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segunda-feira, 5 de outubro de 2015
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
opinião... [nada mais do que uma boa pergunta... incómoda para alguém...?]... onde andam as contas?... de francisco vieira sousa [fle]... no cm...!
"Há dois anos, as famílias com filhos a frequentar uma escola com
contrato de associação – escolas privadas que integram a rede pública,
ou seja, gratuitas e com regras de acesso idênticas às escolas estatais,
contra um pagamento do Estado pelo serviço que prestam – mobilizaram-se
contra o governo de então, perante a possibilidade de verem estas
escolas perder o financiamento estatal.
Pese embora a reduzida dimensão desta realidade – 93 em todo o País – a
polémica foi intensa. De um lado, o governo argumentava com a
necessidade de poupança, do outro as escolas afirmavam poupar dinheiro
ao Estado, pois o seu custo por aluno era bem menor do que o de um aluno
numa escola estatal. O compromisso a que se chegou inclui um pedido da
Assembleia da República ao Tribunal de Contas para que aferisse o custo
médio por aluno no ensino estatal. Depois disso, o actual Ministro da
Educação nomeou uma comissão com igual propósito. As contas devem ser
difíceis de fazer, pois o resultado continua no segredo dos deuses.
Porque será?"
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
opinião... da educação... e do calendário escolar [a agenda do 'privado' para as políticas públicas da educação...!]... de francisco vieira sousa... no cm...!
"Num país como Portugal, que apresenta das maiores taxas de população
feminina activa, as férias de Verão são um quebra-cabeças: como conjugar
4 semanas de férias dos pais, com 13 semanas de férias dos filhos?
Além da conciliação da vida familiar com a vida
profissional, levanta-se ainda a questão pedagógica, devido a uma pausa
de Verão tão longa, e a dúvida sobre a duração do ano lectivo: perante
queixas repetidas sobre a extensão dos programas, não seria de cortar
nas férias?
De facto, passando os olhos pela
brochura da Eurydice (base de dados sobre educação e ensino da
responsabilidade da Comissão Europeia) sobre o calendário escolar
2012-2013 nos diferentes países da UE (Portugal, estranhamente, não
consta), verifica-se que nos encontramos no grupo de países com as
férias de Verão mais longas e com o ano lectivo mais curto (34 a 35
semanas).
De resto, temos um dos calendários
escolares mais desequilibrados, com férias da Páscoa muito longas, a
separar dois períodos lectivos demasiado curtos (10 semanas cada)."
comentário de um anónimo:
"Os alunos, bem vistas as coisas, nem deviam ter férias. Já temos das
maiores cargas horárias e mais dias de aulas por ano do mundo, mas há
que carregar mais nas crianças! Ah, valente!"
quarta-feira, 11 de julho de 2012
da educação... pergunta inocente [...?]... os homens são burros?... por francisco vieira sousa... no cm...!
"Há mais meninos que meninas a frequentar o ensino básico: 52% contra 48%.
No secundário, o caso muda de figura, ou se
preferirmos, de sexo: em cada 100 alunos, 55 são raparigas, ou seja, uma
fatia generosa de rapazes perdeu-se para o abandono e insucesso
escolares.
No ensino secundário, a razia masculina
adensa-se e apenas 43 em cada 100 transições/conclusões são de rapazes,
contra 57 de raparigas. O último acto da saga de insucesso masculino
ocorre no ensino superior: no conjunto dos últimos 15 anos, apenas 36 em
cada 100 diplomados, pouco mais que um terço, eram do sexo masculino.
Será
que os homens deste país estão a embrutecer? David Chadwell,
especialista em educação diferenciada por sexo, acha que não. Segundo
este professor, em Portugal a convite dos Colégios Fomento, rapazes e
raparigas aprendem de forma diferente e, em geral, os sistemas de ensino
modernos favorecemo modo de aprendizagem feminino. Num sistema de
ensino onde abundam os paladinos da igualdade, será que o tema não
merece um pouco de atenção?"
sexta-feira, 6 de abril de 2012
autonomia das escolas... a opinião da fle...!
"Portugal aparece com autonomia negativa em todos os parâmetros, embora, no que toca à sua liderança, os directores indiquem uma crescente autonomia nas suas escolas;
Dentro dos países da OCDE Portugal faz parte do universo de escolas com maior centralismo, tendo as escolas Portuguesas ainda menos autonomia que as do México e a Turquia, em alguns parâmetros. Só a Grécia tem um sistema de ensino ainda mais centralizador que o Português, porque os seus directores são da opinião que têm um pior desempenho em liderança do que o que responderam os directores das escolas Portuguesas.
Dentro dos países da OCDE Portugal faz parte do universo de escolas com maior centralismo, tendo as escolas Portuguesas ainda menos autonomia que as do México e a Turquia, em alguns parâmetros. Só a Grécia tem um sistema de ensino ainda mais centralizador que o Português, porque os seus directores são da opinião que têm um pior desempenho em liderança do que o que responderam os directores das escolas Portuguesas.
Para que possamos visualizar o que nos separa dos sistemas com autonomia, elaboramos este gráfico como exemplo, com a comparação entre Portugal, a média da OCDE e o Reino Unido.
Infelizmente, este centralismo educativo não é novidade e as suas consequências impõem a medição do seu impacto real na qualidade e equidade educativa em Portugal. Bastam alguns números para recordarmos como este paradigma dirigista tem produzido trágicos resultados em termos de qualidade e equidade: 35% dos alunos do ensino básico chumba pelo menos uma vez e temos a maior taxa de abandono escolar da OCDE (27%), logo seguidos pelo México e pela Turquia, curiosamente, os mesmos países que nos acompanham neste estudo de autonomia das escolas.
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Se há escolas preparadas para os desafios de liderança do século XXI, porque não começar por abrir caminho àquelas escolas, sejam do Estado ou não, que o pretendem e que estão prontas para com responsabilidade e autonomia prestarem um serviço público de melhor qualidade? Continuaremos a insistir no argumento de que as escolas não estão preparadas?
E, já agora, qual o impacto esperado com o novo modelo para autonomia e gestão das escolas estatais e com a revisão curricular, quais as metas de autonomia, ou seja, em que posição estaremos no gráfico no próximo relatório da OCDE e como se reflectirá na qualidade e equidade educativa?
E, já agora, qual o impacto esperado com o novo modelo para autonomia e gestão das escolas estatais e com a revisão curricular, quais as metas de autonomia, ou seja, em que posição estaremos no gráfico no próximo relatório da OCDE e como se reflectirá na qualidade e equidade educativa?
Valeu a Pena Ler relembrar de que o modelo de autonomia das escolas tem repercussões na qualidade e equidade educativa?"
pode consultar o relatório [que já tinha publicado] da oecd... aqui.
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