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sexta-feira, 29 de março de 2019
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
a censura está no ar e cheira a podridão intelectual dos mancomunados... salvé, paulo guinote!
comentário -
esta é uma primeira experiência em que vou verificar se, de facto, as ligações d'o meu quintal' vão ser consideradas spam sendo estas publicadas por outra via...
entretanto já publicitei o artigo completo do paulo guinote em vários sítios, nomeadamente aqui no blogue.
agora vou deixar algumas das ligações, tentando seguir uma certa cronologia das publicações editadas:
para já fico-me por aqui e aguardemos o resultado...
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
como sempre no fb os inquisidores avançam... um artigo do paulo guinote, vejam lá bem...!... salvé, paulo guinote...
"O conflito entre os enfermeiros e o Governo assumiu uma faceta
inédita nos últimos 40 anos. Com raras excepções, a conflitualidade
laboral em Portugal foi enquadrada numa lógica herdada do marxismo, mais
ou menos leninista, mas sempre com uma dose suficiente de boas maneiras
e pragmatismo, mesmo quando o tom das declarações públicas parecia
muito exaltado. No fundo, o esquema dicotómico com os mesmos actores e o
mesmo tipo de acções dominou sempre a acção sindical, com os sindicatos
a enquadrarem com punho firme qualquer tentativa de escapar à
coreografia habitual, colaborando nesse aspecto com o poder político,
independentemente das inclinações políticas. Mais ou menos “radical”, o
nosso sindicalismo manteve-se convencional e conservador. Mesmo quando
se afirma de linhagem revolucionária, tem horror a tudo o que perturbe a
ordem estabelecida.
O que a contestação dos professores não conseguiu levar adiante, para
além de uma ou outra iniciativa mais heterodoxa, está a acontecer com
os enfermeiros que, goste-se ou não, estão a levar a sua luta a fundo,
ignorando os acordos de cavalheiros de bastidores que sempre acabaram
por resolver outras disputas no passado. A exploração até aos limites da
via jurídica é apenas um exemplo. Assim como a forma de se financiar
uma greve recorreu aos novos mecanismos disponíveis no século XXI, não
me parecendo “ilegal” que qualquer cidadão se disponha a apoiar uma
causa que considere justa.
Contra isso, mobilizou-se a apatia de uns e a militância de outros. A
“Direita” perdeu a capacidade de apelar a qualquer espírito de “maria
da fonte”, a menos que estejam em causa subsídios públicos a interesses
privados, e a “Esquerda” revelou até que ponto define a sua aprovação
política e moral das lutas laborais à conformidade com o seu guião.
É lastimável que o conflito tenha derrapado para uma campanha de
maledicência pura e dura, como a que tem sido dirigida aos professores. É
embaraçoso ler acusações sem qualquer prova concreta a suportá-las
(seja de “mortes” por causa das greves, seja de tenebrosas fontes de
“financiamento”, como se tivesse a mínima moralidade nesse aspecto quem
não quer que se conheça quem financia as suas festas), ataques a uma
classe a partir de um “rosto” seleccionado para a demonizar ou
estratégias de instrumentalização do aparelho de Estado (até a ASAE)
para combater uma classe profissional só porque não alinha em passeatas e
cantorias à porta dos ministérios. Não percebo se acham que os
enfermeiros são uma cambada de idiotas instrumentalizados por ocultos
interesse na sombra, se o acesso à profissão é apenas permitido a quem
seja de “extrema-direita”.
Não são os enfermeiros que estão a degradar o SNS, como não foram os
professores a degradar uma Escola Pública que, de excesso de oferta,
passou a não ter professores disponíveis, em virtude da campanha
desenvolvida para amesquinhar a profissão nos últimos 15 anos.
No
meio disto, o Presidente da República tomou partido, afirmando algo sem
sentido, ou seja, que as greves só podem ser financiadas por fundos dos
sindicatos que as convocam e que não poderão ser apoiadas externamente, o
que significa que a “sociedade civil” não pode manifestar o seu apoio a
uma dada causa. Ora... em tantos anos de conflito, tirando o aluguer de
autocarros e distribuição de panfletos e bandeirinhas em manifestações,
nunca assisti a qualquer greve de professores que tenha tido qualquer
apoio financeiro dos respectivos sindicatos. Os “fundos de greve” são
dinamizados localmente, com sindicalizados ou não a contribuir por igual
para uma repartição equitativa, sem olhar a quotas pagas.
