quinta-feira, 4 de outubro de 2012

citando... [não mais do que a propósito da entrada anterior...!]... (da) fealdade da razão... de george halifax... no escrito na pedra... no público...!


crónica... (d)os linchadores [coisas da moral e ética pública(s)... mas não só...melhor dizendo... dos vícios públicos...!]... de rui moreira no jn...!


crónica... as mulheres contam?... de frei bento domingues... no público...!


frases... descubra as diferenças [afinal não parecem ser muito...'evidentes'... para além do 'enorme'... susto que estamos a sofrer...!]... da comunicação do 'capo' do regime...!



títulos [de como os media tratam a 'coisa'... com pinças... a tratos de polé...?]... a vergonha nacional [a prestes para a revolta popular...?]... no cm, dn, jn, i, oje e público...!







notícia... a propósito de [mais] uma inauguração [de intervenção urbana...?]... de joana vasconcelos [anda muito na berra...!]... no destak...!


no destak [da edição em pdf]...

ilustração... banda desenhada... de jean-pierre gibrat...!





por exemplo... aqui ou aqui.

cartoon... a imagem do défice do estado português... via clube dos pensadores... de [desconheço]...!

opinião... [da televisão] democracia concessionada... de sandra monteiro... no le monde diplomatique...!

"Em entrevista à TVI no passado dia 23 de Agosto, António Borges, conselheiro do governo para as privatizações, afirmou que considerava «muito atraente» a possibilidade de concessionar a RTP1 a investidores privados, cenário que seria acompanhado da extinção da RTP2. As declarações do ex-director do departamento para a Europa do Fundo Monetário Internacional (FMI) e ex-vice-presidente do Golman Sachs International tiverem o condão de trazer para o debate público e mediático questões que há muito deviam suscitar a atenção dos cidadãos.

Essas questões não se prendem apenas com o serviço público de rádio e televisão – ainda que a sua defesa seja urgente e exija um empenhamento de cidadania, que seja crítico e capaz de escrutinar a qualidade e a boa administração de um serviço que tem de assegurar o direito constitucional à informação. Com efeito, as declarações de António Borges, o mesmo que já nos disse que o desemprego é uma grande oportunidade e que é urgente baixar ainda mais os salários, vieram mostrar um quadro ideológico e de funcionamento que tem vindo a nortear a destruição de todos os serviços públicos. E vieram também ilustrar uma transformação que está a ocorrer ao nível da natureza do regime democrático, que parece ter sido, ele próprio, objecto de uma concessão a interesses privados. Em tempos de austeroliberalismo, a democracia converteu-se numa democracia concessionada.

Este será, sem dúvida, um regime «muito atraente». Mas não para a maioria da população. Com o desmantelamento dos serviços públicos, e seja qual for o regime jurídico que é encontrado para cada caso (privatização, concessão, parceria público-privado, etc.), o que está a acontecer é uma transferência sem precedentes de recursos públicos para um capitalismo de rentistas e especuladores financeiros que operam à escala nacional e global. E é também um desapossamento dos instrumentos imprescindíveis para servir a população e garantir o direito aos vários bens públicos (informação, água, saúde, educação, habitação, segurança social, etc.).

Esta transferência ocorre ao mesmo tempo que está a ser imposto ao mundo do trabalho um aumento brutal da exploração: diminuição de salários e das indemnizações em caso de despedimento, aumento e desregulação do tempo de trabalho, ataque à contratação colectiva e outras conquistas sindicais, crescente precariedade e desemprego, etc. E acontece a par da redução, senão supressão, de formas de protecção social (subsídios, abonos, etc.) sem as quais não pode haver coesão social.

