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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

divulgando...


Informações Gerais

O Laboratório Nacional de Energia e Geologia e a Universidade de Aveiro lançam o desafio: aplicar estratégias de Economia Circular aos setores da construção e do mobiliário.
Endereçado a alunos de mestrado ou doutoramento de diversas áreas científicas, O Workshop realiza-se no âmbito do Projeto KATCH, no dia 7 de fevereiro, no LNEG - Campus do Lumiar.
Organizado pelo Instituto de História Contemporânea (NOVA, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas), decorre na Biblioteca Nacional de Portugal, de 7 a 9 de fevereiro, o Congresso “História da Cultura em Portugal no Século XX” que visa recensear recentes pesquisas sobre a compreensão da cultura e da sociedade de massas.


via boletim do cirep...

sábado, 20 de fevereiro de 2016

coisas da economia e afins...


Newsletter n.º 2/2016


Ao longo desta semana, o NEC e a Nova SU organizam o ciclo de debates Economia Viva onde serão abordados problemas atuais das políticas públicas em Portugal e na Europa. O IPP apoia esta iniciativa, que conta com a participação dos diretores Marina Costa Lobo, Francesco Franco e Pedro Pita Barros.

Em três dias, três sessões com o apoio do IPP:
Dia 16, 9h30, Francesco Franco modera o debate sobre Demografia e a Segurança Social.
Dia 17, 17h30, Marina Costa Lobo participará no debate sobre O Sistema Político.
Dia 18, 17h30, Pedro Pita Barros participará no debate sobre A Saúde.

A entrada é gratuita, mas os lugares são limitados.
Garanta desde já o seu lugar - inscreva-se aqui.

Budget Watch 2016

Já estamos a trabalhar na sétima edição do projeto Budget Watch, analisando o OE2016 nas óticas da transparência, rigor, responsabilidade política e sustentabilidade das finanças públicas. Esta edição do Budget Watch será coordenada pelo Professor Miguel St. Aubyn. Poderá recordar as principais conclusões da edição anterior neste brief.

Policy Briefs

O IPP inaugurou uma série de Policy Briefs, que pretende apoiar o debate público com trabalhos curtos, claros e acessíveis. Os dois primeiros números desta série focam-se em aspectos específicos do debate sobre o Orçamento para 2016: "Estrutural, extraordinário... estranho?" e "Budget Watch: que transparência e rigor nos Orçamentos do Estado?".


no

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

continuando o dia... absolutamente perplexo, o que é dizer pouco...!

Empresas travam contratações até ao final do ano



País em suspenso. Empresas travam contratações até ao final do ano


Com a indefinição sobre eleições, Orçamento do Estado e futuro do Novo Banco, empresários estão mais pessimistas sobre empregos que vão criar nos próximos três meses. Num ano, economia criou 5 mil lugares.

no dn em linha...

quarta-feira, 20 de maio de 2015

educação, desigualdades, economia e prosperidade...reflexões para o fim de dia...!





"URL for this press release: http://tinyurl.com/mccsq28



BOULDER, CO (May 18, 2015) – A recent report from The Hamilton Project at the Brookings Institution examines several important questions about education’s economic power and includes some useful analyses and interesting conclusions. Its analysis, however, oversimplifies the importance of college degrees in boosting the economy, while rejecting the widely held view that education can substantially reduce economic inequality. 

Marvin Lazerson and Ryan Pfleger reviewed Increasing Education: What it Will and Will Not Do for Earnings and Earnings Inequality for the Think Twice think tank review project. The review is published by the National Education Policy Center, housed at the University of Colorado Boulder School of Education.

Dr. Lazerson is a professor of higher education policy at Central European University, Budapest, Hungary, and an emeritus professor, University of Pennsylvania. Ryan Pflegeris a doctoral candidate in Educational Foundations, Policy, and Practice at the University of Colorado Boulder.

The Hamilton Project report discusses three commonly held propositions about education’s economic power: (a) education is the critical factor in creating economic prosperity; (b) college and advanced degrees increase the earning power of individuals; and (c) a broad base of increased educational attainment will narrow income inequality. It asserts that the first proposition is true and that the second proposition is accurate, especially at the middle-income-and-below range. The report finds the third proposition inaccurate, concluding that a significant increase in educational attainment is not likely to significantly decrease wage inequality.

