no público em linha...
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sexta-feira, 10 de julho de 2015
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
coisas da (des)educação... já não há pachorra para tanta ilegalidade administrativa...!
no público 'online'...
"Faz parte do grupo dos professores que conseguiram colocação via
Bolsa de Contratação de Escola (BCE), a 12 de Setembro. Foi chamada a
uma escola do Norte porque preencheria os requisitos que o
estabelecimento de ensino havia definido. Quando chegou, foi
entrevistada. Objectivo: comprovar a veracidade das respostas que tinha
dado na plataforma informática. O problema foi não ter documentos sobre
todos e cada um dos projectos nos quais participou em diferentes escolas
ao longo de 13 anos. Como não conseguiu comprovar alguns dados foi
mandada embora.
A história é contada por uma professora de
Educação Especial, de 35 anos e 13 de serviço, e aconteceu antes de o
Ministério da Educação e Ciência (MEC) ter decidido, na madrugada de
sexta-feira, permitir que, até às 23h59 desta terça-feira, cerca de 40
mil candidatos tenham acesso aos dados na plataforma de candidatura e
rectifiquem as respostas dadas quando se candidataram. Depois voltará a
ser feita uma nova ordenação de professores — a inicial estava
incorrecta, devido a um erro matemático, e a fórmula deverá ser
corrigida.
Esta professora de Educação Especial, que não quis que o
seu nome fosse divulgado, entende que as questões da plataforma não
eram claras e que podiam originar interpretações diferentes entre
candidatos e directores de escolas. A algumas perguntas, já nem se
lembra bem do que respondeu, argumenta que eram dezenas de subcritérios e
que a plataforma estava sempre a ir abaixo. Num caso, garante que não
pode ter respondido “cinco anos” a uma das perguntas sobre a
participação num projecto, porque só o fez em quatro. No entanto, o
sistema considerou cinco.
O presidente da Associação Nacional de
Professores Contratados, César Israel Paulo, defende que a reabertura da
plataforma não vai corrigir este tipo de problemas. E que a história
desta professora se vai repetir com outros, uma vez que, argumenta,
continua a haver subcritérios que são de confirmação “praticamente
impossível”.
pode ler o resto do artigo... aqui.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
ainda a malfadada prova de ingresso [a dita pacc]... 1500 denúncias de irregularidades na prova docente, algumas cometidas pela igec... no sol...!
"A Fenprof já recebeu mais de 1.500 denúncias de professores contratados que fizeram a prova de avaliação docente, dando conta de irregularidades cometidas, em alguns casos, pela própria Inspecção-Geral de Educação e Ciência, acusações que o ministério rejeita.
De acordo com o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira são mais de 1.500 os relatos recebidos até ao momento, mas apenas 150 preencheram todos os campos de identificação e dados pedidos pela federação sindical.
O Ministério da Educação e Ciência, em resposta enviada à agência Lusa, refuta as alegadas irregularidades, indicando que a Inspecção-Geral de Educação e Ciência se pautou pelo "estrito cumprimento da legalidade", e que "a IGEC estranha e rejeita com veemência qualquer acusação com este teor".
Segundo o líder sindical, as denúncias mais frequentes prendem-se com o incumprimento de horários, "nalguns casos com atrasos muito grandes para o início da prova", a existência de apenas um professor vigilante, ou a realização do exame em salas grandes, violando o número máximo de professores por sala.
No entanto, as denúncias mais graves recebidas pela Fenprof são de irregularidades cometidas pela própria IGEC, com professores a denunciarem pressões indevidas sobre as direcções as escolas.
"Havia um manual que dizia o que tinha que ser feito. O que tinha que ser feito não foi feito em muitos casos, e em alguns deles, há vários professores que relatam isso, por imposição da própria IGEC. Quando a direcção da escola considerou que não havia condições para que a prova se realizasse foi a própria inspecção presente nas escolas que pressionou no sentido de que, à margem das regras do manual, a prova se realizasse", disse à Lusa Mário Nogueira.
A título de exemplo o líder da Fenprof referiu o caso de uma escola onde para as 10 salas onde iria decorrer a prova de avaliação de conhecimentos e capacidades (PACC) dos docentes havia apenas, inicialmente, oito professores vigilantes.
Segundo os relatos recebidos pela Fenprof, depois de pressões da IGEC sobre a direcção da escola conseguiram reunir-se 18 professores vigilantes, ainda assim abaixo dos 20 necessários para cumprir o requisito de dois professores por sala.
"Foi a própria inspecção que fez pressão para que isso acontecesse, o que é mau, porque o estatuto da IGEC não é de fazer de fiscal do ministério. Não é de forma alguma a polícia do ministro. Quando os comportamentos da IGEC vão no sentido de imporem a qualquer custo decisões, medidas ou procedimentos, isso está mal", frisou Mário Nogueira, que ressalvou que a federação sindical está ainda a apurar as queixas que vão chegando.
Em resposta às acusações, o ministério refere que a intervenção da IGEC visou "zelar pelo cumprimento da legalidade e contribuir para que todos os candidatos pudessem realizar a prova em condições de equidade".
E garante que "nenhum director ou qualquer outro interveniente na prova (incluindo vigilantes ou candidatos) apresentou qualquer queixa referente à actuação dos inspectores da IGEC, junto da própria IGEC ou do Júri Nacional da Prova".
A Fenprof conta ter concluído em Janeiro "um apanhado" das denúncias, as quais depois deverão traduzir-se em queixas junto da própria IGEC, do ministério e dos grupos parlamentares.
"Depois veremos se há aqui situações que justifiquem mais do que isso. Se são apenas coisas do foro disciplinar, ou se há indício de haver alguma ilegalidade que possa consubstanciar crime e permitia um encaminhamento para a Procuradoria-Geral da República", concluiu Mário Nogueira."
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