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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

[educação] leituras...


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Educators and Artificial Intelligence: 'Err on the Side of Caution,' Says RAND Researcher Educators and Artificial Intelligence: 'Err on the Side of Caution,' Says RAND Researcher
AI-powered tools may augment teachers, a new RAND report argues-but only if big concerns around bias and transparency are first addressed. Read more.
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How to Make Your K-12 Company Recession-Proof How to Make Your K-12 Company Recession-Proof
If the economy turns south-as some economists predict it will-education companies can protect themselves by paring back on product investment, and reaching out to new markets. Preview this article on EdWeek Market Brief.
Education Has an Innovation Problem
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What Educators Really Think About Innovation
A new Education Week Research Center survey delves into what's behind the common buzzword for teachers, principals, and district leaders. Read more.
3 Takes on Virtual and Augmented Reality in Schools
Virtual and augmented reality developers will need to produce more content, if the tech is to take off in K-12 education, three industry observers said. Read more.
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Mergers and Acquisitions in Education Industry Jump 9 Percent Over Last Year
Microsoft Acquires Education Data Platform From Brightbytes
The Kids Are Right: School Is Boring
Why Partnerships Between Education Companies Succeed or Fail
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2. Could Past K-12 Positions Haunt Democrats Seeking White House?
3. Exploring Ways to Say So Long to Traditional Letter Grades
4. How to Differentiate Instruction (Without Losing Your Mind)
5. Sen. Amy Klobuchar, a STEM Fan, Is Running for President



via mensagem de education week...

terça-feira, 27 de novembro de 2018

[administração pública] é um inovador com ideias...? candidate-se...


 
 


Estão abertas as candidaturas, até 14 de dezembro, aos prémios a projetos inovadores no âmbito do Sistema de Incentivos à Inovação na Gestão Pública (SIIGeP).

É atribuído um prémio por cada categoria:
a) Prémio «Valorização dos recursos humanos»: 10 000 € (dez mil euros);
b) Prémio «Melhoria dos ambientes de trabalho»: 10 000 € (dez mil euros);
c) Prémio «Desenvolvimento de modelos de gestão»: 10 000 € (dez mil euros).
 
O valor dos prémios é repartido individualmente pelos membros das equipas vencedoras de forma equitativa.
 
Consulte o Regulamento aqui e aceda a mais informações.




via mensagem do ina...

domingo, 13 de março de 2016

continuando o dia... em modo de inovação...?

"Startup" portuguesa quer montar uma casa em cada jardim. "É só ligar à ficha"

12 Mar, 2016 - 10:18 • Liliana Carona


"Mini-casas transportáveis podem ser um primeiro passo para a independência dos filhos ou para ter os avós por perto
 
Uma "startup" da Covilhã criou um negócio a pensar nos filhos que resistem a sair da casa dos pais, muitas vezes por impossibilidade de se tornarem financeiramente independentes.

O negócio passa pela instalação de pequenas casas prontas a habitar "no jardim lá de casa". A novidade serve também para idosos que queiram viver perto da família.

Instala-se tal qual uma máquina de lavar. "É só ligar à ficha", explica Pedro Leitão, o patrão da Elsker Consulting, instalada no Parkurbis - Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã, uma incubadora de empresas criada pela autarquia local. Pedro tem 43 anos, é independente, mas vive com os pais e sabe, por experiência própria, que isso "causa alguma perturbação no casal e nos filhos". 

"Com todo o amor que tenho aos meus pais, cada um precisa do seu espaço", diz o empresário, que, por sentir isso e por notar que "cada vez mais, vemos que as pessoas casam mais tarde ou não casam", teve a ideia de criar uma empresa de mini-casas transportáveis.

"Gostávamos que os pais facultassem aos seus filhos, nos logradouros de suas casas, as suas próprias habitações”, explica, sublinhando que basta "ligá-la como uma máquina de lavar". 

"Liga-se à electricidade e a um tubo de água", precisa Pedro Leitão, acrescentando que as casas "obedecem à lei dos anexos e estão isentas de licenciamento camarário" e "são construídas em aço galvanizado".