Se conjugarmos todas estas transformações que se verificam na sociedade portuguesa – um dos mais nítidos balões de ensaio do projecto austeroliberal –, não é difícil perceber que, apesar de formalmente vigorar um regime que tem na soberania popular a sede da sua legitimidade, na verdade foram-lhe retirados os instrumentos para poder executar o que deviam ser as suas missões fundamentais. Quais são elas? Em primeiro lugar, combater a exploração, a qual é responsável (com as falhas nos serviços públicos e na fiscalidade progressiva) pela tragédia colectiva que são as desigualdades socioeconómicas. Em segundo lugar, criar, através da redistribuição e de um crescimento sustentável, as condições materiais e subjectivas que permitam a cada cidadão desenvolver-se como um sujeito autónomo, isto é, como um ser livre.

Como foi possível deixarmos que se concessionassem os instrumentos da democracia (administração de recursos, definição de políticas redistributivas, etc.), sem percebermos que o corolário disso seria a perda, no país e fora dele, do poder indispensável para prosseguir as finalidades substantivas da própria democracia? Entre outros factores, pesou certamente o modo como, colonizados pela ideologia do pensamento único e seus aparelhos, descurámos a dimensão conflitual das escolhas que constantemente ocorrem nas sociedades. Desvalorizámos o conhecimento aprofundado – que exige estudo e atenção aos detalhes – e adiámos o posicionamento activo e responsável de cada um de nós sobre as decisões tomadas em nosso nome. Perdemos a dimensão do antagonismo, muitas vezes irreconciliável, que existe entre interesses. Esses interesses contrários continuaram a dar origem a escolhas, mas delas esteve ausente o critério popular.

Herdeiros de gerações que instauraram a democracia, as férias, o salário mínimo ou o direito de todos à assistência médica, perdemos de vista – com a preciosa ajuda dos dispositivos postos em prática para apagar ou rever a memória histórica – o quanto todos estes direitos foram arrancados a poderes que tudo fizeram para se lhes oporem. E perdemos também de vista, no mesmo passo, todos os direitos que já deviam ter sido alargados a mais cidadãos, a contragosto dos poderosos. A fixação de um salário máximo é apenas um exemplo entre muitos.

Enquanto isso, o poder de fazer as escolhas que afectam as nossas vidas foi-se concentrando numa aliança formada entre dois pólos (intensamente porosos…). De um lado, figuras e instituições que são apresentadas aos cidadãos como «técnicas» e «neutrais», mas que as mais das vezes estão ligadas aos interesses dos mercados financeiros, e nem sequer são submetidas ao crivo democrático das eleições e da prestação de contas. Do outro lado, os poderes públicos que executam as políticas que beneficiam aqueles interesses privados, por identificação ideológica e porque dessa forma se transformam nos ricos e poderosos (mesmo que descartáveis) distribuidores de negócios, dinheiro e poder. Fora desta aliança, a maioria da população. Cada vez mais afastados da participação e da negociação democrática, os cidadãos são transformados em objectos, e já não sujeitos, de política.

A democracia concessionada ao «governo dos técnicos» produz uma objectificação e uma realidade social tão grave que atordoa, pelo menos temporariamente. Esse atordoamento assume várias formas, em vários rostos: para uns é difícil acreditar que uma situação tão grave e tão contrária às promessas da democracia possa ser algo mais do que passageira; outros convencem-se de que têm culpa, individual e colectiva, nas desgraças de que são vítimas; outros ainda perdem a esperança por não verem surgir um pólo aglutinador capaz de criar uma aliança alternativa àquela que detém o poder (com propostas políticas e força para as concretizar); muitos outros vivem consumidos pelo medo de não ultrapassar as dificuldades, gastando uma imensa parte de cada dia em estratégias e tarefas de sobrevivência individual.

Não há como negá-lo: recuperar os instrumentos da democracia que permitam uma nova, mais responsável e mais participada reorientação da comunidade para os combates pela igualdade e pela liberdade é algo que vai ser feito em condições extremamente difíceis. Mas os cidadãos não têm alternativa senão fazê-lo. Ou deixarão de ser cidadãos. Porque, em rigor, a democracia concessionada não é uma democracia."

sexta-feira 7 de Setembro de 2012

aqui.

apresentação... 'viagem' pelas tecnologias da informação e comunicação... de steve wheeler...!


