domingo, 28 de outubro de 2012

notícia... [novamente na baila... o que não é de admirar...!]... 'burnout' afecta professores e alunos... no público...!


título... [e para ajudar à 'festa']... os socialistas ainda têm de pedir desculpas [claro... nada mais do que o óbvio...!]... para introduzir uma entrevista a manuel maria carrilho... no cm...!


reforma profunda do estado... [e conta com que bases de apoio...?]... da opinião[secção sim e não] e de uma sondagem [pelas 15.00]... no cm...!



título... [do historicismo...?]... reforma profunda do estado até 2014 [agora pergunta-se... o que é feito do premac, do livro verde das autarquias locais, etc...?]... no público...!


relatório... provas de aferição do 1º ciclo [matemática]... via gave...!

sábado, 27 de outubro de 2012

para não esquecer... mudança para a hora de inverno... via expresso...!



vídeo... (dos) telescópios... de engenharia num minuto... na feup tv...!


crónica... pela boca morreu passos... de santana castilho... no público...!

"O orçamento de Estado para 2013 quer tapar à bruta três enormes buracos: um enorme buraco resultante de uma enorme derrapagem do orçamento de 2012; um enorme buraco orçamental previsto para 2013; e um enorme buraco que resultará de uma enorme derrapagem na execução de 2013, prevista por antecipação, passe a redundância, no próprio orçamento de 2013. Com efeito, lá estão alguns milhares de milhões de “almofada”: para uma receita que, embora orçamentada, não será cobrada; para responder ao desemprego que esconde; e para suprir um corte na despesa que, embora orçamentado, acabará por não ser feito. Com 3 milhões de pobres e os restantes exaustos pelo confisco fiscal, com o PIB a cair entre 2,8 e 5,3 por cento (FMI dixit), só fanáticos suicidas orçamentam assim. É preciso pará-los. 

A credibilidade técnica de Vítor Gaspar foi um mito com pés de barro. Estimou que as receitas do IVA subiriam 11,6 por cento e acabaram caindo 2,2. Previu, em Março passado, que o encargo do Estado com o desemprego cresceria 3,8 por cento e, em Agosto, já ia em 23. O consumo público contraiu 3,2 por cento em 2011 e a Comissão Europeia estima que contraia 6,2 este ano. O consumo privado caiu 4,2 por cento em 2011 e a CE prevê que caia 5,9 este ano. E Gaspar ignora, quando orçamenta e taxa. E ignora o Tribunal Constitucional. E volta a ignorar, com arrogância e desprezo, o presidente da República e o próprio FMI. Ignora tudo e todos. E ignora o “melhor povo do mundo”, que esmaga com impostos em 2013. 

Mas a credibilidade política de Passos Coelho não vai melhor. Em Novembro de 2010, Passos Coelho clamou para o país uma “nova cultura de responsabilidade”, num jantar partidário em Viana do Castelo, promovido pelo PSD de Barcelos. Da sua intervenção saltou para o debate público, via Lusa, a defesa que fez da necessidade de responsabilizar os políticos, civil e criminalmente, por aquilo que fazem. “Quem impõe tantos sacrifícios às pessoas e não cumpre, merece ou não merece ser responsabilizado civil e criminalmente pelos seus actos?”, perguntou então Passos Coelho. E, na mesma altura, afirmou: “Se nós temos um Orçamento e não o cumprimos, se dissemos que a despesa devia ser de 100 e ela foi de 300, aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa também têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos e pelas suas acções. … Não podemos permitir que todos aqueles que estão nas empresas privadas ou que estão no Estado fixem objectivos e não os cumpram. Sempre que se falham os objectivos, sempre que a execução do orçamento derrapa, sempre que arranjamos buracos financeiros onde devíamos estar a criar excedentes de poupança, aquilo que se passa é que há mais pessoas que vão para o desemprego e a economia afunda-se…”. 

Quando assim falou, Passos Coelho pensava na Lei 34/87 (crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos), sucessivamente alterada em 2001, 2008 e 2010 (leis 108, 30 e 41, respectivamente). O que Passos disse de outros caiu-lhe agora em cima. Porque não cumpriu nada do que prometeu e porque falhou grosseiramente os objectivos orçamentais, Passos disse que Passos deve ser responsabilizado civil e criminalmente. Passos morreu pela boca de Passos. 

A obsessão de Gaspar e Passos para iludirem o óbvio, substituindo a racionalidade básica pela fé dos alienados, matou-os. O velório virá logo que Portas acabe de tirar as fotocópias. 
É óbvio que o problema de Portugal, sendo a dívida grande, não é a dívida. É a ameaça de não a poder pagar, com uma economia que não cresce e um desemprego imparável. 

É óbvio que chegámos aqui empurrados por gente trapaceira, protegida por uma justiça injusta. 


É óbvio que só a promoção do investimento produtivo, o aumento do que vendemos lá fora, a diminuição do que compramos cá dentro e a recondução do Estado ao seu papel de árbitro justo de interesses opostos nos poderá arrancar às garras de uma máfia de especuladores e agiotas, a que alguns chamam mercado. 


