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terça-feira, 14 de agosto de 2018

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

legislação [educação]... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 8 — 22/01/2016

Publicado em Diário da República

 
Resolução do Conselho de Ministros n.º 2-A/2016 - Diário da República n.º 14/2016, 1º Suplemento, Série I de 2016-01-21
Presidência do Conselho de Ministros 
Autoriza a realização da despesa relativa aos apoios decorrentes da celebração de contratos-programa no âmbito do Ensino Profissional para o ciclo de formação 2015/2018.
 
Aviso n.º 678/2016 - Diário da República n.º 15/2016, Série II de 2016-01-22
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior 
Regista a criação do curso técnico superior profissional de Intervenção em Ambiente e Património da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria.
 
Aviso n.º 679/2016 - Diário da República n.º 15/2016, Série II de 2016-01-22
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior 
Regista a criação do curso técnico superior profissional de Fabricação Automática da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria.
 
Aviso n.º 680/2016 - Diário da República n.º 15/2016, Série II de 2016-01-22
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior 
Regista a criação do curso técnico superior profissional de Produção Aeronáutica da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal do Instituto Politécnico de Setúbal.
 
Aviso n.º 681/2016 - Diário da República n.º 15/2016, Série II de 2016-01-22
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior 
Regista a criação do curso técnico superior profissional de Comunicação Audiovisual da Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
 
Aviso n.º 682/2016 - Diário da República n.º 15/2016, Série II de 2016-01-22
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior 
Regista a criação do curso técnico superior profissional de Restauração e Bebidas do Instituto Superior de Administração e Gestão.
 
Aviso n.º 683/2016 - Diário da República n.º 15/2016, Série II de 2016-01-22
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior 
Regista a criação do curso técnico superior profissional de Gestão de PME da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda da Universidade de Aveiro.
 
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior 
Regista a criação do curso técnico superior profissional de Manutenção de Sistemas Mecatrónicos da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes do Instituto Politécnico de Tomar.
 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

coisas da educação... o ensino profissional...!

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No passado dia 21 de dezembro, o IPP organizou um evento sobre “A aposta no ensino profissional: educação, emprego e competitividade” no âmbito do IPP Policy Paper 3, “Returns to vocational education”. O debate foi profícuo em termos de informação, propostas, contraditório e reflexões complementares.

Sofia Oliveira apresentou as principais conclusões do seu Policy Paper, e Alexandre Homem Cristo, Paulo Guinote e Pedro Martins trouxeram pontos de vista diferentes à análise do tema. O debate saiu também em muito beneficiado pelas excelentes intervenções da audiência, que para além de associados do IPP e outros cidadãos com interesse nestas áreas, incluiu especialistas com trabalho feito nas temáticas da educação e do mercado de trabalho, como Ricardo Paes Mamede ou Francisco Lima. A moderação foi feita por Pedro Pita Barros, vice-presidente do IPP.

O estudo estatístico empreendido por Sofia Oliveira mostra que existe um “prémio” salarial para os alunos do ensino profissional à entrada do mercado de trabalho, face aos alunos do ensino geral. No entanto, o mesmo estudo releva que, em média, essa vantagem salarial desaparece ao fim de 8 anos. Na apresentação do seu paper, a autora destacou ainda três fatores que contribuirão para o sucesso da via profissional: 1) absorção: alinhamento entre a oferta formativa e as necessidades das atividades económica locais e regionais; 2) valorização: reforço do papel da orientação escolar como fator de credibilização; e 3) transição: estratégia de aprendizagem ao longo da vida, orientação profissional e gestão de carreiras. Ao contrário de Paulo Guinote, a economista considerou que a meta de 50% dos alunos do ensino secundário no regime profissional não era de todo descabida, à luz do aumento para 12 anos de escolaridade obrigatória. Por fim, manifestou a esperança que este estudo servisse como um pontapé de saída para muito mais estudos que possam de facto contribuir para medidas mais bem fundamentadas no domínio das políticas públicas de educação.

Alexandre Homem Cristo sublinhou a necessidade de mais estudos sobre o ensino profissional/vocacional em Portugal, já que a manifestação dos seus efeitos é demorada. No seu entender, alguma da oposição a estas vias é injustificada, já que o ensino vocacional funciona como uma introdução ao profissional, evitando a retenção de alguns alunos na via geral e, por isso, têm uma missão necessária de combate ao abandono escolar. Para o conselheiro nacional de educação, o papel do Estado é o de permitir às escolas autonomia suficiente, com os recursos necessários para esta autonomia ser de facto exercida.

Paulo Guinote começou por observar que este estudo confirmava estatisticamente aquilo que muitos dos profissionais encontravam no terreno: o ensino profissional é uma aposta atrativa no início mas torna-se uma “armadilha” mais tarde, por se tratar sobretudo de uma medida de combate ao abandono escolar e, mesmo nesta dimensão, ter eliminado algumas das alternativas mais interessantes que existiam. O professor do ensino básico, doutorado em História da Educação, defendeu uma formação geral sólida e não uma aposta em vias vocacionais logo a partir dos 13 anos de idade. Na sua opinião, o papel do estado devia ser o mínimo: fiscalizar (hoje fiscaliza o que não interessa) e regular o quadro geral, dando espaço de manobra às escolas públicas e privadas, alertando ainda para os efeitos perversos dos mecanismos legais de controlo atuais e da definição de objetivos quantitativos para avaliar o sucesso desta aposta, como a meta de 50%. Avisou ainda que, na comparação público-privado, devem ser tidos em conta os instrumentos ao dispor das escolas públicas e das escolas privadas.

Pedro Martins destacou a importância de estudos deste tipo serem conduzidos numa lógica contrafactual, de forma a neutralizar o efeito de variáveis externas ao mecanismo em análise, como o contexto socioeconómico dos alunos. O ex-secretário de Estado do Emprego considerou que o Estado devia favorecer mais a concorrência entre as escolas, de forma a incentivar melhores desempenhos, e apostar mais no envolvimento das empresas nas vias profissionais, assim como aproveitar o potencial dos fundos estruturais para financiar estes tipos de ensino.

