quinta-feira, 2 de outubro de 2014
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
coisas da educação [ensino superior curto]... comunicado do governo... via portal do governo...!
"MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA REGISTA 37 CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS
O Ministério da Educação e Ciência informa que, dos 138 pedidos
de registo de cursos Técnicos Superiores Profissionais (TeSP) que
foram submetidos à Direção-Geral do Ensino Superior, há 37 que já
foram entretanto deferidos. As instituições foram informadas da
situação, podendo fazer a aceitação dos estudantes e dar início às
aulas.
Para outros pedidos de registo foram solicitadas informações
adicionais. Esperando-se respostas rápidas e completas das
instituições, podemos prever que, neste primeiro ano de arranque,
dos 138 cursos submetidos cerca de 90 sejam registados e estejam a
funcionar.
Os TeSP, oferta exclusiva do ensino politécnico, têm a duração
de quatro semestres letivos e conferem uma qualificação de nível 5
do Quadro Nacional de Qualificações. Têm 120 créditos e integram
uma componente de formação geral e científica, uma de formação
técnica e outra de formação em contexto de trabalho, através de um
estágio com uma duração não inferior a um semestre.
Os cursos técnicos superiores profissionais visam atender às
necessidades de formação expressas pelo mercado de trabalho nas
regiões em que são ministrados, tendo uma forte ligação ao tecido
empresarial local. Prevê-se que estes cursos atraiam novos públicos
para o ensino superior, não só jovens como adultos, e, em
particular, os alunos oriundos do ensino profissional. Os titulares
do diploma técnico superior profissional poderão prosseguir estudos
em cursos de licenciatura."
aqui.
coisas da (des)educação... novas da fenprof...!
"Avolumam-se os problemas no 1.º ciclo do ensino básico, resultado da ação do governo
Currículos inadequados, horários absurdos, número de alunos excessivo, falta de professores de apoio a crianças com NEE, falta de funcionários, falta de condições de trabalho, etc., é extenso o rol de queixas sobre as quais não há quaisquer respostas do ministério de Nuno Crato
A imposição de um conjunto de medidas pelo governo/MEC veio agravar a já precária situação neste setor de ensino. Encerrar milhares de escolas e criar mega agrupamentos, impor alterações curriculares que não têm em conta a especificidade do 1.º Ciclo, burocratizar a atividade docente, impor as chamadas atividades de enriquecimento curricular (AEC), instabilizar a profissão docente e agravar as condições de exercício da profissão, são apenas alguns exemplos dos problemas que o 1.º ciclo de ensino básico atravessa.
A maior parte das consequências são economicistas, pois o objetivo da sua adopção foi sempre a redução da despesa sem olhar aos problemas diretos e os danos colaterais gerados pela sua concretização.
Por todos os motivos referidos e também para divulgar os dados de um levantamento que está a ser feito, por amostragem, em todo o país, a FENPROF com a presença de Mário Nogueira (secretário geral) e de toda a coordenação nacional do 1.º CEB, vai realizar amanhã, 2 de outubro, pelas 11H00, na Rua Fialho de Almeida, 3 (sede da FENPROF/SPGL) uma Conferência de Imprensa.
Reavivamos o convite para que os/as senhores/as jornalistas acompanhem esta iniciativa e agradecemos a atenção que, sobre esta matéria, venham a destinar.
O Secretariado Nacional da FENPROF
1/10/2014
Nota anterior:
A FENPROF promoveu a 4.ª Conferência Nacional do 1.º Ciclo do Ensino Básico, reunindo delegados que representaram os professores de todas as regiões do país. Preocupados com a situação que se vive no setor, os professores presentes coincidiram na análise, concluindo que a direção política do atual governo, preocupado em reduzir a despesa à custa dos profissionais de educação, do investimento e do progresso educativo e formativo, definiu como prioridades:
Encerrar milhares de escolas e criar mega agrupamentos que afastaram progressivamente os professores da participação nos processos de decisão e gestão;
Impor alterações curriculares que não têm em conta a especificidade do 1.º Ciclo, nomeadamente a idade dos seus alunos;
Burocratizar a atividade docente com inúmeras e inúteis reuniões e burocracia diversa, em prejuízo da atividade letiva e da sua preparação e avaliação;
Impor as chamadas atividades de enriquecimento curricular (AEC) que transformaram aspetos importantes do currículo do 1.º CEB em atividades de ocupação de tempos livres, ao mesmo tempo que retalharam o horário letivo dos alunos;
Instabilizar a profissão docente e agravar as condições de exercício da profissão, aumentando o número de alunos por turma e "esticando" o horário de trabalho dos professores.
