domingo, 24 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
efeméride... 1869... via cm...!
abolida a escravatura em todos os domínios portugueses... apesar de ela ter sido objecto de 'decisão' em 1761...!
mas eis que... agora... a 'moda' pegou de estaca [vidé entrada anterior... como exemplo]...
já agora... para saber mais sobre o assunto, por exemplo... aqui.
já agora... para saber mais sobre o assunto, por exemplo... aqui.
26 mil versus 600 [sem comentários]... no sol...!
"Mais de 26 mil professores candidataram-se a uma das 600 vagas do
concurso de vinculação extraordinária de docentes anunciado pelo
Ministério da Educação e Ciência (MEC) em Dezembro de 2012.
As listas
provisórias do total de candidatos a este concurso, publicado em Diário
da República em Janeiro deste ano, foram publicadas na sexta-feira na
página da Internet da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE).
De
acordo com dados oficiais do MEC, candidataram-se a um lugar nos
quadros do Ministério 26.214 professores, tendo sido registadas 22.662
candidaturas válidas, um número superior ao do total de candidatos, uma
vez que é possível que um professor concorra a mais do que um grupo de
recrutamento, ou seja, apresente mais do que uma candidatura.
De
acordo com o MEC, foram apresentadas 3.205 candidaturas totalmente
inválidas, e 347 parcialmente inválidas, o que pode significar que os
docentes que apresentaram mais do que uma candidatura não viram os seus
dados validados para todos os lugares a que concorreram, por exemplo,
por falta de habilitações para preencher o lugar num determinado grupo
de recrutamento.
Os docentes podem reclamar das listas de
colocação agora divulgadas entre segunda-feira, 25 de Fevereiro, e
sexta-feira, 01 de Março."
aqui.
parece que as coisas se estão a 'equilibrar'...!
máquina praticamente operacional... pequenos ajustes, pormenores e um ou outro programa que não está a correr em todas as sessões... questões de somenos [pelo menos para já...]...
tenho conseguido manter uma certa quantidade [e qualidade] de edição nas entradas... e espero voltar ao esquema que, da última vez, tinha delineado aqui para o cantinho, a saber...
a meio da tarde, um texto [maioritariamente sobre educação]... para leitura mais 'longa';
ao princípio da noite, um artista por dia [de variados tipos de expressões artísticas];
pela noite dentro, duas a três entradas com temas da actualidade [sempre que possível centrados na educação, mas eventualmente política e economia nacionais];
para fechar a noite, será sempre uma surpresa... pois tanto pode ser um texto interessante, como um cartoon [de cariz político, social ou educativo], um vídeo [sobre questões de design, engenharia ou actualidade 'noticiosa' premente] ou até cinema de animação [incluindo 'trailers' de filmes que me interessam, nomeadamente pelo realizador e, excepcionalmente, pelos actores]...!
sempre que tenha disponibilidade, antes do início da noite, penso ter algumas entradas que foquem, via imprensa, assuntos da actualidade do dia [na medida do possível].
este parece ser o panorama que devo 'ter de cumprir'... pelas razões já aduzidas em anteriores informações sobre 'interrupções'...
e por falar em interrupções... já tenho mais uma leva de oito turmas de trabalhos para avaliar... e como é bom de ver... as coisas vão 'piar' de fininho por aqui... durante uns dias...!
estejam à vontade... e tenham boas leituras...
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
mini-entrevista... (da) 'pedagogia do não'... de asha phillips... no expresso...!
"Porque é tão difícil dizer não?
Ao negarmos algo, ao contrariarmos uma vontade, somos impopulares e geramos conflitos. E fugimos disso. É uma herança do pós-guerra. As pessoas passaram a achar que tudo o que era rígido era fascista. Nós, os pais que viveram o flower power, tornámo-nos tão contra tudo isso que começámos a fazer o oposto. O legado negativo dos anos 60 foi deseducar. Essa geração educou outra que cresceu desamparada, com demasiada liberdade.
