sábado, 4 de janeiro de 2014

o país de ficção (?) em fim-de-semana... na ronda pelas capas da imprensa de hoje...!

nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.


no cm...


no dn...


no expresso...


no expresso economia...


no i...


no jn...


no público...

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

pensamento do dia...


no público...

e porque este ano é de [redonda] efeméride...


no expresso 'online'...

pois... 'não há aumento de impostos'... de bagão félix...!


no público...

estranhamente... [das] palavras...!


no público...

o que é de mais... cheira [sempre] mal... governo quer alterar lei do cinema para resolver não pagamento da taxa...!


no público...

à atenção dos professores... as contas para 2014...!


via inforprof...

ilustração... para 'depois do futuro'... de gonçalo viana...!



no expresso revista...

o boneco do dia...


divulgando [o saber não ocupa lugar, nomeadamente em casos de emergência]... 112 como usar a linha que salva vidas... na visão...!

"O INEM atendeu um total de 1 150 107 chamadas de emergência em 2012, o que corresponde a uma média de 3 142 chamadas por dia. Gerir tantos pedidos de socorro não é tarefa fácil para os operadores. Em face a desta realidade, o INEM junta-se ao grupo editorial LeYa, numa parceria que visa promover a correta utilização do número 112: todos os livros comprados durante o mês de dezembro terão um pequeno marcador com algumas dicas sobre as informações fundamentais a transmitir, durante uma chamada de emergência médica.

Face a uma situação de emergência, todos sabemos correr para o telefone e ligar o 112. Mas quando cada segundo conta, saber o que transmitir à voz que atende do outro lado é fundamental
 
Número Europeu de Emergência - 112

- Pode ligar para o número 112, caso esteja envolvido ou testemunhe qualquer tipo de emergência: acidentes, doenças súbitas, agressões, intoxicações, assaltos, incêndios, etc.
- A chamada é sempre atendida por um operador da Central de Emergência da Polícia de Segurança Pública (PSP). É gratuita e pode ser feita a partir de telefones da rede fixa e móvel, em todos os países membros da União Europeia.
- Deve disponibilizar, de imediato, o seu endereço e número de telefone ao operador.
- Durante a chamada, o agente da PSP faz a triagem da situação, dá conselhos sobre como proceder em seguida e aciona os meios de emergência adequados.
- As chamadas de emergência médica são reencaminhadas para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.

Indique, de forma simples e clara, todas as informações solicitadas:

- O tipo de situação: doença, acidente, parto, etc.
- O número de telefone a partir do qual está a ligar.
- A localização exata do incidente e, sempre que possível, dê pontos de referência.
- A gravidade aparente da situação.
- O número de pessoas que precisam de ser socorridas, bem como o sexo e a idade.
- As principais queixas da(s) pessoa(s) a socorrer e as alterações que observa.
- A existência de qualquer situação que exija outros meios no local por exemplo, perigo de incêndio.
- Deve desligar o telefone apenas quando o operador indicar.

Intoxicações

- Nos casos de emergência médica resultante de intoxicação ou envenenamento, pode ligar para o número do Centro de Informação Antivenenos (CIAV) 808 250 143 (custo de chamada local). Se a chamada não for atendida rapidamente, ligue para o 112 ou dirija-se ao hospital mais próximo.
 
A chamada para o CIAV é atendida por um médico que coloca questões:

  QUEM?
Indique a idade e o sexo da vítima (se esta estiver grávida, deve informar o médico).
O QUÊ?
Refira o nome do medicamento ou do produto ingerido, planta, animal que mordeu/picou.
QUANTO?
Informe a quantidade ingerida ou o tempo de exposição ao produto tóxico.
QUANDO?
Indique há quanto tempo é que a vítima foi intoxicada ou envenenada.
ONDE?
Refira o local onde ocorreu a intoxicação ou envenenamento.
COMO?
Informe se a vítima ingeriu o produto em jejum, juntamente com outros alimentos, etc.

Antes de ligar para o número do CIAV ou para o 112, tenha em atenção alguns gestos a executar imediatamente após a ingestão ou exposição ao produto tóxico, que previnem o agravamento da situação:
 
- Em caso de contacto com os olhos, lave-os abundantemente com água corrente durante 15 minutos, mantendo as pálpebras afastadas, e não aplique qualquer tipo de produtos.
- Nos casos de contaminação da pele, deve retirar as roupas que poderão ter sido contagiadas pelo produto tóxico e lavar a zona com água corrente durante 15 minutos.
- Se a vítima tiver sido mordida ou picada por um animal, comece por imobilizar a zona afetada. Aplique frio nas picadas de abelha, vespa e lacrau, bem como nas mordidelas de víbora (deve aplicar calor apenas nas picadas de peixe-aranha).
- Caso a vítima tenha inalado algum produto tóxico, deve retirá-la do espaço contaminado.
- Nas situações de ingestão de alimentos envenenados, não provoque o vómito e dê a beber alguns goles de água ou leite.

