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terça-feira, 24 de novembro de 2015

dizem que é um governo....

Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
Já há lista completa de ministros no novo Governo de António Costa. São 17, no total. Conheça as maiores surpresas. Posse pode ser já na sexta-feira. novo governo
António Costa decidiu surpreender na orgânica e em vários nomes que escolheu para promover a ministro. Conheça os estreantes. novo governo
Comunicado do Presidente esclarece que Costa será primeiro-ministro porque um governo de gestão "não corresponderia ao interesse nacional". novo governo
Costa em São Bento, Cavaco em Belém. Até março, os dois terão de mais de quatro meses de coabitação que promete ser tensa. Do OE, à TAP, passando pelos temas fraturantes, não faltam temas sensíveis. novo governo
Carlos César, João Galamba e Ana Catarina Mendes não vão para o Executivo. Pedro Nuno Santos vai, mas fica na Assembleia da República, como secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares. 
e quem são eles...?

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

continuando o dia... engalinhado...?

o pr de todos os consensos e estabilidades precoces tem na manga a solução mais viável para impor ordem no galinheiro da ar...

ele já tinha esta engatilhada, de certeza...

excluindo as duas possíveis hipóteses mais 'neutras' que, necessariamente, iriam provocar choques anafilácticos generalizados, apresento-vos o novo primeiro-ministro:




em nome da coerência e da estabilidade que se pretende...

segunda-feira, 6 de julho de 2015

continuando o dia... iludido...?

Passos: Há países europeus que "emprestaram muito dinheiro" à Grécia




no diário económico em linha...


"Segundo o relatório ‘Government at a Glance' (panorama governamental) divulgado hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a dívida pública portuguesa representava 130,2% do PIB em 2014, podendo descer para 127,7% em 2015 e para 124,2% em 2016.

Em 2014, ano de referência do estudo, a dívida pública portuguesa fica apenas atrás da dívida do Japão (que representava 226% do PIB), da Grécia (177,4%) e da Itália (132%), mantendo-se assim também nos dois anos seguintes, segundo as estimativas avançadas pelo ‘Economic Outlook' divulgado pela OCDE em junho.

Este ano, a OCDE estima que a dívida pública japonesa, grega e italiana subam para 229,2%, 180% e 132% do PIB, respetivamente, antevendo, pelo contrário, que a dívida portuguesa desça para 127,7%.

A OCDE lembra que em 2013 o nível médio da dívida pública nos países da OCDE atingiu os 109,3% do PIB e que entre 2007 e 2013 o aumento foi de 34,7 pontos percentuais.

"As maiores subidas verificaram-se na Irlanda, na Grécia e em Portugal, que foram afetados severamente pela crise e alvo de programas de resgate", lembra a instituição liderada por Ángel Gurría. Nessa altura, os encargos com as taxas de juro representavam 5% do PIB português, "sem grandes variações" no ano passado.

Sobre o Japão, a OCDE explica que "a maioria da dívida pública é detida por credores internos, o que contribui para uma emissão estável".

Este relatório bianual, que vai na quarta edição, apresenta mais de 50 indicadores para comparar a performance dos governos em várias áreas, desde as finanças públicas, emprego e acesso a cuidados de saúde, educação e justiça.

Além dos 34 países da OCDE, o relatório deste ano inclui indicadores para países como o Brasil, China, Egito, Índia, Rússia, África do Sul e Ucrânia, num conjunto de 43 países."

segunda-feira, 13 de abril de 2015

continuando o dia... em perfeito estado de perplexidade 'eduquesa'...?

Anadia, 10 abril 2015
2015-04-10 às 20:38 

"«TEMOS QUE APOSTAR EM CRIAR PERCURSOS EDUCATIVOS QUE PERMITAM O ACESSO A OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS DE QUALIDADE»


O Primeiro-Ministro afirmou que o Governo fez «muitas coisas e num tempo em que foi difícil», na Educação, acrescentando que «agora temos de continuar a apostar na qualidade do sistema educativo, e em criar percursos que permitam o acesso a oportunidades profissionais de qualidade, nomeadamente junto dos institutos superiores politécnicos». Pedro Passos Coelho discursava na inauguração do novo centro escolar de Avelãs de Cima, Anadia, obra orçada em 1,9 milhões euros, financiada pelos fundos europeus. 