A estrutura actual de família, com pai e mãe a trabalhar, ou mesmo monoparental, não facilita a tarefa.
Há uma enorme culpa, por parte das mães que trabalham, e que sentem que não se dedicam a tempo inteiro aos filhos. O facto de terem de os deixar faz com que pensem não estar a cumprir bem o seu papel. E como a maioria das mulheres ainda tem a exclusividade das tarefas domésticas mal chega a casa...
E diz-se sim para compensar os filhos e para amainar a culpa...
Não queremos discussões porque tivemos saudades deles o dia todo, queremos que nos achem amorosas. E por isso não dizemos "Chega de televisão" ou "Está na hora de ir para a cama".
Quando é que é demasiado tarde para se começar a ditar limites?
Nunca. Só que quanto mais tarde mais difícil. O ideal é começar quando os filhos são bebés. Chegar à idade escolar sem regras, por exemplo, pode ser muito complicado. A forma como os miúdos reagem ao "não" tem um enorme impacto na sua capacidade de se adaptarem, fazerem amigos e aprenderem na escola. Tentar impor regras a um adolescente que nunca as teve é quase uma impossibilidade.
Há erros práticos que se devem evitar?
O maior é os pais quererem ser perfeitos. Por exemplo, com os bebés: custa-lhes ouvi-los chorar e por isso correm até eles ao mínimo ruído. Mas várias investigações recentes deixam-me descansada como mãe: concluíram que é bom não acertar sempre, que o ajuste perfeito não é benéfico. O que é bom para o desenvolvimento é existirem acertos, erros e reparos. E isso é que é a vida real.
Todos os pais querem ser perfeitos.
Mas isso é o que interessa aos pais. Não o que interessa ao filho.
Os filhos podem tomar decisões?
Claro que deixá-los decidir, de vez em quando, dá-lhes independência, iniciativa, criatividade. É maravilhoso ver o seu entusiasmo e energia. Mas não é benéfico dar-lhes demasiada escolha, porque depois torna-se uma responsabilidade deles e isso é de mais quando se é criança.
Podem, por exemplo, opinar sobre o que vão comer?
Ui. Não sei como é em Portugal, mas em Inglaterra a hora da refeição tornou-se terrível. Imagine-se que se tem três crianças, e uma quer comer massa, outra carne e a outra é vegetariana, e a mãe cozinha três refeições diferentes. Isso é de loucos. Deve-se dizer: "Esta é a refeição hoje, eu sou tua mãe e sei o que é bom para ti e por isso é isto que vamos comer." Se não quer, paciência. Porque se a nossa criança quer massa todos os dias e nós satisfazemos esse capricho, então quando vamos comer a casa de amigos ou na escola eles não vão querer comer porque não é massa. E aí a mãe tem um grande problema. É tudo uma questão de flexibilidade e de os pais fazerem o seu filho sentir que ele se consegue adaptar às coisas do mundo e que não é sempre o mundo que se adapta a ele.
E dormir na cama dos pais, é proibido?
Não há um não ou um sim claro. Se a criança dorme bem, se os pais dormem bem não há problema. Mas se isso é feito mais pelos pais do que pelas crianças, se é o pai que precisa de conforto, então está errado.
E o que fazer durante as birras no supermercado, com as crianças que esperneiam no chão?
Mais uma vez, não há uma regra mágica. Se acha que já está há demasiado tempo no shopping e que a criança está cansada, então a culpa é dos pais e é altura de ir para casa. Se, por outro lado, passam o tempo todo "eu quero, eu quero", é muito importante não ceder. E se a criança se atira para o chão, que isso não afecte os pais porque é quando nos preocupamos com o que os outros comentam que se tomam decisões erradas. Podemos deixá-la espernear por 5 ou 10 minutos, esperar que acabe e continuar o que se estava a fazer. Regras dão-lhes estrutura, um objectivo e, depois, o sentimento de vitória quando o alcançarem.
