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quinta-feira, 28 de março de 2019

[educação] divulgando...


VI CONGRESSO NACIONAL DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL


O Forma-te, o ISCTE-IUL, a McDonald´s e a TAP Portugal, com o apoio institucional da ANQEP e IEFP, vão realizar oVI Congresso Nacional da Formação Profissional,no dia 11 de Abril de 2019, no Grande Auditório do ISCTE-IUL, com o Tema: ERA DIGITAL E HUMANISMO. PROGRAMA (EM PDF) e  Vídeo Final de divulgação do Congresso.

Inscrições e Informações: Aqui   Grupo no Facebook: Aqui


Programa_Congresso



via mensagem...

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

a censura está no ar e cheira a podridão intelectual dos mancomunados... salvé, paulo guinote!

comentário -

esta é uma primeira experiência em que vou verificar se, de facto, as ligações d'o meu quintal' vão ser consideradas spam sendo estas publicadas por outra via...

entretanto já publicitei o artigo completo do paulo guinote em vários sítios, nomeadamente aqui no blogue.




agora vou deixar algumas das ligações, tentando seguir uma certa cronologia das publicações editadas:








para já fico-me por aqui e aguardemos o resultado...


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

como sempre no fb os inquisidores avançam... um artigo do paulo guinote, vejam lá bem...!... salvé, paulo guinote...





"O conflito entre os enfermeiros e o Governo assumiu uma faceta inédita nos últimos 40 anos. Com raras excepções, a conflitualidade laboral em Portugal foi enquadrada numa lógica herdada do marxismo, mais ou menos leninista, mas sempre com uma dose suficiente de boas maneiras e pragmatismo, mesmo quando o tom das declarações públicas parecia muito exaltado. No fundo, o esquema dicotómico com os mesmos actores e o mesmo tipo de acções dominou sempre a acção sindical, com os sindicatos a enquadrarem com punho firme qualquer tentativa de escapar à coreografia habitual, colaborando nesse aspecto com o poder político, independentemente das inclinações políticas. Mais ou menos “radical”, o nosso sindicalismo manteve-se convencional e conservador. Mesmo quando se afirma de linhagem revolucionária, tem horror a tudo o que perturbe a ordem estabelecida.

O que a contestação dos professores não conseguiu levar adiante, para além de uma ou outra iniciativa mais heterodoxa, está a acontecer com os enfermeiros que, goste-se ou não, estão a levar a sua luta a fundo, ignorando os acordos de cavalheiros de bastidores que sempre acabaram por resolver outras disputas no passado. A exploração até aos limites da via jurídica é apenas um exemplo. Assim como a forma de se financiar uma greve recorreu aos novos mecanismos disponíveis no século XXI, não me parecendo “ilegal” que qualquer cidadão se disponha a apoiar uma causa que considere justa.
Contra isso, mobilizou-se a apatia de uns e a militância de outros. A “Direita” perdeu a capacidade de apelar a qualquer espírito de “maria da fonte”, a menos que estejam em causa subsídios públicos a interesses privados, e a “Esquerda” revelou até que ponto define a sua aprovação política e moral das lutas laborais à conformidade com o seu guião.
É lastimável que o conflito tenha derrapado para uma campanha de maledicência pura e dura, como a que tem sido dirigida aos professores. É embaraçoso ler acusações sem qualquer prova concreta a suportá-las (seja de “mortes” por causa das greves, seja de tenebrosas fontes de “financiamento”, como se tivesse a mínima moralidade nesse aspecto quem não quer que se conheça quem financia as suas festas), ataques a uma classe a partir de um “rosto” seleccionado para a demonizar ou estratégias de instrumentalização do aparelho de Estado (até a ASAE) para combater uma classe profissional só porque não alinha em passeatas e cantorias à porta dos ministérios. Não percebo se acham que os enfermeiros são uma cambada de idiotas instrumentalizados por ocultos interesse na sombra, se o acesso à profissão é apenas permitido a quem seja de “extrema-direita”.

