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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

divulgando...

Informações Gerais

A Direção-Geral de Educação divulga as Orientações Curriculares para as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) no 1º Ciclo, documento que visa envolver um conjunto comum de competências de natureza multidisciplinar, criando contextos significativos articulados com componentes do currículo e com o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.
No dia 17 de Outubro realiza-se, em Tomar, a II Jornada PEDIME ”Parcerias para o desenvolvimento da Educação no Médio Tejo”.
O evento é promovido pelo Instituto Politécnico de Tomar e pelos Centros de Formação de Associação de Escolas de Médio Tejo e destacam-se temas como o Banco de Recursos Educativos Digitais ou o Observatório Intermunicipal da Educação e Experimenta + Ciência.





via boletim do cirep...

segunda-feira, 28 de março de 2016

a começar o dia... a relembrar a chamada de atenção de ontem, numa capa de jornal...!




no público...


e já agora deixo a ligação para as respostas que os pais deram sobre o assunto:


As respostas dos leitores sobre TPC


O PÚBLICO lançou este desafio aos leitores: Se tiver filhos a estudar no 1.º ciclo, fica aqui o apelo à sua colaboração: quantos trabalhos para casa lhes foram passados na escola para realizar durante as férias da Páscoa? Recebemos cerca de 50 respostas. Ei-las na íntegra, por ordem de chegada.

Adriano Miranda

sábado, 20 de fevereiro de 2016

coisas da educação... monodocência...?

Resultados da Sondagem | Concorda com o fim da monodocência no 1º ciclo?

by Alexandre Henriques


Conheçam os resultados e análise de Paulo Guinote.
Sondagem_Monodocência
Votos: 2073

Mono, Bi, Polidocência… tudo depende

Paulo GuinoteNão tenho uma ideia clara e definitiva sobre a questão da monodocência no 1º ciclo, assim como questão isolada e sem a integrar numa lógica mais ampla de organização dos ciclos de escolaridade e da extensão (ou não) do ensino pré-escolar.
Tal como as coisas estão, acho que a monodocência deve continuar a ser a regra básica, com um professor titular de turma a assegurar o essencial do trabalho com as turmas e, em especial a partir do 3º ano, a poderem existir professores que venham trabalhar áreas como a Educação Física, o Inglês ou as TIC, podendo dar mesmo a sua classificação com maior ou menor peso na nota final.
Isso até permitiria flexibilizar a redução do horário lectivo dos professores do 1º ciclo de forma regular, sempre que acompanhassem a turma do 1º ao 4º ano, algo que agora não acontece. E acho que, numa lógica de articulação vertical do currículo, faz todo o sentido que se comecem a partilhar experiências e olhares entre os vários ciclos do Ensino Básico.
Mas, confesso, preferiria que esta discussão fosse feita a par de uma outra mais vasta acerca da própria organização do Ensino Básico que, numa lógica de escolaridade de 12 anos, não tem grande sentido estar dividido em três ciclos, preferindo em que se reduzissem para dois, cada um deles com 4 ou 5 anos. Num 1º ciclo com 5 anos, a monodocência deveria existir até ao 3º ano e depois existir já um início de polidocência, ficando o 2º ciclo com uma estrutura mais alargada e próxima do actual 3º ciclo. Na outra hipótese (4+5), a introdução da polidocência ou uma forma de monodocência coadjuvada poderia iniciar-se no 3º ano. Mas tudo isto depende, lá está, de um outro debate igualmente mais amplo sobre o conteúdo do currículo do 1º ciclo e do que queiramos entender como matérias curriculares obrigatórias e actividades extra-curriculares opcionais.
A monodocência, num aspecto mais restrito ou alargado, tem a vantagem de manter um referencial central para os alunos mais novos e acho que esse é um valor que não deve ser abandonado. No entanto, acho que só se terá a ganhar com a abertura do 1º ciclo à presença de outros professores e de outras experiências, outras metodologias, quando os alunos chegam aos 8-9 anos.
Fim da monodocência? Não.
A sua reformulação e enriquecimento numa perspectiva mais alargada de reforma da organização do Ensino Básico? Sim.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

legislação [educação]... refeições escolares [1º ciclo]... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º170 - 06/11/2015