Sim, o “sistema” não vai ter quaisquer contemplações com os
enfermeiros e a campanha irá tornar-se mais negra e suja porque se
percebe que, depois dos professores, é a vez de os enfermeiros serem
domesticados. Com aqueles, a colaboração dos sindicatos tem sido
preciosa, bastando ver como não é dado apoio a qualquer iniciativa
independente para recuperar o tempo de serviço no Parlamento, centro da
democracia representativa; com estes, o confronto entrou num nível novo,
com as máquinas comunicacionais do Governo e dos parceiros da
“geringonça” unidas numa mesma luta para que os enfermeiros “percam o
apoio da opinião pública”.
Entre nós, as fake news passam
por aí, por notícias e boatos colocados a circular a partir de fontes
oficiais que se escondem no anonimato, enquanto articulistas de
referência apresentam como “opinião” o que não passa de outra coisa.
Para que tudo continue com dantes."
in público online...
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terça-feira, 28 de novembro de 2017
nas aulas do 'professor' (?) fracote...
"NAS AULAS DO PROFESSOR FRACOTE
Sofro de doença mental. Aqui há
cerca de um ano adoeci. Consultei um psiquiatra de renome e em quem
confiava. Este retirou-me quase toda a medicação. Piorei e fui internado
na psiquiatria dos CHUC (cerca de um mês). Aquando do internamento
estava muito descompensado.
Só hoje à distância de um ano e já totalmente estável, é que vejo o “sem sentido” da minha verborreia.
O Professor Fracote convidou-me para ir às suas aulas falar do que se
passava comigo. Eu prontamente (e cegamente) aceitei e até dizia: “vocês
querem-me ouvir e eu quero falar - por isso juntamos o útil ao
agradável”.
Lembro-me perfeitamente, entrei nas aulas do Professor, completamente fora de mim: gritava, falava de tudo e mais alguma coisa e principalmente da minha vida íntima e sexual. A sala estava cheia de estudantes de medicina: uns riam, outros “choravam” e a maior parte ficava atónita. Eu “sentia-me” importante quando na verdade fiz figura de estúpido!
Sei que o CHUC é um hospital universitário e por isso os doentes servem de cobaias humanas a bem da humanidade. Não sei se é ilegal esta exploração psicológica, sei que no mínimo, é imoral. Durou um ano a minha reabilitação total. Só hoje me sinto lúcido e me apercebo que fui enxovalhado pelo Professor Fracote e os seus pupilos. Sim, voltei com a palavra atrás, porque só agora recuperei e consigo refletir sobre o que me aconteceu e como estava perturbado.
Os doentes mentais não têm direitos. Não são tratados com dignidade. São fantoches nas mãos de alguns psiquiatras que “brincam” com as suas doenças e condições psicológicas.
Há uma grande falta de humanidade por parte de alguns profissionais que apenas querem progredir na carreira à custa dos “maluquinhos”.
(Fracote é uma alcunha fictícia).
in Diário As Beiras 27-11-2017
José A. Crespo de Carvalho"
nota: quem escreve é meu primo em segundo grau e deixo a transcrição do comentário que deixei no fb -
'eu vou 'roubar' a prosa e fico estupefacto com a situação pois bem sei, por experiência própria, que a coisa pode descambar em benefício interesseiro de terceiros... as palavras impressas são testemunho que jamais se perderá e nem todos têm a tua coragem para falar e lidar com os problemas do foro psiquiátrico... estou contigo...!'
Lembro-me perfeitamente, entrei nas aulas do Professor, completamente fora de mim: gritava, falava de tudo e mais alguma coisa e principalmente da minha vida íntima e sexual. A sala estava cheia de estudantes de medicina: uns riam, outros “choravam” e a maior parte ficava atónita. Eu “sentia-me” importante quando na verdade fiz figura de estúpido!
Sei que o CHUC é um hospital universitário e por isso os doentes servem de cobaias humanas a bem da humanidade. Não sei se é ilegal esta exploração psicológica, sei que no mínimo, é imoral. Durou um ano a minha reabilitação total. Só hoje me sinto lúcido e me apercebo que fui enxovalhado pelo Professor Fracote e os seus pupilos. Sim, voltei com a palavra atrás, porque só agora recuperei e consigo refletir sobre o que me aconteceu e como estava perturbado.
Os doentes mentais não têm direitos. Não são tratados com dignidade. São fantoches nas mãos de alguns psiquiatras que “brincam” com as suas doenças e condições psicológicas.
Há uma grande falta de humanidade por parte de alguns profissionais que apenas querem progredir na carreira à custa dos “maluquinhos”.
