segunda-feira, 28 de março de 2016

'contra os vícios, marchar, marchar'...

acabei de chegar de mais uma consulta...

e tenho razões para estar, mais ou menos, satisfeito... tensão dentro dos padrões expectáveis, peso controlado se bem que com mais dois kg. (desde jan.) e níveis de oxigenação a subir...


faz 45 dias que não toco num cigarro.

amém...


nota - hoje não publico mais nada nem tenho nada preparado para entrar a determinadas horas...

continuando o dia... [cada vez ] mais libertário...!



no público...

a começar o dia... a relembrar a chamada de atenção de ontem, numa capa de jornal...!




no público...


e já agora deixo a ligação para as respostas que os pais deram sobre o assunto:


As respostas dos leitores sobre TPC


O PÚBLICO lançou este desafio aos leitores: Se tiver filhos a estudar no 1.º ciclo, fica aqui o apelo à sua colaboração: quantos trabalhos para casa lhes foram passados na escola para realizar durante as férias da Páscoa? Recebemos cerca de 50 respostas. Ei-las na íntegra, por ordem de chegada.

Adriano Miranda

domingo, 27 de março de 2016

'iacentem, et consurgens ...' *



* como as minhas bases de latim são muito fracas tenho que me sujeitar ao tradutor do google, mas vou escolhendo as combinações que me soam melhor...
logo peço desculpa se houver erros. 


nota - Vittorio Angini [g+] 2016_title 'Crucifixion of Christ' [27 mar]

sexta-feira, 25 de março de 2016

ontem foi dia do estudante... portanto vamos lá a aprovar mais umas medidas todas bonitinhas...!

2016-03-24 às 14:46

 