Há modelos desta mini-moradias destinadas aos mais velhos, que podem, assim, manter alguma independência estando próximos de familiares. Para este segmento de mercado, as casas podem ser "ligadas em rede, através de tele-assistência". O modelo disponibiliza também "uma estrutura metálica exterior que serve de pequena quinta, para plantarem ervas aromáticas ou fazerem um pequeno jardim”.

Pedro Leitão, que estudou Engenharia Civil, diz ter recebido já encomendas para instalar as primeiras casas: “Tenho Misericórdias, como a de Belmonte, que demonstraram interesse, assim como as juntas de freguesia de Boidobra e Verdelhos.”.

Uma casa custa 20 mil euros e dura 50 anos."


na rádio renascença em linha...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

divulgando... via ina...!


 
 
                                                                                                                                               5 de Fevereiro 2016
 
   
 
Em 2015 o INA iniciou o projecto Showcasing de Boas Práticas de Valorização das Pessoas.
Em 2016, pretende-se destacar algumas das Boas Práticas participantes, através da apresentação em várias cidades do país dos projetos selecionados pelo público. O objetivo é dar continuidade a este tema de crucial importância para o Desenvolvimento Organizacional, e que diretamente influencia a satisfação das pessoas em contexto profissional.
O calendário que agora se divulga faz jus à representação obtida na iniciativa.
Em cada sessão vão estar em foco algumas das Boas Práticas mais votadas, explicadas pela voz dos seus impulsionadores e enquadradas por uma personalidade convidada.
A participação nas sessões é gratuita, mas limitada aos lugares disponíveis. Reserve já o seu lugar.

terça-feira, 26 de maio de 2015

informações [educação]... os finalistas do inova... via dgeste...!

Olha_Inova

INOVA! – Jovens Criativos Empreendedores para o Século XXI
Concurso de Ideias 2014/15

Apurados para a final nacional


Prémio
Estabelecimento de ensino ou de formação
Designação do Projeto
Região
INOVA Atitude (1.º e 2.º ciclo do ensino básico)
Agrupamento de Escolas de Vila Verde Artes e Ofícios: Uma perspetiva de preservação ambiental Norte
Agrupamento de escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz A segurança de todos passa também por ti – DVD de prevenção rodoviária Centro
Escola Básica da Benedita Somos todos iguais Lisboa e Vale do Tejo
Salesianos Funchal Colégio Patrulha do recreio RA da Madeira
INOVA Criatividade (1.º e 2.º ciclo do ensino básico)
Agrupamento de Escolas de Argoncilhe VAMA – Vamos Ajudar o Meio Ambiente Norte
Centro de Educativo dos Olivais Bisnaga multi molhos: Caneta de molhos Centro
Real Colégio de Portugal Fragâncias de Lisboa Lisboa e Vale do Tejo
Agrupamento de Escolas Silves Sul Vai-te embora, Gula! Algarve
EB1/PE de Ladeira e Lamaceiros O sol é um amigo que pode ser utilizado na secagem de frutos RA da Madeira
INOVA Criatividade (3.º ciclo e secundário)
Agrupamento de Escolas de Vila Cova, Barcelos Leituras com Ciência na era da multiplicação de ecrãs Norte
Escola Secundária Adolfo Portela Urinol inteligente, Amigo do ambiente Centro
Agrupamento de Escolas de Alcanena FERTALCUME: uma ideia, uma inovação Lisboa e Vale do Tejo
Agrupamento de Escolas do Bonfim AEB3D Alentejo
Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas Receitas de valores Algarve
INOVA social (1.º e 2.º ciclo)
Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Gomes de Almeida Come Tudo Norte
Agrupamento de escolas de Arganil Jardim de Afetos- a Hidroponia ao serviço do bem-estar e da qualidade de vida dos idosos Centro
Colégio de Alfragide Projeto Amigos do Hospital Lisboa e Vale do Tejo
EB123/PE do Curral das Freiras A Rota do Linho – Uma experiência pedagógica centrada na tecnologia tradicional do linho RA da Madeira
INOVA social (3.º ciclo e secundário)
Escola Secundária Martins Sarmento A Arte do Saber Cuidar Norte
Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo Offer your hair – Oferece o teu cabelo Centro
Escola de Comércio de Lisboa MaxDreams- este nome é derivado do facto de querermos realizar o impossível. Lisboa e Vale do Tejo
Partnerhotel – F., C. e P. Serv. Hoteleiros Lda Loja Mercado Social Alentejo
Agrupamento de Escolas João da Rosa “Mostra o que vales, direi quem és” Algarve
INOVA Negócio (3.º ciclo e secundário)
Escola Básica e Secundária de Mogadouro Saladinhas – Produção e comercialização de produtos vegetais com elevado valor nutricional (microssaladas e microervas). Norte
Agrupamento de Escolas de Estarreja InovArraiolos, Lda. – “A arte tradicional portuguesa recriada e valorizada”. Centro
Escola Profissional de Rio Maior FOR – Future Of Recycle Lisboa e Vale do Tejo
Agrupamento de Escolas do Bonfim GeoTot – Conhecer a Terra Alentejo
IEFP – Centro de Emprego e Formação Profissional Belle de Jour – Cosmética Natural Algarve