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

comentários... à comunicação de vítor gaspar [ de hoje]... de josé gomes ferreira... no jornal da tarde [ouvindo em pano de fundo]... na sic notícias...!


divulgação... da reserva de recrutamento 04 [concurso de professores]... via dgae...!


consultar as listas... aqui.

coluna do provedor do leitor... a parte e o todo, um caso de falta de rigor informativo... de josé queirós... no público...!

este artigo surge por via de uma capa e notícia do público, a que fiz referência... aqui.



opinião... (de um) governo fantasma... de vicente jorge silva... no sol...!


opinião... [vamo-nos sentando no divã...!]... um país deprimido e com medo?... de pedro afonso... no público...!


divulgação... museus e educação [formação com 'acreditação']... via museu das comunicações...!

para saber mais... aqui.

pintura... técnicas mistas... de alexandra levasseur...!




aqui.

curiosidades [mórbidas]... dos números expectáveis (?) por via dos cortes e do orçamento [ainda e sempre os mesmos na berlinda...?... é dinheiro a rodos... ver a entrada anterior...!]... no sol...!


título... [acho uma 'piada' (...?) a este tipo de títulos... agora, o desemprego parece ser de iniciativa própria...?]... segurança social agrava as suas contas [se é que as tem...!]... no oje...!


no oje [da edição em pdf]... aqui.

título... da 'roubalheira' nacional e do (des)governo do interesse público [culpados...?... pelos vistos somos todos... os contribuintes e os votantes...!]... no jn...!


daqui.

títulos... da (des)vergonha nacional... [agora até ppc não honra a palavra dada.. as más notícias (a esta hora já foram anunciadas...!) pela boca de um 'capo'...?]... no dn...!


daqui.

legislação... normas para a criação de teip de terceira geração [muita inovação por aqui vai...!]... via dre...!

despacho normativo 20 2012_ de 03 outubro_normas orientadores para a constituição de teip de terceira geração

notícia...a pouca vergonha dos horários escolares [e não só]... as crianças na escola-fábrica... no destak e metro...!



leituras... da educação... um artigo reflexivo sobre (os) problemas na investigação e na aprendizagem... de 'lusos' em inglês...!


terça-feira, 2 de outubro de 2012

vídeo... reparação dos ligamentos... de engenharia num minuto... de feup tv...!


crónica... (das) fraudes & fundações [nada mais do que o senso comum (político) ditaria... e não exactamente por ser momento de crise... outrossim por razões (mais elevadas) de moral e ética social...!]... de paulo morais [o parágrafo final diz (liminarmente) tudo...!]... no cm...!

"As fundações públicas devem ser extintas. As fundações privadas sem recursos têm de mudar de nome. E aquelas que, embora dispondo de meios, não perseguem um fim social visível, devem perder o seu estatuto de utilidade pública. Esta verdadeira limpeza levará à eliminação de centenas destas entidades. No final, restarão apenas cinco ou seis genuínas fundações.

Uma verdadeira fundação é uma entidade cujo instituidor, dispondo de meios avultados, de um fundo, decide disponibilizá-lo à comunidade para perseguir um dado desígnio social, um qualquer benefício colectivo. 

Nesta perspectiva, as fundações públicas nem sequer são fundações. São departamentos públicos travestidos, cujo estatuto lhes permite viverem de forma clandestina. Os seus directores não estão sujeitos a regras da administração pública. Podem contratar negócios sem qualquer controlo, permitem-se ainda recrutar pessoal sem concurso. Utilizam os recursos públicos em função dos seus interesses e dos seus negócios privados.

Já quanto às actuais fundações privadas, podemos dividi-las em três grupos. Temos as que pretendem alcançar um fim social útil, mas vivem maioritariamente de recursos públicos. Assim, se não dispõem de fundos próprios, serão instituições de solidariedade, associações, mas jamais fundações. Devem mudar de regime. 