Mas como podem os pais saber quando devem dizer sim ou dizer não?
É muito difícil. O livro não encerra nenhuma fórmula secreta, porque ela simplesmente não existe. É importante não dizer sempre não, porque seria ridículo, temos que escolher os nossos 'nãos' com muito cuidado, os verdadeiramente importantes. E quando os escolhemos temos que os segurar, não ceder. O que realmente não é bom para as crianças é dizer não, não, não e depois dizer sim. Porque assim nunca saberão quais são os limites. E uma criança usará os nossos argumentos, a nossa linguagem, e vai lembrar-se sempre daquela vez em que dissemos sim - "Se naquele dia deixaste porque não deixas hoje?" São muito lógicos e encostam-nos a um canto com os seus argumentos.
Há alguma altura do dia mais propícia para a transmissão dessas regras?
Se está a tentar impor limites comece nas alturas fáceis do dia - nunca de manhã quando se corre para a escola e para o emprego."
Asha Phillips, psicoterapeuta infantil, 55 anos,
escreveu a primeira versão do livro em 1999. Um caso perdido na arte de
dizer não às duas filhas, procurou livros que a ajudassem. Como não
encontrou, escreveu ela a obra, com base nos casos que tratou na
Tavistock Clinic. "Acredite se quiser: ainda hoje o consulto". Viveu os
anos 60 em paris - encontra aí a fonte da sua permissividade - e parte
da vida na índia.
Actualmente, exerce a nível particular, atendendo
crianças, famílias e casais, em Londres. Na semana passada esteve em
Lisboa para apresentar a versão portuguesa de "Saying No". A tradução
"Um Bom Pai Diz Não" (Editora Lua de Papel) não a satisfaz plenamente -
"encerra um certo juízo de valor" -, mas adora o acrescento no canto
inferior direito da capa: "impor limites é uma forma de amar".
para ler o resto do artigo [publicado em 2009]... aqui.
leitura [da educação]... crónica de um governo que declarou guerra ao seu país - 4... de paulo guinote... via a educação do meu umbigo...!
"Passemos ao caso da Educação. Ao sector
que parece congregar maior aversão, e não apenas no que se refere a tudo
o que cheire a professor e apesar dos desmentidos, neste Governo e no
anterior, incluindo nos mais directos conselheiros e decisores na área,
só assim se explicando o desejo de contrair praticamente para metade o
orçamento para o Ensino Não Superior em 2-3 anos e achar-se que isso é
muito bom, pois durante um período de tempo curtíssimo gastámos acima da média.
Comecemos pelos secretários de
Estado, sendo de merecida justiça que ignoremos a da Ciência e o do
Ensino Superior porque não há provas de existam fora do organigrama do
governo. O que até poderia ser bom, se significasse uma
governação consensual, discreta, eficaz, nos seus sectores. ora, pelo
que se nota, nada disso se passa e os reitores e investigadores parecem
tratar directamente dos seus assuntos com o ministro, sendo a única área
em que Nuno Crato parece genuinamente interessado em evitar problemas e
conflitos. Talvez por se sentir inter-pares.
Sobre o SE Casanova de Almeida
também é justo que nos detenhamos pouco tempo pois não é do conhecimento
público qualquer ideia sua sobre Educação, antes ou depois de ter
assumido o cargo. Dizem-me que é óptimo no trato e que consegue
amenizar situações de tensão e gerar consensos em torno de soluções
vazias de conteúdo ou meramente más, como foi o caso do Estatuto do
Aluno. Poderia googlar qualquer coisa em busca de contra-prova
mas julgo que seria perder, inutilmente, alguns segundos da minha vida,
que em termos cósmicos tem uma duração infinitamente pequena e não deve
desperdiçar-se em actos sem sentido.