COMUNICADO DO CONSELHO DE MINISTROS DE 24 DE MARÇO DE 2016 - DIA NACIONAL DO ESTUDANTE



"Em 1987, a Assembleia da República proclamava o dia 24 de março como Dia Nacional do Estudante, em homenagem ao movimento estudantil que lutou, no contexto da Crise Académica do início dos anos sessenta, pela paz e pelo direito universal à educação, no anseio pela construção de um país livre, justo e democrático.
O XXI Governo Constitucional celebra o Dia Nacional do Estudante reiterando os compromissos programáticos que estabeleceu no sentido de dar prioridade à educação, à ciência e ao conhecimento como pilares-chave para retomar o caminho do progresso, do desenvolvimento e da igualdade e de garantir a democratização do acesso ao conhecimento, em todos os níveis de ensino e em todas as gerações.
Assim, o Conselho de Ministros aprovou um conjunto de diplomas que vêm reafirmar a centralidade atribuída à educação e à ciência, procurando a valorização das pessoas e a afirmação da sociedade do conhecimento. Nesse sentido, foram aprovadas medidas destinadas a reforçar a promoção da cidadania e da inclusão, o fomento das qualificações e do emprego e a modernização produtiva.
1. O Conselho de Ministros apreciou um conjunto de medidas que visam fomentar a cidadania, a inclusão e a participação dos estudantes nos vários graus de ensino.
  • Concretizando o Programa do Governo no que respeita ao combate ao insucesso escolar, foram aprovadas as linhas gerais do Programa Nacional de Promoção de uma Melhor Escola para todos os Alunos e a constituição de uma «Estrutura de Missão para a Promoção do Sucesso Escolar», de natureza científica e de acompanhamento e proximidade aos estabelecimentos de ensino básico e secundário, à qual caberá implementar e assegurar a monitorização e avaliação do Programa Nacional de Promoção de uma Melhor Escola para todos os Alunos.
  • Foi apresentado um instrumento de valorização, através da sua certificação, das atividades promovidas pelo aluno, em contexto escolar, no âmbito da formação para a cidadania, artes, desporto e participação em órgãos de gestão e atividades de associativismo juvenil. Assim, o diploma escolar passará a contemplar a participação de cada aluno, em contexto escolar, em órgãos da escola ou em associações de estudantes, em atividades de formação para a cidadania, de voluntariado, de intercâmbio, de atividades artísticas ou desportivas.
  • Foi ainda decidido desenvolver uma experiência de «Orçamento Participativo» nas escolas do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, em articulação com a experiência do Orçamento Participativo Nacional, tendo em vista o reforço de dinâmicas de democracia participativa em meio escolar. O objetivo é criar um mecanismo que permita aos estudantes decidir sobre como utilizar uma parte do orçamento da sua escola na aquisição de bens e/ou serviços que sejam identificados como necessários ou convenientes para a beneficiação do espaço escolar e/ou da forma da sua utilização ou destinados a melhorar os processos de ensino-aprendizagem e do qual possam beneficiar ou vir a beneficiar todos os estudantes.
  • Foi debatida a criação do «Programa de Inclusão de Estudantes com Necessidades Educativas Especiais», de âmbito interministerial, com vista à execução de medidas que promovam maior inclusão escolar dos alunos com necessidades educativas especiais.
  • Foi debatida uma «Estratégia de Educação para a Cidadania», a ser implementada nas escolas do Ensino Público com o objetivo de incluir nas saídas curriculares, em todos os graus de ensino, um conjunto de competências e conhecimentos em matéria de cidadania.
2. O Governo apostará ainda no fomento da inovação e modernização produtiva, através do reforço das articulações entre as instituições que produzem conhecimento e as instituições capacitadas para a valorização social e económica desse mesmo conhecimento, tendo sido aprovados três diplomas neste domínio.
  • No domínio da articulação entre a ciência e a saúde, o Conselho de Ministros aprovou a criação de um «Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos», uma estrutura integrada de assistência, ensino e investigação médica, associando escolas médicas a centros hospitalares e unidades de investigação, que tem como principal objetivo o avanço e a aplicação do conhecimento e da evidência científica para a melhoria da saúde. Este «Conselho Nacional dos Centros Académicos Clínicos» será presidido pelo Professor Doutor Manuel Sobrinho Simões.
  • Na área da investigação médica, foi criado um Grupo de Trabalho, com um mandato de seis meses, que irá estudar e propor medidas de promoção de investigação clínica e de translação e da inovação biomédica em Portugal, incluindo os termos de referência para uma Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica.
  • No domínio da articulação entre a ciência e o desenvolvimento agroindustrial, foi discutida a criação do Consórcio AgroTech Campus de Oeiras, tendo como principais objetivos facilitar a investigação e o desenvolvimento experimental nas áreas da agricultura e floresta, saúde animal e sanidade vegetal, tecnologia e inovação para a bioeconomia. Este Consórcio integra a Universidade Nova de Lisboa, através do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier, o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. e o Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica.
3. Em matéria de acesso ao conhecimento, qualificações e empregabilidade, foram aprovadas várias medidas que visam a dignificação dos recursos humanos, a estabilidade das políticas de ciência e a difusão da produção científica nacional.
  • O Conselho de Ministros decidiu a criação de um Programa Integrado de Educação e Formação de Adultos, tendo em vista a melhoria das competências e qualificações, o ajustamento com as necessidades do mercado de trabalho e a aposta em percursos formativos qualificantes. Em linha com o Programa do Governo, procura-se revitalizar a educação e formação de adultos enquanto pilar central do sistema de qualificações, assegurando a continuidade das políticas de aprendizagem ao longo da vida e a permanente melhoria da qualidade dos processos e resultados de aprendizagem.
  • Foi aprovado na generalidade a adoção de um regime de contratação de doutorados destinado a estimular o emprego científico e tecnológico em todas as áreas do conhecimento, promovendo o rejuvenescimento das equipas de investigação das instituições científicas e de ensino superior, assim como a valorização das atividades de investigação nessas instituições. O diploma seguirá para consulta ao Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, ao Conselho dos Laboratórios Associados e à Associação Nacional dos Investigadores de Ciência e Tecnologia.
  • Foram fixados os termos de referência para a discussão pública de uma Agenda «Compromisso com o Conhecimento e a Ciência: o Compromisso com o Futuro» para os anos 2016 a 2020, procurando-se assegurar às instituições um quadro de financiamento estável para a sua implementação.
  • O Conselho de Ministros definiu os princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta que terá como objetivo promover o acesso livre a publicações de dados científicos que resultem de investigação financiada com fundos públicos.
  • Foi aprovada na generalidade uma alteração ao regime jurídico dos graus e diplomas do ensino superior, criando o diploma de técnico superior profissional, e procedendo à alteração das normas que regulam os concursos especiais para acesso e ingresso no ensino superior. O diploma seguirá para consulta ao Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos e à Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado.
..."
 
 via portal do governo...

continuando o dia... paradoxalmente perplexo...?



no i...

a começar o dia... com a educação na baila...?





no público...

quinta-feira, 24 de março de 2016

o que vemos por aí... irracionalidades acríticas...!



no público...

a fábrica de resultados... reflexões para o fim de dia...!


no público...

o comentário do paulo guinote...


no diário económico...


nota - exactamente a mesma edição referida na entrada anterior...

coisas da educação... o ministro falha...?




no diário económico...

nota - para quem se interessa por estas coisas, esta foi a última edição impressa do jornal.

arquitectura [painel animado]... elementos do mundo, portas e janelas... de [desconheço o autor]...!


via g+...

na selva política...



no cm domingo...

a actualidade do dia-a-dia, numa visão pessoal do jornalista...!