É óbvio que esta austeridade não muda o futuro

A nossa democracia (e a democracia da Europa, importa sublinhá-lo) resume-se a rituais eleitorais, cada vez menos concorridos, que sujeitam a vida pública a modernas formas de ditadura. Guardadas as urnas, os pilares da democracia (a informação e a participação) são amordaçados e domados pelos vencedores, que passam o ciclo a bramir a legitimidade que o voto lhes conferiu. Mesmo que a tenham perdido grosseiramente, por fazerem o contrário daquilo que prometeram quando o disputaram. Mesmo que a mentira sem pudor se lhes cole à cara sem vergonha. Passos Coelho é um belo exemplo do que afirmo. Dificilmente encontramos quem mais gravemente tenha ferido a confiança dos que acreditaram nele."

editorial... um governo abaixo do limiar da vergonha... [da irrisão]... no público...!


crónica... [na sequência da entrada anterior]... a era do homem nervoso... de pedro lomba... no público...!


opinião... [por via de uma sentença condenatória em itália]... condenar a ciência... de francisco gonçalves... no cm...!


ilustração... cor e padrões... de jill lewis...!




aqui.

crónica... [para descomprimir]... a zombificação da minha pessoa... de joão miguel tavares... no cm domingo...!


título... [(ainda) não me incluo na 'lista'... mas é caso para pensar... mais pela 'saúde' física e mental... do que pela financeira...!]... 30% dos tabagistas admite deixar de fumar com o aumento dos preços... no destak...!


no destak [da edição em pdf].

título... [depois de lagarde... agora 'chegam-se à frente'...?]... reestruturar a dívida...?... no expresso economia...!


título... coligação discute orçamento [agora... é que querem ser pró-activos com a troika...!]... no público...!


título... [o país está a saque... 4]... juros da dívida voltam a subir... no expresso economia...!


título... [o país está a saque... 3]... novos escalões do irs... no expresso economia...!


título.... [o país está a saque... 2]... 'autoridades' travam 'venda' de ouro para empréstimos... no dn...!


título... [o país está a saque... 1]... estado social sob 'ataque'... no expresso...!


título... [vais voltar a estudar... ó relvas...!]... no expresso...!


legislação... da educação... e da regulamentação da constituição e funcionamento da bolsa de avaliadores externos [add]... via dre...!

despacho normativo 24 2012_ de 26 outubro_regulamento para a constituição e funcionamento da bolsa de avaliadores externos [add]

legislação... da educação... (da) definição dos parâmetros da dimensão científica e pedagógica para a avaliação 'externa' [add]... via dre...!

despacho 13981 2012_ de 26 outubro_definição dos parâmetros da dimensão científica e pedagógica_ para a avaliação 'externa' [add]

leituras... [da educação]... (relatório) apuramento do custo médio por aluno... via tribunal de contas...!

relatório... provas de aferição do 1º ciclo [língua portuguesa]... via gave...!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

opinião... [a educação em trocas de mimos]... réplica de guilherme valente... no expresso...!


ela estende-se pelo 'de rerum natura'...

legislação... da educação [na senda da (r)add...!]... despacho normativo 24/2012... regulamenta a constituição e funcionamento da bolsa de avaliadores externos... via dre...!


legislação... da educação... [novas da (r)add... as coisas vão aquecer...?]... despacho 13981/2012... definição dos parâmetros da dimensão científica e pedagógica, para a avaliação 'externa'... via dre...!


opinião... da educação... e da escola hoje... nas palavras de joaquim azevedo...!

"Em idas a escolas e em conversas com alguns colegas professores e diretores de escolas/agrupamentos tenho-me dado conta de que se está a acentuar um movimento de atrofia da capacidade de as escolas se regenerarem para levarem por diante a sua muito difícil missão de educar todos os portugueses. E que esta tendência vai a par do reforço de uma escola seletiva, com base no nível socioeconómico e cultural das famílias e das crianças e jovens.

Quais são os dados que me conduzem a esta conclusão? Vários, mas destaco aqui apenas dois.

1. O agrupamento forçado entre escolas, com a decapitação de importantes lideranças, construídas através de longos anos de trabalho persistente e muito sério. Estas têm sido substituídas, muitas vezes, por lideranças “sopradas” por dirigentes partidários locais à direção político-administrativa do MEC, lideranças em que raramente a competência acompanha a “partidarite”. Primeiro, o processo de agrupamento de escolas não tinha que ser este. E este é o ponto mais importante. É preciso que haja outros cenários em cima da mesa, que se estudem outros modelos de reorganização da administração da educação, para que nos momentos certos não fiquemos nem prisioneiros nem apáticos diante de movimentos políticos deste tipo (como infelizmente se viu nos últimos quatro anos! Porquê tamanha apatia dos professores e dos diretores, que tão tropedeados foram na sua dignidade?).