Linha Saúde 24 - Chamadas não emergentes

Quando não é considerado necessário o envio de meios de emergência, as chamadas são reencaminhadas para a Linha Saúde 24: 808 24 24 24 (custo de chamada local).

- Na Saúde 24, o atendimento é feito por enfermeiros, que dão aconselhamento profissional para lidar com a situação de saúde em particular.
- No início da chamada, é solicitado o número do cartão de utente."

o país real (?)... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!

nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.


no cm...


no diário económico...


no dn...


no i...


no jn...


no jornal de negócios...


no metro...


n'o primeiro de janeiro...


no público...


no sol...

leitura [da educação]... os processos de avaliação...!

da edição de entradas... [rectificação do] plano de intenções...!


fica a rectificação do original do plano de intenções [que continha alguns 'erros' de cópia] e pode ser consultado... aqui.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

pensamento do dia...


no público...

mas... então a ces e a adse (?)... [do] comunicado do conselho de ministros de 2 de janeiro de 2014... no portal do governo...!

"2. O Conselho de Ministros aprovou um diploma que estabelece disposições tendentes a assegurar as condições de estabilidade tarifária no período inicial de aplicação das medidas necessárias a garantir a sustentabilidade do Sistema Elétrico Nacional.
Esta decisão visa impedir que, no curto prazo, se verifique um aumento repentino e acentuado dos custos da eletricidade, o que colocaria sérias dificuldades às famílias e empresas.

...

4. O Conselho de Ministros aprovou uma resolução que autoriza a emissão de dívida pública, em execução do Orçamento do Estado para 2014 e nos termos do regime geral de emissão e gestão da dívida pública, pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) E.P.E."


Comunicado do Conselho de Ministros de 2 de janeiro de 2014 :: Documentos Oficiais :: Ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares :: Governo de Portugal

e vale... esta notícia... se o comunicado não a refere em lado nenhum...?

"O Governo prepara-se para alargar a Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES), que já foi aplicada em 2013 a todas as pensões superiores a 1.350 euros brutos. Além disso, os descontos para a ADSE (subsistema de saúde da Função Pública), que actualmente são de 2,5%, também vão aumentar.

As medidas foram anunciadas hoje pelo ministro Marques Guedes após a reunião do Conselho de Ministros e surgem no seguimento do chumbo do Tribunal Constitucional ao diploma da convergência das pensões.

"As medidas visam recalibrar a CES e alargar a base de incidência", disse o responsável, assinalando que "recalibrar não é necessariamente aumentar". O ministro lembrou que actualmente a CES significa um corte entre 3,5% e 10%, sinalizando que a alteração deverá abranger pensões abaixo dos 1.350 euros.

Sobre a ADSE, Marques Guedes não revelou qual será o agravamento das contribuições. Ainda assim, explicou que o objectivo do Governo é "antecipar o autofinanciamento" da ADSE que inicialmente estava previsto no memorando de entendimento para 2016.

Com estas medidas, o Executivo pretende tapar um 'buraco' de 390 milhões de euros que foi aberto pelo chumbo do TC.


Afastado ficou o aumento dos impostos, pois poderia colocar em causa a recuperação da economia, esclareceu ainda Marques Guedes."

daqui.

a educação na berlinda... 'um abraço aos professores portugueses'... de santana castilho...!


no público...

a educação na berlinda... académicos entregam calculadora a nuno crato...!


no público...

a educação na berlinda... professores contratados prometem mais de 100 acções individuais contra o mec...!


no público...

desenho [ilustração]... para o livro 'esteiros'... de álvaro cunhal...!


no dn q...

o boneco do dia...


no público...

da edição de entradas... plano de intenções...!


das resoluções de ano novo... aqui para o blogue...!

estes [quase] dois anos de vida do blogue levaram-me a um ´frenético' trabalho de edição [mais de 7000 entradas... o que é obra que nunca pensei realizar com tamanha dimensão]... que não pode continuar com este ritmo...

assim, paulatinamente, vou tentar regressar às origens... mais centrado nas coisas da educação [principalmente a nacional... quanto a notícias] e em textos que possam servir de referência às políticas públicas de educação... retomando [mais regularmente] apontamentos sobre as expressões artísticas [sem especial predilecção sobre alguma delas... apesar de a minha área ser a da arquitectura]...

sempre que puder... edito a ronda pelas capas da imprensa diária [e semanal] ao fim de tarde...

estes ajustamentos são necessários à minha tranquilidade.

a mensagem de ano novo e um editorial...!


no público...

não me dignei ver [ou sequer ouvir] tão preclaro personagem... mas deixo aqui nota para quem se interessar (!)... mensagem de ano novo do presidente da república... no portal da presidência da república...!