Bom dia, já leu o Expresso Curto Bom dia, este é o seu Expresso Curto

Miguel Cadete
Por Miguel Cadete
Diretor-Adjunto
24 de Março de 2016
Europa atrapalha e Obama já não dança em Bruxelas

Passaram 48 horas desde os atos terroristas de Bruxelas mas podiam ter passado 15 anos, como passaram, desde o 11 de Setembro.

Esta é uma realidade insuportável e que continua a ser inaceitável. Mas dois dias depois das explosões que abalaram a Bélgica, a poeira começa a assentar e começa a ser possível compreender uma ínfima parte das coisas.

A história dá sempre uma ajuda. E, provavelmente, a primeira lição a retirar é que “isto” não é assim tão novo. No Quartz foi publicado um gráfico que mostra que entre os anos 1970 e 1990, o terrorismo teve consequências bastante mais nefastas na Europa Ocidental do que os ataques produzidos pela Jihad islâmica nos últimos anos.

Se bem se lembram, esses foram os anos do IRA, da ETA e das Brigadas Vermelhas. Só em 1979 tiveram lugar mais de mil ataques terroristas na Europa Ocidental.

Em 1988, a queda do avião Lockerbie, na Escócia, levou a que a estatística do número de mortos nesse ano subisse até aos 440. Incomparável com o que sucedeu nos últimos dez anos. Nesse caso, o atentado foi atribuído à Líbia de Khadafi.

Porém é notório que entre 1970 e 1994, o número de atentados e o registo de vítimas mortais é bastante superior aos que resultaram dos ataques em Madrid, Londres, Paris e Bruxelas.

Daí há a retirar pelo menos duas conclusões: os jiadistas mataram menos do que os grupos terroristas radicais europeus e o conflito global destes dias é sobremaneira agudizado pelo contexto mediático, onde se incluem a cobertura noticiosa dos órgãos de comunicação social e, claro, as redes sociais.

Não parecem por isso fazer tanto sentido as análises como a que se encontra na capa do “Público” mas frequentes noutras publicações (como na “Economist” ou no “New York Times”) onde é colocada a interrogação “e se o terrorismo passar a integrar o nosso quotidiano?”. Na verdade, ele já integrou, há não muito tempo.

Outra conclusão que se retira do número de atentado e mortos provocados pelos atentados terrorista na Europa durante os anos 1970 e 1980, é a de ser possível exterminar o terrorismo. Os principais responsáveis por esses atos estão hoje praticamente inativos.

Mas não é esse o caminho se está hoje a tomar, quando aumenta o número de atentados na Europa e a sua frequência. Levando em conta a imprensa britânica hoje publicada, torna-se claro que sucederam falhas graves nos sistemas de segurança.

O “Times” é por ventura o jornal mais violento a sublinhar esses erros que podem ter sido fatais. A Turquia terá extraditado para a Holanda um dos operacionais de Bruxelas, Ibrahim el-Bakraoui, que se suicidou no aeroporto.

Uma notícia que parte de declarações do presidente da Turquia, Erdogan, que reclama ter notificado as autoridades europeias da perigosidade deste guerrilheiro do Daesh quando expulso do seu país.

A indignação que percorre a imprensa inglesa estende-se ao “El País” e ao presidente da Comissão Europeia. Na manchete do diário de Madrid pode ler-se “Juncker culpa os Governos da passividade ante o terrorismo”.

Em conferência de imprensa, Juncker sublinhou a tese de que as medidas que haviam sido previamente acertadas pelos membros da União Europeia não foram, na realidade, adotadas: “se todos os governos tivessem seguido as propostas da Comissão, não teríamos chegado a estes momentos trágicos”, disse.

Mais claras não podiam ser as lágrimas amargas de Federica Mogherini, alta representante para a Política Externa da EU, que, na sequência dos atentados e numa ocasião pública na Jordânia, não teve outra resposta senão o pranto perante o que havia sucedido. Uma demonstração de impotência ímpar.

Não surpreende então que o inexistente sistema de defesa europeu volte a ser colocado na mesa.

Em França, o “Le Figaro” pegunta se “a Europa pode defender-se?”. E aponta um número assinalável de lacunas: ausência de tratamento dos dados de passageiros aéreos, falta de conexão entre os serviços de informação de Schengen e os registos criminais, irrelevância do Frontex, falta de controlo de documentação falsa são apenas o início do rol.

Será por isso que os ministros da Justiça da União Europeia reúnem hoje mesmo, de urgência, em Bruxelas, para alinhar medidas e discutir a resposta que deve ser dada?

Depois de Madrid, Londres, Paris e Bruxelas, parece inevitável que outros ataques se sigam num futuro mais ou menos próximo. Roma, Berlim, Amesterdão ou mesmo Lisboa poderiam ser alvos fáceis ou simbólicos.

