sábado, 28 de abril de 2012

revisão da estrutura curricular... das artes visuais e propostas... da apecv,,,!





o relatório pode ser consultado... aqui.

revisão da estrutura curricular... as 'artes'... pelo conselho de escolas...!



o relatório pode ser consultado... aqui.

revisão da estrutura curricular... do relatório final sobre os contributos vários [a maior parte muito 'classsistas', para variar]... da direcção-geral da educação...!

mec dge 2012_relatório final da análise dos contributos sobre a revisão da estrutura curricular

sexta-feira, 27 de abril de 2012

impostos [a níveis muito 'interessantes'...!]... em portugal...!


défice público [curas de magrecimento...?]... em portugal...!


portugal e a ue... em números comparados [bonito estado o nosso]...!


a internet em 60 segundos... de shanghai web designers...!


aguarelas... de amy park...!





design de equipamento... uma cadeira com estilo [bravo chair]... de matte nyberg...!


aqui.

design gráfico...[cartaz] no quadro negro, para um evento... de casa 2 | creative design & happy ideas...!


desenho... diários gráficos de um encontro em grândola... de urban sketchers...!






os respectivos autores estão identificados nos nomes das imagens... daqui.

cartoon... troikices do pimpolho... de josé sarmento...!


daqui.

(peta-)agrupamentos... despacho orientador sobre a [dita (des)humanização da escola] a 'coisa'...!



da educação... opinião controversa sobre o estado das coisas [que é preciso mudar, como as mentalidades...] parte II... de desidério murcho...!

"A segunda objecção da Sara é que se libertarmos o ensino, colocando nas mãos dos próprios professores e escolas a responsabilidade última pelo que ensinam e como ensinam, será uma desgraça — porque, como ela afirma, numa situação de plena liberdade, os professores e as escolas “depressa esquecem a imparcialidade, a exigência e a transparência, acabando, em muitos casos, por ceder aos interesses, ao poder e ao amiguismo”. Eu concordo que isso acontece; e acontece por duas razões. Primeiro, falta de profissionalismo; a ética profissional não é algo que seja cultivado no país. Nos mais diversos sectores — dos jornalistas aos advogados, dos médicos aos políticos, dos professores aos taxistas — não existe apreço pelo profissionalismo, pelo brio profissional de desempenhar o melhor possível a nossa profissão. Isto é de tal modo assim que quem defende o que na realidade é apenas o profissionalismo dos professores tem tendência para dizer que os professores não podem ser meros profissionais, têm de ter uma vocação ou de responder a uma chamada mística. Isto é curioso, pois mostra até que ponto não se tem ideia alguma do que é uma sociedade que preza o profissionalismo nas suas mais diversas áreas.

Porém, a resposta à corrupção não é centralismo. Tudo o que o centralismo faz é tornar a corrupção nacional. A partir do momento em que há estruturas estatais centrais, as pessoas mais corruptas vão fazer tudo para controlar essas estruturas; pessoas que jamais teriam interessem em participar numa associação profissional voluntária e livre que pugnasse pela excelência do ensino da sua própria área, lutam ferozmente para ter poder junto do Ministério. A ilusão de quem defende o centralismo para combater a corrupção e o compadrio é pensar que, pelo facto de as estruturas e decisões serem nacionais e estatais, não serão corruptas. Mas isto é delirar: se a mentalidade nacional é profundamente corrupta, não deixa de o ser quando se torna estatal, central e nacional
."

para continuara a ler...aqui.

da educação... opinião sobre o estado de coisas, parte I... de desidério murcho...!

"Em primeiro lugar, nunca haverá da parte dos responsáveis ministeriais qualquer disponibilidade para discutir publicamente e de modo genuíno e civilizado ideias opostas. A capacidade para admitir a diferença radical num debate aberto e honesto é uma conquista de uma mentalidade civilizada que não existe no país; os professores só são capazes de fingir que discutem ideias quando toda a gente concorda quanto ao fundamental. Quando há diferenças profundas — precisamente quando o debate honesto é mais necessário — as pessoas abandonam a simulação do debate civilizado e passam para os jogos de poder, a esperteza saloia e a tentativa de silenciar e eliminar quem pensa de maneira muito diferente. Em Portugal não há tradições de debate académico; as pessoas não sabem fazer isso. Tudo o que conhecem é uma simulação de debate académico, quando todos concordam e quando de qualquer modo se estão nas tintas para o que estão debatendo porque são matérias abstractas e académicas que não lhes dizem realmente respeito, pessoalmente; quando se tenta debater matérias que as pessoas consideram que realmente lhes dizem respeito e quando nesse debate há posições muitíssimo diferentes das deles, o único modelo nacional de debate é o pseudodebate político, cheio de retórica, seduções linguísticas, jogos de poder, desonestidade intelectual e pessoal. Desculpa, Sara. Nós ensinamos os alunos a debater de maneira intelectualmente proba, mas a generalidade dos nossos colegas não só não sabem como tal coisa se faz, como não estão minimamente interessados em fazê-lo. Na verdade, muitos deles nem conhecem a palavra “proba”."

