré-Aviso de Greve: 7 de abril a 6 de maio

Outros textos relacionados
Consultar também:

Primeira alteração ao Despacho n.º 15747-A/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 251, de 30 de dezembro (pdf)


Primeira alteração do Regulamento de aplicação, classificação e certificação do Preliminary English Test for Schools (PET), aprovado e publicado em anexo ao Despacho n.º 2179-B/2015, de 2 de março (pdf)


Toda a informação sobre o "processo Cambridge"




via fenprof...

segunda-feira, 6 de abril de 2015

legislação [educação]... repondo atrasos por culpa dos suplementos... via boletim do cirep...!


Boletim Informativo n.º 55 – 06/04/2015

Publicado em Diário da República

Primeira alteração ao Despacho n.º 15747-A/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 251, de 30 de dezembro.

Despacho n.º 3446-B/2015 - Diário da República n.º 65/2015, 1º Suplemento, Série II de 2015-04-02
, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário

Primeira alteração do Regulamento de aplicação, classificação e certificação do Preliminary English Test for Schools (PET), aprovado e publicado em anexo ao Despacho n.º 2179-B/2015, de 2 de março.

sábado, 4 de abril de 2015

coisas da (des)educação 'crática'... (des)culpas de mau pagador...!


no observador...

"(Artigo atualizado às 12:08 com a justificação do Ministério da Educação)

A prova nacional de inglês que os alunos do 9.º ano terão de fazer este ano foi adiada por uma semana, estando agora previsto começar a 13 de abril, disse ao Observador fonte oficial do Ministério da Educação.

O Preliminary English Test (PET) será realizado pela primeira vez no ano letivo passado e serve como teste diagnóstico, em vez de prova nacional que os alunos do 9.º ano já têm em português e matemática, e é concebido pelo Cambridge English Language Assessment da Universidade de Cambridge. Ao contrário de outras disciplinas, este teste diagnóstico é obrigatório.

As datas das provas são calendarizadas pelo Ministério da Educação por despacho, e a componente oral da prova estava previsto começar no dia 7 de abril (e podia ir até 5 de maio). Agora, o MEC adiou o começo da componente oral dos exames para o dia 13 de abril (até ao dia 22 de maio).

Em resposta ao Observador, o Ministério da Educação explicou que o adiamento tem como objetivo dar mais tempo aos professores que vão avaliar as provas para se preparem.

“As datas das provas orais do PET foram alteradas para permitir aos professores classificadores mais tempo para realizarem as tarefas de preparação, na sequência da formação entretanto concretizada. Deste modo, evita-se uma possível sobrecarga de trabalho dos docentes, prolongando por mais algum tempo o prazo de início e de fim das provas orais”, explica o Ministério liderado por Nuno Crato.

O exame escrito mantém-se marcado para o dia 6 de maio."

sexta-feira, 3 de abril de 2015

só para ficarmos [mais] cientes?... não esclarece coisa alguma...

2015-04-01 às 21:34

"ESCLARECIMENTO SOBRE O TESTE PRELIMINAR DE INGLÊS


O Ministério da Educação e Ciência (MEC) e os diretores das escolas convocaram os professores necessários para o processo de classificação do Teste Preliminar de Inglês (Preliminary English Test - PET).
Compete às escolas garantir que a prova seja realizada e que se cumpra a obrigatoriedade definida pelo Despacho n.º 11838-A/2013, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 175, de 11 de setembro.
O MEC respeita a autonomia dos diretores das escolas e conta, como habitualmente, com a sua colaboração neste processo, bem como a colaboração dos professores envolvidos. O MEC não assumiu qualquer compromisso adicional."


já agora leia-se o comunicado da fenprof:



e a notícia:

terça-feira, 31 de março de 2015

é mesmo assim...?


(in)conclusivamente...?


no i 'online'... aqui.


e, via fenprof...


Nas instalações da Av. 5 de Outubro 





A Plataforma Sindical dos Professores apresentou uma proposta com 3 pontos que, a ser considerada, permitirá o levantamento da greve convocada para todo o serviço relacionado com a “Cambridge” (entre 7 de abril e 6 de maio).


Reunião no MEC sobre "processo Cambridge" prossegue hoje às 17h00

A Plataforma Sindical dos Professores apresentou uma proposta com 3 pontos que, a ser considerada, permitirá o levantamento da greve convocada para todo o serviço relacionado com a “Cambridge” ( entre 7 de abril e 6 de maio).

Os pontos dessa proposta são os seguintes:

1. Adiamento para o início do 3º período do processo formativo online que deveria ter decorrido durante a interrupção letiva, mas continua por iniciar;

2. Dispensa da componente de estabelecimento dos professores envolvidos neste processo durante todo o período em que o mesmo decorrer, ou seja, de 7 de abril a 31 de maio;

3. Participação dos professores neste processo em regime voluntário, proposta que é coerente com o reconhecimento de que a recusa de participação dos professores neste processo não acarreta qualquer problema de ordem disciplinar.

O Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, presente na reunião, aceitou apreciar esta proposta, sendo a reunião retomada pelas 17 horas.

A reunião terá, de novo, lugar nas instalações do MEC, sito na Avenida 5 de Outubro. Entretanto, pelas 14 horas, as organizações sindicais reunirão na DGAE (Avenida 24 de Julho) com o objetivo de resolverem o problema criado por aquela direção-geral, através de circular que retirou aos docentes tempo de serviço em que se encontravam em situação de doença.

As Organizações Sindicais de Professores
31/03/2015 

sexta-feira, 27 de março de 2015

e a isto chama-se 'transparência'...?


Informação Conjunta IAVE_JNE nº 1/2015 

Está disponível, na área de escolas, no sítio do Júri Nacional de Exames, a Informação Conjunta IAVE-JNE n.º 1/2015, a qual faz referência aos períodos de afetação ao processo de classificação dos professores classificadores dos exames finais nacionais do ensino secundário, os quais devem ser considerados de acordo com o estipulado no n.º 6 do artigo 32.º do Anexo II ao Despacho Normativo n.º 6-A/2015, de 5 de março. 

Fonte: DSJNE



comentário: claro que os interessados só saberão por portas travessas e mais tarde...?