Porém, vale a pena deter a atenção noutro gráfico, desta vez publicado pela CNN, que demonstra que os dois atentados de Paris e o de Bruxelas, reivindicados pelo Daesh, podem ser bem diversos dos de Madrid e Londres, reivindicados pela Al Qaeda.

Por uma simples razão, Bélgica e França lideram incontestavelmente o número de jiadistas que habitam o seu território. Em França moram perto de 1200 operacionais do Daesh, muito à frente da Alemanha e Reino Unido com cerca de 500.

Mas em número relativo, quem vai à frente é a Bélgica com cerca de 1400 jiadistas por cada milhão de habitantes, seguindo-se a Dinamarca, França e Áustria. As diferenças para o resto da Europa são notórias.

Contextos muito diferentes. Mas ainda há mais casos a mudarem de figura. Aquele que anteriormente era conhecido como o “grande polícia do mundo” parece por estes dias desinteressar-se da Europa.

No início da semana, Barack Obama espalhou o seu charme em Havana e ontem dançou o tango em Buenos Aires. Veja aqui a (não tão) brilhante performance do Presidente dos Estados Unidos da América.

Primeiro hesitou, depois avançou pela América do Sul, onde a esquerda folclórica já teve melhores dias, determinado a conquistar o objetivo. A NATO: que é feito dela?

O Expresso está em Bruxelas. Hugo Franco e João Santos Duarte reportam desde terça-feira o que encontram em bairros como Molenbeek e Forest, que nunca sonhávamos ter de vir a conhecer. E reportam muito bem.

Foram tomar uma bica ao café que Salah Abdeslam, o jiadista preso há menos de uma semana e que esteve envolvido nos atentados de Paris, costumava frequentar. Pois bem: o estabelecimento é propriedade de portugueses que asseguram que Salah era bom moço e gente pacata.

“Nunca deu problemas” e gostava de jogar ao bingo. Como está próximo o homem que, tudo indica, espoletou os ataques em Bruxelas. A esse propósito vale bem a pena ler a coluna de Henrique Monteiro no Expresso Diário de ontem: “eles são humanos e praticam o mal”.

Eu diria que estranhamente compaginável com a coluna de Daniel Oliveira: “As vítimas daqui e de lá”, também no Expresso Diário. Mas onde um vê vítimas, o outro vê o bem. E para o outro, onde estão os algozes é que é a morada do mal.

E se, voltando ao princípio deste Expresso Curto, pudéssemos esquecer a sua religião dos operacionais de Bruxelas como provavelmente já esquecemos a filiação política dos terroristas da ETA e do IRA?


OUTRAS NOTÍCIAS
Novo Banco posto à venda a 31 de março. É a manchete do “Diário de Notícias” que avança a intenção de Stock da Cunha e Sérgio Monteiro viajarem para Nova Iorque para um roadshow que começa já na quinta-feira. Seguem para Boston e Londres. Objetivo: vender uma pequena parte do capital do Novo Banco fora do retalho. A parte de leão ficará para mais tarde.

Lava Jato: Odebrecht meteu a boca no trombone. As autoridades apreenderam documentos em casa de diretor-presidente da construtora brasileira, Benedicto Barbosa Silva, que revelam subornos a 200 políticos. Ninguém sai bem pois há um total de 18 partidos políticos envolvidos.

A lista de nomes já foi tornada pública mas o juiz Sérgio Moro pediu recato e voltou a vedar o acesso ao rol. Entre os nomes citados contam-se os de Sérgio Cabral (PMDB), José Serra (PSDB), Lindbergh Farias (PT), Aécio Neves (PSDB), Humberto Costa (PT), Eduardo Campos (PSB), Paulinho da Força (SD) e Rosinha Garotinho (PR).

Marcelo ao lado de Costa contra Passos. O Presidente da República deu o seu parecer positivo à intervenção das autoridades políticas na condução dos negócios da banca. Em causa está a manchete do Expresso de Sábado em que se noticiava a luz verde dada pelo primeiro-ministro à entrada de Isabel Santos no capital do BCP.

Passos protestou mas Marcelo pô-lo na ordem. “A intervenção é natural” e “justificada”. E ainda lhe deu um ralhete: “o desejável seria um consenso nacional nesta matéria”.

Casas compradas sem recurso à banca. É a manchete do “Público” que, com base em dados de 2015, nota que dois terços das casas compradas passaram ao lado dos bancos. “Dos 12,4 mil milhões de euros aplicados no ano passado na compra de habitação, apenas quatro milhões foram financiados pelos bancos”. Tudo o resto foi financiado com capitais dos próprios compradores.

O padre que gostava de Porsches. Está no “Jornal de Notícias” e no “Correio da Manhã”, a notícia de que um padre da Casa do Gaiato é suspeito de utilizar os dinheiros da instituição para adquirir veículos de alta cilindrada. Arsénio Isidro foi constituído arguido pela Polícia Judiciária por peculato e gestão danosa. Foi visto a conduzir um Panamera.

