no cm 'online'...
terça-feira, 29 de outubro de 2013
a clareza não habita lá pelo mec (?)... futuros professores obrigados a exame de português e matemática... no sol...!
"Os candidatos ao curso do Ensino Superior em Educação Básica vão ser obrigados a fazer exames de Português e de Matemática como provas de ingresso nesta licenciatura. A garantia foi dada hoje pelo ministro da Educação, Nuno Crato.
"Vamos reforçar a vertente científica dos cursos e tornar obrigatórias para a licenciatura de Educação Básica as provas de ingresso das áreas de Português e Matemática", explicou Nuno Crato nas jornadas parlamentares conjuntas do PSD e do CDS que decorrem hoje e amanhã no Parlamento.
O governante, que apresentava as principais linhas inscritas no Orçamento do Estado para 2014 sobre o sector da Educação, frisou que não faz sentido um candidato a professor do 1.º Ciclo estar a ensinar disciplinas onde não conseguiu avaliação positiva.
"Até aqui era possível um professor ensinar Matemática sem ter a disciplina no secundário ou tendo chumbado no 2.º e 3.º ciclo, entrar num curso de vertente de ensino básico e anos mais tarde estar a ensinar estas matérias", justificou.
Nuno Crato reiterou, perante os deputados da maioria que suporta o Governo, que a tutela está orientada em fazer com que os alunos "aprendam mais e melhor. Não basta passar certificados", concluiu."
coisa que não deve ser 'novidade' para ninguém [para mim... não é]... associações de pais dizem que comida das escolas é má e insuficiente...!
"Associações de pais denunciaram hoje que a alimentação em muitos estabelecimentos de ensino é insuficiente para os alunos, principalmente numa época em que há cada vez mais crianças que não têm o que comer em casa.
O presidente da Federação Regional de Lisboa das Associações de Pais (Ferlap), Isidoro Roque, disse hoje à Lusa que estão sempre a chegar à Federação denúncias sobre "a qualidade e quantidade de comida", servida aos alunos do 1.º ciclo.
"Há uma tendência para dizer que os miúdos é que não gostam da comida, mas não é bem isso. Temos conhecimento de que os douradinhos passaram a ser o ‘pão nosso de cada dia’", afirmou Isidoro Roque, em declarações à agência Lusa.
Segundo o representante dos encarregados de educação, "na maioria das escolas a comida é insuficiente”. “Isto porque as empresas que ganham os concursos de fornecimento das escolas apresentam preços muito baixos para ganhar. Depois, para conseguir servir as crianças, oferecem má comida".
Isidoro Roque recordou que a crise económica tem agravado a situação de muitas famílias e tem feito com que cada vez mais crianças tenham apenas comida quando chegam à escola.
"Numa época em que se devia aumentar a quantidade de comida oferecida aos miúdos, o que nós vemos é uma diminuição. Há cada vez mais crianças a chegar à escola com fome e, se não comerem na escola, não terão o que comer quando chegarem a casa", alertou o responsável.
Apesar de as escolas do 1.º ciclo serem da responsabilidade das autarquias, a Ferlap diz ter enviado hoje uma carta para o Ministério da Educação e Ciência (MEC), pedindo a intervenção do ministro Nuno Crato.
Na carta, a Ferlap apresenta uma fotografia de um prato de refeição de um aluno de uma escola do Cacém: a foto "vem confirmar o que temos ouvido e denunciado, ou seja, a alimentação servida aos alunos, não nos parece suficiente para alimentar um aluno, independentemente da idade, que passa a maior parte do dia na Escola", lê-se na carta.
A Lusa contactou o ministério mas não obteve qualquer resposta até ao momento."
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
o país real (?)... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!
no cm...
no destak...
no diário económico...
no dn...
no i...
no jn...
no jornal de negócios...
no metro...
n'o primeiro de janeiro...
no público...
domingo, 27 de outubro de 2013
o domingo do país real (?)... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!
nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.
no cm...
no dn...
no jn...
no público...
a realidade 'crática' na educação... centenas de alunos carenciados ainda não têm manuais escolares... no sol...!