Durante o período de participação da audiência no debate, Ricardo Paes Mamede elogiou o trabalho apresentado e fez a ligação com outro estudo que apontava para uma menor probabilidade de ingresso no ensino superior por parte dos alunos provenientes do ensino profissional face aos alunos do ensino geral. O economista alertou também para a possibilidade de em muitos casos o alargamento do ensino profissional ter sido apenas instrumental para permitir o acesso ao financiamento do Fundo Social Europeu, que não financia os cursos do regime geral, reforçando a ideia de que as reformas na educação são muitas vezes motivadas por urgências imediatas e não para responder a necessidades estruturais e seguindo uma visão de longo prazo.

Como conclusão, sublinhamos os principais pontos de convergência entre os presentes:

• Para além de uma medida profissionalizante, a aposta no ensino profissional é uma ferramenta de combate ao abandono e insucesso escolar
• A questão cultural, de algum estigma associado aos “graduates” do ensino profissional, como sendo uma via apenas para alunos “desviados” ou “incapazes de completar” o ensino regular, é um entrave significativo; opondo-se ao que acontece, por exemplo, nos modelos de referência nesta área (Alemanha e Suíça) ou mesmo ao passado em Portugal (um membro da audiência referiu um exemplo: os 5 melhores alunos do ISEG no seu ano vinham todos do ensino profissional)
• As políticas e a sua avaliação devem estar mais direcionadas para a “qualidade” da oferta educativa neste tipo de ensino e menos para a “quantidade” (metas de número e % de alunos). O estabelecimento de uma meta (quantitativa) desadequada para a avaliação do ensino profissional pode pôr em causa a sua qualidade
• As questões institucionais, os contextos sociais, e os incentivos dos vários agentes, são importantes para a avaliação do sucesso ou insucesso deste tipo de ensino. Neste sentido devem-se também ter em conta as diferença entre escolas públicas e privadas, assim como os distintos contextos regionais e socioeconómicos dos alunos que seguem a via profissional

Henrique Lopes Valença, Pedro Pita Barros, e Luís Teles Morais


sexta-feira, 31 de julho de 2015

legislação [geral e educação]... cqep [autorizações]... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 112 – 31/07/2015
Publicado em Diário da República

Portaria n.º 225-A/2015 - Diário da República n.º 147/2015, 1º Suplemento, Série I de 2015-07-30
, dos Ministérios da Saúde e da Educação e Ciência
Cria um consórcio entre o Centro Hospitalar de Lisboa Central, E. P. E. e a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

Despacho n.º 8379/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Educação e Ciência - Gabinetes dos Secretários de Estado das Comunidades Portuguesas e do Ensino e da Administração Escolar
Aprovação da Rede de Cursos do Ensino Português no Estrangeiro 2015/2016.

Despacho n.º 8411/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior
Reconhece, para efeitos do Estatuto dos Benefícios Fiscais, que a ENSINUS - Estudos Superiores, S. A., entidade instituidora do ISG - Instituto Superior de Gestão, prossegue atividades regulares consideradas de interesse educacional.

Despacho n.º 8412/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, do Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior
Nomeação do Conselho de Curadores da Fundação ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa.

Despacho n.º 8415/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo CINFU - Centro de Formação Profissional da Indústria de Fundição.

Despacho n.º 8416/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Educação e Formação Profissional Integrada.

Despacho n.º 8417/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Formação Profissional para o Comércio e Afins.

Despacho n.º 8418/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Formação Profissional para o Setor Alimentar.

Despacho n.º 8419/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Bragança.

Despacho n.º 8420/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Aveiro.

Despacho n.º 8421/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Évora.

Despacho n.º 8422/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Lisboa.

Despacho n.º 8423/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Entre Douro e Vouga.

Despacho n.º 8424/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo CENCAL - Centro de Formação Profissional para a Indústria Cerâmica.

Despacho n.º 8425/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Águeda.

Despacho n.º 8426/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Coimbra.

Despacho n.º 8427/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Leiria.

Despacho n.º 8428/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional da Amadora.

Despacho n.º 8429/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional da Guarda.

Despacho n.º 8430/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Beja.

Despacho n.º 8431/2015 - Diário da República n.º 148/2015, Série II de 2015-07-31
, dos Ministérios da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança Social - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I. P.
Alteração do Despacho de autorização de funcionamento do CQEP promovido pelo Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga.
Diplomas para Publicação em Diário da República

Gabinetes dos Ministros de Estado e das Finanças e da Educação e Ciência
— Portaria – Autoriza a Parque Escolar, E.P.E, a assumir os encargos relativos ao contrato para a conclusão da empreitada de execução das obras de modernização da Escola Secundária de Ponte de Lima.

— Portaria – Autoriza a Parque Escolar, E.P.E, a assumir os encargos relativos ao contrato para a prestação de serviços de gestão e fiscalização da empreitada de conclusão das obras de modernização da Escola Secundária de Ponte de Lima.


Gabinete do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar
— Despacho – Regula as condições de aplicação das medidas de ação social escolar, da responsabilidade do Ministério da Educação e Ciência e dos municípios.
  

segunda-feira, 11 de maio de 2015

informações [educação]... protótipos tecnológicos [concurso], educação e cidadania [formação]... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 73 – 11/05/2015


Informações Gerais
Os alunos finalistas de cursos profissionais dos domínios da eletrotecnia, eletrónica, mecatrónica, automação e afins podem candidatar-se, através das suas escolas (públicas ou privadas), à edição de 2015 do Concurso de Protótipos Tecnológicos.

São aceites a concurso trabalhos que envolvam a construção de um protótipo realizado no âmbito de Provas de Aptidão Profissional, não sendo admitidas candidaturas de trabalhos exclusivamente documentais. 

As escolas deverão submeter as candidaturas até ao dia 15 de maio e, até essa data, deverão também enviar uma síntese do trabalho. O relatório do projeto e o vídeo demonstrativo do funcionamento do protótipo só necessitam de ser enviados até 6 de julho. Cada escola poderá concorrer com o máximo de três equipas e cada equipa poderá ter até dois alunos. Deverão ainda nomear um docente responsável pela representação da escola durante o concurso.

