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sábado, 1 de agosto de 2015

a começar o dia... [mais do que] indisposto, solenemente irritado...!

José Cardoso
POR José Cardoso
Editor Adjunto
 


Alemanha não quer ouvir falar de alívio da dívida portuguesa, os debates sobre os debates e por este rio abaixo

Boa tarde,

O debate sobre os debates vai… continuar a ser debatido por partidos e televisões. O terceiro debate entre as duas partes sobre os debates eleitorais (não) foi inconclusivo: o frente a frente Passos-Costa foi agendado para 14 ou 18 de setembro, mas o resto continua por decidir. E o resto é - muito - se Portas também debate, e como. O PS não quer. O Adriano Nobre e o Bernardo Ferrão contam as últimas sobre o assunto e relembram quais foram os 10 debates políticos mais vistos em Portugal.

Em manchete publicamos um artigo da nossa correspondente em Bruxelas, Susana Frexes, a quem fontes do Governo alemão disseram que, em relação a um eventual alívio da dívida portuguesa, nem sequer querem ouvir falar disso. E, para que não restem dúvidas, acrescentam que a reestruturação da dívida grega é um “caso absolutamente excecional”.

Como começa hoje a grande debandada anual das férias, o João Paulo Galacho conta como delirou com a sua estreia no canoying, explica o que é atividade, em que os praticantes gostam de andar aos trambolhões por rios abaixo, e faz um roteiro de locais onde a praticar.

Ainda no Diário de hoje, damos-lhe uma “primeira mão” do mundo da arte. Revelamos quem comprou o quadro de Júlio Pomar “O almoço do trolha”, que mostramos ao lado do comprador. O João Miguel Salvador foi falar com ele, para saber porque decidiu comprá-lo.

Por estranho que possa parecer, “há febre nas farmacêuticas”, diz a Elisabete Tavares, que faz a habitual análise de sexta-feira dos mercados e conta que, no mundo das compras e vendas de empresas, o que está a dar este ano é a fusão de empresas farmacêuticas. Este mercado está ao rubro em 2015, o que só mostra como é um mercado apetecível.

Na opinião, o Nicolau Santos garante que “Há maka em Angola”, o Daniel Oliveira, antes de ir de férias, pergunta a Passos Coelho se “Pode tratar a CGD pelo menos com o mesmo cuidado com que tratou o BES?” e o Henrique Raposo indaga se “Podemos falar de ciganos de outra forma?”.

Boas leituras, bom fim de semana e, se for o seu caso, boas férias

Amanhã há semanário e, no Diário, tem as habituais escolhas do editor de temas que publicámos ao longo da semana.







Alemanha não quer falar de alívio da dívida portuguesa
EUROPA



segunda-feira, 6 de julho de 2015

continuando o dia... iludido...?

Passos: Há países europeus que "emprestaram muito dinheiro" à Grécia




no diário económico em linha...


"Segundo o relatório ‘Government at a Glance' (panorama governamental) divulgado hoje pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a dívida pública portuguesa representava 130,2% do PIB em 2014, podendo descer para 127,7% em 2015 e para 124,2% em 2016.

Em 2014, ano de referência do estudo, a dívida pública portuguesa fica apenas atrás da dívida do Japão (que representava 226% do PIB), da Grécia (177,4%) e da Itália (132%), mantendo-se assim também nos dois anos seguintes, segundo as estimativas avançadas pelo ‘Economic Outlook' divulgado pela OCDE em junho.

Este ano, a OCDE estima que a dívida pública japonesa, grega e italiana subam para 229,2%, 180% e 132% do PIB, respetivamente, antevendo, pelo contrário, que a dívida portuguesa desça para 127,7%.

A OCDE lembra que em 2013 o nível médio da dívida pública nos países da OCDE atingiu os 109,3% do PIB e que entre 2007 e 2013 o aumento foi de 34,7 pontos percentuais.

"As maiores subidas verificaram-se na Irlanda, na Grécia e em Portugal, que foram afetados severamente pela crise e alvo de programas de resgate", lembra a instituição liderada por Ángel Gurría. Nessa altura, os encargos com as taxas de juro representavam 5% do PIB português, "sem grandes variações" no ano passado.