Sobre o actual SE Gracho,
que substitui a escolha mais caricata desde a ex-ministra Maria do
Carmo Seabra na área da Educação, sempre tive uma opinião favorável por
ser alguém com ideias e posições que, mesmo que discordemos delas,
tinham alguma densidade e coerência. Só que parece que ficarão em estado
de banho-maria neste seu exercício nas lides políticas, pois
tudo aquilo em que se envolveu desdiz o que antes dissera ou faz disso
tábua rasa. E das duas, uma: ou estava mal informado nas suas posições ou decidiu suprimi-las em troca de uma duvidosa honraria transitória.
Sabe-se que anda em negociações com a FNE sobre o próximo ano lectivo
mas como a dita FNE vai negociar mas não informa ninguém do que lá se
passa, não se sabe se apenas é uma encenação destinada a validar as
políticas que o ministério das Finanças mandou implementar no sector.
Quanto ao ministro Nuno Crato,
sou insuspeito na minha desilusão, pois considerei-o a melhor escolha
possível para MEC. Porque, pela sua idade e percurso, considerava-o a
única figura na área política da coligação no poder, capaz de travar a
investida que vinha de trás e se sabia fazer parte do programa eleitoral
explícito e implícito do PSD e do CDS para a Educação. Porque
concordava com algumas das suas posições (por exemplo, sobre a
necessidade de avaliação) e com a sua desafeição com o discurso
dissimulado de muitos responsáveis políticos e especialistas educacionais.
Daí o meu enorme desânimo perante a forma
como, sucessivamente, se mostrou incapaz de controlar a máquina
administrativa do ministério, a despojou de operacionalidade ao optar
por uma estratégia de concentração e esvaziamento de meios técnicos de
apoio às escolas, se rendeu à continuação de muitas das políticas que
criticara aos governos de José Sócrates e, por fim, quase pareceu
implodir, desaparecer do radar político, limitando-se a intervenções
desastradas e típicas daquilo a que Sokal e Bricmont (autores que ele
citou com prazer nas suas análises pré.ministeriais) designaram como “imposturas intelectuais”
por se resumirem, em grande parte, a truques de linguagem e a
utilizações truncadas e manipulatórias dos dados disponíveis como se
fossem argumentos rigorosos e fundamentados.
Poderia recordar a entrevista ao Sol,
na qual recuperou para a sua aritmética os formandos das NO para alegar
que os alunos tinham diminuído 14% e justificar o número de
professores, ocultando que o número de professores diminuiu mais e que a
reorganização curricular foi a primeira razão para a redução dos
horários disponíveis.
Ou a sua promessa de fazer uma vinculação extraordinária de professores contratados que se traduziu numa farsa.
Ou ainda a declaração de que o MEC não
faria despedimentos de professores, sabendo-se que isso não é
juridicamente possível, excepto em casos limite e que a redução de
docentes tem sido galopante na base de outras modalidades como o empurrão para a aposentação ou a não renovação de contratos, isto não falando na questão da mobilidade. Só no último ano deixaram de dar aulas 15475 docentes. Claro que não houve despedimentos
e, no sentido restrito da linguagem, Nuno Crato não faltou à verdade.
Mas ele sabe o que diria se fosse ele a analisar alguém que tivesse
feito em 2008 ou 2009 o que ele fez em 2012.
E chegamos a 2013 e à garantia de que a carga horária dos professores não aumentará.
Ora, sabe-se agora que o aumento do horário para a FP não passará para
as 40 horas, depois de meses a martelarem as redacções dos jornais com
essa confidência que agora se qualifica como especulação. Assim
como se sabe que dentro da carga horária dos docentes existem duas
componentes, lectiva e não lectiva, que podem ser manipuladas de forma a
colocar os professores a dar um maior número de aulas ou trabalhar mais
tempo sem que formalmente se aumente a dita carga horária. E
nem falo da possibilidade de manipular novamente o currículo do Ensino
Básico e Secundário de forma a, como foi feito com os grupos de EVT do
2º ciclo e de ET do 3º no ano anterior, pulverizar todo um conjunto de
professores e as suas hipóteses profissionais com umas simples linhas de
um decreto. Basta decidirem cortes de uma ou duas horas aqui e ali para
se varrerem milhares de horários de profissionais qualificados a quem
se nega um futuro, com pretextos sem qualquer fundamentação pedagógica.