no dgeste...

só é pena que não haja qualquer ligação para cada um dos projectos, para apreciação...!

segunda-feira, 30 de março de 2015

novidades na educação [tecnologias]... depois de um pte falhado, isto não será querer inovar à toa...?

"Ministério vai testar aulas de programação no 3º ano de escolaridade
Hugo Séneca 
30/03/2015 11:33


No próximo ano letivo, 65 escolas do País vão começar a lecionar programação a alunos nos 3º e 4º anos de escolaridade. O projeto-piloto poderá servir de ponto de partida para inclusão da programação nos currículos escolares.



O Ministério da Educação vai testar a inclusão dos rudimentos da programação nos primeiros anos do ensino básico durante o ano letivo 2015-2016. Na Direção Geral de Educação, está a decorrer uma fase de candidaturas para escolas que pretendam lecionar linguagens de programação de interface gráfica junto de alunos do 3º e 4º anos de escolaridade. 

No final de março, o projeto-piloto conhecido como Iniciação à Programação no 1º Ciclo do Ensino Básico já contava com 65 escolas inscritas. O projeto, que pode funcionar como um primeiro passo para a inclusão dos rudimentos de programação nos currículos do ensino básico, não fixa qualquer limite ao número de escolas que poderão lecionar programação – pelo que o número de escolas aderentes poderá ainda aumentar nos tempos mais próximos. 

Nas escolas, as linguagens de programação Kodu e Scratch poderão ser lecionadas como complemento às atividades letivas “tradicionais” ou como ocupação de tempos livres.

Para preparar o ensino da programação juntop dos mais novos, a Direção Geral de Educação irá avançar com a formação de professores no que toca «ao pensamento computacional, práticas de sala e linguagens de programação Kodu e Scratch». Esta formação deverá decorrer entre junho e julho.

O Kodu e Scratch são as duas linguagens de interface gráfica (comandos por objetos, que não exigem códigos) mais populares do mundo.

Pode descobrir mais sobre este e outros projetos na Exame Informática 238 que acaba de chegar às bancas – e que tem por tema principal a aprendizagem das tecnologias juntos dos mais novos. que acaba de chegar às bancas – e que tem por tema principal a aprendizagem das tecnologias juntos dos mais novos."


na exame informática 'online'... aqui.


terça-feira, 3 de março de 2015

coisas da educação (?)... o agrupamento de escolas de carcavelos na berlinda [3]...!


na visão 'online'...


"Numa escola onde não há toques, e mal se veem relógios, esperava-se antes a lengalenga do tempo pergunta ao tempo... O certo é que à hora certa os alunos saem para o recreio e no fim do intervalo regressam pacificamente à sala de aula. Há apenas um relógio de sol no chão, junto aos campos de jogos, ao ar livre, onde os miúdos trocam bolas, uns entre os outros. Mas aquele é só um pormenor. Muitos mais havemos de encontrar enquanto percorremos o edifício e os espaços em volta.