O concurso encerrará a 14 de julho, em Oliveira do Bairro, com uma exposição pública de todos os protótipos em competição, seguida do anúncio dos seis melhores trabalhos. As equipas destes trabalhos realizarão, de seguida, a prova final de apresentação oral e defesa dos respetivos trabalhos. Por fim, o júri selecionará o trabalho vencedor, podendo haver lugar a duas menções honrosas. 

Com esta iniciativa, a Associação Nacional de Professores de Eletrotecnia e Eletrónica (ANPEE), este ano em parceria com o Instituto Profissional da Bairrada (IPB), visa motivar os alunos (potenciando as aprendizagens adquiridas pelo trabalho de projeto desenvolvido na escola); evidenciar, perante o mundo empresarial, as competências alcançadas pelos alunos; proporcionar novas oportunidades de aprendizagem e promover o intercâmbio de experiências educativas e de saberes profissionais entre os professores de eletrotecnia.


VI Curso de "Cidadania e Segurança"
O curso de Formação, no âmbito da Educação para a Cidadania, visa sensibilizar os professores para as matérias de Segurança e Defesa, e, em simultâneo, desenvolver a Cultura de Segurança e Defesa.

Este curso decorrerá de 06 a 10 de julho, nas instalações do Instituto da Defesa Nacional, em Lisboa (Calçada das Necessidades, 5, 1399-017 Lisboa) e no Porto (Castelo de São João Baptista, Foz do Douro, Esplanada do Castelo, 4150-196 Porto), entre as 10h00 e as 12h30 e as 14h00 e as 16h30. No Porto, a Acão de Formação vai ser realizada por meio de videoconferência, a partir de Lisboa.

Trata-se de uma ação de formação acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua, com vista à formação, na área da educação para a segurança e a paz, no âmbito da educação para a cidadania, de docentes do Ensino Básico e Secundário.

O prazo para a inscrição de candidaturas termina no dia 15 de maio de 2015.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

sábado, 9 de maio de 2015

continuando o dia... ainda mais perplexo...!

Treino pago e emprego certo: afinal não nos inspirámos muito no "dual" alemão
Uma viagem à Alemanha para conhecer o modelo de ensino profissional onde aquele país, sobretudo através das suas empresas, investe 23 mil milhões de euros ao ano.


no dn em linha...

comentário:
como é sabido, nem para o que nos interessa... copiar sabemos.




"No escritório de uma das padarias da família Mayer, em Berlim, Thomas aponta para quatro diplomas alinhados lado a lado numa parede. O da esquerda, pintado à mão e cheio de elaboradas decorações, pertenceu ao seu bisavó. Nos outros, o estilo vai-se simplificando, de geração em geração, até chegarmos ao dele: uma folha A4 a atestar as suas qualificações, com um carimbo. "O meu filho já perguntou se podemos arranjar aqui espaço para o diploma dele", conta. "Mas acho que quando chegar a sua vez vai receber um CD-ROM".

A empresa tem quatro formandos. E Thomas garante ter lugar para todos: "Três vão ficar de certeza. Há um que está a pensar em seguir para outra área mas, se quiser, fica. Fazemos isto porque precisamos de pessoas mas também porque sentimos a responsabilidade de garantir as futuras gerações desta profissão", explica.

"Tradição" é uma boa palavra para começar a descrever o ensino vocacional de modelo dual alemão. O catálogo de 329 atividades que se podem aprender está sempre em atualização, em função das inovações tecnológicas e das necessidades do mercado. Mas o sistema, no essencial, está definido há perto de um século. E assenta numa visão das profissões com raízes na Idade Média. Há aprendizes, oficiais e mestres. Só os segundos podem exercer a profissão. E só os últimos a podem transmitir às novas gerações."

Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN

quarta-feira, 8 de abril de 2015

informações [educação]... anqep e concurso [prazo], história e visitas... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 57 – 08/04/2015


Informações Gerais

Concurso Faz a Tua Montra - 3.ª Edição
No sentido de possibilitar o desenvolvimento de novos projetos, a Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional (ANQEP) decidiu prolongar o prazo de candidatura, até 17 de abril, da 3.ª edição do Concurso “Faz a tua Montra!”.

De acordo com o respetivo Regulamento, os alunos poderão concorrer a uma de cinco categorias: agricultura, novas tecnologias, mecânica, turismo e energia.

Os candidatos deverão criar uma montra que evidencie a relevância do ensino profissional, relacionando-o com as áreas supra referidas.

Os vencedores de cada categoria irão expor, durante um período de 15 dias a um mês, o seu trabalho na montra da ANQEP, situada na Avenida 24 de julho, em Lisboa.


Muralha de D. Dinis
A muralha de D. Dinis, com 700 anos, é testemunha de episódios marcantes de um rei, da cidade e da sua história, ainda “inscritos” na superfície do reboco e na sapata do extenso “muro” defensivo. Objetos, fragmentos, ossos, sons e estórias aludem ao imaginário medieval; são o património que se quer partilhar nesta visita pelos areais do Tejo, onde ainda se ouvem gaivotas, feiras e naus, recordando a vocação comercial e marítima de “Lixbõa”.

As visitas orientadas destinam-se a todos os públicos e realizam-se às 6.ªs feiras, às 13h30, e aos sábados, às 11h00, no Banco de Portugal, Largo de S. Julião, em Lisboa.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

quinta-feira, 5 de março de 2015

informações [educação]... avaliação externa das escolas e dia do ensino profissional... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Seminário "Avaliação Externa das Escolas"
O
 programa de avaliação externa das escolas (AEE) tem vindo a ser concretizado pela Inspeção-Geral da Educação e Ciência, e o Conselho Nacional de Educação (CNE) tem vindo a acompanhar este programa, tendo emitido três pareceres e recomendações sobre o assunto.