Sobre o Japão, a OCDE explica que "a maioria da dívida pública é detida por credores internos, o que contribui para uma emissão estável".

Este relatório bianual, que vai na quarta edição, apresenta mais de 50 indicadores para comparar a performance dos governos em várias áreas, desde as finanças públicas, emprego e acesso a cuidados de saúde, educação e justiça.

Além dos 34 países da OCDE, o relatório deste ano inclui indicadores para países como o Brasil, China, Egito, Índia, Rússia, África do Sul e Ucrânia, num conjunto de 43 países."

sábado, 4 de julho de 2015

a começar o dia... iracundo...!



no expresso e no expresso economia...


comentário:

ainda não percebi muito bem onde está o 'interesse público', aqui... na tap e, já agora, na maioria de quase todas as privatizações que, afinal, vieram agravar [sucessivamente] o défice e a dívida pública a favor dos interesses privados.

é isto...?

sexta-feira, 27 de março de 2015

portanto, tudo a correr pelo melhor...?

Défice de 2014 foi o mais baixo desde 2008. Aumento da despesa é risco para este ano
ECONOMIA Défice baixou 6,7 pontos desde 2010 mas dívida está a aumentar. Despesa a crescer é risco para o défice deste ano. Receita fiscal está a crescer abaixo do esperado



comentário: e ninguém assume que a despesa pública está incontrolável...?

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

divulgando... é já amanhã...!


Convite
Fórum Dívida e Direitos Humanos
Sábado, dia 21 de Fevereiro 2015
Auditório Escola Secundária Camões - Lisboa

O Fórum vai contar com a presença do ativista político grego Yiannis Bournous, membro e dirigente do Syrisa e do Partido da Esquerda Europeia, que irá participar no primeiro painel do Fórum, subordinado ao tema “Dívida e direitos humanos, uma causa sem fronteiras”.
 No mesmo painel, apresentado por Rosário Caetano, estarão também José Castro Caldas, em nome da IAC, e Maria da Paz Campos Lima, investigadora. Será ainda apresentado o vídeo “O que é para si a dívida?”, a partir de imagens de rua recolhidas por alunos da Escola Secundária de Camões.
 Durante a tarde realizar-se-ão 6 workshops em simultâneo para debater a relação entre a Dívida e, respetivamente, o direito ao Trabalho, à Saúde, à Educação, à Habitação, ao Ambiente e Qualidade de Vida e à Segurança Social.
 No plenário final ouviremos os resultados dos debates nos workshops e as intervenções de Vítor Nogueira, Presidente da Direção da secção portuguesa da Amnistia Internacional e Eugénia Pires, em nome da IAC.
 
Saudações cordiais e cidadãs,
Comissão Executiva

Programa do evento [AQUI]
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

divulgando...


 

Fórum Dívida e Direitos Humanos
Auditório da Escola Secundária de Camões, Lisboa
21 de fevereiro de 2015, 9.30 - 19.00

Trabalho, saúde, educação, habitação, ambiente e qualidade de vida, segurança social, são direitos humanos consagrados em tratados internacionais e na Constituição da República portuguesa. 
Em nome da dívida todos eles estão atualmente comprometidos devido à imposição de uma austeridade que não cura e só agrava o endividamento.
O que vale mais? O serviço da dívida ou os direitos humanos?
Em Portugal, como nos outros países da Europa sujeitos ao castigo da troika, este é o momento para reafirmar a prioridade das necessidades e da dignidade das pessoas sobre os interesses da finança.
Para denunciar como ilegítimo um serviço da dívida que sacrifica tudo o que verdadeiramente tem valor, penalizando sobretudo os que menos podem.
Participa. O Fórum é aberto a quem queira compreender as consequências da dívida nas nossas vidas e participar nas soluções.
Workshops: Trabalho, Saúde, Educação, Ambiente e Segurança Social, Habitação.

Inscrições: Aqui
 
Mais informação em http://auditoriacidada.info/

domingo, 21 de dezembro de 2014

a ficar maldisposto, só pode...


editorial
Boas notícias
A s dívidas do Estado são um garrote financeiro que estrangula as empresas em Portugal. Não houve um único primeiro-ministro na última década que não tenha identificado este problema de três mil milhões...


no dn 'online'...