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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
sábado, 1 de agosto de 2015
a começar o dia... [mais do que] indisposto, solenemente irritado...!
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Alemanha não quer ouvir falar de alívio da dívida portuguesa, os debates sobre os debates e por este rio abaixo Boa tarde, O debate sobre os debates vai… continuar a ser debatido por partidos e televisões. O terceiro debate entre as duas partes sobre os debates eleitorais (não) foi inconclusivo: o frente a frente Passos-Costa foi agendado para 14 ou 18 de setembro, mas o resto continua por decidir. E o resto é - muito - se Portas também debate, e como. O PS não quer. O Adriano Nobre e o Bernardo Ferrão contam as últimas sobre o assunto e relembram quais foram os 10 debates políticos mais vistos em Portugal. Em manchete publicamos um artigo da nossa correspondente em Bruxelas, Susana Frexes, a quem fontes do Governo alemão disseram que, em relação a um eventual alívio da dívida portuguesa, nem sequer querem ouvir falar disso. E, para que não restem dúvidas, acrescentam que a reestruturação da dívida grega é um “caso absolutamente excecional”. Como começa hoje a grande debandada anual das férias, o João Paulo Galacho conta como delirou com a sua estreia no canoying, explica o que é atividade, em que os praticantes gostam de andar aos trambolhões por rios abaixo, e faz um roteiro de locais onde a praticar. Ainda no Diário de hoje, damos-lhe uma “primeira mão” do mundo da arte. Revelamos quem comprou o quadro de Júlio Pomar “O almoço do trolha”, que mostramos ao lado do comprador. O João Miguel Salvador foi falar com ele, para saber porque decidiu comprá-lo. Por estranho que possa parecer, “há febre nas farmacêuticas”, diz a Elisabete Tavares, que faz a habitual análise de sexta-feira dos mercados e conta que, no mundo das compras e vendas de empresas, o que está a dar este ano é a fusão de empresas farmacêuticas. Este mercado está ao rubro em 2015, o que só mostra como é um mercado apetecível. Na opinião, o Nicolau Santos garante que “Há maka em Angola”, o Daniel Oliveira, antes de ir de férias, pergunta a Passos Coelho se “Pode tratar a CGD pelo menos com o mesmo cuidado com que tratou o BES?” e o Henrique Raposo indaga se “Podemos falar de ciganos de outra forma?”. Boas leituras, bom fim de semana e, se for o seu caso, boas férias Amanhã há semanário e, no Diário, tem as habituais escolhas do editor de temas que publicámos ao longo da semana. | |||||||||||||||||
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segunda-feira, 6 de julho de 2015
continuando o dia... iludido...?
Passos: Há países europeus que "emprestaram muito dinheiro" à Grécia
no diário económico em linha...
"Segundo o relatório ‘Government at a Glance' (panorama governamental)
divulgado hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Económico (OCDE), a dívida pública portuguesa representava 130,2% do PIB
em 2014, podendo descer para 127,7% em 2015 e para 124,2% em 2016.
Em 2014, ano de referência do estudo, a dívida pública portuguesa
fica apenas atrás da dívida do Japão (que representava 226% do PIB), da
Grécia (177,4%) e da Itália (132%), mantendo-se assim também nos dois
anos seguintes, segundo as estimativas avançadas pelo ‘Economic Outlook'
divulgado pela OCDE em junho.
Este ano, a OCDE estima que a dívida pública japonesa, grega e
italiana subam para 229,2%, 180% e 132% do PIB, respetivamente,
antevendo, pelo contrário, que a dívida portuguesa desça para 127,7%.
A OCDE lembra que em 2013 o nível médio da dívida pública nos países
da OCDE atingiu os 109,3% do PIB e que entre 2007 e 2013 o aumento foi
de 34,7 pontos percentuais.
"As maiores subidas verificaram-se na Irlanda, na Grécia e em
Portugal, que foram afetados severamente pela crise e alvo de programas
de resgate", lembra a instituição liderada por Ángel Gurría. Nessa
altura, os encargos com as taxas de juro representavam 5% do PIB
português, "sem grandes variações" no ano passado.
Sobre o Japão, a OCDE explica que "a maioria da dívida pública é
detida por credores internos, o que contribui para uma emissão estável".
Este relatório bianual, que vai na quarta edição, apresenta mais de
50 indicadores para comparar a performance dos governos em várias áreas,
desde as finanças públicas, emprego e acesso a cuidados de saúde,
educação e justiça.
Além dos 34 países da OCDE, o relatório deste ano inclui indicadores
para países como o Brasil, China, Egito, Índia, Rússia, África do Sul e
Ucrânia, num conjunto de 43 países."
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sábado, 4 de julho de 2015
a começar o dia... iracundo...!
no expresso e no expresso economia...
comentário:
ainda não percebi muito bem onde está o 'interesse público', aqui... na tap e, já agora, na maioria de quase todas as privatizações que, afinal, vieram agravar [sucessivamente] o défice e a dívida pública a favor dos interesses privados.
é isto...?
quinta-feira, 23 de abril de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
portanto, tudo a correr pelo melhor...?
comentário: e ninguém assume que a despesa pública está incontrolável...?
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
divulgando... é já amanhã...!
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
divulgando...
Fórum Dívida e Direitos Humanos
Auditório da Escola Secundária de Camões, Lisboa
21 de fevereiro de 2015, 9.30 - 19.00
Trabalho,
saúde, educação, habitação, ambiente e qualidade de vida, segurança
social, são direitos humanos consagrados em tratados internacionais e na
Constituição da República portuguesa.
Em
nome da dívida todos eles estão atualmente comprometidos devido à
imposição de uma austeridade que não cura e só agrava o endividamento.
O que vale mais? O serviço da dívida ou os direitos humanos?
Em
Portugal, como nos outros países da Europa sujeitos ao castigo da
troika, este é o momento para reafirmar a prioridade das necessidades e
da dignidade das pessoas sobre os interesses da finança.
Para
denunciar como ilegítimo um serviço da dívida que sacrifica tudo o que
verdadeiramente tem valor, penalizando sobretudo os que menos podem.
Participa. O Fórum é aberto a quem queira compreender as consequências da dívida nas nossas vidas e participar nas soluções.
Workshops: Trabalho, Saúde, Educação, Ambiente e Segurança Social, Habitação.
Inscrições: Aqui
Mais informação em http://auditoriacidada.info/
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
sábado, 3 de janeiro de 2015
domingo, 28 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
domingo, 21 de dezembro de 2014
a ficar maldisposto, só pode...
| Boas notícias |
| A s dívidas do Estado são um garrote financeiro que estrangula as empresas em Portugal. Não houve um único primeiro-ministro na última década que não tenha identificado este problema de três mil milhões... |
no dn 'online'...
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
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