terça-feira, 14 de agosto de 2018

domingo, 12 de agosto de 2018

o boneco do dia...

'todos iguais, todos diferentes, mas uns mais iguais que os outros...?'




litigâncias morais, éticas, filosóficas... q. e. d.?








in público...

litigâncias morais, éticas, filosóficas... um editorial



in público...

paulo guinote dixit...



in público...

domingo, 5 de agosto de 2018

o boneco do dia...

a 'educação' é uma arma e eu não sabia...
(continua, para quem conhece)




comentário: claro que o boneco vem a propósito da entrada anterior...

diálogo escorreito àcerca de uma publicação...


sem comentários, para além do óbvio:
há, evidentemente, directores que são a excepção que vem confirmar a regra (matemática pura?)...

sábado, 4 de agosto de 2018

o boneco do dia...


nestas noites tórridas do ano da 'graça' de mmxviii...







in expresso...


comentário:
mais uma 'estória' da carochinha, em que muito mais haveria para contar...
infelizmente eu sei do que falo pois, muito antes da famigerada parque escolar intervir, a escola poderia ser considerada como a melhor apetrechada em tic, no país e as coisas não foram 'estimadas', depois, para mal dos nossos 'pecados' (por mim falo).
e disse.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

pois é por demais evidente, não resisti a publicar...

”A ESTRANHA BELEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA”


“Este texto é dos melhores registos de língua portuguesa que eu tenho lido sobre a nossa digníssima 'língua de Camões', a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira. “
 Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:

Compatriotas”, “companheiros”, “amigos”! Encontramo-nos aqui, “convocados ”, “reunidos” ou “juntos” para “debater”, “tratar” ou “discutir” um “tópico”, “tema” ou “assunto”, o qual me parece “transcendente”, “importante” ou de “vida ou morte”. O “tópico”, “tema” ou “assunto” que hoje nos “convoca”, “reúne” ou “junta” é a minha “postulação”, “aspiração” ou “candidatura” a Presidente da Câmara deste Município.
 De repente, uma pessoa do público pergunta:

- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa? O candidato respondeu:

- Pois veja, caro senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que  estão aqui; a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina.

 De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e 'atira':


- Senhor “postulante”, “aspirante” ou “candidato”, (hic) o “fato”, “circunstância” ou “razão” pela qual me encontro num estado “etílico”, “alcoolizado” ou “mamado” (hic), não “implica”, ”significa”, ou “quer dizer” que o meu nível (hic) cultural seja ”ínfimo”, “baixo” ou mesmo “rasca” (hic). E com todo a “reverência”, “estima” ou “respeito” que o senhor me merece (hic) pode ir “agrupando”, “reunindo” ou “juntando” (hic) os seus “haveres”, “coisas” ou “bagulhos” (hic) e “encaminhar-se”, “dirigir-se” ou “ir direitinho” (hic) àleviana da sua progenitora”, à “mundana da sua mãe biológica” ou à “puta que o pariu”!


via mensagem...

domingo, 17 de junho de 2018

entrevista 'greve dos professores': a aluna que diz “estou convosco”... ora bem...!

Inês Gonçalves é aluna do 12.º ano, tem Português como específica e escreveu uma nota no Facebook, partilhada por milhares, a defender o protesto dos professores. Porque não foi ensinada por “mágicos ou feiticeiros”

Texto de Amanda Ribeiro • 14/06/2013 - 17:23



Não foi ensinada por “mágicos ou feiticeiros”, mas sim por “professores”. “Professores” que ensinaram milhares de alunos a serem “pessoas, seres pensantes e activos, não apenas bonecos recitadores”. Na noite de quinta-feira, Inês Gonçalves, aluna do 12.º ano, publicou uma nota no Facebook em que se põe ao lado deles. “Estou convosco”, escreve. Agora, já conta com mais de seis mil partilhas — e o número não pára de crescer.

“Os professores não fazem greve apenas por eles, fazem greve também por nós, alunos, e por uma escola pública que hoje pouco mais conserva do que o nome. Fazem greve pela garantia de um futuro!”, lê-se no depoimento, que está a atingir dimensões surpreendentes para a autora. “Nunca pensei”, confessa. Até porque tudo começou por um desabafo.

