Mostrar mensagens com a etiqueta fmi. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fmi. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

continuando o dia... [cada vez mais ] farto de indirectas parvas e, mais ainda, com recados que são [intempestivamente] espúrios... ou será que não aprendemos nada com a situação...?


FMI duvida das contas: receitas abaixo do esperado ou cortes pouco expressivos na despesa podem levar ao adiamento, ou mesmo cancelamento parcial, dos planos para eliminar a sobretaxa de IRS.


no observador...


O Fundo continua a criticar o Governo por ser demasiado optimista em relação à receita fiscal. Pede medidas concretas de corte na despesa e mais cautela na reversão de medidas como a sobretaxa de IRS.

terça-feira, 28 de julho de 2015

a começar o dia... definhando lentamente...?

eu e os outros todos, salvos as excepções do costume para não variar...




no público...




"...

O documento refere-se à taxa natural de desemprego, sem especificar, no entanto, as percentagens envolvidas. Comparativamente a Portugal, Espanha deve demorar metade do tempo a baixar a taxa de desemprego para níveis que registava nos anos anteriores a 2008. Mesmo assim, a taxa de desemprego espanhola vai “continuar acima de 15%”, sendo que precisa de mais 10 anos para voltar à percentagem de pré-crise.

..."

no público em linha... aqui.

sábado, 31 de janeiro de 2015

mera questão de números...?... o panorama não é propiciador a grandes expectativas para os trabalhadores, com está bem de ver...!


Nº186
30 de janeiro de 2015

FMI CONTRARIA GOVERNO E NÃO ACREDITA EM DÉFICE ABAIXO DOS 3%
ALERTAS Fundo Monetário Internacional avisa que sem medidas adicionais a meta de défice não é atingida, critica a subida do salário mínimo e teme tentações populistas em ano de eleições

sexta-feira, 14 de março de 2014

curiosidades... (d)o rendimento disponível com a austeridade...!


no público...



"Portugal foi um dos países que aplicou medidas de austeridade com um carácter mais progressivo, ou seja, penalizando mais as famílias com maiores rendimentos do que as famílias que menos ganham, conclui o Fundo Monetário Internacional (FMI) numa análise realizada ao período entre 2008 e 2012. 

Num relatório intitulado Fiscal Policy and Income Inequality (“Política orçamental e desigualdade de rendimentos), o Fundo analisa o impacto da política de consolidação orçamental que foi imposta em diversos países europeus nos últimos anos e destaca o caso português – onde o FMI teve influência directa na definição das políticas - como um dos que mais levou em linha de conta os efeitos da austeridade na distribuição do rendimento.

Segundo as contas da entidade sedeada em Washington, as medidas implementadas pelas autoridades portuguesas de 2008 a 2012 – e que incluem cortes nos salários dos funcionários públicos, cortes nas pensões, diminuição dos benefícios sociais e aumento do IVA – conduziram, em média, a uma redução do rendimento disponível das famílias de 6,3%. No entanto, para os 20% mais pobres, essa redução foi menor, ligeiramente acima dos 5%. Para os 20% mais ricos, o corte atingiu os 10%."

para ler o resto da notícia... aqui.