Com estas e outras medidas que têm vindo a ser tomadas nos últimos anos o governo visa reduzir o investimento na educação, encolher o currículo para algo próximo do saber ler, escrever e contar, transferir para o poder local despesas e responsabilidades, colocar nas escolas a responsabilidade de resolução de problemas sociais criados pelas opções políticas e ideológicas dos governos, estabelecer uma rígida cadeia hierárquica que contribua para transformar os profissionais de educação em funcionários acríticos/meros cumpridores de normativos, criar mecanismos de grande seletividade social logo a partir dos primeiros anos de escolaridade.
Daí para cá, em apenas 6 meses, Nuno Crato e a sua equipa, não surpreendendo, prosseguiu, contudo, a sua senda destruidora: "liberalizando" o regime de docência, à margem da LBSE, sem debate público, uma orientação ou um horizonte em que se vislumbrasse uma ideia. Daí para cá o MEC forçou o encerramento de mais de 300 escolas, a maioria das quais à margem da vontade das populações e/ou do compromisso assumido com os municípios.
O ano letivo, esse, arrancou próximo do caos, por exemplo, com algumas escolas a verem chegar os seus professores quase um mês depois de iniciado e sem que seja possível assegurar que não haverá mais problemas a este nível ou com enorme défice de professores para o apoio a crianças com necessidades educativas especiais e aos professores titulares das turmas em que se encontram integradas. Preocupada com a situação em que arranca o ano letivo, a FENPROF realizou, por amostragem, um levantamento em cada região, procurando conhecer a realidade em que o ano se iniciou no 1.º Ciclo do Ensino Básico, e detetou problemas que ameaçam arrastar-se pelo ano dentro.
Pelos motivos que se referiram e também para divulgar os dados deste levantamento, a FENPROF com a presença de Mário Nogueira (secretário geral) e de toda a coordenação nacional do 1.º CEB, realiza:
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
LISBOA, 2 DE OUTUBRO, 11H00
SEDE DO SPGL/FENPROF, Rua Fialho e Almeida n.º 3
Tendo em conta a atualidade dos assuntos que serão abordados nesta iniciativa, a preocupação dos professores e, decerto, de muitos pais e encarregados de educação com o rumo de incerteza que está a ser dado a este importante setor de ensino, determinante, por norma, para todo o percurso escolar e académico das crianças e jovens, desde já convidamos os/as senhores/as jornalistas e agradecemos a atenção que, sobre esta matéria, venham a dar.
O Secretariado Nacional da FENPROF30/09/2014"
Currículos inadequados, horários absurdos, número de alunos excessivo, falta de professores de apoio a crianças com NEE, falta de funcionários, falta de condições de trabalho, etc., é extenso o rol de queixas sobre as quais não há quaisquer respostas do ministério de Nuno Crato
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
LISBOA, 2 DE OUTUBRO, 11H00, SEDE DO SPGL/FENPROF
(Rua Fialho de Almeida, n.º 3)
A imposição de um conjunto de medidas pelo governo/MEC veio agravar a já precária situação neste setor de ensino. Encerrar milhares de escolas e criar mega agrupamentos, impor alterações curriculares que não têm em conta a especificidade do 1.º Ciclo, burocratizar a atividade docente, impor as chamadas atividades de enriquecimento curricular (AEC), instabilizar a profissão docente e agravar as condições de exercício da profissão, são apenas alguns exemplos dos problemas que o 1.º ciclo de ensino básico atravessa.
A maior parte das consequências são economicistas, pois o objetivo da sua adopção foi sempre a redução da despesa sem olhar aos problemas diretos e os danos colaterais gerados pela sua concretização.
Por todos os motivos referidos e também para divulgar os dados de um levantamento que está a ser feito, por amostragem, em todo o país, a FENPROF com a presença de Mário Nogueira (secretário geral) e de toda a coordenação nacional do 1.º CEB, vai realizar amanhã, 2 de outubro, pelas 11H00, na Rua Fialho de Almeida, 3 (sede da FENPROF/SPGL) uma Conferência de Imprensa.
Reavivamos o convite para que os/as senhores/as jornalistas acompanhem esta iniciativa e agradecemos a atenção que, sobre esta matéria, venham a destinar.