Publicado em Diário da República

Despacho n.º 12508/2015 - Diário da República n.º 217/2015, Série II de 2015-11-05
Ministério da Educação e Ciência - Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência 
Na estrutura orgânica flexível da DGEEC, extingue a Divisão de Infraestruturas Tecnológicas da Educação (DITE), cria a Divisão de Apoio e Modernização Tecnológica das Escolas (DAMTE) e designa Chefe de Divisão da DAMTE, em regime de substituição, o mestre Jorge Miguel Colaço Teixeira.
Declaração de Retificação n.º 986/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar 
Retifica o Despacho n.º 11970-B/2015, publicado no Diário da República n.º 208/2015, 2.º Suplemento, 2.ª série, de 2015-10-23.
Contrato n.º 826/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Odivelas 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Contrato n.º 827/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Oeiras 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Contrato n.º 828/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Ourém 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Contrato n.º 829/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Palmela 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Contrato n.º 830/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Peniche 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Contrato n.º 831/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Rio Maior 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Contrato n.º 832/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Salvaterra de Magos 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Contrato n.º 833/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Santarém 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Contrato n.º 834/2015 - Diário da República n.º 218/2015, Série II de 2015-11-06
Ministério da Educação e Ciência e Município de Sardoal 
Contrato-programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.
Ministério da Educação e Ciência e Município do Seixal 
Contrato-Programa de generalização do fornecimento de refeições escolares aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico - ano letivo de 2014-2015.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

informações [educação]... ah, para os futuros donos disto tudo (?)... via dge...!

Caderno de Educação Financeira para o 1º ciclo


Apresentado no dia 30 de outubro durante as comemorações do Dia da Formação Financeira 2015                                                                                                 

O Caderno de Educação Financeira, para o 1.º ciclo do ensino básico, foi apresentado no dia 30 de outubro durante as comemorações do Dia da Formação Financeira 2015.
Este caderno tem como objetivo apoiar os alunos e os professores do 1º ciclo do ensino básico na implementação de conteúdos definidos no Referencial de Educação Financeira (REF) para este ciclo de ensino.
Através de um conjunto de situações vividas pelo Tomás e pela Clara com a sua família, são abordados de uma forma lúdico-didática os temas/subtemas - Necessidades e Desejos, Despesas e Rendimentos, Poupança, Risco e Incerteza e Meios de Pagamento - do REF.
Estes conteúdos de educação financeira são apresentados em cinco divertidas histórias que refletem situações do dia-a-dia da família Moedas, apoiadas por um conjunto de atividades, que reforçam os conhecimentos financeiros dos alunos e contribuem para o desenvolvimento de atitudes e comportamentos financeiros adequados.
Os professores do 1º ciclo do ensino básico podem utilizar este Caderno de Educação Financeira para trabalhar com os seus alunos os temas de educação financeira, no âmbito das disciplinas, das ofertas complementares ou dos projetos.
O Caderno de Educação Financeira para o 1.º ciclo foi desenvolvido no âmbito do “Protocolo de cooperação para a preparação de materiais didático-pedagógicos de apoio ao Referencial de Educação Financeira”, assinado em dezembro de 2014 pelo Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal), pelo Ministério da Educação e Ciência e por quatro associações do setor financeiro (APB – Associação Portuguesa de Bancos; APS – Associação Portuguesa de Seguradores; APFIPP – Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios e ASFAC – Associação de Instituições de Crédito Especializado).

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

legislação [geral]... e aec... no dre...!