"Professor, não pude vir às aulas porque andei em torneio, preciso de apresentar justificação?" Estamos em pleno recreio do meio da manhã quando o rapaz, do alto dos seus 16 anos, se aproxima do diretor. Este sorri: "Claro que precisas." Não é caso único: além do campeão de ténis, que anda sempre em jogos, por ali também há nadadores da seleção e ainda o campeão de esgrima. "Somos também escola de referência para o desporto náutico", conta um orgulhoso Adelino Calado, 61 anos, diretor há uma década, a lembrar que o agrupamento tem até a seu cargo uma escola de atividades náuticas vela, windsurf e canoagem... num corredor de água na Baía de Cascais, entre a zona dos pescadores e o Clube Naval. Do rol de todas aquelas mais-valias, há ainda um galeão ancorado em Cascais que é igualmente usado por eles: "Chama-se Estou para Ver e lá dentro podem dar-se aulas de todas as disciplinas", segue o diretor. A isto soma-se um pavilhão desportivo bem equipado (tem quatro camas elásticas, coisa impensável para a maioria), partilhado com clubes ali da zona, que o usam entre as 18 e as 23 horas. E, num futuro breve, uma piscina, outro bem a dividir com a comunidade: o projeto está já inscrito no Plano Diretor Municipal e será mais um em gestão partilhada, o segredo para tanto dinamismo.

Ainda andamos neste passeio de reconhecimento quando esbarramos com uma rapariga de dossiê na mão, no qual se lê "7.º A". Morena, longos cabelos frisados, calças de ganga e T-shirt branca, Raquel, 12 anos, é a delegada de turma, e por isso é ela que transporta o livro de ponto. "Eu já era responsável, transportar o livro é só mais uma tarefa", diz, meio tímida, para depois confessar que vai dividir a empreitada com o subdelegado. "É como não haver toque de entrada. Ao início é um bocadinho estranho mas na verdade é preferível assim. Tornava-se muito irritante..."

Aprender a várias velocidades

Já passou a meia hora da pausa do meio da manhã. Aos poucos, os garotos vão desaparecendo em direção às suas salas. Entre aqueles 1600 alunos que frequentam a básica e secundária do 5.º ao 12.º ano encontra-se ainda um caldo de culturas, qualquer coisa como 35 nacionalidades: canadianos, venezuelanos, cubanos, além de europeus do Leste e africanos de língua oficial portuguesa. Só hão de voltar a aparecer perto da hora de almoço. Os pequeninos primeiro, claro, dez minutos antes para não serem ultrapassados pelos mais crescidos enquanto carregam os almoços da semana no refeitório e isso faz-se com o cartão de aluno numas máquinas colocadas sob as televisões. Uma transmite a TV Educativa, um projeto comum a 55 escolas do País. A outra é de serviço interno: mostra trabalhos feitos por alunos daescola e dá informações úteis o que, num início de ano letivo conturbado como este, pode ser de grande valor, dada a falta de professores e funcionários. Contra isso, Adelino Calado sabe que só resulta a flexibilidade. "Se abro o bar, fecho a papelaria ", exemplifica, sabedor (e a experiência prova-o) de que a solução para os problemas da sua escola assenta na maioria das vezes num trio feito de negociação, compromisso e parceria.

Há uma década, o cenário era bem diferente. Daí dizer-se que há lugares onde as pessoas fazem a diferença e ali nota-se bem, seja no à-vontade ou na determinação das palavras do diretor Adelino Calado, alguém que acumulou o curso de Educação Física com uma carreira de alta competição na modalidade de andebol, no Benfica, mas que às vezes também é pescador, além de ainda se ter formado em artes. Há décadas naquela escola, lembra-se bem que em 1977/78 chegou a ter 4 mil alunos. Em 2004, eram pouco mas de 400. "Tinha de dar a volta a isto, e não precisei de nenhuma autonomia extraordinária. Utilizo apenas as possibilidades que a lei permite", sublinha.