"Boa noite,
No início deste novo ano, quero saudar todos os Portugueses.
Faço votos de que 2014 seja um tempo de mais esperança.
No ano que terminou, o Programa de Assistência Financeira subscrito por Portugal em 2011 com as instituições internacionais continuou a exigir pesados sacrifícios à maioria dos Portugueses.
O desemprego manteve-se em níveis muito elevados. Muitos jovens tiveram de procurar no estrangeiro oportunidades de futuro que não encontraram no seu país.
Portugueses com idades entre os 45 e os 65 anos, detentores de experiência e conhecimentos profissionais, foram duramente atingidos na sua dignidade, ao serem colocados perante o risco de não conseguirem regressar ao mercado de trabalho.
Num período particularmente adverso, em que muitos foram afetados pela crise de forma dramática, os nossos cidadãos continuaram a revelar coragem e grande sentido de responsabilidade, fazendo ouvir a sua voz em defesa de uma distribuição mais justa dos sacrifícios.
Importa não esquecer que Portugal chegou, no início de 2011, a uma situação de colapso financeiro iminente, que levou o Governo de então a solicitar o auxílio de emergência das instituições internacionais.
Hoje, existe a consciência clara de que não era possível continuar a caminhar rumo àquilo que, na altura devida, classifiquei de “situação explosiva”.
Apesar da redução dos padrões de bem-estar, a liberdade e os direitos de cidadania não foram postos em causa.
Orgulhamo-nos de viver numa democracia consolidada e estável, num regime onde os cidadãos gozam de direitos fundamentais que não podem deixar de ser respeitados.
As instituições dispõem de plena legitimidade democrática, a legitimidade que lhes advém do voto do povo, expresso em eleições livres.

Portugueses,

O crescimento da economia é a chave para conter a austeridade a que o País tem estado submetido.
No ano findo, surgiram sinais que nos permitem encarar 2014 com mais esperança.
Portugal saiu da recessão em que estava mergulhado desde finais de 2010.
A produção nacional cresceu no segundo e no terceiro trimestres de 2013 e o desemprego diminuiu.
As exportações e o turismo têm vindo a registar um comportamento muito favorável.
Na agricultura têm surgido exemplos notáveis de dinamismo que importa estimular.
Os níveis de confiança dos consumidores e dos empresários têm vindo a melhorar.
Os exemplos que tenho encontrado, um pouco por todo o País, de jovens empreendedores que não se resignam, que não baixam os braços, devem ser motivo de inspiração para os Portugueses.
Não é ainda possível afirmar que as dificuldades estejam ultrapassadas e que a economia portuguesa tenha ganho a dinâmica de crescimento sustentado que desejamos alcançar.
Mas há que reconhecer o extraordinário esforço desenvolvido pelos nossos empresários e trabalhadores para vencerem obstáculos e encontrarem novos mercados para a produção nacional, sobretudo fora do espaço europeu.
É fundamental que, em 2014, a ação dos agentes políticos e as políticas públicas sejam orientadas para a consolidação dos sinais de recuperação económica e para o reforço do clima de confiança que se têm vindo a verificar.
Por outro lado, o diálogo e a concertação entre os poderes públicos e os parceiros sociais constituem fatores da maior importância para construirmos juntos um futuro melhor.
Em Maio deste ano chega ao fim o Programa de Assistência Financeira que Portugal estabeleceu com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional para obter os empréstimos indispensáveis para assegurar o financiamento do Estado e da economia.
Com o fim do Programa de Assistência, Portugal ficará dependente dos mercados e dos investidores internacionais para obter os meios financeiros de que necessita.
O acesso aos mercados de financiamento externo, a taxas de juro razoáveis, exige que a conclusão do programa de ajustamento seja feita com sucesso.
Este é um objetivo fulcral, que tem no Orçamento de Estado para 2014 um instrumento da maior relevância.
Um novo programa de assistência financeira, geralmente designado por «segundo resgate», significaria a continuação da política de austeridade e a deterioração da credibilidade e da imagem de Portugal.
Seria elevado o risco de regredirmos para uma situação mais gravosa do que aquela em que atualmente nos encontramos.
Há razões para crer que Portugal não necessitará de um segundo resgate.
Um programa cautelar é uma realidade diferente. Temos razões para contar com o apoio dos nossos parceiros europeus no acesso aos mercados financeiros.
Neste contexto, de todos os agentes políticos, bem como dos agentes económicos e sociais, exige-se a máxima ponderação e bom senso, um sentido patriótico de responsabilidade.
A todos, estejam no governo ou na oposição, impõe-se estar à altura do momento crucial que vivemos.
Devemos preparar-nos seriamente para o período pós-troika.
É uma ilusão pensar que, no dia em que encerrar o atual Programa de Assistência Financeira, todos os nossos problemas ficarão resolvidos e poderemos regressar a um período de despesismo e endividamento descontrolado.
Queremos que o período pós-troika seja um tempo de crescimento da nossa economia, de criação de emprego, de melhoria das condições de vida dos portugueses, de equilíbrio das contas públicas.
Por isso, é essencial que estejamos bem conscientes das regras de disciplina orçamental e de supervisão das políticas económicas a que Portugal, tal como todos os outros países da Zona Euro, estão sujeitos.

