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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

coisas da adse... informação relevante...!

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a saber:


ALTERAÇÃO DE NIB PARA IBAN

A partir de 11-01-2016, deixa de ser utilizado o NIB para as transferências bancárias, passando a ser utilizado apenas o IBAN.


À data da transição a ADSE transformou o NIB registado nos dados de beneficiário, em IBAN. 
Então, a partir de 11-01-2016, todas as atualizações aos registos de beneficiários, vão obrigar à alteração ou inserção de IBAN (NIB descontinuado). 
Todas as transferências bancárias a efetuar pela ADSE a partir de janeiro de 2016 aos seus beneficiários só são passiveis de ser realizadas com o registo do IBAN e NIF devidamente atualizados (a falta de um destes registos, implica suspensão de pagamento, até à receção da atualização do mesmo).


Mais se esclarece, que para qualquer alteração de dados que se pretenda realizar, é requerido caso não existam, o preenchimento dos seguintes campos:
  • NIF
  • IBAN
  • NISS
  • Documento de identificação
  
  
última actualização 13/01/2016
via portal da adse...

sábado, 1 de agosto de 2015

acho muito pouco... mas do mal o menos...?

Um terço dos emigrantes já aceitou a proposta do Novo Banco


no dn em linha...


"Apesar dos protestos e da manifestação agendada para 10 de agosto em Lisboa, neste momento quase um terço dos emigrantes lesados pelo BES já aderiu à solução comercial proposta pelo Novo Banco (NB), que aplicará 400 milhões de euros para ressarcir cerca de sete mil clientes. "Em pouco mais de uma semana, temos 2000 propostas assinadas", adiantou fonte do NB.

A solução proposta aos emigrantes que subscreveram os produtos Poupança Plus, Top Renda e EuroAforro, no valor global de 720 milhões de euros, pretende garantir pelo menos 60% do capital investido, assim como um depósito anual crescente a seis anos, que possibilita recuperar, no mínimo, 90% do capital investido, explicou o NB. Para chegar a essa fase, de acordo com o que foi negociado com Credit Suisse, é necessário que pelo menos 50% dos subscritores assinem a liquidação dos veículos. Caso contrário, os fundos ficarão "retidos" na situação atual."