Não são os enfermeiros que estão a degradar o SNS, como não foram os professores a degradar uma Escola Pública que, de excesso de oferta, passou a não ter professores disponíveis, em virtude da campanha desenvolvida para amesquinhar a profissão nos últimos 15 anos.

No meio disto, o Presidente da República tomou partido, afirmando algo sem sentido, ou seja, que as greves só podem ser financiadas por fundos dos sindicatos que as convocam e que não poderão ser apoiadas externamente, o que significa que a “sociedade civil” não pode manifestar o seu apoio a uma dada causa. Ora... em tantos anos de conflito, tirando o aluguer de autocarros e distribuição de panfletos e bandeirinhas em manifestações, nunca assisti a qualquer greve de professores que tenha tido qualquer apoio financeiro dos respectivos sindicatos. Os “fundos de greve” são dinamizados localmente, com sindicalizados ou não a contribuir por igual para uma repartição equitativa, sem olhar a quotas pagas.

Sim, o “sistema” não vai ter quaisquer contemplações com os enfermeiros e a campanha irá tornar-se mais negra e suja porque se percebe que, depois dos professores, é a vez de os enfermeiros serem domesticados. Com aqueles, a colaboração dos sindicatos tem sido preciosa, bastando ver como não é dado apoio a qualquer iniciativa independente para recuperar o tempo de serviço no Parlamento, centro da democracia representativa; com estes, o confronto entrou num nível novo, com as máquinas comunicacionais do Governo e dos parceiros da “geringonça” unidas numa mesma luta para que os enfermeiros “percam o apoio da opinião pública”.

Entre nós, as fake news passam por aí, por notícias e boatos colocados a circular a partir de fontes oficiais que se escondem no anonimato, enquanto articulistas de referência apresentam como “opinião” o que não passa de outra coisa. Para que tudo continue com dantes."


in público online...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

estupefacção ilimitada...

serão precisas palavras...?







imagens via fb...


comentário -

o facebook é uma força de bloqueios, censura aleatória e persecutória, proibições de edição absurdas, ataques à liberdade de expressão, etc, tudo isto vem acontecendo, sistematicamente, ao abrigo de alegadas violações às normas do 'seu' código de conduta... dizem eles...

os tipos da fb são o exemplo provado do aforismo 'não ouço, não vejo, não falo'.

a infraestrutura tecnológica e os algoritmos em uso são do piorio e não olham a quem...?

eu já começo a pensar que face à minha pessoa as acções são já persecutórias.

perante estas reiteradas 'queixas' decidi fundar um grupo no fb destinado à denúncia formal e documentada dos abusos que vão sendo cometidos... eu já assinei a petição da deco para ser ressarcido pelo facebook pela utilização indevida dos meus dados pessoais para fins não autorizados.

acham que é normal que, editando eu um blogue https://arseteducatio.blogspot.com, e republique algumas das suas entradas numa página pessoal que criei, a tenham transformado numa página 'comercial ou de fãs' sem que eu o tenha solicitado...?

será porque eu compro e vendo algumas peças do meu património em grupos do fb...?

o grupo a que me referi anteriormente tem a risível designação 'o luiz publica e vende mas não se rende aos ditames do fb' cuja ligação é: https://www.facebook.com/groups/querelis/, que gostaria que divulgassem para poder efectuar um acervo de denúncias documentadas, apresentá-las à deco e realizar uma queixa forma junto das entidades reguladoras.
por agora fico-me por aqui...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

as dicas etéreas da deco....

Estamos consigo todos os dias
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Feliz Ano Novo!

 
 
 
 
 
 

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

o boneco do dia...

andamos, como país, nestes termos há demasiado tempo mas, segundo parece, as coisas são para continuar, mais ou menos, assim... dir-me-ão que estou a ser um 'puro' pessimista (nem tanto ao mar nem tanto à terra) e vai ser um dia de cada vez.





via g+...


comentário - 

este 'cartoon' não reflecte, claro, o meu estado de espírito mas as coisas não andam longe do 'fazer das tripas coração'...

sábado, 10 de novembro de 2018