no público...
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quarta-feira, 18 de maio de 2016
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
a começar o dia... mal, como parece estar a tornar-se hábito...!
Olá LUIZ ...
Obrigado por ter sido um dos 564.262 consumidores que se registaram na nossa ação "Poupe no Cabaz".
Nenhuma
cadeia de supermercados conseguiu responder à totalidade dos requisitos
apresentados, que passavam por um desconto permanente em 35 categorias
de produtos essenciais e liberdade de escolha das marcas. A negociação
encerra, por agora, sem propostas que a DECO considere satisfatórias.
Continuaremos
à procura de soluções ou de outras formas de parceria que beneficiem os
consumidores naquela que representa a terceira maior despesa das
famílias. Até lá, o nosso comparador de supermercados vai estar acessível a todos os consumidores, para os ajudar a poupar no estabelecimento mais barato à porta de casa.
Por estar registado, pode igualmente beneficiar das vantagens inerentes ao cartão DECO+.
domingo, 12 de abril de 2015
as desculpas 'eduquesas' do costume...
| Professores sem licença para estudar. A justificação é a falta de dinheiro | ||
Desde
2012 que nenhum docente consegue licença para aprofundar os estudos
superiores. Ainda é possível pedir equiparação a bolseiro, mas a partir
do próximo ano letivo só abdicando do vencimento.
a nota informativa da dgae sobre o assunto...
|
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
bonito... este panorama...?
| OCDE: Portugal diverge sete anos seguidos dos países mais ricos |
| Consumo público será a única variável do PIB em contração nos próximos dois anos. País é classificado como "pobre"" e "desigual" |
| Aumento dos impostos justifica quase 90% da redução do défice |
| O défice orçamental caiu 1847 milhões de euros nos primeiros dez meses do ano |
no dn...
domingo, 28 de setembro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
actualidades [sns]... para acompanhar o assunto...!
no observador...
"“Quase nada neste relatório é novo, a implementação é o mais importante.”
A frase de Nigel Crisp saiu quando o pequeno-almoço com alguns jornalistas ia sensivelmente a meio, uma hora e meia de conversa decorrida, depois de ter insistido na importância de se trabalhar a montante, na formação das pessoas para os bons hábitos, “está na altura de melhorarmos a Saúde e não apenas os Serviços de Saúde”. E de ter defendido que a aposta futura não deve passar pelo aumento de impostos, que o papel dos enfermeiros deve ser reforçado ou que os hospitais precisam de ser mais transparentes, partilhando abertamente estatísticas.
Nigel Crisp, o homem responsável pela modernização do sistema público de saúde no Reino Unido, liderou a comissão que realizou o relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”, da Fundação Calouste Gulbenkian. Foram 18 meses de trabalho, a ouvir várias pessoas dos vários setores da Saúde e da sociedade civil, feito por peritos portugueses e estrangeiros.
Antes de mais, das recomendações, o diagnóstico, em traços largos:
Portugal tem uma boa base, o Serviço Nacional de Saúde (SNS)
Há “muito apoio para o manter” (ao SNS), nas palavras de Crisp
Os profissionais têm experiência e boa formação
O país tem a dimensão ideal (cerca de 10 milhões de habitantes) para implementar uma mudança de hábitos
Mas:
Tem uma população envelhecida, com muitos problemas de saúde, e com uma qualidade de vida muito curta depois dos 65 anos,
Tem uma taxa de diabetes muito alta (a mais alta da Europa, 14%)
Tem custos muito elevados
Os hospitais têm práticas muito distintas
Tem um problema com as infeções hospitalares
Posto isto, em linhas muito gerais, o plano, traçado a 25 anos, para a Saúde em Portugal assenta na criação de “um Pacto para a Saúde que envolva toda a gente”, clínicos e governos, público e privado, mas também, e sobretudo, a sociedade.
Algumas das recomendações do relatório passam por:
Quadro do relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”
A sustentabilidade financeira do SNS, lê-se no relatório, está diretamente ligada à redução da incidência das doenças crónicas, que absorve a maior fatia de custos, daí a frase de Nigel Crisp: “A saúde faz-se em casa, os hospitais são apenas para arranjos“.
A redução de custos é imperiosa, por isso defendem os especialistas que o aumento da transparência dos hospitais, através da divulgação de dados estatísticos, o que reforçará a responsabilização, é um caminho que deve ser seguido. Mas há outras medidas, como por exemplo a uniformização de práticas nos hospitais que, considera Nigel Crisp, “em Portugal são muito distintas.”
Quadro do relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”
Na conclusão é preciso voltar ao princípio. Ou seja, o grupo que assina o relatório assume que muito do que é proposto não é propriamente novo. O sublinhado vai para a necessidade de efetivamente se implementarem as medidas, o que não acontece hoje. E para dar o pontapé de saída, e procurar mostrar que palavras não bastam, a Fundação Calouste Gulbenkian pretende avançar com três iniciativas, “Os Desafios Gulbenkian”.