Lazerson and Pfleger praise as “illuminating” the report’s empirically based simulation that projects what would happen if an additional 10 percent of the population suddenly received college degrees. They note, however, that the analysis has important limitations. There is little direct evidence in the report to show that increasing educational attainment is, as the authors contend, “the most effective and direct way” to improve economic prosperity. Also, the report’s data are drawn only from males and no attention is paid to how income gains differ across gender, race, field of study, labor-market conditions, and institutional reputation.

The reviewers stress that no data analysis is provided in the report to support claims about the relative effectiveness of education compared to other ways to address economic problems. Claiming that the primary solution to a wide array of economic problems is to improve “human capital,” the report perpetuates a problematic myth that undervalues alternative ways to address poverty and economic insecurity. Indeed the assumption of the knowledge society narrative, that everything depends upon more education, may itself be flawed.

Though the report’s policy conclusions about education are important, economic and political actions are critical as well in closing income and social gaps. As the reviewers write, “[u]sing schooling as a quick fix for economic problems is not going to do it.”

Find Lazerson and Pfleger’s review on the NEPC website at:

Find Increasing Education: What it Will and Will Not Do for Earnings and Earnings Inequalityby Hershbein, Kearney and Summers and published by The Hamilton Project on the web at:

The Think Twice think tank review project (http://thinktankreview.org) of the National Education Policy Center (NEPC) provides the public, policymakers, and the press with timely, academically sound reviews of selected publications. NEPC is housed at the University of Colorado Boulder School of Education. The Think Twice think tank review project is made possible in part by support provided by the Great Lakes Center for Education Research and Practice.

The mission of the National Education Policy Center is to produce and disseminate high-quality, peer-reviewed research to inform education policy discussions. We are guided by the belief that the democratic governance of public education is strengthened when policies are based on sound evidence. For more information on the NEPC, please visit http://nepc.colorado.edu/."



quarta-feira, 22 de abril de 2015

explorações iniciáticas... [os meandros das propostas políticas de uma oposição...?] reflexões para o fim de dia...!


no observador...

""São centenas, talvez milhares de propostas, as que o economista Mário Centeno entregou a António Costa. Todas juntas fazem a “alternativa” que o PS pode levar às próximas legislativas. A aposta clara é na dinamização da economia – e para isso põe em cima da mesa uma dupla redução (surpreendente) da polémica TSU, para as empresas e para os trabalhadores, já bastante criticada à esquerda e pela CGTP.

À direita, porém, o alvo da crítica é o número – ou antes, as contas: o PSD fala de um programa do “logo se vê”, o CDS quantificou em três mil milhões as necessidades orçamentais logo no primeiro ano orçamental da próxima legislatura. Sem dizer isso, a verdade é que o documento apresentado esta terça-feira assenta em objetivos menos intensos para o défice e dívida do que os do atual Governo, embora muito ambiciosos para a redução do desemprego e economia. E fica uma pergunta por responder, com estas contas que mostra: as boas notícias pagam-se com crescimento?

Seja como for, nesta altura já é possível começar a comparar fatualmente os programas de um lado e de outro (com as legislativas cada vez mais próximas). Se quiser saber onde estão mais próximos e onde mais de afastam o PS e o PSD/CDS, pode consultar aqui. Se preferir conhecer em grandes números como vai estar o país em 2019, nas visões da coligação e dos socialistas, este é o link certo.

Ao invés, se quiser conhecer mais em detalhe (mas de forma sintética) as propostas da equipa de 12 economistas entregue agora a António Costa, clique nos botões abaixo consoante os temas que forem do seu interesse."


impostos estado_social empresas
trabalhadores pensionistas educacao
admin_publica economia

para consultar a apresentação... aqui.

a que respeita à educação... aqui.


deixo as ligações para o relatório e para o novo pec:

leitura [política]... [relatório] 'uma década para portugal'...!

leitura [reforma do estado]... daquelas indigestas...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

reflexões para o fim de dia [desenvolvimento sustentável]... sociedade, empresas, economia e mercado...!


no observador...


A sustentabilidade é um modelo de negócio viável. E é a única maneira de garantir que um negócio é resiliente”, diz em entrevista ao Observador Rabab Fayad, diretora da Rede Global do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD). A representante da organização esteve em Portugal para falar da importância dos recursos naturais no âmbito da conferência “Portugal, Capital Natural – agricultura, mar e florestas” que decorreu esta segunda-feira em Lisboa.