Como tenho repetido, o necessário agrupamento administrativo entre escolas, que urge realizar porque não só não temos recursos para tanta desorganização e duplicação de funções, como podemos ganhar em articular níveis de ensino e diferentes tipos de escolas, em cada comunidade local, não tem de conduzir à decapitação das lideranças pedagógicas das unidades escolares existentes, antes pode e deve aproveitá-las e criar novas. Segundo, o agrupamento de escolas podia ter ido muito mais fundo e longe em termos de reorganização e agrupamento de funções administrativas e financeiras de escolas, em municípios e agrupamentos de municípios, indo mais fundo e mais longe em reforço das lideranças pedagógicas muito descentralizadas nas escolas.

O nosso país é pródigo em deitar fora a criança com a água do banho, pensando que está a ir sempre em frente, cheio de entusiasmo político-partidário, empurrando o país para... trás. Estas novas governações administrativo-pedagógicas, promovendo fusões incompreensíveis e desnecessárias (diz a literatura da gestão que uma fusão entre duas empresas é um dos processos mais lentos e com mais escolhos), restringe e seca tanto caminho percorrido e bem percorrido. Pelo menos que se abram concursos públicos, que os processos sejam transparentes! Mas não há necessidade nenhuma de se percorrer este caminho! A política define-se por fazer escolhas e não por aceitar inevitabilidades! Aliás, com tantas inevitabilidades nos querem os mais variados poderes confrontar, que o espaço para respirar em democracia começa a ficar mais exíguo.

A atrofia é evidente: cada vez mais o procedimento administrativo se sobrepõe ao pedagógico e ambos se desarticulam, ao mesmo tempo que as lideranças escolares tendem a enquadrar-se em cadeias de clientelismo, em vez de cadeias de compromissos solidários entre os profissionais e as famílias em prol do bem educacional comum.

2. A seletividade crescente que se está a operar nas escolas públicas, uma seletividade que, em nome do proclamado mérito escolar, deixa de fora os mais pobres, os que vêm de meios familiares sem cultura escolar, os que não aprendem ao ritmo do mainstream, do proclamado politicamente correto.

Vejam-se os efeitos dos rankings, promovidos pelo MEC, que descontextualizam resultados escolares dos contextos da sua produção, veja-se o reforço das “novas vias” vocacionais e profissionais, proclamadas como as vias para os alunos que reprovam e repetem, para os que não são inteligentes, como dizia por estes dias publicamente um diretor escolar.

O problema nunca são as medidas em si, elas até podem vir carregadas de bondade, mas estão cheias de sinais, bem visíveis, de uma convicção que é muito bem apreendida pela sociedade portuguesa: a escola pública não produz melhores resultados escolares porque há pobres e porque há famílias que não detêm o capital cultural necessário para acompanhar e estimular os seus filhos e porque isso é um aborrecimento e porque contra isso nada há a fazer. Se a minha escola quer continuar a ser bem vista no seu contexto (porque quem determina em grande medida o modo que ela se vê são os líderes e estes são letrados e, em geral, os que chegaram ao topo da hierarquia escolar), tem de selecionar os seus alunos, por ação ou por omissão, às claras ou subrepticiamente.

Se pudéssemos, se não fosse assim tão politicamente incorreto, repúnhamos de pé os antigos liceus e reforçávamos as antigas escolas técnicas, industriais e comerciais, e até criávamos um terceiro tipo de escolas, “muito mais práticas”, como me dizem, escolas para os bárbaros que agora chegam às escolas. Tudo isto apenas porque... a escola pública realmente se democratizou, em termos de acesso, e isso bastou para nos deixar institucionalmente atarantados e com as cabeças confusas.

Não nos apercebemos que a democracia avançou mais nas palavras e em parte dos atos, por exemplo na abertura das escolas a todos, do que avançou nas nossas mentalidades, desde os dirigentes políticos até aos dirigentes das escolas. Falta-nos, além de abrir a escola a todos, abri-la a cada uma e a cada um, tornando a sua escolarização efetiva. Falta-nos cumprir uma parte essencial de uma escola pública verdadeiramente democrática. E então, resolvemos desistir a meio, andar com a democracia para trás, diante de algumas adversidades, como a da falta de recursos financeiros. E então, desatámos a fazer da escola pública a escola seletiva, em nome de uma meritocracia tacanha e dominante, baseada na exclusão de uma parte dos cidadãos, exclusão referenciada a um grupo cultural e a um único tipo de excelência. Melhor, uns têm direito a uns benefícios, diríamos mais ampliados, outra a outros, mais curtos.

Desculpem esta crueza e simplicidade, mas é escandaloso o que se passa diante dos nossos olhos, feito pela mão de tantos colegas, muito dedicados à escola e convictamente democratas, tão atarantados como eu e como todos nós. É preciso parar para pensar e não entrar, deste modo acrítico e sempre urgente, para dentro da voragem do que acontece e do que nos é dito que tem de ser assim e que tem de ser para já; porque pode suceder que, de um momento para o outro, acordemos a fazer exatamente o que dizemos a nós mesmos, ao adormecer, que nunca faremos. E até se pode dar o caso de isto mesmo já estar a acontecer.

A ditadura da urgência, se passa por cima das pessoas concretas e das suas instituições, dita o que é menos importante e até muito facilmente o que é nocivo para elas.