Diário da República n.º 184/2015, Série I de 2015-09-21

 

Resolução do Conselho de Ministros n.º 78/2015 - Diário da República n.º 184/2015, Série I de 2015-09-2170331761
Presidência do Conselho de Ministros

Procede à primeira alteração à Resolução do Conselho de Ministros n.º 63/2012, de 17 de julho, que autoriza a realização da despesa e a assunção de encargos plurianuais no âmbito da participação do Estado Português no projeto de desenvolvimento e produção da aeronave KC-390
 
Resolução do Conselho de Ministros n.º 79/2015 - Diário da República n.º 184/2015, Série I de 2015-09-2170331762
Presidência do Conselho de Ministros

Procede à primeira alteração à Resolução do Conselho de Ministros n.º 4/2015, de 19 de janeiro, que autoriza o Instituto do Emprego e da Formação Profissional, I. P., a realizar a despesa relativa à aquisição de serviços de vigilância e segurança nos anos de 2015 a 2017
 
Resolução do Conselho de Ministros n.º 80/2015 - Diário da República n.º 184/2015, Série I de 2015-09-2170331763
Presidência do Conselho de Ministros

Autoriza a realização da despesa destinada ao apoio financeiro do Estado a entidades promotoras das atividades de enriquecimento curricular no 1.º ciclo do ensino básico que celebrem contratos-programa para o ano letivo de 2015-2016

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

legislação [educação]... atrasados [2]... via boletim do cirep...!

Boletim Informativo n.º138 - 14/09/2015

Publicado em Diário da República


Gabinetes dos Secretários de Estado da Agricultura, Adjunto do Ministro da Saúde e do Ensino Básico e Secundário
Determina a ajuda respeitante a distribuição gratuita de frutas e produtos hortícolas aos alunos do 1.º ciclo dos estabelecimentos de ensino público, para o ano letivo de 2014/2015.



Boletim Informativo n.º139 - 15/09/015

Publicado em Diário da República

 Ministério da Educação e Ciência 
Aprova o Regulamento Técnico de Depósito de Teses e Trabalhos de Doutoramento e de Dissertações e Trabalhos de Mestrado a que se refere o n.º 3 do artigo 50.º do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 115/2013, de 7 de agosto.
Gabinetes dos Secretários de Estado Adjunto e do Orçamento e do Ensino e da Administração Escolar 
Procede à alteração da Portaria n.º 211/2014, de 06 de março, publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 53, de 17 de março.
 Ministério da Educação e Ciência e Município de Viseu 
Acordo de colaboração - reabilitação da Escola Secundária Viriato, Abraveses - Viseu.
Ministério da Educação e Ciência e Município de Viseu 
Acordo de colaboração - requalificação da Escola Básica Grão Vasco - Viseu.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

coisas da educação [1º ciclo]... as preocupações da fenprof [e não só, digo eu]...!