Há um outro grupo cujos instituidores são pessoas de muitas posses que registam os seus bens em nome de fundações particulares, mas que nada dão à sociedade. Com este esquema, ficam isentos de pagar IRC na sua actividade, os seus terrenos e prédios não pagam impostos, como o IMT e o IMI. Até alguns dos seus carros ficam isentos de pagar imposto de circulação e imposto automóvel. Estes cavalheiros conseguem assim um paraíso fiscal próprio, verdadeiras "off--shores" em território nacional. Retirem-lhes pois o estatuto de utilidade pública.

Feito este expurgo, restará um restrito grupo de entidades criadas por aqueles milionários que decidiram legar parte da sua riqueza em benefício da sociedade que os ajudou enriquecer. São os casos de Gulbenkian, Champalimaud e poucos mais. Para honrar a sua memória, há que impedir que as suas organizações sejam confundidas com pseudofundações, casas de má fama geridas por oportunistas."

aqui.

opinião... a televisão e o peso político das manifestações... de eduardo cintra torres... no cm...!


editorial... da rua à sobranceria do governo... no público...!


divulgando... [há quem precise... e muito...!]... oferta de emprego [conhecimento de línguas]... no oje...!


no oje [da edição em pdf]...

mural... de uma intervenção urbana em santiago do chile... de ecos e nacho... via street art utopia...!


aqui.

'ilustração'... [reflectindo]... (das) ironias do 'ambiente' urbano... de [desconheço]... via fb...!


notícia... [afinal a 'besta' tem nome, não sabe fazer 'contas' e... para além disso tudo... é um 'aldrabão manipulador'... ou não será...?]... antónio borges 'erra' [pela segunda (?) vez]... no dinheiro vivo...!


daqui.

a primeira vez será esta... aqui.

informação... dos serviços mínimos [ou quase em 'off']... por estas bandas...!

tenho 8 turmas de testes de diagnóstico para digerir...

penso que está explicada a 'coisa'... para os próximos dias [prevejo que sejam quatro ou cinco].

como sempre... deixo nota de que há muito para 'cheirar'... por aqui...!

leituras... [pela história] da educação em portugal... num artigo [preliminar]...!


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

vídeo... o aço na engenharia... de engenharia num minuto... da feup tv...!


reflectindo... [sobre a] lei de jante... de sandemose...!


crónica... cheira a esturro [só...?].... de vasco pulido valente... no público...!


cartoon... da (i)literacia digital...? de randy bish...!


daqui.

cartoon... das relvices [de novo...!]... quiosque... no cm...!


notícia... por via do dia mundial da música [um cheirinho...!]... no destak...!


no destak [da edição em pdf]...

crónica(s)... (um)a mão no saco... e uma brincadeira?... de vasco pulido valente... no público...!


notícia... sintomas de 'burnout' na classe docente [nada de que não se estivesse à espera...!]... no público...!

"Os professores portugueses têm um nível de stress superior à população norte-americana, considerada uma das sociedades mais stressadas, conclui um estudo sobre o esgotamento físico e mental dos docentes portugueses."

para ler a notícia na íntegra... aqui.

título... da saga dos professores [desemprego e outras aberrações]... a mobilidade 'especial' está aí a chegar... em força...? [do mal o menos... dirão muitos...!]... no cm...!


daqui.

notícia sem ligação, dado ser exclusivo da edição impressa...!

retratos de um país (4)... (da) revolta de uma nação...?... ou o princípio do fim...?... no dn...!


daqui.

retratos de um país (3)... do 'comedimento' político [ensaios de rectaguarda...?]... no dn...!


daqui.

retratos de um país (2)... quem paga irs...?... no cm...!


daqui.

retratos de um país (1)... emergência social...?... no jn...!


daqui.

leituras... da educação... das tecnologias digitais e dos dispositivos móveis... via edutopia...!