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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

informações [educação]... psicologia [seminário], 'portugal é mar' e mercado de trocas... no boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º 172 - 12/11/2015


Informações Gerais

 
III Seminário - Psicologia e Orientação em Contexto Escolar

No âmbito da sua missão, a Direção-Geral da Educação, em parceria com a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), vai realizar, nos dias 20 e 21 de novembro, o III Seminário – Psicologia e Orientação em Contexto Escolar. Com o contributo de peritos nacionais e internacionais, este evento pretende contribuir para responder aos desafios que atualmente se colocam no domínio da Psicologia e da Orientação.

O seminário está acreditado pela OPP, conferindo aos psicólogos 3,2 créditos.


Workshop “Portugal é Mar”

No próximo sábado, dia 14 de novembro, das 9h30 às 13h, o Oceanário de Lisboa realizará o workshop “Portugal é Mar”, para professores e educadores, em parceria com a Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental.

Esta ação de formação contextualiza a proposta que revela um país com um território marítimo 40 vezes superior ao terrestre. Os conteúdos pedagógicos, criados por especialistas, têm o objetivo de consciencializar a comunidade escolar para a importância dos oceanos a nível global e enquanto fator diferenciador do país e de construção de uma nova identidade nacional, com atividades que poderão ser exploradas em diferentes áreas curriculares, desde o ensino pré-escolar ao secundário.


XIV Mercado de Trocas para Crianças e Jovens

O Mercado de Trocas para Crianças e Jovens chega à XIV edição, numa iniciativa da Casa da Esquina e do ECOSOL/CES, em parceria com o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. Esta edição terá lugar no Museu da Ciência, no dia 14 de novembro, entre as 10h00 e as 13h00.

Quem quiser participar no Mercado de Trocas poderá levar brinquedos, jogos didáticos e de computador, livros, materiais escolares, bem como uma pequena manta para os expor. Pela participação, sob a forma de moeda, recebem os jardins, que lhes permitem adquirir produtos disponíveis no Mercado. A entrada no Mercado é gratuita e destina-se exclusivamente a crianças e jovens.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

(d)o comunicado do conselho de ministros [de ontem]... via portal do governo...!

"1. O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de lei que altera as regras aplicáveis à assunção de compromissos e aos pagamentos em atraso das entidades públicas, de forma a aumentar a eficácia da sua aplicação.

Nesse sentido, é clarificado o conceito de compromisso plurianual, são incluídos os ativos e passivos financeiros no conceito de fundos disponíveis e é aumentado o prazo para a assunção dos encargos relativos a despesas urgentes e inadiáveis.

Pretende-se, desta forma, combater algumas situações de incumprimento e de acumulação de novos pagamentos em atraso por parte de entidades públicas, tendo por base a experiência de dois anos de aplicação da Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em Atraso, em que se registou um balanço largamente positivo, com o stock de pagamento em atraso nas Administrações Públicas a reduzir-se de forma significativa, mais de 2,7 mil milhões de euros entre 2011 e outubro de 2014.

2. O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de lei que estabelece o regime jurídico da constituição e funcionamento das sociedades de profissionais que estejam sujeitas a associações públicas profissionais.

O novo regime estabelece regras sobre a criação, organização e funcionamento das associações públicas profissionais e sobre o acesso e o exercício de profissões reguladas por associações públicas profissionais, no que diz respeito, designadamente, à livre prestação de serviços, à liberdade de estabelecimento, a estágios profissionais, a sociedades de profissionais, a regimes de incompatibilidades e impedimentos, a publicidade, bem com à disponibilização generalizada de informação relevante sobre os profissionais e sobre as respetivas sociedades reguladas por associações públicas profissionais.

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5. O Conselho de Ministros aprovou a alteração da forma de fixação do período de aplicação das tarifas transitórias para fornecimentos de gás natural e eletricidade aos clientes finais com consumos anuais inferiores ou iguais a 10 000 m3 e com consumos em baixa tensão normal.

