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sábado, 18 de julho de 2015

quão difícil é a resposta...?


Alunos tinham de escolher se queria ter dois ou seis pontos a mais no exame. Mas se mais de 10% da turma selecionasse a opção "seis pontos", ninguém teria pontos extra. O segredo? Espírito de equipa.






"Na aula do professor Dyla Selterman, os estudantes de Psicologia Social da Universidade de Maryland estavam a fazer o exame final de curso. Depois de responder a uma série de perguntas sobre a matéria, o professor colocou uma questão para quem quisesse aumentar um pouco a nota. Foi a seguinte:

Selecione se quer receber dois ou seis pontos extra na classificação final do seu exame. Mas há um senão: se mais que 10% da turma selecionar a opção “seis pontos”, então ninguém ganha nenhum ponto extra. 

Nota: A sua resposta será anónima para o resto da turma, apenas eu verei as respostas.

Talvez tenha sido a pergunta mais difícil de responder do curso inteiro: claro que toda a gente prefere receber seis pontos extra, mas se todos se limitarem a seguir a sua vontade, ninguém sai a ganhar. Portanto os alunos tinham duas hipóteses: ou se deixavam seguir pela ganância e arriscavam dois pontos pela pequena probabilidade de ganhar seis; ou então jogavam pelo seguro, fiavam-se na inteligência dos colegas e todos aumentavam a nota em dois pontos.

De acordo com as declarações do professor Dyla Selterman citadas pelo ABC, a apresentação deste tipo de exercícios é uma prática comum do docente desde 2008. E tem um propósito: ensinar aos alunos como o comportamento de grupo pode afetar um indivíduo e demonstrar as vantagens do trabalho em equipa. Além disso, tem um conceito da Psicologia Social implícito: “tragédia dos comuns”, ou seja, como os recursos comuns podem destruir-se quando estão ao alcance de todos.

E quem inventou esta pergunta pela primeira vez? Dyla Selterman explica que se deparou com ela pela primeira vez quando era estudante universitário e frequentava as aulas de Steve Drigotas, docente na Universidade Johns Hopkins. Desde que a começou a usar nas suas próprias aulas só houve uma vez em que todos saíram prejudicados."


no observador... aqui.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

domingo, 20 de julho de 2014

impostos... uma proposta em análise...!

não consigo entender como é que uma 'poupança' de [cerca de] oitocentos euro é um incentivo para uma família com três filhos, em sede de irs...?


no público...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

nada que por cá não se verá... assim tão longiquamente...!

"The New York Times online indexes the article "$5 Billion in Grants Offered to Revisit Teacher Policies" as education. It probably should have been listed under politics. After three years of demonizing teachers as the problem with American education with its Race to the Top program, the Obama administration apparently now realizes it will need teacher union support and teacher and public school parent votes to be reelected. Suddenly, Education Secretary Arne Duncan wants to "work with teachers in rebuilding their profession and to elevate the teacher voice in federal, state and local education policy.""


com os professores nas 'palminhas' e o funcionalismo público...?

pois os militares, juízes, médicos e advogados não contam...