Neste contexto, surge o seminário subordinado ao tema "Avaliação Externa das Escolas", organizado em parceria com o Instituto de Educação da Universidade do Minho e a Inspeção-Geral da Educação e Ciência. Pretende-se debater e identificar as consequências e os efeitos da AEE, quer junto das escolas, quer ao nível das instâncias responsáveis pelas formulação e execução de políticas. Nessa medida, para além da apresentação do relatório intercalar do segundo ciclo de avaliação externa das escolas, pretende-se dar resposta às seguintes questões: O que dizem os estudos sobre avaliação externa? Quais as reações das escolas ao relatório (os contraditórios)? O que dizem os diretores das escolas e os investigadores? Qual o futuro do modelo de avaliação externa?

O Seminário realiza-se no dia 13 de março, no Auditório do Conservatório de Música de Coimbra.


Dia do Ensino Profissional
A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP) promove a celebração do Dia do Ensino Profissional.

Com esta iniciativa, pretende-se criar uma cultura de ensino profissional, composta por valores como dinamismo, empreendedorismo, proatividade e competitividade (saudável) e, deste modo, promover socialmente todas as modalidades educativas e formativas de nível secundário que garantem uma dupla certificação (escolar e simultaneamente profissional).

Para este dia, propõe-se a execução de uma série de atividades que envolvam todos os que, direta ou indiretamente, intervêm no desenvolvimento destas modalidades educativas e formativas ou beneficiam das mesmas.

A ter lugar no dia 20 de março, no Centro Desportivo Nacional do Jamor.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!

domingo, 30 de novembro de 2014

coisas da educação [gestão pedagógica]... fala quem sabe ou quem manda...?


no observador...


"O Ministério da Educação e Ciência (MEC) reconheceu este ano três agrupamentos de escolas e uma escola secundária que se distinguiram pela redução dos níveis de abandono escolar. São elas: Escolas da Cidadela de Cascais, Escola Secundária de Amora, Escolas da Baixa-Chiado e Escolas nº 4 de Évora. Esta informação faz parte dos resultados da avaliação externa das escolas, divulgado este sábado.

O Observador falou com três destas escolas e procurou compreender o que permitiu alcançar taxas de redução do abandono escolar entre os 9 e os 11,9%. Diretores, técnicos sociais e presidentes de associações de dirigentes referem a criação de agrupamentos e mega-agrupamentos e o encaminhamento dos alunos em risco para cursos profissionais, vocacionais e outras vias alternativas como as principais razões.
 
Uma redução de quase 12% no agrupamento da Cidadela de Cascais

A redução mais significativa ocorreu no agrupamento de Escolas da Cidadela de Cascais, onde se passou de uma taxa de abandono de 17,7%, no ano letivo 2011/2012, para 5,8% em 2012/2013. Um decréscimo de quase 12%. José João Gonçalves, diretor do agrupamento, disse ao Observador que esta quebra se explica pela constituição, em 2012, de um agrupamento que passou a reunir seis escolas: uma Secundária que inclui 2º e 3º ciclo e mais cinco estabelecimentos de pré-escolar e primeiro ciclo.

Dado que o abandono escolar se sente sobretudo no 3º ciclo, os valores da redução deste indicador correspondem, essencialmente, ao da Escola Sede do agrupamento, a Secundária da Cidadela. Antes de 2012, os alunos chegavam a este estabelecimento de ensino apenas no 7º ano, o que, segundo José João Gonçalves, muitas vezes significava que outras escolas enviavam para a Secundária da Cidadela os alunos com mais dificuldades. “Com a constituição do agrupamento temos cá o 5º e 6º ano. Os alunos que este ano iniciaram o 7º ano são nossos. É diferente de termos alunos que aterram aqui. Conseguimos controlá-los melhor”, diz o diretor do agrupamento ao Observador.

Mas José João Gonçalves pensa que ainda antes da criação do agrupamento as medidas tomadas pela Secundária da Cidadela estavam a conseguir reduzir este problema. Desde 2010 que a escola atua juntamente com um conjunto de parceiros – o Centro de Saúde de Cascais, a Junta de Freguesia, a Câmara de Cascais e a Comissão de Proteção de Jovens e Menores – para sinalizar e identificar os alunos que se encontrem em risco de abandono escolar, ajudando-os de acordo com as suas necessidades socioeconómicas específicas. Até porque, explica o diretor, é nas classes mais desfavorecidas que se registam os maiores níveis de abandono.

A sinalização e identificação do problema ocorre da seguinte forma: quando os alunos faltam mais do que uma semana sem apresentarem justificação ou atestado médico, a escola contacta os encarregados de educação, pedindo que estes se desloquem ao estabelecimento de ensino. Se os encarregados de educação não justificam comprovadamente as faltas ou se os alunos reincidirem, a escola comunica o caso à Comissão de Proteção de Jovens e Menores. “Com essa entidade, os pais enfrentam uma maior responsabilização. Até porque muitos destes pais recebem Rendimento Social de Inserção (RSI)”, explica ao Observador José João Gonçalves.

Assim, se a escola perceber que o aluno tem dificuldades de pagar o passe para transporte ou a alimentação, há várias respostas que a direção pode dar. “Eu próprio posso mudar o escalão [da Ação Social Escolar] para o A para que ele possa comer. Quanto ao transporte – pedimos à Junta de Freguesia ou à Autarquia que lhe pague o passe”, explica José João Gonçalves.

Esta redução valeu ao agrupamento de escolas uma bonificação de 30 horas letivas, que podem ser aplicadas no reforço à ajuda dos estudantes, nomeadamente ao nível do aumento de horas de projetos como teatro e tutorias, para acompanhar os alunos em risco, diz José João Gonçalves. Desta forma, o diretor espera conseguir reduzir ainda mais a taxa de abandono. “Queremos reduzir abaixo dos 5% este ano. O ideal era o 0%”, diz.

“Via profissional e vocacional reduz abandono”

O diretor da Escola Secundária de Amora, Simão Cadete, pensa que a redução de quase 10% na taxa de abandono escolar (de 10,9% para 1%) se deve à preocupação em dar aos estudantes “ofertas formativas diversificadas” que permitam “segurar” os alunos. Simão Cadete está a referir-se aos cursos profissionais, aos cursos de educação e formação, aos cursos vocacionais – iniciados este ano – e aos ensino noturno. “Se formos perguntar o que a Secundária da Amora tem? Tem tudo”, diz o diretor, publicitando as vias alternativas disponíveis na escola.