Assumindo que as despesas com infeções hospitalares e com a diabetes pesam no SNS, e podem ser reduzidas a curto/médio prazo, e que o investimento na formação dos mais novos será o melhor caminho a longo-termo, a Fundação propõe-se a colaborar com diversas instituições, governo e sociedade, para alcançar uma poupança de 140 milhões de euros nas infeções, 45 milhões nas diabetes por um período de cinco anos e de 80 milhões ao ano nas crianças dos zero aos cinco anos, ao longo da vida após esse período.
O relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar” foi apresentado esta segunda-feira ao Presidente da República e ao ministro da Saúde. Esta terça será a vez da Assembleia da República e do público em geral, na Fundação Calouste Gulbenkian."
A frase de Nigel Crisp saiu quando o pequeno-almoço com alguns jornalistas ia sensivelmente a meio, uma hora e meia de conversa decorrida, depois de ter insistido na importância de se trabalhar a montante, na formação das pessoas para os bons hábitos, “está na altura de melhorarmos a Saúde e não apenas os Serviços de Saúde”. E de ter defendido que a aposta futura não deve passar pelo aumento de impostos, que o papel dos enfermeiros deve ser reforçado ou que os hospitais precisam de ser mais transparentes, partilhando abertamente estatísticas.
Nigel Crisp, o homem responsável pela modernização do sistema público de saúde no Reino Unido, liderou a comissão que realizou o relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”, da Fundação Calouste Gulbenkian. Foram 18 meses de trabalho, a ouvir várias pessoas dos vários setores da Saúde e da sociedade civil, feito por peritos portugueses e estrangeiros.
Antes de mais, das recomendações, o diagnóstico, em traços largos:
Portugal tem uma boa base, o Serviço Nacional de Saúde (SNS)
Há “muito apoio para o manter” (ao SNS), nas palavras de Crisp
Os profissionais têm experiência e boa formação
O país tem a dimensão ideal (cerca de 10 milhões de habitantes) para implementar uma mudança de hábitos
Mas:
Tem uma população envelhecida, com muitos problemas de saúde, e com uma qualidade de vida muito curta depois dos 65 anos,
Tem uma taxa de diabetes muito alta (a mais alta da Europa, 14%)
Tem custos muito elevados
Os hospitais têm práticas muito distintas
Tem um problema com as infeções hospitalares
Posto isto, em linhas muito gerais, o plano, traçado a 25 anos, para a Saúde em Portugal assenta na criação de “um Pacto para a Saúde que envolva toda a gente”, clínicos e governos, público e privado, mas também, e sobretudo, a sociedade.
Algumas das recomendações do relatório passam por:
Quadro do relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”
A sustentabilidade financeira do SNS, lê-se no relatório, está diretamente ligada à redução da incidência das doenças crónicas, que absorve a maior fatia de custos, daí a frase de Nigel Crisp: “A saúde faz-se em casa, os hospitais são apenas para arranjos“.
A redução de custos é imperiosa, por isso defendem os especialistas que o aumento da transparência dos hospitais, através da divulgação de dados estatísticos, o que reforçará a responsabilização, é um caminho que deve ser seguido. Mas há outras medidas, como por exemplo a uniformização de práticas nos hospitais que, considera Nigel Crisp, “em Portugal são muito distintas.”
Quadro do relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar”
Na conclusão é preciso voltar ao princípio. Ou seja, o grupo que assina o relatório assume que muito do que é proposto não é propriamente novo. O sublinhado vai para a necessidade de efetivamente se implementarem as medidas, o que não acontece hoje. E para dar o pontapé de saída, e procurar mostrar que palavras não bastam, a Fundação Calouste Gulbenkian pretende avançar com três iniciativas, “Os Desafios Gulbenkian”.
Assumindo que as despesas com infeções hospitalares e com a diabetes pesam no SNS, e podem ser reduzidas a curto/médio prazo, e que o investimento na formação dos mais novos será o melhor caminho a longo-termo, a Fundação propõe-se a colaborar com diversas instituições, governo e sociedade, para alcançar uma poupança de 140 milhões de euros nas infeções, 45 milhões nas diabetes por um período de cinco anos e de 80 milhões ao ano nas crianças dos zero aos cinco anos, ao longo da vida após esse período.
O relatório “Um Futuro para a Saúde – todos temos um papel a desempenhar” foi apresentado esta segunda-feira ao Presidente da República e ao ministro da Saúde. Esta terça será a vez da Assembleia da República e do público em geral, na Fundação Calouste Gulbenkian."
aqui.
domingo, 21 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
sábado, 6 de setembro de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
o espírito dos dias [que ainda perdura]...
o que não será por muito mais tempo... diga-se de passagem...!
quarta-feira, 16 de julho de 2014
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
parque escolar... nova administração... e novos 'cortes' na requalificação das obras suspensas [só...?]...!
"A nova administração terá
igualmente 60 dias para propor um plano de revisão dos projetos já
elaborados relativos a intervenções que foram suspensas por indicação do
Ministério da Educação em agosto de 2011, «assegurando medidas de
racionalização e de ajustamento em termos que garantam a otimização das
infraestruturas escolares com condições adequadas aos seus objetivos».
No
prazo de seis meses, será avaliado o desempenho do Programa de
Modernização do Parque Escolar destinado ao Ensino Secundário quanto à
manutenção e gestão das escolas já intervencionadas, bem como «uma
proposta para o futuro do programa de modernização das escolas»."
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