(Fracote é uma alcunha fictícia).
in Diário As Beiras 27-11-2017
José A. Crespo de Carvalho"
nota: quem escreve é meu primo em segundo grau e deixo a transcrição do comentário que deixei no fb -
'eu vou 'roubar' a prosa e fico estupefacto com a situação pois bem sei, por experiência própria, que a coisa pode descambar em benefício interesseiro de terceiros... as palavras impressas são testemunho que jamais se perderá e nem todos têm a tua coragem para falar e lidar com os problemas do foro psiquiátrico... estou contigo...!'
terça-feira, 9 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
fiquei na dúvida... não sei se esta [carta] ajuda a 'clarificar' a situação (?)... 'carta a uma geração errada' de josé gomes ferreira... na sic notícias...!
"Caros João Cravinho, Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, Ferro Rodrigues, Sevinate Pinto, Vitor Martins e demais subscritores do manifesto pela reestruturação da divida publica: Que tal deixarem para a geração seguinte a tarefa de resolver os problemas gravíssimos que vocês lhes deixaram? É que as vossas propostas já não resolvem, só agravam os problemas. Que tal darem lugar aos mais novos?
Vi, ouvi, li, e não queria acreditar. 70 das mais importantes personalidades do país, parte substancial da nossa elite, veio propor que se diga aos credores internacionais o seguinte:
– Desculpem lá qualquer coisinha mas nós não conseguimos pagar tudo o que vos devemos, não conseguimos sequer cumprir as condições que nós próprios assinámos, tanto em juros como em prazos de amortizações!
Permitam-me uma pergunta simples e direta: Vocês pensaram bem no momento e nas consequências da vossa proposta, feita a menos de dois meses do anúncio do modo de saída do programa de assistência internacional?
Imaginaram que, se os investidores internacionais levarem mesmo a sério a vossa proposta, poderão começar a duvidar da capacidade e da vontade de Portugal em honrar os seus compromissos e poderão voltar a exigir já nos próximos dias um prémio de risco muito mais elevado pela compra de nova dívida e pela posse das obrigações que já detêm?
Conseguem perceber que, na hipótese absurda de o Governo pedir agora uma reestruturação da nossa dívida, os juros no mercado secundário iriam aumentar imediatamente e deitar a perder mais de três anos de austeridade necessária e incontornável para recuperar a confiança dos investidores, obrigando, isso sim, a um novo programa de resgate e ainda a mais austeridade, precisamente aquilo que vocês dizem querer evitar?
Conseguem perceber que, mesmo na hipótese absurda de os credores oficiais internacionais FMI, BCE e Comissão Europeia aceitarem a proposta, só o fariam contra a aceitação de uma ainda mais dura condicionalidade, ainda mais austeridade?
Conseguem perceber que os credores externos, nomeadamente os alemães, iriam imediatamente responder – Porque é que não começam por vocês próprios?"
Vi, ouvi, li, e não queria acreditar. 70 das mais importantes personalidades do país, parte substancial da nossa elite, veio propor que se diga aos credores internacionais o seguinte:
– Desculpem lá qualquer coisinha mas nós não conseguimos pagar tudo o que vos devemos, não conseguimos sequer cumprir as condições que nós próprios assinámos, tanto em juros como em prazos de amortizações!
Permitam-me uma pergunta simples e direta: Vocês pensaram bem no momento e nas consequências da vossa proposta, feita a menos de dois meses do anúncio do modo de saída do programa de assistência internacional?
Imaginaram que, se os investidores internacionais levarem mesmo a sério a vossa proposta, poderão começar a duvidar da capacidade e da vontade de Portugal em honrar os seus compromissos e poderão voltar a exigir já nos próximos dias um prémio de risco muito mais elevado pela compra de nova dívida e pela posse das obrigações que já detêm?
Conseguem perceber que, na hipótese absurda de o Governo pedir agora uma reestruturação da nossa dívida, os juros no mercado secundário iriam aumentar imediatamente e deitar a perder mais de três anos de austeridade necessária e incontornável para recuperar a confiança dos investidores, obrigando, isso sim, a um novo programa de resgate e ainda a mais austeridade, precisamente aquilo que vocês dizem querer evitar?
Conseguem perceber que, mesmo na hipótese absurda de os credores oficiais internacionais FMI, BCE e Comissão Europeia aceitarem a proposta, só o fariam contra a aceitação de uma ainda mais dura condicionalidade, ainda mais austeridade?
Conseguem perceber que os credores externos, nomeadamente os alemães, iriam imediatamente responder – Porque é que não começam por vocês próprios?"
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
ah... afinal [sempre] temos [mais] um bispo vermelho...?
"O que me inquieta é a incompetência e a insolência deste Governo"
d. januário torgal ferreira dixit...
d. januário torgal ferreira dixit...
pode ler a notícia... aqui.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
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