Expresso sai amanhã. Devido ao feriado de sexta-feira, a edição do Expresso é antecipada um dia, o que faz com que o semanário chegue às bancas já amanhã. E com o jornal chega também a nova coleção de fascículos oferecida a todos os leitores. A obra pioneira “Os Descobrimentos Portugueses”, de Jaime Cortesão, foi dividida em oito volumes que serão distribuídos sem qualquer custo com as próximas edições em papel do Expresso.



FRASES
“O que nos limita mais são os favores que ficamos a dever”. Daniel Bessa ao “Jornal de Negócios”

“Toda a gente compreende que o país está um bocadinho farto de instabilidade eleitoral”. Ferro Rodrigues ao “Público”

“O que se passou vai continuar. Os ataques vão escalar”. Luís Amado ao “Diário de Notícias”

“Renato Sanches não é maldoso”. João Mário a “A Bola”

“A minha maior prioridade é derrotar o Estado Islâmico”. Barack Obama durante a visita à Argentina


O QUE EU ANDO A LER
Em Portugal não existe a tradição da publicação de livros de memórias, nem tão pouco de biografias. Porém “Álvaro Cunhal – uma Biografia Política” de José Pacheco Pereira é a excepção que desmente o que atrás ficou dito.

No nosso panorama editorial recente só encontra paralelo no trabalho que José Pedro Castanheira, grande repórter do Expresso, tem vindo a desenvolver com Jorge Sampaio.

Quanto à biografia de Cunhal, indiscutivelmente uma das figuras mais importantes do século XX em Portugal (juntamente com a sua némesis, Salazar, e Mário Soares) já vai no quarto volume, publicado em dezembro passado. Percorre os anos que vão desde a fuga de Peniche até 1968, ano da Primavera de Praga e da queda de Salazar.

Mostra, logo nas primeiras páginas, a capacidade de Cunhal para reorganizar o partido depois de ter passado aqueles que poderiam ter sido os melhores anos da sua vida na prisão. Contra o que quer que fosse, e apesar da condição de clandestino, mas com cada vez maior apoio da União Soviética, consegue tornar o partido numa temível força política.

Termina, menos de uma década depois da aparatosa fuga de Peniche, com a cisão das esquerdas e do próprio comunismo própria do final da década de sessenta, que vem retirar espaço ao PCP e à União Soviética.

Quando o comunismo internacional deixa de ser o que era, Cunhal, irá baloiçar entre a heterodoxia da luta armada, com a criação da ARA (ver texto de José Pedro Castanheira na Revista do Expresso de 12 de março), e o maior ortodoxismo e submissão aos soviéticos.

Como mais uma vez comprovou a publicação dos ficheiros portugueses do Arquivo Mitrokhin nessa mesma edição da Revista do Expresso (12 de março), Álvaro Cunhal e Octávio Pato, o elo de ligação entre o KGB e o PCP, colocaram claramente em causa a segurança do país, quando o mundo se dividia entre a NATO e o Pacto de Varsóvia e ofereceram à Rússia arquivos onde constava informação sensível não só da PIDE mas também de outros serviços de informação, ou mesmo das Forças Armadas portuguesas.

Nunca se pode achar que o terrorismo é coisa distante.

Por hoje é tudo. Às 18h conte com mais uma edição do Expresso Diário. Até lá, toda a informação será atualizada no Expresso Online. O Expresso em papel sai já amanhã, devido ao feriado da Páscoa.

Bom fim de semana ou, se for caso disso, boas férias!


via mensagem do expresso...

e ainda outros destaques:

A tirania do medo

Pedro Rolo Duarte
Todas as guerras em que as partes em confronto não têm as mesmas armas são, por natureza, injustas. Todas as guerras em que as partes em confronto têm princípios diferentes sobre a forma de combater, e sobre ideias simples como "não matarás à traição", estão por natureza perdidas por quem, apesar de tudo, mantém módicos de ética em combate. A guerra também tem regras. Ou tinha. Estamos a assistir à instauração e normalização de um novo tipo de combate (ou velho, mas afastado da Europa desde os tempos da ETA, das Brigadas Vermelhas e de outras organizações do mesmo tipo) numa guerra sem tréguas: o que utiliza a democracia para, subvertendo-a, indo directamente ao seu coração ideológico, aproveitar-se das brechas que são a essência da liberdade, e matar indiscriminadamente, sem qualquer espécie de lógica que não seja cultivar o terror do medo. | Continuar a ler...


via mensagem do sapo 24 ...