Há quem diga que Nuno Crato era demagogo
na sua forma de analisar a Educação antes de ser ministro. Discordo.
Acho que fazia críticas em grande parte correctas. Próprias da demagogia
tem sido diversas das suas aparições públicas, no Parlamento ou na
Comunicação Social (relembro em especial uma muito útil entrevista de
Mário Crespo na SICN destinada a lavar mais branco o episódio dos horários-zero),
nas quais optou por utilizar a linguagem para dissimular actos
concretos de agressão ao sector da Educação e que (para além dos efeitos
a curto prazo sobre os professores) a médio prazo terão consequências
graves para os alunos e para a sua formação.
Lamento que Nuno Crato se tenha
transformado em mais um agente das Finanças na governação da Educação,
revelando-se incapaz de travar a amputação da Escola Pública e parecendo
rendido a entregar importantes fatias suas a interesses privados que
tem sido evidente estarem mais preocupados em gerar lucros próprios do
que fazer serviço público.
Lamento que Nuno Crato se tenha rendido à
Situação, colaborando na mistificação da opinião pública e alienando
aqueles que mais confiaram nele e que estavam dispostos a colaborar,
mesmo com sacrifícios, numa renovação da Educação em Portugal que não se
cingisse a cálculos de mau contabilista. E a quem reponde com meneios
linguísticos pós-modernos.
Nuno Crato tornou-se um agente
activo do desinvestimento na Educação. Não sei se por perceber isso ou
por outra qualquer razão, optou por um quase completo desaparecimento.
Em vez de implodir a burocracia, implodiu-se.
O país ficou a perder. Muito. Para além
de qualquer interesse corporativo, pois sou encarregado de educação e
lamento o modelo de escola, despersonalizada, concentracionária, que a
minha filha está obrigada a frequentar."
aqui.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
leitura [da educação]... why do you teach?... and, why do you stay?... de courtney hanes.... via getting smart
"We all have our reasons for becoming teachers.
Some enter the teaching profession because of an amazing teacher, or
several amazing teachers. Some feel teaching is simply what they were
meant to do. Some become teachers to contribute to the common good.
Others become teachers because of one, or many, bad experiences. Some
want power, to always be right, to stand at the head of the class, in
control of young, impressionable minds and destinies, armed with red
ink, and the desire to “teach kids a lesson” when they attempt to submit
late or poorly done assignments. Some want summers off, or to read the
newspaper in the back of the room while students work quietly at their
desks. It happens — so do many other things you see in movies, hoping it
is fabrication and stereotyping, rather than truth. Teaching, like
other professions, has good and bad.
Many good teachers leave our profession.
Many good teachers leave our profession to work at coffee shops, city
jobs, open their own business, or go back to school. Many good teachers
are made to feel that they are not professionals capable of making
decisions, in spite of their qualifications, credentials, and degrees.
Teachers can be made to feel as though they are replaceable numbers,
required to ask permission to use supplemental material in their
classrooms, implement curriculum they do not believe in, and harm
students with test prep and standardization. Plenty of good teachers
feel as though they do not have expertise. By expertise I do not mean
authority, but rather knowledge, skill, even intuition. Many good
teachers do not have the opportunity to become content experts. Unable
to collaborate authentically and hone their skills, much of the required
professional development they are asked to complete lacks meaning and
purpose. Can you imagine if teachers were “allowed” to choose their own
professional development, pursuing passions, modeling curiosity and
life-long learning, while receiving “credit?” If teachers simply deliver
a set curriculum designed for credits and grades rather than learning,
accompanied with answer keys and scripts, then what is so special about
what we do? Whether we mean to or not, we do to teachers what we do to
students — make top down decisions, punish the good because of the bad,
and give them very little choice. My goal is to provide students with
meaningful and purposeful work.