Não basta proclamar todas as noites, em reuniões públicas, a defesa da escola pública e democrática. É preciso construi-la, à luz de cada dia, dia após dia, com as pessoas concretas e dando especial atenção e cuidado, em particular, aos alunos mais pobres, aos que não sabem bem ao que andam, dentro das nossas escolas, aos que vagueiam por ali porque tem de ser, aos que dizem que não querem estudar. A grande maioria das nossas escolas são boas escolas e com bons profissionais, por vezes com fracas lideranças (que se podem e devem substituir, decididamente e com decência), por isso, o cuidado para com estes alunos, criando os melhores percursos educativos para cada um, faz-se e é possível, sem criar mais vias e enunciar mais estigmas, pois facilmente se transformam em condenações públicas à subserviência.

Não há portugueses de segunda, nem a escola pública pode estar ao serviço da sua consagração; só há portugueses de primeira e as escolas públicas têm de estar aptas a todos consagrar. Para tal, tem de tratar diferentemente os diferentes, porque todos são capazes e porque para cada um há níveis de excelência a desenvolver. A escola pública não é a escola que diz dar muito a todos e que acaba por dar pouco a muitos.

Não me venham com as histórias de que nos impõem turmas assim e assim, de que isto é muito bonito na teoria, mas na prática, de que “se visse o raio de alunos que eu tenho na sala”...porque de bons e imensos alibis está a degradação da escola pública cheia! Conheço muitas escolas públicas que acolhem todos e promovem cada um! São escolas como as outras, no sentido de que estão sujeitas às mesmas normas e aos mesmos ditames da tutela, que tudo tutela e tanto atrapalha! Não são escolas como as outras, no sentido em que têm outras lideranças, focam a sua missão em outras prioridades e objectivos e ações, fazem um enorme esforço em partilhar estes processos entre todos os atores da escola e da comunidade, mobilizam o trabalho em equipas docentes, pedem ajuda externa para suprir as competências que sabem que não têm, lutam anos a fio por essas prioridades e objectivos, humilde e persistentemente, melhorando em cada ano os seus resultados, enquanto escolas abertas a todos e promotoras de cada um.

São estas escolas, tão pequeninas e esquecidas como a de Beiriz (Póvoa de Varzim) e de Estremoz (entre muitas outras), que dão corpo a programas nacionais, aprovados e incentivados pelo MEC, de promoção do sucesso escolar, que estão agora a ajudar a melhorar os processos educativos em muitas outras escolas; são estes, os processos, não mais vias e mais exames, que podem vir a melhorar os resultados escolares. E estes não melhoraram naquelas duas escolas (e em muitas outras) pelo incremento da asfixia pedagógica. Será que isto, tão prático e concreto, não nos ajuda a ver qual é o caminho? Será que o melhor caminho, neste tempo de crise, é a atrofia pedagógica das escolas? Os tempos de crise são (queremos que sejam) os tempos em que é melhor a escola pública e democrática entrar de férias, desistir do essencial?

Já é tempo, neste campo como em outros, de nos deixarmos de discursos épicos sobre a escola pública e de deitarmos (continuarmos a deitar) os pés ao caminho, humildemente e em equipas fortes, aqui e ali, serenamente e sem pressas, cada vez em mais locais e com mais parceiros. Porque uma escola para cada um não tem nada de épico, não enche os olhos dos eleitores, dá muito mais trabalho, ... mas vale bem toda uma vida!"

daqui.

opinião... (d)o mito da culpa... [que não é minha com certeza...!]... de fernanda palma... no cm...!


crónica... (d)as turbo-mães... de daniel sampaio... no público 2...!


notícia... cada aluno custa ao estado 50 mil euro... no cm...


daqui.

pintura... de jaime braz...!


daqui.

crónica... [por via do 'poortugal']... boretugal... de miguel esteves cardoso... no público...!


cinema... uma lista de 50 filmes a ver [assinalei aqueles que me lembro de ter visto... na dúvida, não assinalei...!]... no expresso atual...!


opinião... oportunidades na lusofonia... de ana côrte-real... no oje...!


citando... [e em linha com os projectos de 'estado mínimo']... premonições liberais... de vítor gaspar... no oje...!



no oje [da edição em pdf].

leituras... da importância da escrita [hoje... mais do que nunca, diria eu...!]... de philip hensher... via the observer...!

"About six months ago, I realised that I had no idea what the handwriting of a good friend of mine looked like. I had known him for over a decade, but somehow we had never communicated using handwritten notes. He had left voice messages for me, emailed me, sent text messages galore. But I don't think I had ever had a letter from him written by hand, a postcard from his holidays, a reminder of something pushed through my letter box. I had no idea whether his handwriting was bold or crabbed, sloping or upright, italic or rounded, elegant or slapdash.

