para consulta, dado ser um documento actualizado mas existem muitos outros que foram sendo publicados a longo dos anos e podem ser encontrados por aí, em especial pelos meus 'sítios' e blogue...
comentário -
desde que foram acabando com as equipas de cozinha nos refeitórios, com cozinheiros a sério e há muitos anos, que a qualidade das refeições tem vindo a degradar-se a ponto de haver 'queixas' quase diárias sobre as mesmas e estou só a referir-me a aspectos de confecção e qualidade dos produtos a uso...
na minha escola antiga escola comia-se (muito) bem e eu sou insuspeito pois nunca fui um frequentador assíduo do refeitório mas ia lá comer sabendo de antemão qual o prato do dia...
e não vou dizer que só em casa é que se come bem, pois isto é uma outra discussão bem mais profunda mas dou o exemplo actual da cantina do iscsp, onde frequentei variadas formações e mestrado, onde na maioria das vezes se comia 'lindamente' (há outros colegas professores das escolas públicas que o podem atestar).
A Associação Portuguesa de Ética e Filosofia Prática (APEFP) promove a
III Edição do Concurso Nacional de redação de um conto no âmbito da
Filosofia para Crianças, que pretende incentivar a criatividade de
crianças do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, bem como o gosto
pela escrita.
O Prémio tem como objetivo eleger, sob um critério de mérito, os
melhores contos – três contos por cada ciclo de escolaridade -,
submetido pelas escolas a concurso sobre um tema à sua escolha.
Os contos devem ser enviados até ao dia 30 de abril de 2019.
Nos
dias 9 e 10 de novembro, em Lagoa, no Auditório Carlos do Carmo e no
Convento de São José, decorrerá o Encontro Regional de Educação
Permanente SABERES EM FESTA 2018, promovido por uma parceria constituída
pelo Município de Lagoa, a Associação Portuguesa para a Cultura e
Educação Permanente (APCEP), a Direção-Geral dos Estabelecimentos
Escolares, através da sua Direção de Serviços da Região Algarve
(DGEstE-DSRAL) e a Universidade do Algarve (UALg).
Há também lugar a atividades de natureza cívica, socioeconómica,
científica, artística, ambiental, desportiva ou recreativa, que decorrem
em instituições de promoção cultural e educativa: bibliotecas, museus,
universidades seniores.
Líderes
Digitais é uma iniciativa da responsabilidade da Direção-Geral da
Educação, que decorre no âmbito do projeto SeguraNet e tem como
principal objetivo motivar e envolver alunos, do 1º ao 12º ano, na
promoção e na sensibilização para as questões de Cidadania Digital nas
suas comunidades educativas.
A fase de inscrição, nesta iniciativa, decorre entre os dias 1 e 30 de novembro de 2018.
O
Projeto de Basquetebol 3x3 nas Escolas, que a Direção Geral da Educação
- Divisão do Desporto Escolar, em parceria com a Federação Portuguesa
de Basquetebol, pretende levar a todas as escolas, públicas ou privadas,
do 5.º ao 12.º ano de escolaridade, quer “continuar a crescer” e
proporcionar aos jovens atividades de qualidade.
Todas as escolas podem participar.
As inscrições podem ser feitas até ao próximo dia 30 de novembro.
O
Espaço Europa e o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR)
uniram-se para celebrar o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa, 15
de novembro. Haverá diversas atividades entre as quais o testemunho de
oradores que se destacaram pelo trabalho desenvolvido nas suas áreas
profissionais e, ainda, intervenções de cariz cultural dinamizadas pelos
estudantes da licenciatura em Tradução e Interpretação de Língua
Gestual Portuguesa da Escola Superior de Educação do Instituto
Politécnico de Setúbal.
A inscrição para este evento é gratuita, mas obrigatória.
No mundo atual e fruto da era digital
em que nos encontramos, a mudança vai acontecendo a uma velocidade
absurda ao mesmo tempo que vai exigindo uma maior adaptação às
necessidades e ao comportamento da própria sociedade.