Finalista em Artes Visuais da Escola Secundária do Pombal, Inês estava “farta” de chegar ao Facebook no final de mais um dia de estudo e ver os seus colegas a manifestarem desagrado em relação à greve dos professores convocada para 17 de Junho, data do exame nacional de Português. “Escreviam coisas que nem sempre tinham base argumentativa”, descreve, ao P3, a estudante que, lendo os comentários, se foi apercebendo de um certo “clima de egoísmo entre os próprios alunos”.

“Estava mesmo farta”, repete. Por isso, decidiu escrever a pequena nota que foi, inicialmente, enviada para alguns amigos com quem já tinha partilhado a ideia. “Para saber qual era o ‘feedback’ e para conseguirmos um diálogo em torno disso.” Depois, decidiu publicá-la no Facebook. “Achei que, em vez do ‘boca a boca’ ou dos comentários, o melhor seria demonstrar a minha raiva em alguma coisa em que pudesse concluir o que eu pensava.”

Português é a "específica" de Inês
O que foi escrito “para fazer pensar” o grupo de amigos, está agora a ser partilhado por “alunos, professores, encarregados de educação, pais, avós, desempregados, precários e emigrantes forçados”, os “reféns” que a aluna enumera, discordando do “sequestrador” que Nuno Crato designou. “Está a ter o papel importante de fazer pensar”, espera. “Mesmo que a greve não tenha resultados práticos — que espero que tenha — está a fazer reflectir.”

Português é a específica para entrar em Ciência Política e Relações Internacionais, o curso que quer seguir, mas considera que a possibilidade de o exame não se realizar na data marca é “um pormenor mínimo no meio do que está em jogo”. A “instabilidade”, claro, não traz as “condições ideais para o estudo”, mas Inês recusa dramatizar. “Se o exame não for feito agora, será depois. Não vamos deixar de entrar na faculdade, nem ficar no limbo.” É “óbvio” que fará “mossa” na vida dos alunos, mas “fazer a greve à hora do almoço não teria resultado”. Em Pombal, muitos alunos terão de fazer quilómetros para o exame e, por isso, consideram que a greve “é um egoísmo por parte dos professores”. Inês, no entanto, considera que esses colegas se “focam demasiado no próprio umbigo” e não olham para as “repercurssões a curto, médio e longo-prazo”.

Nos três anos de ensino secundário, apanhou mudanças extremas. Só tem aulas de manhã porque cortaram disciplinas — algumas, considera, “fulcrais” para quem segue a área. Aponta o dedo ao governo e às políticas educativas. “Não tenho a menor dúvida de que vamos mal preparados para a universidade.” Para Inês, que é militante do Bloco de Esquerda, as declarações em que o ministro da Educação garantiu que a data do exame não será alterada demonstram “uma imensa desconsideração pelos professores e alunos” e “contribuem” para toda a instabilidade. Conta com o “bom senso” de Nuno Crato quanto às candidatura deste ano à universidade, mas não desespera. “A nossa vida não vai acabar no Verão.”  


in p3, do público...                

e é para continuar... ilc, mais de 20.000 assinaturas...!




via paulo guinote...

quinta-feira, 14 de junho de 2018

educação... muita formação à escolha...!

   
 
14 de junho de 2018
 
 

 
 
 
 
Curso de Preparação para as Provas de Seleção no Centro De Avaliação do EPSO (Serviço Europeu de Seleção do Pessoal)
No âmbito do processo de seleção de pessoas para o exercício de funções em instituições da União Europeia, o INA disponibiliza este curso visando a preparação dos candidatos para um conjunto de provas a realizar no Centro de Avaliação do Serviço Europeu de Seleção de Pessoal (EPSO), em Bruxelas ou no Luxemburgo.

Espanhol para Relações Públicas
A formação permitirá aplicar a linguagem e agir de acordo com as várias funções de Relações Públicas, bem como conhecer o Código Europeu de Conduta Profissional de Relações Públicas, entre outros temas.
 