Esta alteração visa adiar a extinção do período das normas transitórias para data a definir mediante portaria do membro do Governo responsável pela área da energia, à semelhança da solução implementada para a extinção das tarifas transitórias para fornecimentos de gás natural aos clientes finais com consumos anuais superiores a 10 000 m³ e de eletricidade aos clientes finais com consumos em alta tensão (AT), média tensão (MT) e baixa tensão especial (BTE).

Trata-se de uma decisão sustentada em estimativas da ERSE de que cerca de 50% dos clientes finais com consumos de gás natural anuais inferiores ou iguais a 10 000 m3 e dos clientes finais de eletricidade fornecidos em BTN não transitaram ainda para o mercado liberalizado, pelo que importa assegurar que a sua adesão a este ocorra de forma adequada.

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10. O Conselho de Ministros autorizou a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., a realizar a despesa relativa ao acordo de financiamento a celebrar com a Associação Fraunhofer-Portugal Research (2014-2018), para a implementação da 2.ª fase do Programa Fraunhofer-Portugal.

A Associação Fraunhofer-Portugal Research operacionaliza a sua missão através do centro de investigação Fraunhofer-Portugal Research Center for Assistive Information and Communication Solutions (Fraunhofer AICOS), que detém uma parceria entre a Fraunhofer-Gesellschaft e a Universidade do Porto.

O Fraunhofer AICOS dedica a sua atividade à investigação aplicada, em colaboração próxima com as empresas, nas áreas de Ambient Assisted Living e de Tecnologias de Informação e Comunicação para o Desenvolvimento. O Fraunhofer AICOS reúne uma equipa de aproximadamente 100 pessoas, tendo já desenvolvido parcerias para projetos de investigação aplicada com aproximadamente 61 empresas e 41 instituições de investigação públicas.

A despesa global agora autorizada para 2014-2018 é de 3, 9 milhões de euros.

..."



quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

reflexões para o fim de dia [desenvolvimento sustentável]... sociedade, empresas, economia e mercado...!


no observador...


“A sustentabilidade é um modelo de negócio viável. E é a única maneira de garantir que um negócio é resiliente”, diz em entrevista ao Observador Rabab Fayad, diretora da Rede Global do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD). A representante da organização esteve em Portugal para falar da importância dos recursos naturais no âmbito da conferência “Portugal, Capital Natural – agricultura, mar e florestas” que decorreu esta segunda-feira em Lisboa.

À medida que a população aumenta, o mesmo acontece com a utilização dos recursos naturais. E se os recursos não forem poupados, repostos ou restaurados, não é só o ambiente que entra em falência, as empresas também. “Se as empresas querem continuar a fazer negócios no futuro têm de o fazer de forma reporem os recursos que gastam. De outra forma não terão capacidade de continuar em funcionamento”, diz Rabab Fayad, acrescentando que se não forem tomadas medidas agora, os danos ambientais poderão ser irreversíveis.

Como é que o planeta pode comportar uma população de nove mil milhões de pessoas em 2050 e continuar a providenciar-lhe comida e bem-estar? Só quando os governos e as empresas se juntarem na luta pelo desenvolvimento sustentável. E o papel das empresas é realmente importante. “Não podemos viver sem indústria. Mas também não vamos sobreviver se a indústria continuar este caminho de insustentabilidade”, nota a diretora da rede global. Por isso, a WBCSD definiu uma missão – Vision 2050 – que pretende integrar o ambiente, a sociedade e as empresas no desenvolvimento sustentável até esse ano.

Mas como é uma meta de muito longo prazo, a organização empresarial estabeleceu também um plano para 2020 – Action 2020 – com medidas concretas e mensuráveis, que terão um impacto em larga escala. São propostas 35 soluções que podem abarcar áreas tão diversas como alterações climáticas, mobilidade ou empregabilidade, e incluem medidas como recuperação de recifes de coral e reflorestação – os recifes e florestas funcionam como sumidouros de carbono -, recuperação de 12 milhões de hectares de solo arável por ano ou aumento da proteção das zonas costeiras em 10%. “As soluções são das empresas, para as empresas”, nota Rabab Fayad. “Portanto têm de ser soluções empresariais lucrativas, que sejam viáveis e cujos custos possam ser suportados pelas mesmas.”