Portugueses,

Como sabem, em julho passado, propus ao País que as forças políticas alcançassem um acordo de médio prazo, um “Compromisso de Salvação Nacional”.
Estou firmemente convicto de que o crescimento da nossa economia, a criação de emprego e as condições de vida dos Portugueses no período pós-troika beneficiariam de forma decisiva se fosse estabelecido um compromisso político de médio prazo em torno de grandes objetivos nacionais e de políticas públicas essenciais ao nosso futuro coletivo.
Trata-se de um desígnio que vai muito para lá de cálculos eleitorais ou de estratégias partidárias.
A questão é nacional, não é partidária.
Exige-se a todas as forças políticas, sem exceção, que compreendam de uma vez por todas: o que está em causa é o futuro de Portugal, o futuro das novas gerações.
Portugal é um dos países europeus onde o diálogo e o consenso entre os partidos políticos têm sido mais difíceis, quando deveria ocorrer precisamente o contrário.

Portugueses,

Este ano iremos celebrar o quadragésimo aniversário do 25 de Abril, a revolução que trouxe aos Portugueses a democracia e a liberdade, bem como uma promessa de desenvolvimento e justiça social.
A Presidência da República irá assinalar essa data com a realização de uma conferência internacional centrada no Espírito da Democracia, na Cultura do Compromisso e nos Desafios do Desenvolvimento.
Devemos celebrar o 25 de Abril com sentido de futuro, seguindo as lições que a História nos legou.
Quando os Portugueses se uniram aos militares em nome da liberdade, foi possível construir um novo regime.
Quando os Portugueses lutaram contra as forças antidemocráticas, foi possível construir uma democracia constitucional.
Quando os Portugueses se uniram àqueles que lideraram a adesão às Comunidades Europeias, integrámos um projeto partilhado por milhões de seres humanos.
Quando as forças democráticas, largamente representativas do povo português, souberam alcançar um entendimento patriótico, passámos a dispor de um texto constitucional mais favorável ao processo de transformação e modernização da economia e da sociedade.
Vivemos hoje num país livre, numa democracia consolidada, somos membros de pleno direito da União Europeia.
Tudo isto só foi possível porque, nos momentos decisivos, soubemos ver para além da espuma dos dias, alcançando compromissos em torno dos grandes objetivos.
Partilhamos os grandes desígnios: a democracia e a liberdade, o progresso e o desenvolvimento, a pertença à União Europeia.
Este é um património coletivo que não podemos perder por causa de querelas conjunturais.
Se pensarmos como era Portugal há 40 anos atrás e como é nos dias de hoje, concluiremos que o país mudou muito – e mudou para melhor.
É certo que o caminho não foi fácil e nem todos os problemas estão resolvidos.
Mas o que a História nos mostra é que só quando fomos capazes de estabelecer compromissos e de nos unir é que triunfámos nos momentos essenciais.
Hoje, em 2014, vivemos um momento essencial.
Por isso, como tenho vindo a sublinhar, é imprescindível que as forças políticas atuem com espírito construtivo, colocando os interesses reais dos Portugueses acima dos interesses partidários.
O que está em causa é Portugal inteiro.
O que está em causa é o futuro de todos os Portugueses, dos Portugueses que aspiram a viver num país melhor e mais justo.
Os Portugueses não exigem aos responsáveis políticos mais do que têm exigido a si próprios: sentido de responsabilidade, seriedade de propósitos e capacidade de trabalhar em conjunto para atingir objetivos comuns.
O que fizermos este ano irá condicionar o nosso futuro durante muitos anos.
2014 será um ano decisivo. Estou certo de que os Portugueses estão bem conscientes disso.
Espero, pois, que todos os agentes políticos, económicos e sociais saibam estar à altura das exigências do futuro e das legítimas aspirações do nosso povo.
A todos os Portugueses, desejo um Bom Ano Novo."

para quem quiser ver...




o país real (?)... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!

nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.


no cm...


no destak...


no diário económico...


no dn...


no i...


no jn...


no jornal de negócios...


n'o diabo...


n'o primeiro de janeiro...


no público...

como não podia deixar de ser... os dez mais na educação em 2013...!






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