Segundo Simão Cadete, as taxas de abandono foram reduzidas desde que aumentou “a aposta nos percursos alternativos“. O que na prática significa que os alunos que não têm sucesso no ensino regular “são encaminhados para essas alternativas”. Neste momento, este estabelecimento de ensino tem cinco turmas de 10º ano nos cursos científico-humanísticos e seis turmas no ensino profissional.

À semelhança do que acontece no agrupamento de Escolas da Cidadela de Cascais, também na Secundária de Amora existe um trabalho mais antigo no sentido de reduzir o risco de abandono escolar. Há cerca de cinco anos foi criado o Centro de Formação, Reflexão e Aquisição, destinado a alunos com dificuldades de aprendizagem. Este centro permite que os jovens sejam acompanhados em tutoria, encaminhados para o Gabinete de Reflexão sobre Atitudes e Comportamentos quando são expulsos por mau comportamento (fazendo, depois, uma reflexão do sucedido por escrito) ou para o Gabinete de Aquisição de Conhecimentos, onde aprende métodos e técnicas de trabalho. Além disso, a escola conta, desde há dez anos, com o apoio de uma psicóloga clínica, patrocinada pela Junta de Freguesia.
 
“Às vezes basta dizer aos pais que têm acesso remoto ao número de faltas dos filhos”

Na Escola Básica e Secundária Passos Manuel, Escola Sede do agrupamento de Escolas da Baixa-Chiado, há 704 alunos – num universo de 1100 estudantes – com escalão A e B na Ação Social Escolar. Ainda assim, Carla Soares, educadora social do Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), considera que o risco de abandono escolar não se limita às classes desfavorecidas, mas é “transversal”. No agrupamento de Escolas da Baixa-Chiado, a taxa de abandono diminuiu de 11,2 para 1,6%, sendo que o essencial dessa redução ocorreu na Escola Passos Manuel, um estabelecimento TEIP – Territórios Educativos de Intervenção Prioritária – onde existe um compromisso com o MEC para a redução do abandono escolar.

Além das dificuldades económicas das famílias, as técnicas do GAAF pensam que a situação geral de precariedade profissional – que implica, muitas vezes, longas horas de trabalho – dificulta o envolvimento dos pais na vida escolar e pode levar a situações de abandono que são transversais às classes sociais. Associado a este problema está a desmotivação dos alunos, explica Carla Soares. “Antes via-se que quem estudava e trabalhava tinha emprego. Agora os alunos têm pais desempregados e tanto os pais como os filhos começam a não acreditar que a escola possa facilitar a empregabilidade”, diz.

À semelhança do agrupamento de Escolas da Cidadela de Cascais e da Escola Secundária de Amora, também neste agrupamento do centro de Lisboa existe uma estratégia de articulação com os parceiros comunitários – como a Santa Casa, a Junta de Freguesia da Misericórdia, a Escola Segura da PSP e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens – e de encaminhamento de jovens em situação de absentismo para a via profissional e vocacional.

Em alguns casos, o abandono dos estudantes está muito relacionado com as dificuldades de os pais conciliarem a vida profissional e familiar. Por isso, existe uma plataforma online onde os encarregados de educação têm acesso online às faltas, ao comportamento, aos resultados dos testes e às atividades extra-curriculares dos filhos. “Às vezes basta divulgar aos pais que têm acesso ao controlo remoto”, diz Sofia Figueiredo, assistente social no GAAF.

Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, diz ao Observador que com o alargamento da escolaridade obrigatória ao 12º ano – um processo progressivo ao longo dos últimos três anos – é normal que as taxas de abandono escolar sejam quase residuais. “Até agora havia mais do que um dígito porque só agora a escolaridade é obrigatória até aos 18 anos”, diz.

Ainda assim, Manuel Pereira diz que nos últimos cinco anos – devido ao agravamento da situação económica – se tem sentido “uma pressão que inverteu o sentido”, havendo neste momento mais tentativas de abandono. Relativamente à solução de encaminhamento para os cursos profissionais e vocacionais, o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares diz que “são uma boa solução”, mas acrescenta que “nem sempre é possível encontrar a área profissional que os alunos desejam – principalmente no interior do país”.

Para Adelino Calado, presidente da Associação dos Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, as vias profissionais e vocacionais conjugadas com o facto de o mercado de trabalho não absorver os jovens fazem com que estes “acabem por ficar na escola“. A criação de agrupamentos e de mega-agrupamentos é, na opinião deste dirigente, uma solução na medida em que torna possível acompanhar os alunos “desde muito cedo e até muito tarde”, o que acaba por “favorecer a manutenção dos alunos na escola”.


*O Observador tentou contactar o Conselho Diretivo do agrupamento de Escolas nº 4 de Évora, onde a taxa de abandono escolar registou uma diminuição de 15,9% para 4,2%, mas não obteve resposta."


aqui.

domingo, 9 de março de 2014

coisas da (des)educação [provisoriamente definitivo ou definitivamente provisório...?]... finalistas do ensino profissional só fazem um exame nacional para ingressar na universidade... no sol...!

"O Governo publicou uma portaria com uma norma transitória que permite aos alunos do ensino profissional, que terminem o 12.º este ano lectivo, fazer apenas um exame de acesso ao ensino superior.

Reconhecendo "a especificidade curricular e da avaliação do ensino profissional", a portaria, publicada na sexta-feira ao final do dia, no Diário da República, determina que "importa garantir, no ano lectivo 2013-2014, que seja facultada aos alunos a possibilidade de prosseguimento de estudos, atentas as condições existentes à data do início do respectivo ciclo de formação", isto é, de modo a não alterar as regras a meio do percurso.

A nova norma transitória surge, porque o Ministério da Educação e Ciência decidiu, em 2012, alterar as regras de acesso ao ensino superior para os alunos oriundos da vertente profissional, impondo a realização de três exames nacionais, em vez de apenas o exame nacional de Português, como até então acontecia.

