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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

a começar o dia... indignado...!



no público...
comentário:
os novos e decadentes sobas sempre quiseram e tiveram os seus cipaios com rédea curta... agora chegou a vez do cidadão comum...
deixo para lembrança...

é claro que não podia deixar passar esta... uma sentida homenagem ao zédu....!
Publicado por luiz carvalho em Terça-feira, 17 de Novembro de 2015

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

informações [educação]... consulta de processo... via dgae...!

10Novembro2015
 
 

Processo 3290/15.0BEBRG

Consulte



Faz-se saber, que nos autos da ação administrativa especial, acima identificada, que se encontram pendentes neste tribunal, são os contrainteressados, abaixo indicados, CITADOS, para no prazo de 15 dias se constituírem como contrainteressados no processo acima identificado, nos termos do n.º 1 do artigo 82º do CPTA, cujo objeto do pedido consiste (ver anexo).

terça-feira, 6 de outubro de 2015

informações [educação]... processo a consulta... via dgae...!

05 Outubro 2015 


Processo: 683/15.7BELRA.pdf Processo: 683/15.7BELRA Autor: Hélia Maria Jacob Pereira (Ação administrativa especial de pretensão conexa com atos administrativos) «FAZ-SE SABER, que nos autos de ação administrativa especial, acima identificada, que se encontram pendentes neste Tribunal, são os contrainteressados, abaixo indicados, CITADOS para, no prazo de 15 (QUINZE) DIAS, se constituírem como contrainteressados no processo acima indicado, nos termos do n.º 1 do art.º 82.º do Código de Processo nos Tribunais Administrativos, cujo objeto do pedido consiste (ver anexo)

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

informações [educação]... macau e china e justiça para todos... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º150 - 01/10/2015


Informações Gerais

 
Colóquio Internacional “China/Macau: Translation and Interpretation – Past and Present”
Nos dias 12, 13, e 14 de Outubro de 2015, vai decorrer em Lisboa, no Centro Científico e Cultural de Macau (CCCM), o Colóquio Internacional “China/Macau: Translation and Interpretation – Past and Present”, numa organização conjunta do CCCM, Fundação Macau e Instituto Politécnico de Macau.
O Colóquio vai contar com a presença de vinte e dois investigadores tanto de Portugal e Macau, como vindos de Hong Kong, Japão, Austrália, Estados Unidos da América, Alemanha, Bélgica e Espanha.
O Instituto Português de Apoio à Vitima, em conjunto com uma rede de parceiros na área da Educação e da Justiça está a lançar, no ano letivo 2015/2016, o segundo ciclo de ações do Programa de Educação para a Justiça e para os Direitos Humanos, designado “Justiça para Tod@s".
As ações são destinadas a jovens dos 12 aos 25 anos, nomeadamente, os estudantes do 3.º ciclo e do ensino secundário, com o recurso à produção de materiais informativos, workshops e jogos de simulação.
A formação creditada dos professores estará ao cargo da Escola Superior de Educação Paula Frassinetti através de metodologia b-learning (presencialmente e à distância), iniciando-se em Outubro de 2015.
A participação das escolas é gratuita e deverá ser efetuada até ao dia 6 de outubro.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

continuando o dia... [em modo] apoiante...!

DN DN
DN
Pequenos acionistas do BES vão pedir arresto de bens de Carlos Costa
DN
DN
DN
DN DN


"Grupo que reúne mais de cem acionistas vai avançar com ação contra os administradores do Banco de Portugal e reclama ainda o arresto do crédito fiscal do BES, que foi transferido para o Novo Banco.

O Consórcio para a Defesa dos Investidores do BES, grupo que reúne mais de uma centena de pequenos accionistas do ex-Banco Espírito Santo, deverá avançar nos próximos meses com uma providência cautelar, pedindo o arresto de bens dos membros do Conselho de Administração do Banco de Portugal. A decisão, segundo Miguel Reis, um dos advogados que representa o grupo de accionistas, já foi tomada "numa reunião", na qual "foram dadas instruções para iniciar esse procedimento". O mesmo consórcio já avançou com uma providência cautelar, pedindo o arresto de todos os bens do BES.

A eventual acção contra os administradores do Banco de Portugal e contra o seu governador, Carlos Costa, poderá, assim, avançar nos próximos meses. Com esta iniciativa, os pequenos accionistas pretendem assarcar responsabilidades diretas aos membros do Conselho de Administração do BdP pela medida de resolução tomada há um ano, que separou o "banco bom", dando origem ao Novo Banco e o "banco mau", que ficou a ser gerido por Máximo dos Santos.

Além dos pequenos accionistas, também um grupo de lesados do papel comercial do ex-GES avançaram com uma providência cautelar junto do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa para que esta instância obrigue o Banco de Portugal a comunicar aos eventuais interessados no Novo Banco de que existem 520 milhões de euros que poderão ser assumidos no futuro por esta instituição."


no dn em linha...

domingo, 2 de agosto de 2015

justiça pura e dura...?