Isso
não é diferente no âmbito educativo, onde a tecnologia tem vindo a
promover uma grande transformação digital e a influenciar a formulação
de entendimentos e de processos de aprendizagem, algo visível pela
quantidade cada vez maior de cursos e formações online e fóruns de
discussões que trouxeram à aprendizagem autónoma uma nova dimensão.
Diante
deste cenário, as mudanças nas formas de ensino também se tornam
necessárias para acompanhar toda esta evolução e atender às novas
exigências do mercado educativo. Em Portugal, um dos pontapés de saída
foi dado em 2008 com o Plano Tecnológico da Educação (PTE)
que pretendia transformar as salas de aula na utilização da tecnologia e
marcar um novo momento de informatização da escola em Portugal ao ser
um meio para melhorar os resultados escolares e modernizar os processos
de ensino-aprendizagem.
O projeto e o investimento
associado permitiram colocar Portugal em lugares cimeiros no uso da
tecnologia na área da educação em 2010, como mostrava o relatório PISA (Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes), mas o último “Retrato de Portugal 2018”,
apresentado em Bruxelas no início deste mês, revela que Portugal tem de
investir na educação, área em que permanece estatisticamente na cauda
da União Europeia (UE).
Embora
se tenham visto nos últimos anos significativas evoluções na sociedade
da informação, o professor Pedro Xavier Mendonça disse ao SAPO TEK que,
apesar de tudo ser mais tecnológico agora “incluindo a escola, nem que
seja por via do facto de cada aluno possuir um smartphone”, não tem
havido uma atualização suficiente dessas tecnologias ao longo dos
últimos tempos.
“As tecnologias digitais em
particular exigem uma atualização permanente, o que transforma o sistema
educativo digitalizado num grande consumidor de inovações ou novas
versões digitais. Algo dispendioso”, afirma o investigador que considera
que, neste momento, a tecnologia e a Escola “são mais concorrentes (em
busca da atenção e interesse dos alunos, por exemplo) do que entidades
em colaboração”
O desfasamento entre as competências
necessárias e as adquiridas pelos alunos, em parte resultante da falta
de investimento significativo a nível dos equipamentos tecnológicos e
infraestruturas, é um grande desafio para as escolas de hoje e que podem
levar a que esta perca o seu sentido, alerta em declarações ao SAPO TEK Jorge Pedreira, Secretário de Estado Adjunto da Educação entre 2005 e 2009.
“É
necessário perceber que estamos perante novas gerações que têm uma
relação completamente diferente com a informação, com o conhecimento e
com as respetivas formas de legitimação. E que estamos perante um mundo
em que a informação e o conhecimento se produzem e circulam de novas
formas. A escola e o sistema educativo não podem fazer de conta que nada
aconteceu”, defende.
Fernanda
Ledesma, presidente da direção da Associação Nacional de Professores de
Informática também defende que a escola se deve ajustar às mudanças da
sociedade nas suas várias dimensões, um “percurso que nunca está
concluído e que, no caso das tecnologias, é uma correria contínua”,
aponta.
A educação tecnológica é muito mais do que ensinar
tecnologia às crianças e jovens, mas antes deve passar também por
seduzir os jovens para a utilização da Tecnologia de modo simples e
aplicado à realidade, utilizando ferramentas que lhes permitam dar
largas à sua criatividade e imaginação.
Pedro Xavier Mendonça
afirma que é preciso colocar a tecnologia no seu lugar: como conteúdo e
eventualmente instrumento útil em alguns casos e não como “pozinho
mágico”. Até porque, não é “lançando tecnologia para cima das pessoas
que se vai, magicamente, conseguir melhorar as aprendizagens”, defende o
investigador que também aponta para a necessidade de distinguir entre o
“aprender a usar a tecnologia de modo a preparar os jovens para um
mundo tecnológico” e “usar tecnologia para aprender todas as matérias
porque assim se aprende melhor”.
De que forma pode, então, a escola portuguesa adequar-se aos desafios da evolução tecnológica?
Um
pouco por todo o globo, a instituição escola tem feito ajustes e tem-se
procurado munir de ferramentas para se adaptar a um público que já não
se deixa cativar por prolongadas exposições orais e apontamentos em um
quadro.