FENPROF preocupada com a situação que se vive no 1ºCEB


Decorreu na passada segunda-feira, na "5 de Outubro",  uma reunião com a presença de sindicalistas da FENPROF e de elementos da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário. Manuel Micaelo e Dulce Carvalho (SPGL); Maria José Silva (SPN); Celeste Duarte (SPRC) e Maria da Fé Carvalho (SPZS) integraram a delegação da FENPROF
MEC não partilha dessas preocupações.
Em reunião em que participou o chefe de gabinete do Secretário de Estado do 
Ensino Básico e Secundário (SEEBS), a FENPROF apresentou um conjunto de 
inquietações relativas à situação preocupante que se vive no 1.º Ciclo do Ensino Básico 
e que, a não serem tomadas rapidamente medidas adequadas, se agravará no próximo 
Do vasto leque de preocupações salienta-se:
- A necessidade de se realizar uma discussão séria sobre o que se quer do e 
para o 1º CEB;
- O já excessivo número de horas que os alunos passam na escola em 
atividades letivas e escolarizadas, sendo os que, na União Europeia, têm maior 
carga horária com atividades deste tipo;
- O aumento do horário letivo dos alunos, devido à introdução do Inglês no 
currículo, que agravará ainda mais essa situação;
- Os diversos experimentalismos neste setor, muitas vezes ditados pelo 
interesse economicista e não pelo pedagógico, que estão a levar à desregulação 
do regime de docência e à multiplicidade de regimes que coexistem;
- O aumento da componente letiva dos docentes (os intervalos deixaram de 
fazer parte da componente lectiva);
- Os problemas na elaboração dos horários dos docentes, a indefinição entre 
o que é letivo e não é lectivo, a inexistência de horas para a coordenação de 
estabelecimento, a coadjuvação que acaba por ser um embuste, pois, em vez 
disso, o que acontece é a substituição dos docentes da turma por colegas seus, 
muitas vezes de outros ciclos de ensino…
A FENPROF solicitou que lhe fossem prestados esclarecimentos e, também, que 
fossem enviadas orientações para as escolas sobre:
- A definição do que é letivo e não é letivo, incluindo a questão dos 
intervalos, que devem ser parte integrante da componente letiva;
- A coadjuvação do docente titular de turma, que deverá ser isso mesmo;
- Sobre o ensino do Inglês no 3º ano de escolaridade: 
. que seja considerado nas 25 horas letivas dos alunos;
. que se esclareça quem lecciona esta disciplina nos casos em que não 
há docentes do grupo 120;
. que fazer com os alunos nos casos de turmas com 2  anos de 
escolaridade (2º e 3º ou 3º e 4º anos) em que o Inglês só é curricular para 
o 3º ano;
Da parte do MEC, além do registo das questões para dar conhecimento ao Secretário 
de Estado responsável pelo setor, foi afirmado que a discussão/debate é bem vinda mas, 
acrescentaram, inoportuna, por estarmos próximos de eleições; foi ainda referido que a 
política do MEC dá grande relevo à autonomia das escolas, atirando para elas parte das 
soluções encontradas (e, assim, dos problemas criados), entendendo, porém, que tudo se 
passa dentro do quadro legal vigente, apelando à FENPROF que,“se for ilegal, 
denunciem”…); que as decisões tomadas não são alheias à situação financeira do país...; 
que admitem existirem diferenças interpretativas (!) entre a FENPROF e o MEC sobre o 
que integra a componente letiva e não letiva… Esquecem os responsáveis do MEC que 
em ata negocial assinada entre as partes em junho de 2013, foi esclarecido o que faz 
parte de uma e outra componente. Acontece que o MEC nunca respeitou o que então 
Relativamente às dúvidas sobre a lecionação do Inglês vão ser remetidas à 
Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar, por ser dela a 
responsabilidade. Aguardam-se os esclarecimentos que daquela Secretaria de Estado 
O Secretariado Nacional


Na reunião, em que participou o chefe de gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário (SEEBS), a FENPROF apresentou um conjunto de inquietações relativas à situação preocupante que se vive no 1.º Ciclo do Ensino Básico e que, a não serem tomadas rapidamente medidas adequadas, se agravará no próximo

Do vasto leque de preocupações salienta-se:

- A necessidade de se realizar uma discussão séria sobre o que se quer do e para o 1º CEB;
- O já excessivo número de horas que os alunos passam na escola em atividades letivas e escolarizadas, sendo os que, na União Europeia, têm maior carga horária com atividades deste tipo;
- O aumento do horário letivo dos alunos, devido à introdução do Inglês no currículo, que agravará ainda mais essa situação;
- Os diversos experimentalismos neste setor, muitas vezes ditados pelo interesse economicista e não pelo pedagógico, que estão a levar à desregulação 
do regime de docência e à multiplicidade de regimes que coexistem;
- O aumento da componente letiva dos docentes (os intervalos deixaram de fazer parte da componente lectiva);
- Os problemas na elaboração dos horários dos docentes, a indefinição entre o que é letivo e não é lectivo, a inexistência de horas para a coordenação de estabelecimento, a coadjuvação que acaba por ser um embuste, pois, em vez disso, o que acontece é a substituição dos docentes da turma por colegas seus, muitas vezes de outros ciclos de ensino…