O Secretariado Nacional da FENPROF
1/10/2014
Nota anterior:
A FENPROF promoveu a 4.ª Conferência Nacional do 1.º Ciclo do Ensino Básico, reunindo delegados que representaram os professores de todas as regiões do país. Preocupados com a situação que se vive no setor, os professores presentes coincidiram na análise, concluindo que a direção política do atual governo, preocupado em reduzir a despesa à custa dos profissionais de educação, do investimento e do progresso educativo e formativo, definiu como prioridades:
Encerrar milhares de escolas e criar mega agrupamentos que afastaram progressivamente os professores da participação nos processos de decisão e gestão;
Impor alterações curriculares que não têm em conta a especificidade do 1.º Ciclo, nomeadamente a idade dos seus alunos;
Burocratizar a atividade docente com inúmeras e inúteis reuniões e burocracia diversa, em prejuízo da atividade letiva e da sua preparação e avaliação;
Impor as chamadas atividades de enriquecimento curricular (AEC) que transformaram aspetos importantes do currículo do 1.º CEB em atividades de ocupação de tempos livres, ao mesmo tempo que retalharam o horário letivo dos alunos;
Instabilizar a profissão docente e agravar as condições de exercício da profissão, aumentando o número de alunos por turma e "esticando" o horário de trabalho dos professores.
Com estas e outras medidas que têm vindo a ser tomadas nos últimos anos o governo visa reduzir o investimento na educação, encolher o currículo para algo próximo do saber ler, escrever e contar, transferir para o poder local despesas e responsabilidades, colocar nas escolas a responsabilidade de resolução de problemas sociais criados pelas opções políticas e ideológicas dos governos, estabelecer uma rígida cadeia hierárquica que contribua para transformar os profissionais de educação em funcionários acríticos/meros cumpridores de normativos, criar mecanismos de grande seletividade social logo a partir dos primeiros anos de escolaridade.
Daí para cá, em apenas 6 meses, Nuno Crato e a sua equipa, não surpreendendo, prosseguiu, contudo, a sua senda destruidora: "liberalizando" o regime de docência, à margem da LBSE, sem debate público, uma orientação ou um horizonte em que se vislumbrasse uma ideia. Daí para cá o MEC forçou o encerramento de mais de 300 escolas, a maioria das quais à margem da vontade das populações e/ou do compromisso assumido com os municípios.
O ano letivo, esse, arrancou próximo do caos, por exemplo, com algumas escolas a verem chegar os seus professores quase um mês depois de iniciado e sem que seja possível assegurar que não haverá mais problemas a este nível ou com enorme défice de professores para o apoio a crianças com necessidades educativas especiais e aos professores titulares das turmas em que se encontram integradas. Preocupada com a situação em que arranca o ano letivo, a FENPROF realizou, por amostragem, um levantamento em cada região, procurando conhecer a realidade em que o ano se iniciou no 1.º Ciclo do Ensino Básico, e detetou problemas que ameaçam arrastar-se pelo ano dentro.
Pelos motivos que se referiram e também para divulgar os dados deste levantamento, a FENPROF com a presença de Mário Nogueira (secretário geral) e de toda a coordenação nacional do 1.º CEB, realiza:
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
LISBOA, 2 DE OUTUBRO, 11H00
SEDE DO SPGL/FENPROF, Rua Fialho e Almeida n.º 3
Tendo em conta a atualidade dos assuntos que serão abordados nesta iniciativa, a preocupação dos professores e, decerto, de muitos pais e encarregados de educação com o rumo de incerteza que está a ser dado a este importante setor de ensino, determinante, por norma, para todo o percurso escolar e académico das crianças e jovens, desde já convidamos os/as senhores/as jornalistas e agradecemos a atenção que, sobre esta matéria, venham a dar.
O Secretariado Nacional da FENPROF30/09/2014"
aqui.
mas será que alguma coisa funciona bem na educação deste país...?
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à atenção dos professores [estatuto]... da [maldita] pacc, de uma petição e a assembleia da república...!
Petição
Petição Nº 423/XII/3
Petição Nº 423/XII/3
Solicitam a anulação da prova de avaliação de conhecimentos e competências (PACC).