It hit me that we are at a moment when handwriting seems to be about to vanish from our lives altogether. At some point in recent years, it has stopped being a necessary and inevitable intermediary between people – a means by which individuals communicate with each other, putting a little bit of their personality into the form of their message as they press the ink-bearing point on to the paper. It has started to become just one of many options, and often an unattractive, elaborate one.
For each of us, the act of putting marks on paper with ink goes back as far as we can probably remember. At some point, somebody comes along and tells us that if you make a rounded shape and then join it to a straight vertical line, that means the letter "a", just like the ones you see in the book. (But the ones in the book have a little umbrella over the top, don't they? Never mind that, for the moment: this is how we make them for ourselves.) If you make a different rounded shape, in the opposite direction, and a taller vertical line, then that means the letter "b". Do you see? And then a rounded shape, in the same direction as the first letter, but not joined to anything – that makes a "c". And off you go.

Actually, I don't think I have any memory of this initial introduction to the art of writing letters on paper. Our handwriting, like ourselves, seems always to have been there.

But if I don't have any memory of first learning to write, I have a clear memory of what followed: instructions in refinements, suggestions of how to purify the forms of your handwriting.

You longed to do "joined-up writing", as we used to call the cursive hand when we were young. Instructed in print letters, I looked forward to the ability to join one letter to another as a mark of huge sophistication. Adult handwriting was unreadable, true, but perhaps that was its point. I saw the loops and impatient dashes of the adult hand as a secret and untrustworthy way of communicating that one day I would master.

There was, also, wanting to make your handwriting more like other people's. Often, this started with a single letter or figure. In the second year at school, our form teacher had a way of writing a 7 in the European way, with a cross-bar. A world of glamour and sophistication hung on that cross-bar; it might as well have had a beret on, be smoking Gitanes in the maths cupboard.

Your hand is formed by aspiration to the hand of others – by the beautiful italic strokes of a friend which seem altogether wasted on a mere postcard, or a note on your door reading "Dropped by – will come back later". It's formed, too, by anti-aspiration, the desire not to be like Denise in the desk behind who reads with her mouth open and whose writing, all bulging "m"s and looping "p"s, contains the atrocity of a little circle on top of every i. Or still more horrible, on occasion, usually when she signs her name, a heart. (There may be men in the world who use a heart-shaped jot, as the dot over the i is called, but I have yet to meet one. Or run a mile from one.)

These attempts to modify ourselves through our handwriting become a part of who we are. So too do the rituals and pleasurable pieces of small behaviour attached to writing with a pen. On a finger of my right hand, just on the joint, there is a callus which has been there for 40 years, where my pen rests. I used to call it "my carbuncle". "Turn right" someone would say, and I would feel the hard little lump, like a leather pad, ink-stained, which showed what side that was on. And between words or sentences, to encourage thought, I might give it a small, comforting rub with my thumb.

In the same way, you could call up exactly the right word by pen-chewing, an entertainment which every different pen contributed to in its own way. The clear-cased plastic ballpoint, the Bic Cristal, had a plug you could work free with your teeth and discard, or spit competitive distances. The casing was the perfect shape to turn into an Amazonian blowpipe for spitting wet paper at your enemies.

Our rituals and sensory engagement with the pen bind us to it. The other ways in which we write nowadays don't bind us in the same way. Like everyone else, I write a lot on a computer, and have done for more than 20 years. I can identify the exact moment of my transition from writing with pen on paper to using a keyboard. It was when I submitted the first chapter of my PhD to my supervisor at Cambridge University, in 1987. I had handwritten it, not affectedly, but just because that was how I had always written essays. He marked it, sighed, handed it back and said: "In future, could you just type your work?" I did so, graduating inevitably from typewriter to computer. But in all that time, I haven't yet evolved many warm sensations towards the object, being unable to suck it or regard it as a direct extension of my being, like a pen. The pen has been with us for so many millennia that it seems not just warm but almost alive, like another finger: "The moving finger writes, and having writ, moves on," Omar Khayyám writes in Edward FitzGerald's translation, and everyone knows what is meant.

Those other writing apparatuses, mobile phones, occupy a little bit more of the same psychological space as the pen. Ten years ago, people kept their mobile phone in their pockets. Now, they hold them permanently in their hand like a small angry animal, gazing crossly into our faces, in apparent need of constant placation. Clearly, people do regard their mobile phones as, in some degree, an extension of themselves. And yet we have not evolved any of those small, pleasurable pieces of behaviour towards them that seem so ordinary in the case of our pens. If you saw someone sucking one while they thought of the next phrase to text, you would think them dangerously insane.

We have surrendered our handwriting for something more mechanical, less distinctively human, less telling about ourselves and less present in our moments of the highest happiness and the deepest emotion. Ink runs in our veins, and shows the world what we are like. The shaping of thought and written language by a pen, moved by a hand to register marks of ink on paper, has for centuries, millennia, been regarded as key to our existence as human beings. In the past, handwriting has been regarded as almost the most powerful sign of our individuality. In 1847, in an American case, a witness testified without hesitation that a signature was genuine, though he had not seen an example of the handwriting for 63 years: the court accepted his testimony.