A FENPROF solicitou que lhe fossem prestados esclarecimentos e, também, que fossem enviadas orientações para as escolas sobre:

- A definição do que é letivo e não é letivo, incluindo a questão dos intervalos, que devem ser parte integrante da componente letiva;
- A coadjuvação do docente titular de turma, que deverá ser isso mesmo;
- Sobre o ensino do Inglês no 3º ano de escolaridade: 
. que seja considerado nas 25 horas letivas dos alunos;
. que se esclareça quem lecciona esta disciplina nos casos em que não há docentes do grupo 120;
. que fazer com os alunos nos casos de turmas com 2  anos de escolaridade (2º e 3º ou 3º e 4º anos) em que o Inglês só é curricular para o 3º ano;

Da parte do MEC, além do registo das questões para dar conhecimento ao Secretário de Estado responsável pelo setor, foi afirmado que a discussão/debate é bem vinda mas, acrescentaram, inoportuna, por estarmos próximos de eleições; foi ainda referido que a política do MEC dá grande relevo à autonomia das escolas, atirando para elas parte das soluções encontradas (e, assim, dos problemas criados), entendendo, porém, que tudo se passa dentro do quadro legal vigente, apelando à FENPROF que,“se for ilegal, denunciem”…); que as decisões tomadas não são alheias à situação financeira do país...; que admitem existirem diferenças interpretativas (!) entre a FENPROF e o MEC sobre o que integra a componente letiva e não letiva… Esquecem os responsáveis do MEC que em ata negocial assinada entre as partes em junho de 2013, foi esclarecido o que faz parte de uma e outra componente. Acontece que o MEC nunca respeitou o que então 

Relativamente às dúvidas sobre a lecionação do Inglês vão ser remetidas à Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar, por ser dela a responsabilidade. Aguardam-se os esclarecimentos que daquela Secretaria de Estado deverão surgir.


O Secretariado Nacional da FENPROF
28/07/2015 



________________
Da nota anterior:

Recentemente, a FENPROF tornou público um conjunto de preocupações que tem em relação à situação que vive o 1.º Ciclo do Ensino Básico (ver comunicado). 

Os principais problemas detetados e referidos na tomada de posição que também foi enviada ao MEC relacionam-se com o aumento do horário letivo dos alunos, devido à introdução do Inglês, a multiplicidade de regimes de docência e a (des)organização reinante na elaboração dos horários dos professores (...).



O Secretariado Nacional da FENPROF
24/07/2915 

terça-feira, 28 de julho de 2015

enfim, a notícia do dia... exames nacionais [1º e 2º ciclos]...!


no público...


pode ler os comunicados do mec e do iave, abaixo, seguindo as ligações:

exames nacionais... informações do iave...!

Provas Finais - 2.ª Fase 


28 de julho de 2015
 
Resultados das provas finais do 1.º e 2.º CEB 


Comunicado de Imprensa IAVE [pdf

Resultados por disciplina [pdf]

exames nacionais... comunicado sobre a divulgação dos resultados [1º e 2º ciclos]... via portal do governo...!

2015-07-27 às 19:28

 
"RESULTADOS DA SEGUNDA FASE DAS PROVAS FINAIS DE 1.º E 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO


São hoje divulgados os resultados da segunda fase das provas finais de 1.º e 2.º ciclo. As provas foram realizadas em 1400 escolas do continente e regiões autónomas, bem como nas escolas no estrangeiro com currículo português. 

Realizaram a 2.ª fase da prova final do 1.º ciclo de Português 1139 alunos, menos 1304 do que no ano transato. No caso da Prova Final do 1.º Ciclo de Matemática da 2.ª fase, realizaram 1546 alunos, menos cerca de 2000 que em 2014. 