Em causa está o decreto-lei de Julho de 2012, no qual o Ministério da Educação e Ciência (MEC) tinha definido que os alunos do ensino profissional que quisessem prosseguir estudos superiores ficavam obrigados à realização do exame nacional de Português, como prova de acesso, assim como à realização de outros dois exames: um de uma disciplina bienal, outro de uma disciplina trienal, à escolha dos alunos, dentro do conjunto de disciplinas que compõem o currículo escolar dos cursos científico-humanísticos.

A disciplina de Português é a única que, no ensino profissional, se enquadra sem diferenças relativamente ao ensino secundário científico-humanístico, com uma carga horária suficiente para garantir a realização do exame nacional em condições de igualdade.

O diploma de Julho de 2012 decretava também a entrada em vigor das novas regras, para todos os alunos, no ano lectivo seguinte à sua publicação, o que corresponde ao ano lectivo de 2012-2013.

Depois de ter sido criticado e acusado de alterar as regras a meio do percurso escolar, o MEC publicou a 15 de Fevereiro de 2013 uma portaria com uma norma transitória a vigorar em 2012-2013, que definia que os alunos do ensino profissional que terminassem o seu percurso nesta via de ensino nesse ano teriam apenas de realizar o exame de Português, com um peso de 20% para a classificação final do curso profissional.

No entanto, para a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), não alterar as regras a meio do percurso implicava que vigorasse também para este ano lectivo, para os alunos que terminam o 12.º ano profissional em 2013-2014, uma norma transitória igual, tendo a associação acusado o ministério tutelado por Nuno Crato de "discriminação negativa" dos alunos da vertente profissional no acesso ao ensino superior e exigido a correcção da situação.

Em resposta à ANESPO, o MEC recusou as críticas, sublinhando que o decreto-lei que alterava as condições de acesso ao superior deixava claro que a norma transitória vigorava apenas no ano lectivo de 2012-2013.

Com esta portaria, o MEC recua e cede às exigências das escolas profissionais, depois de a ANESPO ter alertado que cerca de 36 mil alunos inscritos no ensino profissional a frequentar o 12.º ano, este ano lectivo, poderiam ser prejudicados no acesso ao ensino superior.


A propósito das alterações nas condições de acesso ao ensino superior, o presidente da ANESPO defendeu que, com este enquadramento legislativo, o Governo está a anular a diversidade de opções formativas no ensino secundário, ao obrigar estas escolas a mudar os seus currículos por completo, "transformando cursos profissionais em científico-humanísticos"."


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

coisas da (des)educação [agora é que se compreende... estalou o verniz?... acabam-se os cet nos politécnicos...!]... cursos de especialização tecnológica fora do ensino superior em 2015... no sol...!

"O Ministério da Educação disse hoje que o ensino superior "não pode manter" os Cursos de Especialização Tecnológica (CET) em 2015, mas garantiu a continuidade daquele perfil formativo, em moldes que o Governo está a preparar.

O secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes, afirmou que o Ministério de Educação e Ciência (MEC) está "a avaliar os CET fora do ensino superior" e frisou que haverá, no próximo ano lectivo, um período de transição.

"No ensino superior, os CET deixam de funcionar. As instituições do ensino superior não podem manter os CET depois do próximo ano, só podem manter os CET que começam em Outubro [deste ano]", disse José Ferreira Gomes.

O membro do Governo não esclareceu o que fazer com esse modelo formativo e afirmou que "o futuro dirá o que será feito com os CET".

"Os CET podem ser uma formação profissional muito ajustada e temos falado com as empresas e as associações de empresas no sentido de esclarecer isso. Vão ser as associações de empresas, o instrutivo da formação profissional que têm conhecimento técnico nessa área, que vão ajudar-nos a decidir o que fazer com os cursos: se têm espaço ou não", afirmou.

José Ferreira Gomes afirmou que serão as empresas que dirão "o que querem", ou seja, "a melhor formação".

Os CET foram criados pelo decreto-lei n.º 88/2006, de 23 de Maio, com o ME a atribuir ao Instituto de Emprego e Formação Profissional a qualidade de organismo instrutor dos processos de criação e de autorização de funcionamento dos cursos propostos pelos Centros de Formação Profissional e outras instituições.

Na quinta-feira, o Conselho de Ministros aprovou a criação de cursos técnicos superiores profissionais nos institutos politécnicos.


Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, trata-se de um novo tipo de formação "não conferente de grau", que tem como objectivo "alargar e diversificar o espectro da oferta do ensino superior em Portugal e, por essa via, aumentar o número de cidadãos com qualificações superiores necessárias ao país"."


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

coisas da educação [ensino profissional]... 'uma saída para o emprego'... no sol...!

"Em média 70% dos alunos arranjam emprego seis meses depois de concluírem um curso profissional. Apesar disso, apenas 40% dos estudantes portugueses optam por esta via. O estigma social à volta de algumas profissões técnicas e a falta de conhecimento da oferta existente estão a fazer de Portugal um dos países europeus onde este ensino tem menor expressão. O Governo quer inverter a tendência.

Entre o discurso oficial e a realidade das escolas profissionais ainda há um mundo de distância. Nuno Crato quer chegar aos 50% de alunos em cursos profissionais até 2020 e está a preparar um reforço da oferta. Quem está nas escolas fala em cortes, desinvestimento e falta de diagnósticos sobre as áreas em que se deve apostar. Mas desengane-se quem acha que os jovens fogem a este ensino: em pouco mais de uma década quase quadruplicaram os estudantes que optam por esta via.

Neste momento, são cerca de 120 mil os alunos dentro da escolaridade obrigatória (até aos 18 anos) que frequentam o ensino profissional, entre cursos vocacionais - para os maiores de 16 que procuram um ensino mais prático e profissionais, que proporcionam formação numa profissão concreta.