E, apesar de ainda existir alguma resistência ao uso de
novas formas de ensino, entre elas as que usam novas tecnologias, Pedro
Xavier Mendonça aponta que o grande problema é “saber como ultrapassar
um ensino transmissivo-enciclopédico, pouco ativo e assimétrico”. Aqui,
a tecnologia pode, eventualmente, ajudar nesse processo, “mas ela deve
ser apenas um suporte, não o centro da questão”, remata.
Para ir
ao encontro destes objetivos, o atual Ministério da Educação defende a
aposta em um conjunto diversificado de medidas e projetos educativos,
dos quais se destacam a “introdução da componente curricular de
Tecnologias de Informação e Comunicação no Ensino Básico, abrangendo
áreas como a Programação e Robótica, mas também a Literacia de
Informação” e a “continuidade de múltiplos projetos de Programação e
Robótica no 1.º ciclo, abrangendo mais de 400 escolas do país”, revelou
uma fonte daquele ministério ao SAPO TEK.
A adequação da escola
portuguesa aos desafios da evolução tecnológica passa também por um
investimento em equipamentos e infraestruturas, a ser desenhado no
âmbito do programa InCode2030, aponta a mesma fonte, dando como exemplo a
oferta a todos os alunos do 1.º e do 2.º ciclo de licenças digitais
associadas aos manuais escolares para poderem explorar conteúdos para
além do livro, uma medida contemplada na última proposta de Orçamento de
Estado para 2019 e que revela um crescimento na Educação de 4%.
“A
despesa total consolidada no programa orçamental Ensino Básico e
Secundário e Administração Escolar ascende, em 2019, 6.421,3 milhões de
euros, o que compara com o montante de 6.173,1 milhões de euros de 2018,
representando um crescimento de 4% face ao orçamento de 2018,
justificado sobretudo pelo aumento das despesas com pessoal, que crescem
4,5% e das outras despesas correntes de funcionamento, em 4,4%” podia
ler-se no relatório divulgado no dia em que o OE2019 foi entregue no
parlamento.
Sobre os professores, o relatório refere "um reforço
da capacitação dos profissionais da educação" e que "será dado especial
enfoque à formação contínua, prevendo-se que, no ano letivo 2018/2019,
35 mil docentes e agentes educativos frequentem ações de formação".
Já
em relação à requalificação de escolas a cargo da Parque Escolar, o
relatório do OE2019 adianta que a previsão de investimentos a
concretizar em 2019 pela empresa criada para requalificar e manter os
estabelecimentos escolares é de 61,9 milhões de euros, afetos a
aquisição de bens de capital.
A construção, muitas vezes em
parceria com as Autarquias e Comunidades Intermunicipais e com o apoio
de parceiros locais, de espaços inovadores de aprendizagem (conhecidas
como Salas de Aula do Futuro) são também uma aposta estratégica do
Governo, bem como o investimento nos planos de literacia digital promovidos pela Rede de Bibliotecas Escolares.
No entanto e a par destes conjuntos de evoluções em que
a mobilidade e a possibilidade de aprender em interfaces diferentes e
com percursos escolhidos será uma tendência e um suplemento, não se pode
deixar de lado o factor humano, considerado fundamental por Pedro
Xavier Mendonça.
“A tecnologia é boa na criação de
automatismos, mas não na criação de relações sociais. Aprender deve
passar também pela interação humana, de modo a valorizar competências
afetivas e até de cidadania”, conclui.
Nos próximos dias 5 a 8 de novembro, decorre, no Altice Arena, em Lisboa, o Center Stage do Web Summit. Trata-se de uma iniciativa INSPIRE, aberta a estudantes com idade igual ou superior a 14 anos e o Web Summit convida as escolas de todo o país a participar.
Os professores podem candidatar-se, com os seus alunos, a assistir a
palestras, de acordo com as suas preferências: dia 6 de novembro,
terça-feira; dia 7 de novembro, quarta-feira e/ou dia 8 de novembro,
quinta-feira.