Hora de fecho

As principais notícias do dia
Boa tarde!
O Estado Islâmico voltou a matar esta semana, em Bruxelas, em nome de Deus e das palavras do profeta. Mas o livro sagrado permite bombistas suicidas e ataques a inocentes?

Défice público terá sido de 4,4% em 2015. Segundo o INE, a resolução do Banif "custou" 2.463 milhões de euros, o que representa 1,4% do PIB e está acima do previsto. Sem Banif, o défice seria de 3%. Défice Público
INE adiou para 31 de março a primeira notificação do défice de 2015 por não estar disponível toda a informação. Adiamento deve-se à finalização com o Banco de Portugal de dados da dívida pública. 


via mensagem do observador...







1. Roadshow para vender Novo Banco arranca em Nova Iorque
É já daqui a uma semana, na quinta-feira 31 de março, que Stock da Cunha e Sérgio Monteiro vão estar em Nova Iorque para a primeira ronda de contactos tendo em vista a venda de parte minoritária do capital do Novo Banco, fora do retalho. Depois de Nova Iorque, o CEO do Novo Banco e o ex-secretário de Estado que encabeça o fundo de resolução na parte que diz respeito à venda da instituição vão a Londres, regressam a Nova Iorque e fazem ainda uma etapa a 7 de abril em Boston, cidade onde se fecha este primeiro movimento de um dos gigantes da banca portuguesa.



via mensagem do dn...

continuando o dia... a precisar de umas lições de economia 'doméstica'...!


no público...

a começar o dia... xenófobo...?


no público...


comentário:
eu tenho sangue árabe, judeu, celta, e o mais que uma amostra de adn poderá vir a revelar, o que para o caso agora não me interessa... em portugal, talvez nos açores e na madeira e numa localidade do algarve (que agora não sei especificar), não há nenhum cidadão que não seja fruto de uma miscigenação compósita...

isto para realçar o quê?

são as intervenções ocidentais imperialistas, nomeadamente dos states, orientadas pelo petróleo e matérias-primas raras que levaram a este estado de rebelião... que os radicais religiosos estão a aproveitar em seu proveito (é que não são só os muçulmanos como são os trump's desta vida)...

amigos amigos, negócios à parte... a oposição brasileira que se lixe, aliás como bem temos exemplificado com as as atitudes diplomáticas face à venezuela bolivariana (que deve estar a dar umas boas voltas na sua tumba).

dixit. 

terça-feira, 22 de março de 2016

a seu tempo cada um entenderá...?



no público...

no reino encantado da educação... reflexões para o fim de dia...!





"Na freguesia mais pobre da Madeira e uma das mais carenciadas do país, onde 92% dos alunos têm Acção Social Escolar e a internet não faz parte das prioridades da maioria das famílias, existe algo supreendente. Numa vila enterrada num vale profundo, onde a única ligação com o resto do mundo faz-se por um túnel com quase 2,5 quilómetros, existe uma escola onde cabem todos os sonhos.

A Escola Básica 123 do Curral das Freiras teve, em 2015, a terceira melhor média nacional no exame de Português do 9.º ano. Os 4,4 de média – a escala vai até 5 – colocaram este estabelecimento de ensino como a melhor escola pública neste ranking. No exame de Matemática, embora menos brilhantes, os resultados foram igualmente surpreendentes. Os alunos do 9.º ano tiveram uma média de 3,6, colocando a escola no 12.º lugar do ranking entre as públicas e dentro das 100 melhores em termos gerais.

Tudo isto numa escola com pouco mais de 300 alunos, onde metade dos professores são contratados, que fica esquecida no meio do maciço central da ilha da Madeira, servindo uma população que ronda as 1500 almas. “Esta escola tem 150 professores colocados, mas apenas 74 estão cá a leccionar. São poucos os que querem vir para cá trabalhar, por causa do isolamento, do frio… e eu compreendo”, explica Joaquim Sousa, director da escola desde que esta abriu as portas, há seis anos.

É um estabelecimento muito particular. Vai da creche até ao 12.º ano, e Américo Sá, 18 anos, é o aluno mais antigo. Quer ser militar de carreira. Ou queria. “Agora já não sei bem”, conta ao PÚBLICO, sorrindo com o título de ‘aluno número 1’ com que o director da escola o apresenta. “É bom estudar aqui. Todos se conhecem, somos amigos, temos boas condições e sentimos que os professores acreditam em nós”, sintetiza, cruzando os braços sobre a mesa do Conselho Executivo, onde também cabem André Santos e Daniel Caires, ambos a frequentar o 9.º ano.

André é o melhor aluno da escola, mas nem isso o livra de uma espécie de raspanete do professor. “Não deixes o queixo caído sobre as mãos, não inspira confiança. Se colocares a mão assim, os outros vão ver que estás atento”, aconselha Joaquim Sousa, desenhando um ‘L’ com os dedos de uma mão, junto à boca. André que ser médico. Desejo raro no Curral das Freiras, onde a esmagadora maioria da população vive da agricultura.