The world is at our fingertips, just as it is for our students.
We can, through blogging, Twitter, and other social media resources,
connect with teachers all over the world — many do this every day.
Teachers are encouraged to take risks, not be afraid to try new things,
be the linchpin, question the status quo, rebel, and use technology,
only to find themselves sitting in meetings discussing outdated ideas,
implementing policies without knowing why, being reprimanded for
teaching a novel or chapter in November instead of in April like the
rest of the department, and using curriculum they know is irrelevant and
unengaging, but is “approved,” and aligned with the last textbook
adoption. Is this what we have to work with?
I know there are many who are losing faith in our profession.
Recently, I presented at the ISTE (International Society for
Technology in Education) Conference and e-Learning Strategies Symposium
to showcase some of the work we are doing at The Riverside Virtual
School. Many colleagues hear and see what we are doing and say, ‘That’s
great, but… we can’t do that.’ I recognize that I am lucky. Lucky to
work with a leader who challenges me to challenge myself. Lucky to work
with like-minded, tech savvy, go getter colleagues who want to pave the
way and do difficult work. That’s why I teach here. Many colleagues find
themselves envious of teachers who are able to spend their time
creatively teaching, and trying new things. It is important for us to
share our stories — good, bad, and ugly. It is through this
collaboration that we try to ensure we do the right thing for our
students even if it seems impossible — It is through this dialogue that
we create good teachers, and encourage them to stay.
“Optimism is a strategy for making a better future. Because unless
you believe that the future can be better, you are unlikely to step up
and take responsibility for making it so.”
Noam Chomsky
Why do I stay?
Why do we continue to do what we do? How do we stay committed to
doing important work in spite of opposition? Like many of you, I stay to
create inquisitive scholars, and to assist students in developing a
deeper awareness of who they are and how they fit into this crazy world.
Like many of you, I considered leaving our profession to pursue other
things. I couldn’t leave. I didn’t leave. Instead, I surround myself
with smart people. I collaborate with other educators interested in
innovation and questioning why we do what we do. I listen. I read. I
interact. I seek out — online, face to face, globally, and locally —
those who are doing amazing things, and I learn.
The role of the teacher has changed.
Some of us are willing to change, and others are not. Some say they
are willing, but don’t. Many think they have, but haven’t. Students do
not need us for answers. They need us to guide them on a journey of
investigation, assist them in their unique development and
understanding, ask difficult questions, and offer support as they draw
sound conclusions. They deserve us at our best, positive and persistent,
and although exhausted, present. For them. We know teaching is more
than content, that teachers frequently are asked to take on the role of
counselor and parent, and that for many of our students, life outside of
school is unpleasant and unsafe. Good teachers know that nothing is
more important than the well being of young people, and that until and
unless they feel safe, they cannot grow. Good teachers know that their
role is to find the balance between child, curriculum, and teacher, and
be trusted to change the plan at any minute for their individual
students.
How in the world do we do all of this?
We do this by knowing our students, creating purposeful and
meaningful learning opportunities for them, asking ourselves difficult
questions, and trusting — ourselves, colleagues, and students. To know
what makes learning purposeful and meaningful, one must know what makes
learning useless and boring. How do we define purposeful and meaningful?
One place to start is with the classics, the education pioneers of the
past, like John Dewey.
“Abandon the notion that subject-matter as something fixed and
ready-made in itself, outside of the child’s experience; cease thinking
of a child’s experience as also something hard and fast; see it as
something fluent, embryonic, vital; and we realize that the child and
the curriculum are simply two limits which define a single process.”
John Dewey — The Child and the Curriculum
SMART idea — Next time you have a meeting, set the agenda aside and start a conversation — Why do you teach,? And, why do you stay?"
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
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