A ESA (European Space Education)
apresenta o projeto educativo Detetives do Clima. Dirigido a alunos
entre os 8 e os 15 anos é um concurso que desafia equipas de estudantes,
apoiadas pelos seus professores, a “fazer a diferença”: identificar um
problema climático observando o seu ambiente local, investigá-lo com
dados da observação da Terra ou com medições no terreno e, por fim,
propor soluções para ajudar a minorá-lo.
Começa em outubro de 2018 e decorrerá durante todo o ano letivo: As inscrições devem ser feitas até dia 15 de novembro.
A
Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) promove a sessão de
lançamento da Campanha Regresso às Aulas, com a temática da Promoção da
Segurança e Saúde em Meio Escolar, no dia 22 de outubro entre as 14.00h e
as 17.30h, no Auditório do Pavilhão do Conhecimento no Parque das
Nações, em Lisboa.
A
Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) da Direção-Geral da
Educação (DGE) promove, nos dias 9 e 10 de novembro, na Escola Básica e
Secundária de Albufeira, o curso “O trabalho colaborativo em diferentes
contextos – Encontro Regional eTwinning”.
Destinado a todos os professores interessados em trabalho
colaborativo entre escolas nacionais ou europeias através do Portal
eTwinning, este evento gratuito é acreditado pelo CCPFC (15 horas).
A CELPA, Associação da Indústria Papeleira, está a promover a 2.ª edição do Prémio Floresta e Sustentabilidade Portuguesa.
O Prémio Floresta e Sustentabilidade tem periodicidade bienal e o
seu objetivo é reconhecer e distinguir projetos sustentáveis e
inovadores na área dos recursos florestais, contemplando diversas
categorias, designadamente, Gestão e Economia da Floresta, Floresta e
Comunidade, Inovação e Ciência e Escola e Floresta.
A data limite para envio das candidaturas é o dia 31 de outubro, à
excepção da categoria Escola e Floresta, que terá um prazo mais
alargado, até 31 de janeiro de 2019.
No
novo paradigma da Escola Inclusiva, a 16.ª edição do concurso “Escola
Alerta!” constitui um desafio à concretização dos sonhos de inclusão em
propostas de solução exequíveis e inovadoras que demonstrem as
capacidades de mudança e transformação social de cada escola e
comunidade envolvente.
Outubro é o mês Europeu da Cibersegurança, este ano com a temática “CibersecuritY is a shared responsability” (cibersegurança é responsabilidade de todos), visando as boas práticas nesta área.
A Direção Geral de Educação (DGE) convida todas as escolas a dinamizar
actividades neste âmbito, propondo o seu registo a fim de lhes dar
visibilidade.
Promovido
pela AJUDARIS e congregando representantes das áreas
científico-pedagógica, formação cívica, empreendedorismo social e acção
mediática, decorrerá nos dias 16 e 17 de novembro, na Biblioteca Almeida
Garrett, Porto.
Este evento é acreditado pela Escola Superior de Educação Paula
Frassinetti, com a duração de 12 Horas e destina-se a Educadores de
Infância e Professores do Ensino Básico.
A
Rede de Bibliotecas Escolares divulga o inquérito Base Dados 2019 (BD
2019), com o objetivo de recolher informação sobre os aspetos do
funcionamento das bibliotecas escolares, com vista à futura planificação
de ações de melhoria dos serviços prestados.
O preenchimento dos questionários deverá ser efetuado pelas escolas
sede de agrupamento e escolas não agrupadas, pelo professor
bibliotecário /coordenador da equipa.
Encontram-se a decorrer as candidaturas para a 8.ª edição das Bolsas Sociais EPIS.
A Associação EPIS – Empresários Pela Inclusão Social tem desenvolvido
os seus projetos de intervenção cívica na área do combate ao insucesso e
ao abandono escolares, com particular atenção à potenciação e
capacitação de jovens em risco que frequentam o 1.º, 2.º e 3.º ciclos de
escolaridade e à promoção de boas práticas de gestão nas escolas.
Podem candidatar-se todas as escolas, entidades sociais e alunos de Portugal.