Quanto ao 2.º ciclo, realizaram as provas finais de Português (61) e de Matemática (62), na 2.ª fase, respetivamente, 5504 e 6944 alunos, menos 3000 e 5000 alunos, aproximadamente, relativamente ao ano transato. 

Significa isto que, este ano, mais alunos demonstraram, logo na 1.ª fase da prova, os conhecimentos necessários à progressão de ciclo. 

A 2.ª fase das provas finais dos 1.º e 2.º ciclos é uma segunda oportunidade para os alunos que se encontravam em situação de não aprovação no ciclo, bem como para os alunos que, apesar de já se encontrarem aprovados, obtiveram nível inferior a 3 a Português ou a Matemática, poderem superar as suas dificuldades, após a frequência do período de acompanhamento extraordinário. 

Esta segunda fase, após, os alunos participarem durante um período de tempo num prolongamento de atividades durante o qual é oferecido mais um momento de apoio nas disciplinas sujeitas a avaliação externa nas quais não tiveram sucesso. A medida foi implementada em 2013 para o 1.º ciclo, e em 2014 foi aplicado também ao 2.º ciclo. 

No que diz respeito às provas finais do 1.º ciclo podemos observar que, na prova de Português (41), mais de metade dos alunos (56%) obtiveram classificação igual ou superior a nível 3, tendo, na sua grande maioria, ficado em situação de aprovação, ficando em condições de transitar para o 2.º ciclo. No caso da prova de Matemática (42), 18% dos alunos conseguiram obter nível igual ou superior a 3. Relativamente ao ano transato verifica-se um aumento substancial da percentagem de alunos com classificações iguais ou superiores a nível 3 na prova de Português, de 38% para 56%. Quanto à prova de Matemática observa-se um aumento de 13% para 18%. 

Quanto às provas finais do 2.º ciclo podemos verificar que, na prova de Português (61), mais de metade dos alunos (60%) obtiveram classificação igual ou superior a nível 3. No caso da prova de Matemática (62), 5% dos alunos conseguiram obter nível igual ou superior a 3. Relativamente ao ano transato verifica-se um aumento substancial da percentagem de alunos com classificações iguais ou superiores a nível 3 na prova de Português, de 35% para 60%. Quanto à prova de Matemática mantém-se o estável o número de classificações iguais ou superiores a nível 3. 

Estes dados mostram que um número muito significativo de alunos que não obtiveram aprovação na 1.ª fase beneficiaram da existência de uma 2.ª fase de provas e, naturalmente, da preparação adicional entretanto recebida. 

No processo de classificação da 2.ª fase das provas finais dos 1.º e 2.º ciclos de Português e de Matemática, estiveram envolvidos 1094 professores classificadores. 

O Ministério da Educação e Ciência destaca o esforço dos professores neste período suplementar, que permitiu que os alunos tivessem uma segunda oportunidade para melhoria de resultados e aprovação, e reforçassem a base a partir da qual iniciarão no próximo ano letivo um novo ciclo ou voltarão a frequentar o último ano desse ciclo, estando sinalizados para terem o acompanhamento direcionado para as suas dificuldades já diagnosticadas após este período. O Ministério reconhece o esforço e dedicação dos professores, que põem em primeiro lugar o sucesso dos seus alunos. 

O Ministério reforça a necessidade de serem tomadas as medidas de apoio adequadas e necessárias a partir do momento em que são detetadas as primeiras dificuldades dos alunos. Estas medidas devem proporcionar aos alunos um estudo mais intensivo e sustentado das disciplinas fundamentais, contribuir para colmatar as deficiências de aprendizagem e criar uma base mais sólida para o prosseguimento de estudos no ciclo seguinte. 

O período de acompanhamento extraordinário faz parte das medidas de combate ao insucesso e ao abandono escolar que o MEC estabeleceu e tem vindo a fomentar, que deve ser complementado, no ano escolar seguinte, com outras medidas que a escola considerar adequadas às necessidades específicas dos alunos."