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sábado, 21 de abril de 2018

coisas para pensar... (d)a ansiedade...!


"Psicologia e Comportamento
“O que REALMENTE significa ter ansiedade”- o texto mais extraordinário que já li sobre o tema 
Este texto foi originalmente publicado no site Thought Catalog, por Kirsten Corley, e é, de longe, o texto mais simples, direto e esclarecedor que já li sobre o tema. A ansiedade, mal do século, doença que tem feito, ao longo dos anos, uma multidão de mentes cativas, é um mal a não ser desprezado, subestimado ou ignorado. É hora de encará-lo de frente. Você está pronto? 
“O que realmente significa ter ansiedade
Vai além de simplesmente se preocupar. Ansiedade significa noites em claro, conforme você suspira e vira de um lado para o outro. É o seu cérebro nunca sendo capaz de desligar. É a confusão de pensamentos que você pensa antes da hora de dormir e todos os seus piores medos se tornam realidade em sonhos e pesadelos.
É acordar cansada mesmo que o dia só tenha começado.
Ansiedade é aprender como funcionar em privação de sono porque você só conseguiu fechar os olhos às duas da manhã.
É toda mensagem que você pensa ‘como fazer isso da forma correta?’. É duas ou três mensagens que você manda caso tenha feito algo errado. Ansiedade é responder mensagens de forma embaraçosamente rápida. 
Ansiedade é o tempo que você gasta esperando uma resposta enquanto um cenário se monta na sua cabeça, questionando o que a outra pessoa está pensando ou se ela está brava.
Ansiedade é a mensagem não respondida que te mata por dentro, mesmo que você diga a si mesma ‘talvez ele esteja ocupado ou irá responder depois’.
Ansiedade é a voz crítica que diz ‘talvez ele esteja só te ignorando mesmo’. É você acreditar em cada cenário negativo que você cria. 
Ansiedade é esperar. Parece que você está sempre esperando. 
É o conjunto de conclusões inexatas que sua mente cria, e você não tem outra escolha a não ser aceita-las.
Ansiedade é se desculpar por coisas que nem precisam ser desculpadas.
Ansiedade é duvidar de si mesma e falta de autoconfiança.
Ansiedade é ser superatenta sobre tudo e todos. Você consegue dizer se alguém mudou de humor apenas pelo tom de voz da pessoa.
Ansiedade é arruinar relacionamentos antes mesmo deles começarem. Ela te diz ‘você está enganada; ele não gosta de você e vai te deixar’. E você acredita.
Ansiedade é um estado constante de preocupação, pânico e viver no limite. É viver com medos irracionais. 
É pensar demais, é se importar demais. Porque a raiz das pessoas ansiosas é se importar. 
É ter mãos suadas e coração acelerado. Mas por fora, ninguém percebe. Você aparenta estar calma e sorridente, mas por dentro é o contrário. 
Ansiedade é a arte da decepção por parte de pessoas que não te conhecem. E das pessoas que te conhecem, é ouvir constantemente ‘não se preocupe’, ‘você está pensando demais’, ‘relaxe’. É sobre seus amigos ouvirem suas conclusões e não entenderem como você chegou nelas.
Ansiedade é querer consertar algo que nem problema é. 
É o amontoado de perguntas que te fazem duvidar de si mesma. É voltar atrás para checar novamente. 
Ansiedade é o desconforto de uma festa por pensar que todo mundo está te observando e você não é bem-vinda lá.
Ansiedade é tentar compensar e agradar demais outras pessoas.
Ansiedade é estar sempre no horário porque o pensamento de chegar atrasada te deixa em pânico. 
Ansiedade é o medo de fracassar e a busca incansável por perfeição. E então se punir quando você falha. 
É sempre precisar de um roteiro e de um plano. 
Ansiedade é a voz dentro da sua cabeça que diz ‘você vai falhar’. 
É tentar suprir as expectativas dos outros mesmo que isso esteja te matando. Ansiedade é aceitar mais do que você consegue lidar para que você se distraia e não pense demais em outros assuntos.
Ansiedade é procrastinar, porque você está paralisada pelo medo de fracassar. 
É o gatilho que te faz ter um ataque de pânico. 
É estar quebrada na sua privacidade e chorar de preocupação quando ninguém mais está vendo.
É aquela voz crítica dizendo ‘você estragou tudo’ ou ‘você deveria mesmo se sentir um lixo agora’. 
Mas mais que qualquer coisa, ansiedade é se importar. É nunca querer machucar alguém. É nunca querer fazer algo errado. Mais que tudo, é o desejo de simplesmente ser aceita e querida. Então você acaba tentando demais às vezes.
E quando você encontra amigos que entendem isso, eles te ajudam a superar juntos. Você percebe que essa pode ser uma batalha que você enfrente todos os dias, mas é uma que não precisa ser enfrentada sozinha."

lido por aí, na internet...

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

informações [educação]... comportamentos [gestão de sala de aula]... via the guardian...!


Teacher Email Header New Branding

 
It’s no secret that effective behaviour management can be the making of a teacher – while the opposite can also be their undoing.

John d’Abbro, the headteacher in Channel 4’s popular TV show Jamie’s Dream School, has no doubt about what’s important when it comes to behaviour management. It is vital, he says, to develop a good relationship with students by being “fair, trustworthy and honest”.

The head of the New Rush Hall Group, an organisation that works with children with behavioural, emotional and social difficulties, says: “Learning is an exploratory and uncertain process, so children have to trust you to learn from and with you. “

In our interview today, John offers his key dos and don’ts of behaviour management – it’s a brilliant reminder of the basics that it can be so easy to overlook in the melee of a busy term.