À medida que a população aumenta, o mesmo acontece com a utilização dos recursos naturais. E se os recursos não forem poupados, repostos ou restaurados, não é só o ambiente que entra em falência, as empresas também. “Se as empresas querem continuar a fazer negócios no futuro têm de o fazer de forma reporem os recursos que gastam. De outra forma não terão capacidade de continuar em funcionamento”, diz Rabab Fayad, acrescentando que se não forem tomadas medidas agora, os danos ambientais poderão ser irreversíveis.

Como é que o planeta pode comportar uma população de nove mil milhões de pessoas em 2050 e continuar a providenciar-lhe comida e bem-estar? Só quando os governos e as empresas se juntarem na luta pelo desenvolvimento sustentável. E o papel das empresas é realmente importante. “Não podemos viver sem indústria. Mas também não vamos sobreviver se a indústria continuar este caminho de insustentabilidade”, nota a diretora da rede global. Por isso, a WBCSD definiu uma missão – Vision 2050 – que pretende integrar o ambiente, a sociedade e as empresas no desenvolvimento sustentável até esse ano.

Mas como é uma meta de muito longo prazo, a organização empresarial estabeleceu também um plano para 2020 – Action 2020 – com medidas concretas e mensuráveis, que terão um impacto em larga escala. São propostas 35 soluções que podem abarcar áreas tão diversas como alterações climáticas, mobilidade ou empregabilidade, e incluem medidas como recuperação de recifes de coral e reflorestação – os recifes e florestas funcionam como sumidouros de carbono -, recuperação de 12 milhões de hectares de solo arável por ano ou aumento da proteção das zonas costeiras em 10%. “As soluções são das empresas, para as empresas”, nota Rabab Fayad. “Portanto têm de ser soluções empresariais lucrativas, que sejam viáveis e cujos custos possam ser suportados pelas mesmas.”

As medidas propostas pela WBCSD podem ser assumidas e replicadas por cada uma das redes locais parceiras, com as devidas alterações e adaptações às realidades locais. Entre as 67 redes parceiras encontra-se o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável em Portugal (BCSD Portugal). A Ação 2020, criada em linha com a Vision 2050 da WBCSD, tem objetivos concretos para a etapa intermédia de 2020 assumidos pelas 100 empresas membros do conselho português. Lançada em novembro de 2013, a Ação 2020 conta com 13 medidas dentro das seis áreas prioritárias para os empresários portugueses, incluindo: desenvolvimento social, economia, capital natural, energia, cidades e infraestruturas, e indústria e materiais.
“A sustentabilidade ambiental tem de andar de mão dada com a sustentabilidade social.”
Rabab Fayad, diretora da Rede Global do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável
O papel de Rabab Fayad é “trabalhar dentro das políticas e diálogos nacionais” para criar um “fluxo de trabalho e um modelo de negócio que estejam em linha com a sustentabilidade e o desenvolvimento”, porque todos os países são diferentes. “O objetivo que tenho é trabalhar com as empresas dentro da própria cultura e hábitos, de maneira a que peguem no nosso trabalho e o adaptem tornando-o local”, explica a diretora da rede global, referindo, no entanto, que as empresas têm de perceber que mesmo agindo localmente, têm de pensar globalmente. Basta pensar que “60% dos recursos naturais foram destruídos nos últimos 50 anos”, refere.

Rabab Fayad dá o exemplo das alterações climáticas e de outros assuntos ambientais que considera estarem “no centro de muitos dos nossos problemas”. É preciso, por um lado, que as empresas incorporem o desenvolvimento sustentável no plano de negócios, por outro, que não o considerem simplesmente como uma forma de responsabilidade social. “Algumas empresas ainda não compreendem que têm de ir além da responsabilidade social e implementar a sustentabilidade como uma parte fundamental do negócio. Não é caridade, é dar segurança para o futuro do negócio.” Fazendo referência à grande quantidade de ideias inovadoras que têm surgido, a diretora da rede global considera que a sustentabilidade e a empregabilidade beneficiam dum contacto estreito. “É um desafio, mas não é um fardo. Na verdade, é uma oportunidade e uma aventura.”"


aqui.

nota - pode ver um vídeo, seguindo a mesma ligação...