“Foi isso que quis desmistificar, quando cá cheguei. A ideia de que filho de lavrador tem de ser lavrador”, diz o director da escola, revelando o discurso que faz aos professores no início de cada ano lectivo. “Estes alunos têm sonhos, têm direito a ter todos os sonhos do mundo e cabe a nós ajudá-los”, conta o director, numa espécie de adaptação da Tabacaria, de Álvaro de Campos.

Até agora, os sonhos de Joaquim Sousa e da equipa que lidera têm-se concretizado. Quando chegou, a escola ficou em 1207 no ranking, e estabeleceu logo metas: colocar a escola entre as melhores da Madeira, e reposicioná-la depois a nível nacional. “Disse que queria tornar a escola a melhor do país, se calhar estiquei-me um pouco…”, diz sorrindo alto, sentado junto a uma parede forrada de recortes de jornais onde a 123 do Curral das Freiras surge em destaque.

Foi feita uma pequena revolução. O grau de exigência foi elevado – “porque estes alunos, pelo contexto social onde vivem, só têm uma oportunidade” -, com a componente saber (conhecimento da matéria) a passar a contar 90% contra os 10% do estar (comportamento, assiduidade, participação). Antes, a proporção era de 60/40, mas esta exigência não significa uma pressão acrescida sobre os alunos.

Foram ajustes simples. A escola não tem campainha. A que existia avariou, e não havia dinheiro para uma nova. Agora que há, continua sem haver toques. “Há uma maior responsabilização, e acabaram-se as tolerâncias”, explica. As turmas são pequenas, por falta de alunos e todas têm apoio inserido no horário lectivo. Não há trabalhos para casa – “os miúdos têm de ter vida para além da escola” -, e os métodos de ensino são adaptados a cada um deles. “Nem todos podem ser doutores, mas todos podem e devem sair daqui preparados para enfrentar o mercado de trabalho”, argumenta, enumerando as dificuldades que os alunos enfrentam para vir à escola. “São verdadeiros heróis.”

Daniel Caires é um deles. Está no 9.º ano e todos os dias sai de casa às 6h30 e só regressa já perto das oito da noite. Vive em Câmara de Lobos, e quis fugir às escolas do concelho. “Sabia que lá não ia ter muitas hipóteses de sucesso, o ambiente não ia ajudar”, diz ajeitando os óculos de massa escuros. Daniel, ou Dani, como todos os chamam nos corredores da escola, foi aconselhado por um primo, que frequenta a escola. “Queria ter oportunidade de estudar num bom ambiente, e não me arrependi”, garante, dizendo que vale a pena o sacrifício diário e as horas passadas no autocarro.

A escola, explica Joaquim Sousa, adapta-se às necessidades dos alunos. Numa vila com uma orografia difícil, a única forma dos jovens irem à escola é de autocarro. “Nós alteramos os horários, adaptando-os às horas dos autocarros, tendo em conta as necessidades dos alunos”, diz o director. Por isso, a taxa de abandono é reduzida, e quando acontece é por motivos de emigração, devido a elevada taxa de desemprego do Curral das Freiras. Mesmo agora, que acabou o 2.º período e começam as férias, a biblioteca e a sala de informática são sempre um local de encontro para os alunos. “Numa terra onde 80% não tem livros em casa e mais de metade não tem computador ou internet, é nosso dever dar isso”.

“Vamos buscar os alunos a casa se for preciso”, garante. Já aconteceu. Em 2010, quando a ilha foi assolada por um temporal que matou mais de trinta pessoas, e a vila ficou uma semana isolada, Joaquim Sousa e Marco Melo, presidente do Conselho da Comunidade Educativa, foram com o próprio carro buscar os alunos a casa. “Queríamos mostrar que a escola, principalmente naqueles dias terríveis, era um lugar seguro”, conta Marco Melo. E é. Já aconteceu os alunos terem que passar lá a noite, devido ao mau tempo que tornavam intransitáveis as pequenas estradas que serpenteiam o vale. Américo Sá, não esconde um sorriso cúmplice ao recordar a experiência. “Foi engraçado”, conta.

Todos riem. Até Albany Rodrigues, que chegou há dois anos da Venezuela, esboça uma gargalhada. Com carências a português, e tímida por natureza, Albany foi alvo de uma atenção especial, que já começou a dar frutos. “Fui a melhor aluna de geografia da Madeira”, diz, baixinho. “Tentamos que ela encontrasse aqui um lugar seu, depois de uma mudança tão radical como é a de mudar de país”, explica o director da escola.