"Cerca de 200 alunos carenciados de escolas em Odivelas ainda não têm os manuais escolares, que deveriam ter recebido através do Apoio Social, apesar de as aulas terem começado há mais de mês e meio.
No agrupamento de Escolas n.º 1 de Odivelas, ainda há estudantes a chegar às aulas sem livros. Tiago Nunes, dono da papelaria Joaninha, disse que ainda só conseguiu dar resposta a cerca de 200 dos 400 pedidos de alunos carenciados.
O director escolar, Jorge Nunes, explicou à agência Lusa que este ano "quadruplicaram o número de requisições" para atribuição de manuais a alunos com dificuldades económicas, devido à crise económica mas também porque o agrupamento conta agora com mais escolas:
No total, são 2.850 alunos, sendo que cerca de 1.400 frequentam o 2.º e 3.º ciclos e o secundário.
"Metade destes alunos tem Apoio Social Escolar (ASE). Ou seja, foram emitidas cerca de 600 requisições", contou à Lusa.
Tiago Nunes recebeu a maioria das requisições, mas não está a conseguir responder a todos os pedidos. A filha de António Canhoto é um destes casos. Por estar no escalão A, teve direito a 140 euros para comprar os manuais do 11º ano. "Como o dinheiro não ia chegar para comprar os livros para as seis disciplinas, optei por comprar dois em 2º mão. Os restantes ainda estou à espera que a papelaria entregue", lamentou.
A nota de encomenda de António Canhoto é a 159 e a requisição data de 17 de Setembro. "Estou a denunciar esta situação pela minha filha e por toda a comunidade de alunos que ainda não recebeu os livros", criticou, considerando que "agora há estudantes de primeira e de segunda categoria: Os que estudam com livros e os que estudam sem livros".
O dono da papelaria diz que é cada vez mais difícil conseguir crédito junto das editoras.
"Nós já avançamos cerca de 12 mil euros e a escola já nos pagou cerca de 7.500 euros. Com esse dinheiro que recebemos fizemos novos pedidos", explicou adiantando que antes havia muitos pais que avançavam com o dinheiro e depois eram ressarcidos nas escolas.
O director do agrupamento decidiu este ano mudar os procedimentos e emitir requisições para todos os alunos abrangidos pela acção social. O objectivo era conseguir controlar melhor a situação, porque "alguns alunos ficavam muito tempo sem ir levantar os livros".
A afirmação é confirmada por Tiago Nunes que recorda uma situação já ocorrida este ano: "Recebi um telefonema de uma professora a queixar-se porque tinha dois alunos sem livros e que estavam identificados como tendo falta de aproveitamento escolar. Mas, a verdade é que, num dos casos, os livros estão aqui há 15 dias e ainda não os vieram levantar".
O proprietário, que estima que o "valor total das encomendas poderá ascender a cerca de 30 mil euros", acredita que no início da próxima semana conseguirá entregar livros a mais 30 ou 40 alunos.
"No próximo ano, as livrarias terão de dizer se têm capacidade para dar resposta aos pedidos. Nós temos o dinheiro e até queríamos pagar mas as papelarias disseram que só podiam receber quando emitissem as facturas", garantiu o director.
Fonte do Ministério da Educação disse à Lusa que "as verbas da ASE foram atribuídas e estão a ser geridas pelas escolas para garantir o apoio aos alunos" e que o agrupamento em questão tem a situação financeira regularizada.
Lembrando que "o livro não é o único instrumento de trabalho", Jorge Nunes acredita que, até ao final do mês, as situações estarão resolvidas e garante que os alunos não serão penalizados pela falta de material.
Associações de pais e de directores de escolas, contactados pela Lusa, disseram não conhecer situações semelhantes no país, sublinhando que a "Acção Social Escolar deve ser dos melhores sectores a funcionar no Ministério da Educação"."
sábado, 26 de outubro de 2013
pois... fenprof acusa ministro de 'mandar professores para a miséria'... no sol...!