As medidas propostas pela WBCSD podem ser assumidas e replicadas por cada uma das redes locais parceiras, com as devidas alterações e adaptações às realidades locais. Entre as 67 redes parceiras encontra-se o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável em Portugal (BCSD Portugal). A Ação 2020, criada em linha com a Vision 2050 da WBCSD, tem objetivos concretos para a etapa intermédia de 2020 assumidos pelas 100 empresas membros do conselho português. Lançada em novembro de 2013, a Ação 2020 conta com 13 medidas dentro das seis áreas prioritárias para os empresários portugueses, incluindo: desenvolvimento social, economia, capital natural, energia, cidades e infraestruturas, e indústria e materiais.
“A sustentabilidade ambiental tem de andar de mão dada com a sustentabilidade social.”
Rabab Fayad, diretora da Rede Global do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável
O papel de Rabab Fayad é “trabalhar dentro das políticas e diálogos nacionais” para criar um “fluxo de trabalho e um modelo de negócio que estejam em linha com a sustentabilidade e o desenvolvimento”, porque todos os países são diferentes. “O objetivo que tenho é trabalhar com as empresas dentro da própria cultura e hábitos, de maneira a que peguem no nosso trabalho e o adaptem tornando-o local”, explica a diretora da rede global, referindo, no entanto, que as empresas têm de perceber que mesmo agindo localmente, têm de pensar globalmente. Basta pensar que “60% dos recursos naturais foram destruídos nos últimos 50 anos”, refere.

Rabab Fayad dá o exemplo das alterações climáticas e de outros assuntos ambientais que considera estarem “no centro de muitos dos nossos problemas”. É preciso, por um lado, que as empresas incorporem o desenvolvimento sustentável no plano de negócios, por outro, que não o considerem simplesmente como uma forma de responsabilidade social. “Algumas empresas ainda não compreendem que têm de ir além da responsabilidade social e implementar a sustentabilidade como uma parte fundamental do negócio. Não é caridade, é dar segurança para o futuro do negócio.” Fazendo referência à grande quantidade de ideias inovadoras que têm surgido, a diretora da rede global considera que a sustentabilidade e a empregabilidade beneficiam dum contacto estreito. “É um desafio, mas não é um fardo. Na verdade, é uma oportunidade e uma aventura.”"


aqui.

nota - pode ver um vídeo, seguindo a mesma ligação...

terça-feira, 29 de julho de 2014

curioso... a união europeia [só] serviu para enriquecer os mais ricos [pessoas e países]...?

"Portugal foi o país da União Europeia que menos beneficiou da expansão do mercado único europeu, com um aumento do rendimento per capita de apenas €20 por ano, segundo um estudo da Fundação alemã Berterlsmann Stiftung.

No extremo oposto estão a Dinamarca e a Alemanha, que registaram respetivamente aumentos de rendimento de €500€ e €450 por ano e por pessoa, em virtude da existência do mercado único.

O estudo mediu a integração de 14 países europeus, membros da UE desde janeiro de 1993, quando teve oficialmente início o mercado único (com exceção do Luxemburgo, por falta de dados). O mercado único baseia-se em quatro liberdades essenciais: circulação de bens, pessoas, serviços e capitais.

Os outros países que menos beneficiaram situam-se igualmente no sul: Espanha e Grécia (com €70/por ano/por pessoa) e Itália (€80). Os outros que mais beneficiaram são Áustria (€280) e Finlândia (€220).

O estudo faz ainda as contas inversas, isto é, quantifica quanto é que estas economias teriam perdido na ausência da maior integração europeia que se verificou a partir de 1992. 

Curiosamente, são também a Dinamarca e a Alemanha que mais teriam perdido: cerca de 2% do seu PIB/per capita em 2012, o que teria resultado em perdas de rendimento pessoal de €720 por ano na Dinamarca e €680 na Alemanha."


no expresso diário...

para ler o resto do artigo... aqui.