Há uma primeira grande mudança que se tornou o seu emblema: "Não acreditamos na retenção no ensino básico. Chumbar um aluno não é a melhor maneira de o recuperar ", insiste. No início, recorda-se, foi complicado impor uma tese assim. Todos o acusaram de facilitismo, sobretudo quando havia alunos a transitar de ano com negativas às mãos-cheias. "Experimentámos vários modelos (por exemplo, avaliar por ciclo de ensino), mas aqui o que funciona são turmas especiais nas quais juntamos quem tem grandes falhas na aprendizagem." É o caso de uma turma de 5.º ano que só tem 18 alunos, além dos dois com Necessidades Educativas Especiais. "Têm dois professores de português, três de matemática... A nossa aposta é na diferenciação, cada um aprende à sua velocidade", defende.

A avaliação é toda feita de forma diferente, com a ajuda de critérios que não números porque, como salienta o diretor, não dividimos os alunos em fatias para os avaliar. "Acreditamos no que o professor diz quando decide atribuir uma nota. Em lado algum a legislação diz que tem de ser uma ponderação dos vários instrumentos. Aqui na escola é simples: o professor tem de ensinar, orientar a aprendizagem, criar um juízo de valor sobre o aluno e, no final, atribuir uma nota." Claro que pelo meio é preciso usar fichas de avaliação, trabalhos individuais e de grupo. Uma vez por período, há também um teste comum a todos de uma mesma disciplina, sempre à mesma hora, que serve para perceber se, em cada nível, estão ou não onde se quer que estejam. E mensalmente seguem relatórios para a direção.

"Assim, percebo logo se há uma turma a precisar de um reforço", acrescenta o diretor. "A nossa preocupação é saber se aprenderam a matéria, não são as médias." Mas não esconde que, sem nunca ter pensado muito nisso e estava para lá do 600.º lugar, em 2003..., no ano passado já ficou entre as 25 primeiras escolas públicas do País, além de ser a melhor do concelho. "Ah, e ainda fomos contemplados no ano passado com o melhor aluno de matemática, um miúdo do 6.º ano que ganhou as Olimpíadas nacionais. " Adelino Calado não esconde o que o move: "A nossa preocupação é que terminem o seu percurso escolar com sucesso, seja na faculdade seja no mercado de trabalho. E até no secundário, quando já há reprovações, se notam resultados melhores. "A nossa taxa média de retenção é 3%; a média do País é 25 por cento."

A aposta seguinte, visto que muitos alunos eram pouco autónomos e responsáveis, foi abolir o toque da campainha. Muitos recearam que os miúdos se sentissem perdidos. "Os mais pequenos talvez, na primeira semana", assume ainda o diretor. "Os outros habituaram-se logo." Além disso, chegar atrasado torna-se uma grande complicação: no primeiro ciclo, os pais têm de levar os alunos até à sala. Os mais velhos têm de ir à biblioteca buscar o papel para fazer o relatório, depois vão ao gabinete do aluno, que é na outra ponta da escola, ligar aos pais e ler o que escreveram, e ainda seguem para o gabinete do diretor para carimbar a explicação. É verdade que às vezes lhe chegaram justificações do género "caiu um ovni à frente do carro", mas por regra acabaram os atrasos. "Em média, na maioria das escolas, os alunos demoram oito a dez minutos a sentarem-se na sala. Aqui, sem toque, isso faz-se em metade do tempo." E há ainda o livro de ponto, já o dissemos, que também deixou de ser sagrado: desde que são os alunos a transportá-los, nunca mais desapareceu nenhum, nem sequer uma folha. "Sentem que isso os faz importantes, e assim liberto os professores para tarefas maiores", comenta o diretor.