Texto da Petição [formato PDF]
1° Peticionante: Nuno Miguel Gonçalves Ribeiro
Entrada na AR: 2014.09.03
N° de Assinaturas: 4271
N° de Assinaturas inicial: 4271
Situação: Em apreciação
Comissões a que baixou:
XII - Comissão de Educação, Ciência e Cultura
Data de Baixa à Comissão: 2014.09.11
Admitida em: 2014.09.23
Situação na Comissão: Em apreciação
(Nota de Admissibilidade) [formato PDF]
PI_Ministro da Educação e Ciência
Relator: Heloísa Apolónia (PEV)
Nomeado em: 2014.09.23
Pedido de Informação a: MIN. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA em 2014.09.26
Texto da Petição [formato PDF]
1° Peticionante: Nuno Miguel Gonçalves Ribeiro
Entrada na AR: 2014.09.03
N° de Assinaturas: 4271
N° de Assinaturas inicial: 4271
Situação: Em apreciação
Comissões a que baixou:
XII - Comissão de Educação, Ciência e Cultura
Data de Baixa à Comissão: 2014.09.11
Admitida em: 2014.09.23
Situação na Comissão: Em apreciação
(Nota de Admissibilidade) [formato PDF]
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Relator: Heloísa Apolónia (PEV)
Nomeado em: 2014.09.23
Pedido de Informação a: MIN. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA em 2014.09.26
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coisas dos impostos [irs]... o comunicado do governo... via portal do governo...!
COMISSÃO ENTREGOU AO GOVERNO PROPOSTA DE REFORMA DO IRS
A Comissão para a Reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares entregou ao Governo a versão final da proposta de reforma do IRS. O Governo irá agora analisar o documento.
RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO PARA A REFORMA DO IRS
A Comissão para a Reforma do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares entregou ao Governo a versão final da proposta de reforma do IRS. O Governo irá agora analisar o documento.
RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO PARA A REFORMA DO IRS
informações [educação]... bibliotecas escolares, concursos escolares e prémios no ensino secundário... no boletim do cirep...!
| Informações Gerais |
|
Mês Internacional da Biblioteca Escolar 2014 Outubro é o Mês Internacional da Biblioteca Escolar. Em todo o mundo, este período é aproveitado para reforçar a visibilidade das bibliotecas escolares e a consciencialização acerca do seu valor nas aprendizagens. A International Association of School Librarianship (IASL) propõe, como anualmente acontece, um tema aglutinador — A tua biblioteca escolar: um mapa de ideias (tradução adotada pela RBE) — e um conjunto de projetos nos quais as bibliotecas podem participar: Skype Project, Bookmark Project e What people are doing for ISLM 2014. Para 2014, o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabelece 27 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar. Sendo todo o mês de outubro amplamente celebrado pelas bibliotecas escolares, a RBE decidiu, este ano, dar maior publicidade às múltiplas iniciativas que serão levadas a cabo e premiar as três que considerar mais apelativas. Pretende-se distinguir atividades que promovam a visibilidade da biblioteca escolar de uma forma atraente, simples e criativa, qualquer que seja o público-alvo: alunos, professores, pais, comunidade educativa em geral e/ou parceiros. Terceira Edição do Concurso Todos Contam Está a decorrer a 3.ª edição do “Concurso Todos Contam”, dirigido a Agrupamentos de Escolas e a Escolas não agrupadas, bem como a estabelecimentos de ensino particular e cooperativo e escolas profissionais. Pela 1ª vez o concurso abrange a Educação Pré-Escolar. O regulamento do “Concurso Todos Contam”, a ficha de projeto e o Referencial de Educação Financeira encontram-se disponíveis em: — Área da Educação para a Cidadania, no Portal da Direção-Geral da Educação; — Portal do Plano Nacional de Formação Financeira; — Portal da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I.P.. As candidaturas devem ser submetidas através do endereço eletrónico concurso@todoscontam.pt, até ao dia 16 de outubro de 2014. 7.ª Edição dos prémios do Ensino Secundário Está a decorrer, até 31 de outubro de 2014, o prazo de candidatura à 7.ª edição dos prémios promovidos pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL) com o objetivo de distinguir os melhores alunos que tenham terminado o ensino secundário no ano letivo 2013-2014. Para concorrer aos Prémios Alexandre Herculano (História), Pedro Nunes (Matemática) e Padre António Vieira (Português), os interessados que reúnam as condições exigidas pelo regulamento devem formalizar a sua candidatura junto da ACL.
nota: estas informações são uma transcrição directa do boletim, logo respeitam o ao... infelizmente...!
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à atenção dos professores contratados [e técnicos especializados]... dos vencimentos actuais [tabela completa]... via inforprof...!
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informações [educação]... [comunicado] projecto piloto de bolsa de manuais escolares... via portal do governo...!