O Primeiro-Ministro referiu «decisões no passado que nem sempre foram as mais adequadas e onde se gastou muito dinheiro», acrescentando que a atenção deve agora concentrar-se em requalificar o que falta da rede escolar existente, em parceria com as autarquias, porque os recursos são escassos. 

Pedro Passos Coelho recordou o que foi feito: a generalização da escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, a definição de metas curriculares com avaliação no final de cada ciclo, a obrigatoriedade do ensino do inglês, a aposta em disciplinas nucleares como a Matemática e o Português, a generalização da rede pré-escolar, e, sobretudo, a introdução de mais ofertas vocacionais e profissionalizantes. 

O Primeiro-Ministro afirmou que as empresas podem ser parceiras decisivas no processo de extensão do ensino vocacional e profissionalizante: «Portugal tinha um défice muito grande nesta área e estamos gradualmente a recuperar. Já temos uma rede superior a 5000 empresas que, ao nível do ensino secundário, colaboram com as nossas escolas, de modo a propiciar uma formação profissionalizante aos alunos». 

Contudo, é necessário alargar esta rede e «trabalhar melhor em cooperação com o Instituto de Emprego e Formação Profissional», para evitar que andem «todos a fazer a mesma coisa e a competir uns com os outros». 

Pedro Passos Coelho esteve também presente na apresentação do programa de apoio ao empreendedorismo do concelho da Anadia, onde afirmou que Portugal precisa de «como de pão para a boca de atrair também investimento externo», para conseguir ultrapassar o défice de capital existente no País, manifestando também esperança num crescimento mais sustentado no futuro, tendo em conta a forma como o investimento tem vindo a retomar desde 2014. 

«Os dados que vimos observando são encorajadores: A nossa economia começou a retomar no início de 2013 e tem estado consecutivamente em terreno positivo durante todo o ano de 2014 e a perspectiva é que o ano de 2015 seja um ano de crescimento mais significativo», afirmou, acrescentadno que o mesmo é esperado para os próximos dois anos. 

«Os nossos empreendedores têm boas ideias e bons projectos, mas não têm dinheiro. Os nossos empresários precisam de mais capital para poder aumentar a capacidade e poder exportar mais e competir melhor», disse ainda. 

Referindo que os empresários têm dependido demasiado do financiamento bancário, o Primeiro-Minsitro afirmou a necessidade de diversificar as fontes de financiamento e de atrair outros capitais e outros investidores, uma vez que «o nosso stock de capital é demasiado limitado e não nos permitirá crescer o suficiente. E isso significa que temos de ir à procura desses investidores. Temos de criar melhores incentivos, melhores condições para que eles vejam em Portugal uma boa oportunidade para investir»."


o comunicado do governo... aqui.

terça-feira, 31 de março de 2015

a começar o dia... em modo de irritação...!

Jovens: Passos diz que há mais oportunidades, INE diz que há mais desemprego

ECONOMIA O desemprego em Portugal sobe há quatro meses e atingiu 14,1% em fevereiro. Entre os jovens também continua a subir. Falámos com economistas para perceber o que se passa OPINIÃO Nicolau Santos escreve sobre "O mistério do desemprego"



aqui.

terça-feira, 3 de março de 2015

a começar o dia... [cada vez mais] irritado, e isto já parece um hábito adquirido...!


no notícias ao minuto... aqui.


não posso deixar de lamentar que 'a ignorância pague dividendos', sejam eles quais forem... a que acresce a mentira descarada, a falta de vergonha... já para não falar de moral e ética, para quem ocupa o presente cargo e foi 'gestor' de 'empresas'...!



aliás, recomendo a leitura de uma entrada do paulo guinote, 'o triunfo dos porcos'... aqui.