Também Dina Ascenção sempre sentiu a escola como sua. Esteve ali cinco “bons” anos, e hoje, a estudar no Funchal, é um exemplo para os outros alunos. Fez parte do 9.º ano que alcançou a terceira melhor média nacional a Português, mas foi a Matemática que mais se destacou. Foi a única, na Madeira, a ter 100% no exame nacional. “No meu último ano nesta escola, desconhecida ou até mesmo desprezada por muitos, eu e a minha turma alcançámos um excelente lugar entre as escolas públicas nos exames de 9º ano”, recorda, dizendo que este resultado mostra que “não interessa de onde viemos, mas sim onde nos leva a nossa persistência”.
Joaquim Sousa abana a cabeça que sim. Que nada é impossível, e que os alunos têm o direito de sonhar." 
 
 
no público em linha...
 
 
já agora, leituras complementares:
 
 

bendita a língua portuguesa... maldita ortografia acordista...!



no público...

para uma indegestão, pós-janta...



no público...


comentário:
e não tenho eu a educação e formação anglo-saxónica do meu heterónimo que me permitam auscultar as minudências e aspectos da política, nomeadamente da interna, da auto-proclamada pátria da democracia, imperialista digo eu... pois a frança já era...!

no coração das trevas...?


José Cardoso
POR José Cardoso
Editor Adjunto



O medo é uma ideia sangrenta

Boa tarde,

Ao contrário do que diz a saudação de abertura, esta não é uma boa tarde para o mundo civilizado. Como escreve o Pedro Santos Guerreiro na abertura do Expresso Diário desta terça-feira, o horror voltou a mexer com o modo de vida de quem acredita na liberdade. O terrorismo voltou a atacar, desta vez no coração da Europa, ceifando mais 34 vidas e fazendo mais de duas centenas de feridos. Citando mais uma vez o Pedro Santos Guerreiro, “todos nós fomos atacados”.

O Diário desta terça-feira é dominado pelos atentados de Bruxelas. Além do artigo do diretor do Expresso, também o Ricardo Costa (“Bélgica, crónica de uma tragédia anunciada”), o Henrique Monteiro (“Como viver com o medo” e o Daniel Oliveira (“Por uma aliança contra o ódio”) escrevem sobre mais este dia que enlutou a Europa.

No noticiário, publicamos um conjunto de artigos que tentam fornecer um enquadramento geral do que se passou hoje em Bruxelas. A começar, um artigo de um ex-editor do Expresso, Miguel Calado Lopes, que vive há anos na capital belga. Ele, que cobriu várias guerras, diz que, para si, mais do que a rotina diária que lhe mudaram, o que mudou esta manhã foi o olhar das pessoas. A incerteza do olhar. “Não posso deixar de viver como vivo, só porque há gente que faz da morte um instrumento de vida. Não posso fugir. Não posso deixar de andar de Metro, não posso deixar de ir ao cinema ou ao teatro. Não posso deixar de viajar, de gozar a beleza das pequenas e grandes coisas. Não posso deixar de ser livre”, escreve.

Depois, a análise do nosso cronista Miguel Monjardino, que diz que os terroristas se viram para quatro novos “principais alvos”. A Joana Azevedo Viana conta o que já se sabe e o que continua por desvendar sobre o ataque ao coração da UE. O Hélder Martins tenta explicar o que faz que Bruxelas seja tão atrativo para os terroristas. E publicamos ainda uma cronologia infográfica da Cristina Pombo, do Hugo Franco e da Sofia Miguel Rosa sobre os ataques terroristas perpetrados no mundo desde o verão de 2014. O período é curto, mas o balanço longo: são 180 ataques, de que resultaram 7000 mortos.

Os atentados de Bruxelas remeteram para segundo plano todo o restante noticiário desta terça-feira.

Mas no Diário de hoje publicamos ainda um trabalho do Filipe Santos Costa sobre o braço de ferro entre o Parlamento e o Banco de Portugal, cujo governador se recusa enviar à comissão de inquérito ao Banif o relatório sobre as falhas do banco central no caso do BES.

Do Brasil, Plínio Fraga explica como ter Lula no Governo é uma questão de sobrevivência para Dilma.

E o Virgílio Azevedo entrevistou o decano dos climatologistas portugueses, João Corte Real, que não tem dúvidas em afirmar que a Meteorologia em Portugal “está a funcionar mal”, havendo técnicos que falam sobre o tempo na televisão e não são meteorologistas.

Referência, ainda, à crónica do Henrique Raposo, que pergunta se “trabalha Marques Mendes para a “banca angolana” ou para a “banca portuguesa”; e a um texto da Alexandra Carita sobre o ”poeta sem rosto”, Herberto Helder, desaparecido faz agora um ano.

É tudo por hoje quando ao Expresso Diário, ainda haverá muito mais hoje no Expresso Online.

O melhor resto de dia possível.