"PROJETO-PILOTO DE BOLSA DE MANUAIS ESCOLARES
O Ministério da Educação e Ciência e a Fundação Mapfre apresentam um projeto-piloto relativo à Bolsa de Manuais Escolares, que neste primeiro ano vai beneficiar cerca de 370 alunos dos 5.º e 7.º anos de três escolas da Amadora, Nazaré e Seixal. Esta parceria prevê a reutilização dos manuais escolares a fornecer, a título de empréstimo, a alunos que beneficiam de apoios no âmbito da Ação Social Escolar.
A Escola Básica e Secundária de Mães d'Água, na Amadora, a Escola Básica Amadeu Gaudêncio, na Nazaré, e a Escola Básica Nun'Álvares, no Seixal, são os três estabelecimentos de ensino que vão beneficiar desta iniciativa piloto que, no próximo ano, deverá ser alargada a outras escolas do país. Serão disponibilizados os manuais escolares de Português, Inglês, Matemática e Ciências Naturais, que passam a integrar a Bolsa de Manuais Escolares de cada um dos Agrupamentos. A Bolsa de Manuais Escolares foi criada pelo Ministério da Educação e Ciência através do Despacho n.º 11886-A/2012, de 06 de setembro.
Para a Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar, esta iniciativa vem consolidar o caminho que se tem vindo a trilhar, designadamente de juntar aos projetos educativos e às comunidades educativas a colaboração de empresas que têm presente na sua missão uma grande responsabilidade social.
Aquele diploma estabeleceu a criação e gestão em cada escola, nos termos definidos no respetivo regulamento interno, uma bolsa de manuais escolares destinada a apoiar os alunos carenciados. A bolsa é constituída pelos manuais escolares devolvidos pelos alunos que deles foram beneficiários e que se encontrem em estado de conservação adequado à sua reutilização, de acordo com as especificidades das disciplinas a que respeitam e o tipo de utilização para que foram concebidos, bem como por aqueles que sejam doados à escola, designadamente por outros alunos, por intercâmbio entre escolas ou sejam adquiridos com verbas próprias ou, para o efeito, postas à sua disposição por quaisquer entidades públicas ou privadas. Os alunos beneficiários de apoio em manuais escolares, bem como o encarregado de educação do aluno menor, devem conservá-los em bom estado e devolvê-los à escola ou agrupamento.
A apresentação da iniciativa decorreu nos três estabelecimentos de ensino."
O Ministério da Educação e Ciência e a Fundação Mapfre apresentam um projeto-piloto relativo à Bolsa de Manuais Escolares, que neste primeiro ano vai beneficiar cerca de 370 alunos dos 5.º e 7.º anos de três escolas da Amadora, Nazaré e Seixal. Esta parceria prevê a reutilização dos manuais escolares a fornecer, a título de empréstimo, a alunos que beneficiam de apoios no âmbito da Ação Social Escolar.
A Escola Básica e Secundária de Mães d'Água, na Amadora, a Escola Básica Amadeu Gaudêncio, na Nazaré, e a Escola Básica Nun'Álvares, no Seixal, são os três estabelecimentos de ensino que vão beneficiar desta iniciativa piloto que, no próximo ano, deverá ser alargada a outras escolas do país. Serão disponibilizados os manuais escolares de Português, Inglês, Matemática e Ciências Naturais, que passam a integrar a Bolsa de Manuais Escolares de cada um dos Agrupamentos. A Bolsa de Manuais Escolares foi criada pelo Ministério da Educação e Ciência através do Despacho n.º 11886-A/2012, de 06 de setembro.
Para a Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar, esta iniciativa vem consolidar o caminho que se tem vindo a trilhar, designadamente de juntar aos projetos educativos e às comunidades educativas a colaboração de empresas que têm presente na sua missão uma grande responsabilidade social.
Aquele diploma estabeleceu a criação e gestão em cada escola, nos termos definidos no respetivo regulamento interno, uma bolsa de manuais escolares destinada a apoiar os alunos carenciados. A bolsa é constituída pelos manuais escolares devolvidos pelos alunos que deles foram beneficiários e que se encontrem em estado de conservação adequado à sua reutilização, de acordo com as especificidades das disciplinas a que respeitam e o tipo de utilização para que foram concebidos, bem como por aqueles que sejam doados à escola, designadamente por outros alunos, por intercâmbio entre escolas ou sejam adquiridos com verbas próprias ou, para o efeito, postas à sua disposição por quaisquer entidades públicas ou privadas. Os alunos beneficiários de apoio em manuais escolares, bem como o encarregado de educação do aluno menor, devem conservá-los em bom estado e devolvê-los à escola ou agrupamento.
A apresentação da iniciativa decorreu nos três estabelecimentos de ensino."
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