Handwriting is what registers our individuality, and the mark which our culture has made on us. It has been seen as the unknowing key to our souls and our innermost nature. It has been regarded as a sign of our health as a society, of our intelligence, and as an object of simplicity, grace, fantasy and beauty in its own right. Yet at some point, the ordinary pleasures and dignity of handwriting are going to be replaced permanently.

The question is: should we even care? Should we accept that handwriting is a skill whose time has now passed, or does it carry with it a value that can never truly be superseded by the typed word? Sometimes, however, it does matter in the most brutal economic or human sense. This has been true even before the invention of the internet transformed everything. American Demographics claimed that bad handwriting skills were costing American business $200m in 1994. Thirty-eight million unreadable letters couldn't be delivered. Kodak said that 400,000 rolls of films couldn't be returned because names and addresses were illegible. Does it still matter now that there is no film-development industry any more and not so many hand-addressed envelopes to misread? Well, in 2000, a US court awarded $450,000 to the family of a Texas man who died after a pharmacist misread the doctor's handwritten prescription. In a 2005 Scottish case, the court heard that the handwriting of a staff nurse called Fiona Thomson in Airdrie, Lanarkshire was so appalling that a colleague misread an instruction to give four units of insulin for 40. The patient, Moira Pullar, died, and the nurses and hospital were savagely criticised by the judge at the inquest.

Repeated anecdotal evidence suggests, however, that few people now believe that handwriting is something that ought to be improved in the interests of communication. What does it matter if your aunt's birthday card gets lost in the post? All these cases are arguments for the printed prescription, ordering everything over the internet with typed details, never setting pen to paper.

In this world, we understand that people will write exclusively on keyboards. When such people are forced, by rare circumstance, to write a letter by hand, do we forgive the ugly confusion on paper made by those who have taken the decision, or had the decision forced on them, not to write by hand any more? Some recent public episodes suggest that this isn't yet the case. We seem to believe both that handwriting doesn't matter, since everyone types, and that when people do write a handwritten letter, it ought to be elegant, graceful and well practised.

A Grenadier Guardsman, Jamie Janes, was killed in Afghanistan by a bomb on 5 October 2009. In the days following his death, the then prime minister, Gordon Brown, wrote to Jamie's mother. When Mrs Janes received the letter, she, horrified, took it straight to the newspapers. Brown had written the letter in his usual felt-tip pen. It was filled with spelling mistakes which gave the impression that it was dashed off in haste, without much care – "Dear Mrs James, It is with the greatst of sadness that I write to offer you and you family my personal condolencs on the death of your son, Jamie. I hear from colleagus…" Perhaps still more frightening was Brown's handwriting, which not many people, probably, had seen. It leant backwards; it was printed and joined randomly; there were no real upstrokes or downstrokes. It was not, people said, the handwriting of an educated man.

This was deeply unfair. Brown, as was only half-known at the time and rarely alluded to, was not far from partially sighted. He clearly knew how "condolence" and "colleague" were spelled. This was the letter of someone who had great difficulty in writing by hand for good medical reasons. The poor man was obliged to phone the indignant mother, and turn the whole episode into a discussion of his near-blindness.

Nevertheless, the Brown episode shows that, sometimes, we expect people to write well. In certain circumstances, we deplore bad writing: the bad, ugly, illiterate, ill-formed writing of someone who has never practised writing, never considered that it might be a duty to write in ways which people can read and take some pleasure from. If we expect good writing on elevated occasions, is it not reasonable to expect people to write reasonably well all the time? It is not reasonable to think that people can write terribly, illegibly badly almost all the time and then elevate their handwriting for special purposes. Sometimes, it clearly matters a good deal.

I've come to the conclusion that handwriting is good for us. It involves us in a relationship with the written word that is sensuous, immediate and individual. It opens our personality out to the world, and gives us a means of reading other people. It gives pleasure when you communicate with it. No one is ever going to recommend that we surrender the convenience and speed of electronic communications to pen and paper. Though it would make no sense to give up the clarity and authority of print which is available to anyone with a keyboard, to continue to diminish the place of the handwritten in our lives is to diminish, in a small but real way, our humanity.

In all sorts of areas of our life, we enhance the quality of our lives by going for the slow option, the path which takes a little bit of effort. Sometimes, we don't spend an evening watching Kim Kardashian falling over on YouTube: we read a book. Sometimes, we don't just push a pre- prepared meal into the oven and take it out some time later. We chop and prepare vegetables; we follow a recipe, and we make dinner from scratch, with pleasure. We often do this because we love people, and think they are worthy of our effort from time to time. Sometimes we don't get in a car and get to where we have to go as soon as we possibly can. We open our front doors, and go for a walk in the spring sunshine and feel better for it.

Perhaps that is the way to get handwriting back into our lives – as something which is a pleasure, which is good for us, and which is human in ways not all communication systems manage to be. It will never again have the place in people's lives that it had in 1850. But it should, like good food or the capacity to take a walk, have some place in our lives from which it is not going to be dislodged. I want to know what people are like from their handwriting – friends, intimates, acquaintances, strangers, and people I can never and will never meet. I want everyone to maintain an intimate and unique connection with words and ink and paper and the movement of hand and arm. I want people to write, not on special occasions, but daily.