para continuar a ler... aqui.

leituras... da educação e o processo educativo [relendo um texto]... de raul iturra...!

leituras... o papel da escola [revisitando um texto de 2008]... de josé pacheco...!


leituras... investigando a avaliação ['automática'] de ensaios [esta para mim é 'novidade'...]... lá pelos 'states'...!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

da educação... a escola hoje, professores, indisciplina e outras conversas [reportagem]... da tvi...!


educação... administração dos fundos da educação em países em vias de desenvolvimento... [sondagem, um pouco 'abstrusa'] do guardian...!

depois do meu 'voto' [logo pela manhã]...


componente individual do professor... só uma amostra da evolução nos últimos 4 anos...!





componente individual do professor... relatório do 2º período de 2012 - 2012...!

(des)acordo ortográfico... contra [naturalmente] uma crónica 'prazeirosa' [será como eles dizem...?]... de márvio dos santos...!


cartoon... evolução na (da) educação [agora é assim... também por cá...?]... de jeff koterba...!


daqui.

ilustração... de conrad roset...!




daqui.

desenho... [galináceos] de 'diário gráfico'... de 'traço'...!



mural... intervenção urbana em lodz [polónia]... de aryz...!


aqui.

cartoon... a propósito de 'uma boa imagem'...?... de henricartoon...!


daqui.

àcerca da 'polémica'... comentários aos comentários dos teste intermédios de filosofia... de desidério murcho...!

"Os comentários dos leitores às minhas observações sobre os exames intermédios de filosofia tornaram mais claro para mim que o problema central do nosso ensino é a falta de liberdade.

É até curioso que pessoas com as quais concordo completamente -- pessoas que insistem na importância de um ensino objectivo, cognitivamente exigente, imparcialmente avaliado, e que não aceitam a ideia hoje popular de que a escola pública é só para entreter as crianças e lhes ensinar "cidadania" -- sejam algo cegas no que respeita à questão da liberdade no ensino. Vejamos: eu defendo um ensino com as características tal e tal. Mas seria cego da minha parte -- ou pior -- não reconhecer que quem defende o oposto disso tem tanto direito quanto eu de o defender, praticar e divulgar. É incoerente desejar para nós a liberdade de ensino que negamos aos outros, reivindicar para nós o direito de ensinar como pensamos que é correcto, ao mesmo tempo que negamos esse direito aos outros.


A única coisa que está errado no ensino da filosofia em Portugal -- e no ensino das outras áreas -- é não haver a possibilidade de mais diversidade. O centralismo actual tem duas consequências nefastas.


Primeiro, seja quem for que detém o poder, vai impor aos outros a sua visão das coisas, e isso é desagradável. Por exemplo, para muitos professores portugueses de filosofia, a minha perspectiva sobre a natureza da filosofia e sobre o seu ensino é uma merda. E têm todo o direito a pensar isso; e têm todo o direito a ensinar e escrever e publicar filosofia da maneira como lhes aprouver. O problema do centralismo é que põe tudo em termos de luta simiesca pelo poder educativo: se estiverem no poder as pessoas tal e tal, os exames e programas e directrizes são muitíssimo interessantes e estimulantes para uns professores, mas detestáveis para outros; mas se forem estes últimos a ter o poder, será detestável para os primeiros. O centralismo obriga sempre muitos professores a ficar descontentes: aqueles cujas perspectivas não são contempladas nos programas, exames e directrizes. E isto não acontece apenas na filosofia: acontece em todas as disciplinas, como ficou manifesto pelos comentários de alguns colegas da biologia e de outras áreas
."

o resto... [a ler], por... aqui

depois de ter lançado a 'isca' [testes intermédios de filosofia]... aqui.

leituras... da educação... custos da habitação, planeamento [zonamento] e acesso [escolha] a escolas de 'alto' desempenho... uma abordagem pelos 'states'...!

leituras...do simplex... autárquico [será que nos mostra alguma evolução para além do 'centralismo' burocrático...?]... num relatório da ama 2012 [2010 - 2011]...!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

cartoon... os 'graduados' e o mercado do desemprego... de jeff parker...!


a água... um bem demasiado precioso...! para um olhar mais atento...

por cá...


no mundo...


citação...do taylorismo social, político e económico [liberdades...?]... de carl gustav jung...!


via fb...

design de equipamento... conceitos [luminárias públicas]... de [desconheço]...!



'fotografia'... técnicas [meias e retrato...?]... de hong yi...!

  
aqui.

mural... intervenção urbana... de hyuro...!


ilustração... do neo-realismo português... de manuel ribeiro de pavia...!