There’s a mix of our best blogs and resources on behaviour management below too. And don’t miss your chance to hear more of John’s wisdom at our exclusive Guardian masterclass about behaviour management.

Guardian Teacher Network members can also bag themselves a handy discount – just enter GMCTN20 on the booking form.

Kate Hodge | editor | (https://twitter.com/GuardianTeach" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 1.86; color: #005689;">@GuardianTeach**
 
     
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sábado, 31 de maio de 2014

ah... coisas de títulação... 'falta de tempo'... de quem...?



no sapo...




"Antiga jornalista, formada em psicologia e "mãe tardia", Cristina Valente começou há uma década a fazer consultas ao domicílio para pais de crianças com problemas comportamentais e, em junho, lança o seu primeiro livro sobre as preocupações "mais comuns dos educadores: alimentação, sono, adolescência, monoparentalidade, birras e mau comportamento". 


"A esmagadora maioria dos problemas que os pais enfrentam hoje tem a ver com a falta de tempo. É a principal causa dos problemas de educação", disse em entrevista à agência Lusa a propósito do Dia Mundial da Criança, que se assinala domingo. 

Para Cristina Valente, a falta de tempo leva a um dos erros mais comuns que os pais cometem na educação dos filhos: compensá-los com "demasiados bens materiais". 

A psicóloga que nas consultas ao domicílio apoia sobretudo crianças até aos oito anos, considera também preocupante o excesso de atividades extracurriculares, a que se junta a agenda das festas de aniversário. 

"Há miúdos completamente extenuados que não têm um segundo de descanso", sustenta. 

Cristina Valente lembra também a pressão para que tenham bons desempenhos académicos. 

"É bom ter um filho com bons resultados na escola, mas o que vejo nos pais é que, como sabem que vão deixar um futuro muito incerto[aos filhos], pensam, erradamente, que com o sucesso cognitivo, quando forem adultos, estão safos", adiantou. 

O que as crianças precisam é de ter outras competências, nomeadamente saber gerir um conflito ou lidar com as frustrações, defende. 

Aprender a resolver as angústias e fazer o luto, quer seja de um amigo, de uma mãe que morreu ou um relacionamento que acabou são outras competências que a especialista considera essenciais. 

Ensinar os pais a criarem essas competências nos filhos é a base do trabalho da psicóloga, que segue o método de "educação positiva", onde os castigos não têm lugar e onde a energia das birras deve ser canalizada para ações positivas. 

Para Cristina Valente, a palmada não é uma linguagem de comunicação com a criança, apenas um descontrole que os pais têm de ultrapassar. 

"A principal técnica que interrompe a maior parte dos maus comportamentos é pedir ajuda [à criança] para fazer qualquer coisa, porque quando estamos a pedir ajuda estamos a dizer que a criança é importante e que vai utilizar o seu poder para uma coisa positiva", sugere. 

Adianta que a técnica pode ser usada logo a partir dos dois anos, altura em que as crianças já têm capacidade para fazer tarefas simples. 

"Se der atenção ao mau comportamento, de cada vez que a criança quiser atenção vai-se portar mal", considerou. 

Os pais devem aceitar que os filhos têm "poder desde que nascem" e que o seu comportamento vai depender da forma como for feita a gestão desse poder. 

Trata-se de guerras de poder que, segundo a psicóloga, são muito marcadas pelo uso, ainda hoje, de métodos de educação com laivos de autoritarismo que os pais herdaram e que as crianças não compreendem. 

"Os miúdos nascem numa sociedade democrática, numa família democrática [...]. O choque acontece porque estamos a utilizar métodos que já não fazem parte da sociedade em que eles vivem. Não significa que eles tenham os mesmos direitos do que nós, porque eles são os filhos e nós os pais, mas há uma necessidade de igualdade em termos de respeito e dignidade que não cumprimos no dia-a-dia e de que os miúdos se ressentem", acrescentou. 

Com idades na casa dos 40 anos, os pais que recorrem aos serviços de Cristina Valente são sobretudo da classe média/alta e têm já alguma consciência "da necessidade de o adulto crescer com a criança", mas a psicóloga reconhece que existe alguma relutância nos pais em pedirem ajuda. 

"Pedir ajuda é dizer que não sou suficientemente competente", considera a psicóloga, que admite também que o preço do serviço - 70/80 euros por consulta - pesa na decisão dos pais."


sexta-feira, 19 de julho de 2013

das evidências 'empíricas' (?) [agora também, na academia ou fora dela, precisamos (cada vez mais) de 'estudos' sobre tudo e mais alguma coisa... quando a percepção e intuição nos dão uma (quase) certeza da 'realidade'...!]... mau comportamento é fruto da educação dada pelos pais desde o  berço, segundo uma investigação... na sic notícias...!

"A má prática educativa, explicou, ocorre em todas classes socioeconómicas  e mesmo em ambientes familiares normais quando por exemplo os pais se desautorizam  em frente à criança, quando quebram rotinas ou quando delegam competências.

A sociedade, defende o autor em declarações à agência Lusa, desaprendeu  a arte de educar os filhos e a comportarem-se em sociedade, delegando nas  estruturas essa responsabilidade. Uma aposta que considera errada.
 
A educação desde o nascimento, diz, determina efetivamente o percurso  de uma criança, porque "tudo começa no berço" à exceção de uma pequena minoria  em que há de facto problemas no desenvolvimento ou distúrbios psicopatológicos."


quinta-feira, 7 de junho de 2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012