It seems to be a losing battle. I hear, in talking to people, the claim that they "never write anything" these days. The unconsidered movement away from handwriting is gathering pace, without anyone really deciding to stop. I don't believe that it needs to be like this. We can let handwriting maintain a special place in our lives, if we choose. If someone we knew died, I think most of us would still write our letters of condolences on paper, with a pen.

And perhaps there are other occasions when we still have a choice whether to write with pen and paper or with electronic means, and we should make the right, human choice. I dream of creating a space every day where we write with pen on paper, whether for ourselves or to communicate with other people. I think we would feel happier about ourselves, and I think we would feel more secure in our relationships with those around us. Here are some small suggestions of ways in which we could reintroduce handwriting back into our lives.

1 Handwriting should be taught in schools
This seems obvious. Yet a study in 2006, carried out by London University's Institute of Education, discovered that fewer than half of British primary schools set time aside in a week to teach handwriting. Too much time has been spent discussing what letter forms are best for children to learn. In my opinion, it hardly matters.

2 Enjoy your own handwriting
Start from the good psychic point that you can always value it, because it has so much of you in it.

3 Rediscover the joy of writing by hand, all for yourself
Go and find some writing equipment – a 15p Bic Cristal pen, one black, one red (let's say). Get a couple of pencils – a soft 2B pencil, a hard 2H. A fountain pen, a felt-tip pen, preferably in a garish colour – anything else you can think of. Get some paper – cheap, shiny, ordinary, handmade, recycled, writing paper, nothing remarkable. Just write on it, one sheet after the other.

4 Play with your letterforms
Do you like your handwriting? If not, do something about it. Whose handwriting do you like? Copy it. The other day I was overcome with jealousy at the terrific swoop and hook of a friend's y, and promptly started trying it out on paper. It looked completely absurd. Doesn't matter. Your handwriting is a living thing, or should be – if it looks the same as it did 10 years ago, even, do something about it. Mix it up a bit. After all, do you still have the same haircut that you did 10 years ago?

5 When you go to the supermarket, make a shopping list with a pen on a scrap of paper
Write notes on the kitchen corkboard; enjoy the sensuous pre-Gutenberg quality of the scribbled reminder, to yourself, to your nearest and dearest, to the cleaner. Make lists by hand. Keep a small volume for thoughts and observations, small enough to keep in a pocket or a coat. Great for passing reflections, ideas, plans, recording idle wonderings. There's really nothing nicer than looking back through a notebook full of a year's casual thoughts. I personally don't keep a diary, but who could doubt that a diary, written by hand, is a million times nicer than a bloody blog?

6 Write to other people
Write to people you love, people you like, people you work with. Write postcards. When you go somewhere remotely interesting – when you drop into the National Gallery, when you have a nice day out, when you go away for a weekend or an overnight – find some postcards and send three to your mum and dad, your siblings and nieces, your significant other, your best friend or that old friend you haven't seen for a while. What could be better than to know that you'll be the only nice thing in your old friend's postal delivery that day? Write to your husband or wife or children and tell them that you love them. It will have a lot more impact than a text message.

Here is a story about how handwriting can still be important, and why we shouldn't let it go. In the university where I teach, one undergraduate creative module contains a specific task, a "writer's notebook". The students have to make notes on all sorts of things – observations, passing fancies, plot ideas, scribbled asides, as well as sketches and drafts of poems, short stories, perhaps bits of drama. When I explain this task to the students, invariably someone says, "Can I type it all on the computer and hand it in because I can't write any other way?" I give in, having been instructed that I have to, but I do encourage students to write as much as they can by hand. It makes you think, I say. It looks less permanent. It has more of you in it. Most students, even now, take this advice and do produce volumes which are full of work written by hand, notes and thoughts and inventions both casual and highly developed. When they have been a student's constant companion over four months or so, they are, I have to say, a total joy.

Last month a student of mine died, quite suddenly. It was a terrible shock to everyone who knew her: she was a grand girl all round. She had done this module, and had produced a fat notebook in which every word was written by hand – you would recognise her handwriting as soon as you knew her. It bulged with invention, and cutouts, and marginalia, and massive crossings-out, and all manner of things. After I heard that she had died, I went down to the cellar where these things are stored and extracted her writer's notebook from the archive.

It was just full of her. You could see where her pen had moved across the page, only months before; you could see her good creative days and the days where nothing much had come; you could see what she had written quickly, in inspiration, and the bits she had gone over and over. I only taught her, but I was moved by it, and felt a connection with the poor girl, whom I had liked a great deal.

The department in which I work had created great difficulties in letting me see it at all. Administrators who had never met the girl had pretended that it was locked up and could not now be unlocked. Looking at it, I could understand why it had created such nervousness in them. It frightened people who were frightened of literature, and humanity, and the texture of life. Written at length, in hand, it just was my student. Some part of the writer's spirit had passed into the handwriting, and had stayed there. Her humanity and her hand overlapped, and something remained, indelibly, in these physical traces.