Encontrar a motivação

Miguel Félix tem 17 anos e é um dos alunos que frequentam cursos profisisonais. “Passava as aulas a desenhar. Nem ouvia a professora”. Descobriu a animação quando tinha 13 anos. Nessa altura, a escola não o interessava. “Fazia séries de animação e punha na net. Fiquei entusiamado quando percebi que tinha um episódio com 1.200 visualizações no Deviant Art, uma espécie de rede social para mostrar trabalhos de arte”. Quando acabou o 9.º ano, o miúdo que “não sabia o que andava a fazer na escola” inscreveu-se num curso profissional de Animação 2D e 3D. Aos 17 anos, está a criar uma empresa de produção de conteúdos, tem um site de crítica de jogos e filmes e os seus olhos brilham quando fala na escola.

Miguel encontrou o caminho na Escola Digital, uma escola profissional privada em Lisboa, 100% financiada pelo Estado, que garante que as vagas não chegam para todos os que a querem frequentar. “Tinha candidatos suficientes para encher oito turmas, fiz quatro”, conta o director Luís Sebastião, justificando-se com a falta de financiamento. “Somos financiados por turma e de acordo com as candidaturas que são aprovadas pelo Ministério da Educação e Ciência [MEC]”, explica.

Este ano, Luís Sebastião viu-se confrontado com a necessidade de acolher as orientações do Ministério e passar de turmas com 23 alunos para turmas com 30. “Foi preciso fazer obras, para ter salas maiores. E tem sido complicado porque é um ensino prático que requer atenção ao aluno e materiais para todos trabalharem. Tivemos de nos adaptar”.

As candidaturas são seleccionadas tendo em conta as áreas prioritárias de formação definidas todos os anos pelo Ministério para cada região. Ou seja, dá-se prioridade aos cursos com maior empregabilidade. No entanto, há quem considere que ainda há muito por
fazer para adequar a oferta à procura.

“Temos muitas vezes a percepção de que há um desfasamento entre a oferta e a procura em algumas áreas profissionais porque, muitas vezes, não chega às escolas informação fidedigna sobre as verdadeiras necessidades de formação”, queixa-se o presidente da ANESPO (Associação Nacional de Escolas Profissionais), José Luís Presa. O responsável considera que não há estudos suficientes sobre os cursos que fazem mais falta. “Ou não existem ou, quando alguém faz algum esforço no sentido da sua elaboração e disseminação, são metidos na gaveta”, queixa-se.

Luís Sebastião dá um exemplo concreto: “O curso de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos tem uma empregabilidade acima dos 75%. Há alunos que ainda não acabaram o curso e já têm ofertas de trabalho. Um deles chegou mesmo a ir para a Google antes de acabar. Mas esta formação não faz parte das que o MEC considera prioritárias”.

José Luís Presa diz que há uma “terrível falta de organização e planeamento” a nível nacional e local. “Houve situações em que as turmas foram aprovadas nas escolas profissionais, mas houve duplicação de oferta nas escolas secundárias públicas, ficando as escolas profissionais sem alunos”.

João Grancho, secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, garante, porém, que o Governo está a reorganizar a rede, “evitando sobreposições de oferta e rentabilizando os recursos existentes”, sempre tendo em conta “o contexto económico e empresarial português”.

Mais 9 mil alunos este ano

Neste momento, o MEC está a definir uma Carta de Equipamentos/Instalações por área de formação que deve ser apresentada em breve. Outra novidade serão as “escolas profissionais de referência empresarial”, que deverão ser criadas por empresas que queiram formar trabalhadores nas suas áreas. Até lá, Grancho acredita que o trabalho feito - que incluiu um reforço da carga horária da componente de estágio nas empresas - já está a dar frutos. “Traduziu-se num acréscimo de cerca de nove mil alunos face ao ano lectivo anterior”.

Muitos destes novos alunos que procuram uma saída no ensino profissional são empurrados pela crise e pela promessa de emprego quase garantido. “São cursos baratos - aqui na escola só pagam as actividades extra - e que permitem uma certificação que dá acesso directo ao mercado de trabalho. Em tempos de crise, isso conta”, admite Luís Sebastião. Mas não se pense que a opção pela via profissional é um último recurso. “Quando vêm para aqui é uma primeira escolha”. Muitos eram alunos que não tinham aproveitamento no ensino regular e que revelam vontade de aprender nos cursos profissionais. “Há pais que me chegam a agradecer, porque nunca viram os filhos a trabalhar desta forma, com um rumo. A diferença é a motivação”, garante Luís Sebastião.

Para entrar, os alunos submetem-se a um teste e a entrevistas. “Temos de seleccionar, porque temos mais oferta que procura. O objectivo não é tanto avaliar competências, mas mais motivações. É importante que estejam motivados e percebam o trabalho que implica tirar estes cursos”.

Paula Canhoto, directora da Profitecla, uma escola de Lisboa especializada nas áreas do Turismo e da Comunicação, sente o mesmo. “Fazemos testes e entrevistamos não só os alunos, mas também os pais. Temos cursos de Hotelaria e Turismo, que têm estágios que implicam trabalhar aos fins-de-semana e à noite. Para isso, é preciso ter alunos motivados e encarregados de educação empenhados em que eles cumpram. É preciso responsabilidade”. Até as aparências contam. “Têm de estar bem apresentados, porque o trabalho deles vai ser quase sempre de contacto com o público e isso é sempre muito importante”. 

20% vão para a universidade

No final dos cursos - que dão equivalência ao 12.º ano -, os alunos da área de Turismo têm taxas de empregabilidade na ordem dos 70%. Mas nem todos param de estudar. Quando terminar o curso de Turismo, diz Bárbara Frade, de 18 anos, “a prioridade é o ensino superior”. Bárbara chegou a fazer o 10.º ano de Humanidades, mas estava “cada vez mais desmotivada”. Depois de descobrir por uma amiga os cursos profissionais, reencontrou o prazer de aprender. “A minha mãe sempre me disse que eu não ia conseguir ir para o ensino superior porque não gostava de estudar. Mas as minhas notas mudaram radicalmente. Vou fazer os exames e espero entrar”.

Como qualquer aluno do ensino profissional, quando acabar o curso Bárbara terá direito a uma certificação que lhe permite entrar no mercado de trabalho. No entanto, há a possibilidade de fazer os exames nacionais e prosseguir estudos. Cerca de 20% dos alunos de cursos profissionais acabam por seguir para as universidades e politécnicos.