Cada vereador de Albufeira paga 25 euros por dia até prédio ir abaixo


"Tribunal de Loulé decidiu que houve ilegalidades na construção de uma urbanização e mandou fazer demolições. As casas foram compradas há dez anos e proprietários não foram informados do processo.
Está a sair das carteiras do presidente e vereadores do executivo da Câmara de Albufeira o incumprimento de uma ordem judicial que manda deitar abaixo dois edifícios no concelho. Por cada dia que passa sem essa decisão ser cumprida, os elementos do executivo pagam, cada um, 25 euros. "Fui apanhado no meio de uma decisão judicial e agora tenho que a cumprir e pagar cerca de 750euro euros por mês", confirmou ao DN Carlos Silva e Sousa, advogado e atual presidente da câmara, eleito pelo PSD em 2013.
Em causa estão 28 apartamentos da urbanização Roja Pé, em Olhos de Água que, de acordo com uma decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, foram ilegalmente construídos por violarem normas do Plano Diretor Municipal e que agora devem ser imediatamente demolidos. As casas têm todas donos e foram adquiridas por valores entre os 100 mil e os 150 mil euros. O caso remonta a 2002, numa altura em que o presidente da autarquia era o social democrata Desidério Silva, atual responsável pelo Turismo do Algarve.
Nesse ano, um construtor decidiu alterar um projeto que previa a construção de quatro edifícios e uma área de lazer, fazendo em vez disso cinco prédios. Foi pedida uma alteração ao alvará inicial e o espaço lúdico passou a ser ocupado por duas moradias. No lugar da zona verde, um novo edifício."

no dn em linha...

 
comentário: 

estou só a lembrar-me do caso de um ex-presidente da câmara de sintra e da sua 'bela' mansão...
 
   

sexta-feira, 24 de julho de 2015

é que a notícia do dia é esta...



no público...


comentário:
quer-me parecer que a coisa vai piorando com o passar do tempo, agora é o quarto (?) [e será que nós sabemos (de) tudo?] banco e vão sendo cada vez maiores... quer os buracos dos nossos bolsos quer as próprias instituições financeiras, em que já não se pode acreditar.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

a começar o dia... agastado...?


Supremo confirma pena disciplinar a juiz Rui Teixeira por rejeitar acordo ortográfico - fonte: SIC


 


"O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a pena disciplinar de "advertência registada" aplicada ao juiz Rui Teixeira, que se recusou a receber um documento escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.

Segundo um acórdão, a que a agência Lusa teve hoje acesso, o STJ julgou improcedente o recurso interposto pelo juiz do Tribunal de Torres Vedras, que pretendia a anulação da pena aplicada pelo Conselho Superior de Magistratura (CSM).

Rui Teixeira, que ficou conhecido por ter conduzido a instrução do processo Casa Pia, foi alvo de um processo disciplinar por parte do CSM, que culminou com a sua condenação por violação dos deveres de obediência e correção.

Em causa estava o facto de o magistrado ter proferido em 2013 vários despachos a advertir a Direção Geral de Reinserção Social (DGRS) de que deveria apresentar os relatórios sociais de arguidos sem adoção do acordo ortográfico, sob pena de os mesmos não serem pagos.

Com esta decisão, o juiz Rui Teixeira contrariou uma deliberação do CSM que, em 2012, tinha determinado que os juízes não podiam indicar aos intervenientes processuais quais as normas ortográfica a aplicar.

Ao ser confrontado com um pedido de esclarecimento por parte da coordenadora da equipa da DGRS "Pinhal Litoral", o juiz respondeu que "o pedido de aclaração deriva mais do que do desconhecimento das Leis que nos regem da incapacidade de leitura de quem subscreve o pedido de aclaração".

"Se se tivesse lido o que se deixou escrito, facilmente se teria chegado à conclusão que o que se quer é que o relatório a produzir seja escrito em Português", escreveu na altura o juiz, acrescentando que "nos Tribunais, pelo menos neste, os factos não são fatos, as actas não são uma forma do verbo atar, os cágados continuam a ser animais e não algo malcheiroso e a Língua Portuguesa permanece inalterada até ordem em contrário".

O STJ concluiu que o juiz Rui Teixeira violou o dever de obediência, ao "impor à DGRS a elaboração do relatório social do arguido sem adoção de acordo ortográfico".

"Sobre o manto da função jurisdicional não podem estar incluídas posições pessoais estranhas ao objeto do processo, por isso se conclui que a concreta atuação do recorrente não se insere no âmbito da função jurisdicional", lê-se no acórdão. 


Os juízes que integram a Secção de Contencioso do STJ criticaram ainda as expressões utilizadas pelo juiz na resposta ao pedido de aclaração, considerando-as "excessivas" e "desnecessárias", concluindo que o recorrente violou o dever de correção."


declaração de interesses:
desde a entrada em 'vigor' do ao, no sistema educativo que avisava os alunos, logo no início do ano lectivo, que não aplicava o dito e que todos os documentos que editaria estariam de acordo com a norma ortográfica anterior [fossem apontamentos, escrita no quadro, testes, fichas, provas globais, testes comuns, exames de equivalência à frequência, etc]...

não há, salvo uma ou outra excepção, nenhum documento oficial assinado por mim que esteja conforme o ao, desde que tenha sido eu a editá-lo...

e assim correu até 10 de setembro de 2014 [data da rescisão de contrato].

dixit.