     
     
 
COMPETÊNCIAS DE BOA GOVERNAÇÃO
 
 
Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas | +info
Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na AP | +info
Transposição de Diretivas Comunitárias | +info
Processamento de Vencimentos e Ajudas de Custo | +info
SROI - Social Return of Investment - Medição de Impactos de Programas e Políticas | +info
QUAR - Quadro de Avaliação e Responsabilização (SIADAP 1) e Controlo Interno | +info
 
     
 
COMPETÊNCIAS TÉCNICO-INSTRUMENTAIS
 
 
Técnicas de Elaboração de Relatórios de Inspeção | +info
Contabilidade Analítica | +info
Informação Administrativa e Proteção de Dados | +info
O Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas | +info
Legística: Preparação Técnica e Redação de Leis e Regulamentos | +info
Código do Procedimento Administrativo para Não Juristas | +info
Processamento de Remunerações: Descongelamento de Carreiras (LOE 2018) | +info
Encarregado de Proteção de Dados (DPO) | +info
Inglês para Apresentações e Reuniões em Organismos Internacionais | +info
Fiscalidade: O IVA e o IRS | +info
 
     
 
COMPETÊNCIAS DIGITAIS
 
 
Programação Excel | +info
Power BI – Criação de Dashboards de Apoio à Decisão | +info
Folha de Cálculo Excel | +info
Segurança da Informação: Gestão de Risco de TI | +info
Gestão e Utilização do Portal Base | +info
 
     
 
FORMAÇÃO DE DIRIGENTES
 
 
Inovação Estratégica e Inteligência Competitiva | +info
 
     
 
COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS E ORGANIZACIONAL
 
 
Assertividade: Das Palavras às Ações | +info
Técnicas para Melhorar o Relacionamento Interpessoal | +info
Social Media Marketing e Gestão de Páginas de Facebook | +info
Linguagem Corporal e Microexpressões em Contextos Profissionais | +info
Técnicas de Redação Online: Internet, Intranet, E-Mail, Newsletter | +info
Como Comunicar e Influenciar Positivamente | +info

segunda-feira, 4 de junho de 2018

banco novo, novo banco ou o lixo do costume...?

Na venda foi acordado um mecanismo de capitalização contingente que prevê que, durante oito anos, o Fundo de Resolução possa compensar o Novo Banco por perdas de capital num conjunto de ativos 'tóxicos' e alienações de operações não estratégicas (caso ponham em causa os rácios de capital da instituição), no máximo de 3,89 mil milhões de euros.

A semana passada foi concretizada já a recapitalização do Novo Banco ao abrigo deste mecanismo em 792 milhões de euros, tendo para isso o Fundo de Resolução pedido emprestado mais 430 milhões de euros ao Estado.

Contudo, mesmo após isto, o Novo Banco ainda poderá requerer mais 3.000 milhões de euros para se recapitalizar nos próximos anos.

Além deste mecanismo de capitalização, no acordo entre o Governo e a Comissão Europeia em que esta aprovou a venda do Novo Banco, o Estado português comprometeu-se com uma intervenção pública direta para recapitalizar o Novo Banco num cenário adverso, caso a instituição precise de capital e os investidores não estejam dispostos a recapitalizá-lo.


in dn online...







in cm economia online...


comentário: 

dantes ainda havia conquilhas (dizia a canção) hoje já nem o mexilhão mexe e cresce... e ainda ontem diziam nas notícias que portugal era o 4º país que nais confiava no governo...?

o tanas...

e onde está o 'pilim' para a ala pediátrica do s. joão...?... na assinatura que falta...?


O ministro das Finanças disse esta quarta-feira que todos os compromissos assumidos aquando da venda do Novo Banco, como a possibilidade de uma futura recapitalização pública direta, visam evitar qualquer cenário de liquidação do banco. "Era preciso garantir que se afastava o cenário de liquidação do Novo Banco e todos os compromissos que o Governo assumiu foram com um objetivo, para preservar a estabilidade financeira em Portugal. Era preciso afastar, mesmo nos piores cenários, o cenário de liquidação do Novo Banco", disse esta quarta-feira Mário Centeno no parlamento, numa audição na comissão de Orçamento e Finanças pedida pelo CDS-PP para que o ministro dê explicações sobre o Novo Banco e a injeção de dinheiro público na instituição. Segundo o governante, o objetivo último do Governo é "afastar o processo de liquidação" do Novo Banco, uma vez que considera que sem isso todo o sistema bancário fica em causa. "As situações de contágio no sistema financeiro são de tal monta que se não estivermos dispostos a fazer tudo para preservar essa estabilidade pomos em rico o sistema financeiro", vincou.

Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/novo-banco-centeno-diz-que-compromissos-do-estado-evitam-liquidacao-mesmo-no-pior-cenario

segunda-feira, 28 de maio de 2018

ilc... façam o favor de subscreverem...!

A suspensão da contagem de tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira docente foi efetivada através de atos legislativos (nomeadamente através de artigos incluídos em leis de Orçamento de Estado dos anos em que se produziu).
O atual Governo foi entronizado no poder por uma maioria de base parlamentar, cujo quadro de ação essencial era reverter as medidas de austeridade do anterior Governo. Esta é uma das medidas que ainda falta, esteja ou não no programa do Governo.
As negociações em curso têm decorrido de forma insatisfatória porque o Governo, agarrado a conceitos mais ou menos ficcionais, como a sustentabilidade da despesa ou contas matematicamente discutíveis, simplesmente assumiu uma posição de não querer pagar aos professores o mínimo aceitável dos sacrifícios pesados que estes, tal como todos os contribuintes portugueses, fizeram durante os anos da crise, que, alegadamente, já passou, excetuando para os professores.
Se a suspensão (e salienta-se esta palavra; suspensão, paragem durante algum tempo limitado) da contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão, foi introduzida por ato legislativo, também pode ser revertida igualmente por ato da mesma natureza.
Em Portugal, para a totalidade do território nacional, podem produzir atos legislativos a Assembleia da República (Leis) e o Governo (Decretos-lei). Já o direito de proposta, graças à lei relativa às Iniciativas Legislativas de Cidadãos, pode, no caso da Assembleia, ser exercido pelos deputados, pelo Governo e também por cidadãos.
Na verdade, fruto dessa Lei, 20 mil cidadãos podem organizar-se, produzir o texto da lei que querem ver discutida, enviá-la ao Parlamento e, depois do processo legislativo no Parlamento, terem a esperança de a ver discutida e eventualmente aprovada.
Decidimos fazer isso. E o texto nem precisa de ser muito complicado.
A lei que propomos é muito simples:
  • Um artigo para revogar a suspensão/anulação de contagem, bem como a produção de efeitos e contagem do tempo de serviço prestado, na sua integralidade.
  • Uma parte desse artigo deverá impedir que a existência de vagas ou menções mínimas de avaliação em alguns escalões possa perturbar os efeitos plenos da contagem integral.
  • Uma norma revogatória, para deixar claro e de forma indiscutível, que as normas que suspenderam a contagem ficam efetivamente revogadas (não faria falta, mas é só para vincar o ponto).
  • Uma norma para definir a entrada em vigor com duas vertentes: os professores e educadores são colocados no escalão na data a que têm direito, mas por razões legais gerais, só são pagos a partir do dia 1 de janeiro de 2019. Este ponto é importante porque se a lei tivesse efeitos orçamentais em 2018 não poderia ser apresentada e admitida.
Mas, com certeza, até 2019, os senhores Deputados/as (e o Governo com eles), nas suas negociações para fazer o orçamento, arranjarão maneira de acomodar (cortando noutros lados ou arrumando melhor receitas e despesas) a despesa em reposição de salários devidos. Não se duvida que aprovarão a Lei, se puserem o dinheiro onde põem as palavras, dado que aprovaram uma Resolução recomendando ao Governo que fizesse o que agora pretendemos.
Porque nem tudo podem ser contas de merceeiro. E a política e a governação têm a ver com Finanças, mas também com Justiça.
Sendo assim, pedimos a todos os professores, restante comunidade educativa, familiares e amigos, que subscrevam esta iniciativa.

Precisamos de 20 mil assinaturas!

Para facilitar a assinatura fica este pequeno vídeo
Link direto para a ILC
A Comissão
Alexandre Henriques
Luís Braga
Paulo Guinote
Anabela Magalhães
Fátima Ventura
Armando Borlido
Cassilda Coimbra
Sandra Carmo
Promotores da Iniciativa
Alfreda Fonseca
Anabela Almeida
Cláudia Fialho
Henrique Pereira
Isilda Dias
José Daniel Sá
Judite Calado
Liliana Fernandes
Maria Fernandes
Rita Bettencourt
Rosa Faria

Serafim Files


com a devida vénia, via 'com regras'...