Claro que há outros fatores a entusiasmar tanta gente com a escola de Carcavelos, como as boas parcerias para o curso de turismo, na vertente profissional e esse orgulho vê-se nas fardas engomadas na perfeição e também na forma como algumas das alunas desse curso, as mais velhas, encaram o papel de protetoras. Veja-se Marisa e Rita, de 18 e 17 anos, madrinhas do 5.º E, a serem rodeadas por meia dúzia dos seus protegidos, no último intervalo da manhã. "Então, namorados e namoradas?!", brincam elas. A risota é geral mas por todo o lado sente-se o mesmo ambiente acolhedor. Para isso, outra medida: abolir as aulas à quarta e à sexta à tarde, permitindo uma pausa a meio da semana e antecipar o fim de semana. "Eram os dias que estavam no topo das ocorrências de indisciplina e isso acabou. Hoje, chegam-me professores surpresos porque nunca tinham dado aulas sem gritar", segue o diretor. Queixas, ali, só ao contrário: pais a queixarem-se porque os filhos não entraram. Adelino Calado não esconde o sorriso: "Não cabem mais..."

Como fazer uma escola inovadora

SEM TOQUE DE CAMPAINHA

À hora marcada pelos relógios, alunos e professores dirigem-se para a aula ou saem. A responsabilidade fez o resto. Acabaram-se os atrasos.

ATÉ AO FINAL DO 9.º ANO NÃO HÁ CHUMBOS

Acredita-se que a retenção não é melhor maneira de recuperar miúdos.

TURMAS ESPECIAIS

Quem tem dificuldades passa a estar numa sala em que há mais do que um professor por disciplina SÓ UM TESTE POR PERÍODO Mas há também fichas individuais e trabalhos de grupo, o que obriga os alunos a acompanharem a matéria diariamente.

LIVRO DE PONTO

Os alunos é que o transportam e são responsáveis pela forma como deixam as salas depois de as usarem.

TARDES DE 4.ª E 6.ª LIVRES

Não há aulas à quarta e à sexta-feira à tarde, alturas em que havia mais indisciplina."


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

informações [educação]... de 08 de janeiro... no boletim do cirep...!

Informações Gerais

Encontro Nacional «Tablets na Educação»
A Direção-Geral da Educação (DGE), em parceria com Centro de Competência TIC da Universidade de Aveiro e o Departamento de Educação da Universidade de Aveiro, irá realizar o Encontro Nacional «Tablets na Educação», no Complexo Pedagógico da Universidade de Aveiro, no dia 31 de janeiro de 2015, das 9h30 às 17h45.

A iniciativa tem como objetivos a promoção do debate e partilha de informação sobre a utilização de tablets e outros dispositivos móveis em educação e realizar um balanço dos projetos-pioloto que, atualmente, estão a ser desenvolvidos em Portugal e na Europa.

A participação na conferência é gratuita mas sujeita a inscrição. As inscrições encontram-se abertas, devendo os interessados preencher o formulário para o efeito.

Todos os interessados poderão, mediante submissão e aprovação prévias, apresentar Pósteres que descrevam ou divulguem iniciativas de utilização de dispositivos móveis em contexto educativo.

Para consultar o programa ou obter informações adicionais, poderá consultar a página da Direção-Geral da Educação.


Concurso Inova 2014/2015
As candidaturas ao concurso INOVA para o ano letivo 2014/2015 irão decorrer de 10 de janeiro a 20 de março de 2015.

Podem concorrer alunos/formandos, dos 6 aos 25 anos, a frequentar qualquer nível de escolaridade de nível básico ou secundário, em escolas públicas e privadas, centros de formação profissional e outras entidades formadoras certificadas que promovam ofertas de dupla certificação para jovens, organizados em equipas acompanhadas por um professor/formador responsável pelo projeto.

Dadas as características do concurso, as crianças e os jovens são convidados a desenvolver ideias criativas, que venham a traduzir-se em projetos inovadores nas mais variadas áreas. É dada total liberdade quanto ao tipo de ideia e quanto à inovação, sendo contempladas várias categorias, às quais são atribuídas prémios pecuniários.

Os promotores deste concurso são a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), a Direção-Geral da Educação (DGE), a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), o IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, através do Banco de Inovação Social (BIS), a cujas páginas poderá aceder para mais informações.


nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!