Manuel Rosa, 18 anos, é colega de Bárbara na Profitecla e quer continuar a estudar, mas só depois de experimentar o mercado de trabalho. “Quero ganhar experiência e fazer um pé-de-meia. Só depois disso é que vou continuar os estudos”. Depois de ter percebido que o ensino regular não era o que queria, Manuel não hesitou em escolher um curso profissional. “Ainda fiz o 10.º ano em Economia, com média de 10. Mas no 2.º período já tinha percebido que não era nada daquilo que eu queria”, conta. O exemplo que teve em casa foi fundamental para a sua escolha. “Tenho três irmãos e o que conseguiu emprego primeiro foi o que tinha um curso profissional”.

Os números dão-lhe razão. Dados da ANESPO mostram que a empregabilidade média dos cursos profissionais ronda os 70% seis meses depois de concluídos os estudos. E um estudo de dois alunos da Nova School of Business and Economics revela que os estudantes que seguiram a via profissional a partir de 1989 “têm uma vantagem salarial face aos que fizeram o percurso geral”. O ganho é mais significativo nos indivíduos que têm apenas até ao 9.º ano, uma vez que para quem fez o 12.º ano a vantagem salarial depende mais da área escolhida.

No caso de Tiago Lima, um aluno de 15 anos do curso de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos, os conselhos da família foram determinantes. “Tenho dois familiares na área da informática e falaram-me nas vantagens do ensino profissional”. Tiago está “muito motivado” e satisfeito com a escolha. Acredita que muitos colegas não lhe seguiram os passos por influência dos pais. “Há muita pressão para ficar no ensino regular”. E “pouca informação”, acrescenta a colega Jéssica Afonso, que só depois de chegar ao 12.º ano de Humanidades descobriu o ensino profissional e o curso de Multimédia.

“Há três ou quatro anos, a Escola Digital era convidada para estar em 15 feiras de emprego por ano em escolas públicas. Agora, se forem duas ou três já é muito”, conta o director Luís Sebastião.

A necessidade que as secundárias têm de atrair  alunos pode ajudar a explicar o problema. “Temos vários exemplos de alunos que estão inscritos em cursos profissionais e depois desistem porque são 'aconselhados' a desistir, matriculando-se em cursos científico-humanísticos, para não haver problemas com a formação das turmas nas escolas secundárias públicas”, denuncia José Luís Presa.

Um relatório da consultora McKenzie, apresentado pela Comissão Europeia na passada semana, atesta o desconhecimento em relação a esta oferta. Segundo o estudo, 86% dos alunos portugueses consideram não receber informação suficiente sobre as oportunidades de trabalho antes de terminar o secundário.

Segundo a McKenzie, o facto de Portugal ser um dos países com menos alunos no ensino profissional - cerca 40% contra os 53% da Alemanha - tem muito que ver com o “estigma” associado a esta via. O que pode ajudar a perceber por que só 44% dos que gostavam de seguir para estes cursos o faz, apesar de 85% acreditarem que este tipo de educação é mais útil para encontrar emprego.

O problema é que faltam jovens com competências técnicas. O mesmo estudo assegura que três em cada 10 empregadores portugueses afirmam não preencher vagas por não encontrarem candidatos com as habilitações necessárias.

“Há estudos feitos recentemente que dizem que cerca de 30% dos jovens se  empregam na área do comércio, mas se analisarmos o número de alunos que saem das escolas com cursos nesta área, no seu conjunto, nem a 15% chegam”, afirma José Luís Presa, que diz que a escassez de recursos humanos nas áreas da mecatrónica e da electrónica é ainda maior. Uma das razões tem que ver com a ausência de diagnóstico das formações que fazem falta, mas também com “a representação social negativa” associada a profissões mais técnicas.

“Uma das áreas com mais saída é a de bagageiro para hotéis, mas tenho muita dificuldade em convencer os alunos a aceitar esses trabalhos”, confessa Paula Canhoto, explicando que muitos só se apercebem do potencial do trabalho depois de experimentarem. “Quando vêem que acabam por receber muito mais do que os colegas de outras áreas graças às gorjetas, mudam de ideias”. Com as distinções que Lisboa tem recebido a nível turístico, esta é uma área onde o emprego é quase garantido. “Estão constantemente a pedir-me guias turísticos. Não há gente formada em número suficiente para as necessidades do mercado”.

Uma das vantagens de quem opta pelo ensino profissional é precisamente o contacto com o mundo das empresas. Todos os cursos profissionais incluem um estágio. No caso da Profitecla, há alunos que têm parte das aulas em hotéis e há até um grupo que está, ao mesmo tempo que tem aulas, a desenvolver um projecto para reabrir o restaurante de um hotel no centro de Lisboa. “A ideia é que eles tenham o maior contacto com a realidade”, explica Paula Canhoto.

Cursos profissionais superiores

A mesma preocupação existe no ensino politécnico, onde há Cursos de Especialização Tecnológica (CET), isto é, formações com a duração de três semestres, que não conferem um grau académico, mas permitem acumular unidades de crédito que podem ser usadas para concluir uma licenciatura. Os CET têm sempre formação em contexto de trabalho e estão ligados a áreas técnicas. “São muito procurados e bem aceites pelas empresas e instituições públicas e privadas”, garante o presidente do CCISP (Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos), Joaquim Mourato.

No Politécnico de Leiria, este ano houve um aumento de 10% na procura destes cursos técnicos e o seu presidente, Nuno Mangas, acredita que o segredo passa por estar atento às necessidades do mercado. Por isso, este ano abriu um curso de Aquacultura e Pescas em Peniche. “Há cada vez mais empresas a contactar o Politécnico de Leiria a solicitar estudantes para estágios”, assegura. A maior procura foi nas áreas ligadas à tecnologia automóvel, mecânica, informática e turismo.

No Politécnico de Setúbal também se tem sentido “um aumento gradual” da procura de CET, sobretudo naquelas que são as grandes áreas de aposta da escola, a Engenharia e a Tecnologia. O “contacto com o real contexto de trabalho e a criação de redes de contactos” são apontadas como mais-valias destas formações."