Extracted from The Missing Ink: The lost art of handwriting (and why it still matters) by Philip Hensher (Macmillan)"

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

vídeo... (das) pontes em arco... de engenharia num minuto... na feup tv...!

opinião... vinculação?... de [da fenprof...?] mário nogueira... no cm [correio da educação]...!

"A proposta de vinculação de professores, apresentada pelo MEC, não vai ao encontro da indispensável estabilidade que os professores, como qualquer trabalhador, necessitam de ter num exercício profissional em que a ‘matéria-prima’ com que lidam são crianças e jovens.


A proposta não respeita as normas do código de trabalho, que tem limites para o recurso à contratação a termo, e ignora a diretiva comunitária sobre a matéria.

Ao estabelecer um número de dias absolutamente aleatório (3600), não para vincular mas para ser candidato a um concurso cujo número de vagas será estabelecido, direta ou indiretamente, por Vítor Gaspar, o MEC faz batota. Até poderia ter adotado o tempo de serviço previsto na lei geral do trabalho, pois apenas vinculariam os que fossem autorizados pelas finanças. Há outras normas propostas que não contribuem para a estabilidade anunciada, sendo exemplo o âmbito nacional da candidatura ou a nula implicação numa carreira que se encontra bloqueada. Frustração? Desilusão? Nada disso… Apenas mais um rato prestes a sair da montanha que não implode."

daqui.


crónica... (do) obviamente, contra... de paulo morais... no cm...!

"A terem um pingo de vergonha, os deputados do PSD e do CDS terão de votar contra o Orçamento de Estado de 2013 (OE 2013). Esta é a única atitude aceitável, uma vez que se candidataram com um programa eleitoral exactamente oposto ao confisco fiscal que Vítor Gaspar pretende aplicar. O objectivo do ministro das Finanças é indisfarçável: tentar arrecadar o máximo de impostos aos cidadãos e às empresas, para, por um lado, tentar baixar o défice e, por outro, continuar a alimentar os privilégios dos poderosos que se lambuzam com os dinheiros do estado.

São estes os protegidos de Gaspar que, além de abocanharem os recursos públicos, são poupados a esta fúria fiscal. O património imobiliário dos especuladores está titulado em fundos isentos de IMI e IMT, as fundações fantasma dos milionários estão dispensadas de pagar o IMI, IRC, imposto automóvel e de circulação. E até os rendimentos de capital são tributados a níveis bem inferiores aos do trabalho.

Quanto ao resto, Gaspar tributa em tudo o que mexe. O trabalho é penalizado com o aumento de IRS, o que terá como consequência imediata o fim da classe média; Gaspar martiriza o consumo com taxas de IVA obscenas, acarretando falências em massa, em particular na área da restauração. O património habitacional é fustigado com o aumento do IMI, arruinando os orçamentos familiares dos que, de forma imprevisível, vêem os seus encargos aumentar, justamente quando os rendimentos diminuem.

Os deputados da maioria estão pois obrigados a combater este terrorismo fiscal. Os do PSD porque, em campanha eleitoral, recusaram liminarmente qualquer aumento de impostos. O caso dos parlamentares centristas é ainda mais grave, porquanto recentemente o líder do seu partido assumiu que a carga fiscal é insuportável e qualquer agravamento seria inadmissível. Se, violando o mandato que receberam do povo, os parlamentares centristas e social-democratas aprovarem o OE 2013, perceber--se-á que estes cavalheiros não dispõem de vontade própria. São assim marionetas das direcções partidárias a quem devem o mandato e, o que é mais grave, instrumentos dos intocáveis, esses malditos poderosos que se continuarão a alimentar dos despojos da nossa tortura fiscal."

opinião... comentadores aparecem mais que governantes [vá-se lá perceber porquê...!]... de eduardo cintra torres... no cm...!


efeméride... por via do concílio vaticano II... de frei bento domingues... no público...!


curiosidades... dos números... a dívida de portugal... via cm...!

a dívida em % do pib...

administração pública.................................. 137, 0 %

administração pública e empresas públicas... 148,2 %

empresas privadas...................................... 182, 5 %

famílias...................................................... 101, 2 %

total global [2+3+4]..................................... 432, 0 %

fonte... cm, edição impressa.

desenho... de diário gráfico... no mercado de rio grande... de geraldo roberto da silva...!


daqui.

'enologia'... 10 mitos sobre os vinhos... de joão paulo martins... no expresso revista...!


'enologia'... guia de vinhos para 'tótós'... de joão paulo martins... no expresso revista...!


'dicas'... faça uma alimentação saudável... sem esquecer o café [é sempre bom relembrar...!]... de joana silvério marques... no oje...!


no oje [da edição empdf].

notícia... [agora já 'sabem' reclamar... mas será que sabem 'agir'...?... e, para além disto, não se podem 'processar'...?]... directores culpam o mec [espero processos disciplinares... em conformidade...!]... no público...!


título... [só pode continuar a ser a piada do dia...] do recuo em toda a linha do governo (?)... agora 'só' cortam 6% no subsídio de desemprego... [e os cortes são equitativos?... 6% para 'todos'...!]... no público...!