"O secretário-geral da FENPROF acusou na sexta-feira o ministro da Educação de "fazer tudo no ar" e de querer "mandar para a miséria" os professores que aderirem ao programa de rescisão amigável ao proibi-los de pedir a reforma antecipada.
À margem de um debate sobre Educação, em Guimarães, Mário Nogueira comentava o esclarecimento da Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar sobre o programa de rescisão por mútuo acordo, em negociação entre Governo e sindicatos, que impede os docentes de pedir reforma antecipada, podendo apenas solicitar a aposentação quando atingirem a idade legal.
"É tudo feito no ar, é tudo feito a olho e de cabeça e é assim que o Ministério da Educação está. O que Nuno Crato [ministro da Educação] quer é mandar para a miséria os professores que aceitem esta oferta envenenada que é este acordo proposto, acusou.
O acordo, explanou, "mais não é do que um despedimento sem direitos e feito numa altura que acaba por funcionar como chantagem", acrescentando que "o Ministério da Educação diz para que se aproveite porque depois há a mobilidade especial e ainda é pior".
A coordenadora do Bloco de Esquerda Catarina Martins, também oradora no debate, também acusou o Governo de pressionar os professores para que aceitem ser despedidos através do que "querem chamar" acordo de mútuo de rescisão.
Catarina Martins acusou o Governo de estar a fazer uma "pressão inaceitável sobre os professores" para que adiram ao dito acordo.
"Podem chamar rescisões amigáveis mas o que está a acontecer é que os professores estão a ser pressionados para serem despedidos", salientou.
Para a coordenadora do BE, o acordo proposto pelo Ministério da Educação "faz parte da agenda de destruição da escola pública que está a ser levada a cabo pelo Governo.
Segundo o esclarecimento do Governo, "os docentes que aderirem ao programa podem solicitar a aposentação, quando atingirem a idade legal, e não a aposentação antecipada. O docente cessa a relação jurídica de emprego público e não mantém a qualidade de subscritor da Caixa Geral de Aposentações, condição para solicitar aposentação antecipada".
De acordo com o mesmo esclarecimento, e tal como já tinha sido avançado hoje pelo ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, não haverá também lugar à atribuição do subsídio de desemprego.
"O que seria estranho seria chegar, um dia, do Ministério de Educação de Nuno Crato alguma coisa que fosse boa para as escolas ou para o ensino ou para os professores", comentou Mário Nogueira."
atenção à mudança da hora... relógios atrasam uma hora esta madrugada... no sol...!
"A hora na União Europeia muda no próximo domingo, quando os relógios atrasarem 60 minutos, passando Portugal a estar alinhado com o tempo universal (tempo médio de Greenwich, TMG) e a viver um dia de 25 horas.
Com a chegada da hora de inverno, os portugueses terão de, na próxima madrugada, atrasar os relógios uma hora, quando forem 02h00. A única excepção é a região autónoma dos Açores, onde o atraso nos relógios acontece à 01h00. Os Açores já têm uma hora de diferença em relação ao continente (menos uma hora).
A partir de domingo e até à chamada hora de verão, quando no último fim de semana de Março os relógios adiantarem de novo uma hora, Portugal terá a hora igual ao tempo universal, o que quer dizer que está no fuso horário 0 (igual ao do meridiano de Greenwich, que se convencionou usar como marcador para o tempo), como lembrou à Lusa a astrónoma Suzana Ferreira, do Observatório Astronómico de Lisboa.
A mudança da hora acontece em todos os países da União Europeia no mesmo momento, mas outros países que não fazem parte do grupo dos "28" escolheram seguir as mesmas normas. Na Europa só a Arménia, a Bielorrússia, a Geórgia e a Rússia não atrasam os relógios uma hora no próximo domingo nem os adiantam em Março."
o país real (?) em fim-de-semana... a ronda pelas capas da imprensa de hoje...!
nota - o critério de apresentação das imagens [editadas] das capas é, somente, o de ordenação alfabética.
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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
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